País: Portugal Brasil
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  1.  # 61
    A única coisa que me "assusta" nisso é que o pessoal para trabalhar. é que é um sistema pouco comum e não sei até que ponto alguns dos acabamentos não terão de ser adaptados.

    Fez essa questão?

    E o que eles consideram estrutura? Ou melhor: O que eles não incluem nessa hipótese da "só estrutura"?
  2.  Fórum Saúde
  3.  # 62
    Não, não coloquei essa questão, mas disseram-me que 90% das obras que fazem são nesses moldes de apenas a "estrutura". Ou seja, pronto por fora, estucada por dentro apenas a faltar colocar chão, louças, rodapés, móveis, etc.
    Suponho, e tudo deu a entender isso, que os acabamentos interiores são colocados exactamente da mesma forma.
    Apenas as janelas, se optarmos tratar por nossa conta, terão que ser colocadas em coordenação com eles.
    •  
      FD
    • 22 Novembro 2007
     # 63
    Por estrutura, entende-se, pintada exteriormente? Ou pronta a levar pintura?
  4. Não encontra o que procura? Experimente a pesquisa personalizada sem sair desta página:
    Loading
  5.  # 64
    Pintada exteriormente... interiormente é que julgo que é pronta a pintar...
  6.  # 65
    hmmmm. Estou a achar uma diferença muito grande entre as duas opções (250€/m2) mas sempre ouvi dizer que os maiores custos estão nos acabamentos.

    Mas se assim for, parece-me uma boa opção.

    Agora o estranho é a Centurysteel, nas casas tipo dão valores na ordem dos 180€/m2 para a estrutura e 360€/m2 com acabamentos. Quando a esmola é de mais...

    Mas um gajo fica curioso.. ... ..
  7.  # 66
    Hmmmm, já fui contactado por um senhor da Centurysteel e deu a entender que não seria bem assim e que as casas do catálogo são mais um chamariz.

    Não me deu valores por m2 mas disse que não têm nada a ver com aqueles. Agora quer agendar uma reunião. Tal como disse à Pat, neste momento não posso. Mas vou agendar no inicio do ano. :)

    Já agora:

    @ DOMINIO, já fez mais algum contacto?

    @ ANITA, poderia responder à questão:
    não dei conta de nada
    .

    Não se apercebeu que era uma casa diferente ou não sentiu nenhuma diferença para uma alvenaria normal?
    •  
      FD
    • 5 Dezembro 2007
     # 67
    Hmmmmm, chamariz?

    Tá boa. Pelos vistos, ultimamente é esta a ferramenta preferida pelos vendedores. Lembra-me um burro com a bela da cenoura à frente dos olhos...

    Acontece em todo o lado: quantos de nós não ligámos já para um qualquer sítio por causa de uma casa que nos dizem depois que já foi vendida mas que têm outras parecidas...? Não gosto e fico com uma péssima impressão sempre que tal acontece. :(

    Nas superfícies comerciais é a mesma coisa, preços baixos nas promoções para nos levar a comprar o que não está em promoção, nos bancos o cross-selling...

    Muito má política.
  8.  # 68
    Tomei como posição pedir orçamentos a várias empresas de LSF na ultima semana.

    Já tive uma resposta em que o a casa (e só mesmo a casa) ficaria na ordem dos 95.000 (para +-192m2). Isto faz +-500€/m2. Agora falta a cave e acabamentos.

    Alguém tem noção de quanto ficam os chamados "acabamentos"? Eu sei que depende muito dos materiais mas o quê?
    100€, 200€, 300€ por m2
    que é como quem diz: 10.000€; 20.000€ ou muito mais, tipo 40.000 /60.000 ou ainda mais?
  9.  # 69
    Boa questão! À partida o aço pareceu-nos vantajoso mas também depende desse cálculo... Não temos bem noção de quanto se gasta nos acabamentos.
    •  
      FD
    • 14 Janeiro 2008
     # 70
    Esse "só a casa" é um pouco vago...

    Esse valor inclui portas? Caixilhos (janelas)? Instalações eléctricas? Instalações sanitárias (canalizações)? Pintura externa? Pintura interna?
  10.  # 71
    Exclusões:
    - Portas e Janelas.
    - Acabamentos exteriores em pedra ou madeira.
    - Carpintarias, pavimentos, louças sanitárias, torneiras.
    - Cantarias e Serralharias.
    - Cave e outros elementos em betão.
    - Especialidades: água, gás, esgotos e electricidade
  11.  # 72
    Sem isso tudo e ainda lhe chamou casa :D
    •  
      FD
    • 15 Janeiro 2008
     # 73
    Colocado por: PormenorSem isso tudo e ainda lhe chamou casa :D

    :D :D :D

    Quer dizer, é só a estrutura...
    Por esse valor e para essas características os 500€ parecem-me bem caros... sendo que se fala aqui de que, completa, uma casa em alvenaria fica por 650€ a 700€ por m2... com a estrutura a ficar pelos 300€ a 350€ por m2.

    E sabendo que os acabamentos são muitas vezes uma parte bastante representativa do custo final, a par com o custo do terreno, acho que sinceramente e a não ser por uma qualquer outra razão onde o aço tenha vantagem (tempo de execução por exemplo), esse valor é para esquecer.

    No outro dia estive a ver algumas coisas que poderão por de parte algumas das vantagens do LSF, especialmente tijolos. Descobri tijolos acústicos e térmicos, desconheço os preços mas não devem ser muito mais caros que um bloco de betão. Entre outras soluções que apenas colocam a vantagem do LSF no tempo de execução, na resistência a terramotos e na maior criatividade permitida aos arquitectos, apresentando como grande desvantagem o custo, pelo que se vê aqui, 30% a 40% mais elevado.
  12.  # 74
    Como disse atrás, o valor que me deram foi 350+iva, com todas as especialidades incluidas.
    •  
      FD
    • 15 Janeiro 2008
     # 75
    Mas foi só a Gestedi, certo?
    •  
      FD
    • 15 Janeiro 2008
     # 76
    Já agora, estive a ver o site e a publireportagem que fizeram e achei curioso o gráfico:

    gráfico custo construção tradicional versus lsf

    O eixo do custo percebo, mas será em Euros? O outro eixo é que não faço ideia, T1->T2?
  13.  # 77
    Caros amigos:

    Encontrei recentemente este fórum e fiquei especialmente interessado neste tópico relacionado com o Light Steel Framing. Quem vos escreve é um dos colaboradores da tão citada empresa Futureng sendo que a minha vida profissional está ligada ao LSF desde 1993, tendo colaborado no processo de construção da primeira casa com estrutura em aço leve no nosso país. Caso pretendam conhecer melhor o meu percurso profissional, poderão consultar esta página.

    É provável que vários leitores tenham encontrado o nome Futureng nos comentários anteriores e não se tenham apercebido do que se trata. Houve até quem atribuísse o título de cartel o que, naturalmente, espero não ter sido com um sentido pejorativo. Assim permitam-me algumas palavras de esclarecimento do que somos. A Futureng é essencialmente um gabinete de engenharia exclusivamente dedicado à construção de edifícios com estrutura em aço galvanizado. Temos acompanhado a evolução do sistema em Portugal e no mundo desde 1993, tendo assistido a muitos eventos internacionais relacionados com o LSF. Colaborámos com as empresas pioneiras, nas áreas técnica e comercial, tendo assumido a autoria da grande maioria dos projectos de estabilidade das obras executadas em Portugal. Alguns dos nossos projectos destinaram-se ao mercado estrangeiro, nomeadamente Espanha, Angola e Cabo Verde. Todo este envolvimento, garantiu-nos um conhecimento acumulado que hoje é reconhecido pela maioria dos construtores nacionais de LSF que recorrem aos nossos serviços de engenharia, projecto e acompanhamento de obra, entre outros. Assim, gostaria de deixar bem claro que a Futureng não é uma empresa construtora, mas sim um gabinete técnico.

    Além de projecto, a Futureng dedica-se à divulgação do sistema construtivo através de vários seminários em Universidades e outras instituições de ensino. O próximo que iremos apresentar será no Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, na quarta feira, dia 23 de Janeiro de 2008. Mais informações poderão ser obtidas aqui.

    Aproveitamos ainda as nossas páginas para divulgar o trabalho dos construtores nacionais de LSF. No entanto, essas empresas são independentes dos nossos serviços, não existindo qualquer tipo de vínculo tipo franchising ou similar. Simplesmente são construtores a quem, até ao momento, reconhecemos idoneidade técnica e profissional. Sem qualquer tipo de paternalismos (e muito menos num espírito de cartel), não deixamos de alertar os nossos visitantes para terem algum cuidado na escolha de empresas competentes para a execução da sua casa. Algumas empresas que utilizam o aço galvanizado nunca estiveram alistadas no nosso site ou foram removidas, em alguns casos por manifestas dificuldades financeiras ou por falta de lisura comercial e profissional no relacionamento com clientes e fornecedores. Infelizmente alguns aproveitam-se do ainda pouco conhecimento técnico do público para vender "gato por lebre". A questão da publicidade enganosa preocupa-nos e definitivamente não a toleramos. Em alguns poucos casos, a desvinculação com o nosso portal deveu-se a mudanças de estratégia comercial por não pretenderem partilhar a sua visibilidade com as restantes empresas. Devido ao reduzido mercado nacional, temos um conhecimento geral da maioria, se não da totalidade, das empresas construtoras a operar no país. Inclusivamente temos um programa de parceria e formação profissional para habilitar as empresas construtoras a melhor servir os seus clientes, aliando os conhecimentos técnicos à tecnologia e rigor necessários ao sistema.

    Tentamos ainda garantir que os melhores materiais sejam usados na execução das moradias. É devido a isso que recomendamos fornecedores e marcas que estejam conforme a legislação e se coadunem com o espírito de construção sustentável e de preocupação ambiental. Mas, como podem compreender, a Futureng não mostra preferência entre as empresas fornecedoras ou construtoras, deixando ao cliente a escolha final.

    Depois das explicações acima, gostaria de me colocar à disposição de todos os usuários deste fórum para responder a questões técnicas ou comerciais que possuam sobre o Light Steel Framing. Poderei responder aqui ou através do nosso e-mail: info@futureng.com. Afinal, o esclarecimento técnico é o principal objectivo da Futureng...

    Cumprimentos,

    Carlos Pereira
    FUTURENG
    www.futureng.com

    Estas pessoas agradeceram este comentário: Pormenor

  14.  # 78
    Seja bem vindo.

    Já o "conhecia" antes de outros Fóruns. O seu contributo será certamente uma mais valia para melhor entendermos o conceito.

    Consultando o vosso site chega-se aqui e têm um uma moradia T3 de 130m2 com um valor estimado de 95000€, o que perfaz um valor de +- 730€/m2, valor que considero superior ao normal da alvenaria (+- 600€ a a 700€ /m2).

    Sendo um sistema novo em que procura o seu lugar no mercado e acredito que tenha como objectivo ganhar quota, não sei de esperar que fosse mais acessível?

    Eu falo no meu caso pessoal. Apesar de me interessar, achar o conceito interessante e já ter estado em casas feitas nesse sistema, a questão monetária será sempre a mais importante.
    Pondo na balança uma construção que tem os seus defeitos mas que sempre conhecemos a um valor e um tipo de construção que não conhecemos ou conhecemos pouco, que aparenta ter vantagens mas que certamente terá os seus defeitos e que tem um valor igual ou superior qual acha que será a minha escolha?
    •  
      FD
    • 18 Janeiro 2008
     # 79
    Bem vindo Steelman! :)

    E obrigado pelo esclarecimento. Como não poderia deixar de ser, já tinha visitado o site da futureng. Aliás, foi o profissionalismo que demonstraram no mesmo que me levou a interessar mais pela tecnologia e a não pensar que era mais um.

    No entanto, faço a mesma observação do Relopes: a balança pende claramente para um só lado... aliás, não me parece exclusivo do LSF, num outro tópico fala-se também de madeira e blocos standard de betão e o sentimento é o mesmo. Alternativas com um rácio de custo <-> benefício francamente baixo, especialmente quando se considera na construção de alvenaria outros materiais que cobrem as vantagens do LSF/outros.

    Mas se nos quiser convencer do contrário... estamos aqui e absorvemos tudo com muito afinco! :D
  15.  # 80
    Colocado por: RelopesSendo um sistema novo em que procura o seu lugar no mercado e acredito que tenha como objectivo ganhar quota, não sei de esperar que fosse mais acessível?


    Obrigado pelas boas vindas. Tentarei sempre esclarecer as vossas dúvidas, solicitando a vossa paciência para eventuais respostas mais longas mas que considero necessárias para a compreensão do que está envolvido.

    Esta questão dos preços é, compreensivelmente, aquela que mais pessoas colocam. Daí termos colocado aquele exemplo nas nossas páginas apenas como indicação dos valores envolvidos. Mas, é importante que se compreendam alguns factores. Por exemplo, já aqui neste fórum se colocou a questão do preço do aço como um dos factores que contribuem para o preço mais elevado do LSF. Na verdade, essa explicação terá alguma consistência, em especial se considerarmos que o preço do aço está agora ao dobro do que estava há dez anos. No entanto, esta não é a razão principal. Isto depreende-se do facto da estrutura metálica, apesar de toda a sua importância numa obra, constituir apenas cerca de 10% a 12% do custo final de venda.

    É nossa opinião que a questão dos preços é, usualmente, encarada de forma incorrecta. Na verdade, ao se equiparar o LSF com a alvenaria, não se está a efectuar uma comparação justa. Ou seja, se a construção tradicional apresentar os mesmos níveis de isolamento térmico e acústico que o LSF apresenta, então os valores da primeira serão muito superiores ao da segunda forma de construir. Atentemos na constituição de uma parede exterior nos dois sistemas (pelo menos, no que habitualmente se faz em Portugal):


      Alvenaria: Duplo pano de tijolo furado, com 15 cm mais 11 cm. Caixa de ar (quase sempre sem cuidados de ventilação) com cerca 5 cm, na qual se colocam placas de Poliestireno Extrudido (se é que não é apenas EPS) com 3 cm. Reboco exterior de cimento e areia com 2 cm. Estuque interior com gesso projectado com 2 cm. Total da secção da parede: 35 cm, dos quais apenas 3 cm de isolamento térmico, nenhum material de isolamento acústico e pontes térmicas em todos os elementos estruturais.

      LSF: Estrutura com perfis metálicos com secção de 150 mm espaçados a 600 mm. Revestimento interior com placas de gesso cartonado de 15 mm. Revestimento estrutural exterior com placas de OSB com 11 mm. Isolamento termo-acústico na cavidade entre perfis com dois painéis sobrepostos de lã mineral com 60 mm cada um. Isolamento térmico pelo exterior com placas de EPS de 50 mm coladas sobre o OSB. Reboco armado com rede com cerca de 4 mm. Total da secção da parede: 23 cm, dos quais 18 cm são compostos por materiais termicamente eficientes, 12 cm de isolamento acústico por excelência, nenhuma ponte térmica em toda a superfície exterior das paredes.


    Apenas pelo exemplo acima se prova que a comparação de preços é injusta. É evidente que a construção convencional também pode eliminar as pontes térmicas com aplicação de alvenaria a revestir os elementos estruturais ou por recorrer ao reboco térmico pelo exterior. Na caixa de ar também se pode colocar mais isolamento com a correcta ventilação e colocação de drenagem adequada para eliminar as condensações. Sim tudo se pode fazer, mas isso fará aumentar os preços e, nesse caso, o LSF será de longe mais competitivo.

    Basta apenas comparar o reboco térmico com o reboco convencional. Como é que um reboco tecnologicamente evoluído, fabricado com medidas rigorosas de qualidade e com garantia, e que custa cerca de 30 euros/m2 pode ser comparado a uma argamassa de cimento e areia fabricada em obra sem qualquer tipo de controle de qualidade? Naturalmente, podemos revestir uma casa de alvenaria com reboco térmico, mas aí os preços já não serão os mesmos.

    Além disso, veja-se ainda outro exemplo de injustiça na comparação. Na constituição das paredes mencionada acima, as paredes do sistema LSF possuem menos 12 cm de secção. Isso significa que, para a mesma planta, são ganhos 12 cm de espaço útil interior por cada metro linear de parede exterior. Ora, se uma moradia tiver 100 metros lineares de paredes exteriores (em dois pisos, por exemplo), isto representa um ganho de 12 metros quadrados. É evidente que esta área não pode ser usada isoladamente para criar uma nova divisão da casa, mas o facto é que estes metros ainda precisam ser revestidos com pavimentos, exigindo mais gesso e pintura nas paredes e tectos, sem falar na mão de obra adicional.

    E até aqui não levei em consideração todas as outras vantagens do LSF em comparação com alvenaria. Tal como dizemos no nosso site:


      "Pense… quando pretende escolher roupa ou sapatos, naturalmente leva em conta o seu gosto quanto às cores, aos padrões e aos formatos. Mas, certamente, também pensa na qualidade dos materiais e do fabrico, preocupando-se com a resistência das cores e das formas, o desgaste perante o uso ou a limpeza. E tudo isto para um investimento de apenas alguns euros.

      Pense… que pretende adquirir um automóvel. Apesar das questões estéticas serem importantes, talvez seja na segurança que pense primeiro. Como se comportará o veículo durante um eventual acidente? Será que a estrutura do habitáculo permitirá salvaguardar a integridade física dos seus ocupantes? Afinal, é a sua vida e a dos que o acompanham que está em jogo. É claro que pensará noutros aspectos: o conforto, o espaço interior para os passageiros e bagagem, o consumo de combustível e até talvez preocupe com questões ambientais, tal como os níveis de ruído ou a emissão de gases poluentes. E, naturalmente, pensará no preço actual do veículo e do que ele poderá valer daqui a alguns anos. A escolha de um veículo, sem dúvida, exige bem mais meditação do que no exemplo anterior. Afinal estamos a falar num investimento de alguns milhares de euros.

      Agora pense… e se pretender comprar uma casa? Não concorda que este é um dos maiores investimentos que muitas pessoas fazem durante a vida? É evidente que a localização do imóvel, as dimensões ou a divisão dos espaços são assuntos importantes. Mas, não é verdade que a segurança estrutural e o conforto térmico e acústico deveriam ser os principais motivos de reflexão? Estes são os aspectos relativos à vida e saúde daqueles que habitarão a casa durante anos. Outros aspectos envolvem a qualidade de vida dos ocupantes, entre os quais a amplitude das áreas habitáveis, a durabilidade dos materiais, a possibilidade de mudar facilmente a configuração dos espaços e a facilidade de manutenção ou reparação de equipamentos ao longo do tempo."


    Existem ainda alguns factores que permitem antever uma maior competitividade do LSF no futuro. Um delas é a maior experiência dos trabalhadores e a sua fidelização às empresas. Neste momento, todo o custo de formação dos trabalhadores é suportado pelas empresas construtoras, na sua maioria de dimensão familiar. Alguns trabalhadores, após algum tempo na empresa, julgam já estar preparados para fazerem os seus próprios biscates ou até mesmo formar novas micro empresas, abandonando aqueles que investiram na sua formação. Outro factor é o aliar o negócio imobiliário à construção, ou seja, construir para vender depois. Visto que tempo é dinheiro, o menor tempo de construção de uma moradia permitirá diminuir custos associados ao empate de capital e de meios. Também, a construção de diversos edifícios num mesmo local permitirá aumentar exponencialmente a eficiência do LSF, por se usarem métodos de montagem de paredes e outros elementos estruturais em fábrica, processos esses impossíveis de implementar na construção em alvenaria.

    Espero que esta resposta tenha sido útil.

    Carlos Pereira
    FUTURENG
    www.futureng.com

    Estas pessoas agradeceram este comentário: FD

    •  
      FD
    • 21 Janeiro 2008
     # 81
    A resposta foi útil, mas se o tempo de execução é manifestamente mais baixo e o custo de mão de obra é, pelo menos a meu conhecimento, um dos principais sorvedores de dinheiro numa obra, as coisas não deveriam estar mais equilibradas?

    Já vi a resposta no site. Era uma pergunta retórica. :)

    Há dados concretos sobre o tal conforto acústico? Tomo como referência isto:

    CONFORTO ACÚSTICO
    Isolamento sonoro devido a condução aérea:
    Uma parede executada com maxit ISOLSÓNICO® tem um Índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea (Dn, w) de 53 dB, cumprindo os valores que constam no novo Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios (RRAE).

    http://pt.maxit-cms.com/?id=1758
  16.  # 82
    Existe alguma incompatibilidade deste sistema com uma cobertura ajardinada?
  17.  # 83
    Colocado por: PormenorExiste alguma incompatibilidade deste sistema com uma cobertura ajardinada?


    E qual o peso médio que uma cobertura de uma construção do género permite???
  18.  # 84
    Espero não estar a fazer confusão entre LSF e estrutura metálica. Se não for o mesmo sistema (ou semelhante) ignorem o post...

    Não sou engenheiro civil nem arquitecto, no entanto tenho algum (muito pouco) conhecimento em termos de construção. As estruturas desenhadas e implementadas ecom estrutura metálica, são mais robustas, mais leves e permitem "brincadeiras" que difícilmente se conseguem realizar com betão. São por isso bastante apetecíveis para projectos de arquitectura.

    Actualmente, todos os arranha-céus são construídos em estrutura metálica, devido à redução de peso que esta solução implica, quando comparada com estruturas em alvenaria. Acho que não viram ainda nenhum arranha-céus a cair, pois não? O World Trade Center não conta, pois foi uma demolição controlada, a estrutura não cedeu, nem com o impacto de um suposto Boeing 757...

    O receio que é perceptível tem a ver com a relutância que o povo Português tem em experimentar novas coisas. Não é nada de novo, já se usa há décadas, mas não em Portugal... Ah, lembrei-me agora de algumas estruturas fantásticas feitas em estrutura metálica e com as quais todos os dias nos "cruzamos"...

    Torre Eiffel (Paris)
    Ponte Dona Maria (Porto)
    Torre Norte e Torre Sul (Instituto Superior Técnico - Lisboa)
    Burj Dubai (Dubai - Em construção)
    Taipei 101 (Taiwan)
    Petronas Twin Towers (Kuala Lumpur)
    Sears Towers(Chicago)
    30 St Mary Axe (Londres)

    Estes ao apenas alguns exemplos... Existem muitos mais pelo mundo fora.

    Falaram na dificuldade em remodelações... Acho que é uma falsa questão por dois motivos.
    1 - Ninguém constrói uma casa hoje, para a remodelar amanhã... :D
    2 - Todo o projecto, quer seja de águas, luz, gás, saneamento, etc... Fica nas mãos do cliente. Fácilmente se sabe o que passa e onde passa. As paredes ao serem feitas em pladur, desde que bem dimensionadas e montadas, permitem um melhor isolamento térmico e acústico do que as paredes de tijolo. Consegue-se melhor isolamento, com uma menor espessura de parede, pelo que a área desperdiçada em paredes é menor.

    Já agora, aqui fica o link para um vídeo que pode dar alguma ajuda, não para a estrutura metálica, mas sim para a construção das paredes interiores...

    http://www.youtube.com/watch?v=Fxd2jydbkZM
  19.  # 85
    Anónimo disse:
    Li com aenção os comentários deste forum.
    Construí uma casa em LSF, e as minhas expectativas eram bem melhores do que hoje.
    A minha casa tem um comportamento térmico miserável, embora admita que seja por erros de construção e grandes pontes térmicas que não foram acauteladas.
    Devo referir que caso existam pontes térmicas, no caso LSF a situação é bem pior do que no caso tradicional, quer porque a condutibilidade térmica do aço é muito mais elevada do que o betão, quer porque a inércia térmica de toda a solução é muitíssimo menor.

    Pedro Félx
  20.  # 86
    Mas se existem erros relativos ao isolamento térmico, esses mesmo erros teriam um efeito muito semelhante caso a habiação tivesse sido construída em alvenaria, de forma tradicional. Talvez não fossem é tão notórios, visto a inércia térmica do betão ser maior que a do metal, mas os problemas existiriam. É um pouco como ter um bom carro, com um péssimo motor. Podem fazer o que quiserem ao chassis, suspensões, travões, que o comportamento será sempre mau.

    Se calhar é necessário é um maior cuidado aquando dos acabamentos/isolamentos quando se usa LSF...
  21.  # 87
    Colocado por: AnónimoA minha casa tem um comportamento térmico miserável, embora admita que seja por erros de construção e grandes pontes térmicas que não foram acauteladas.
    Pedro Félix


    Voltando a este fórum no dia de hoje, verifiquei que existem alguns comentários anteriores aos quais gostaria de responder. Começo, no entanto, por tecer um comentário em relação à intervenção do Sr. Pedro Félix. Primeiro para lamentar que a sua casa não corresponda àquilo que dela esperava. Visto que a Futureng tem executado a grande maioria dos projectos de engenharia, junto com os cálculos de térmica e acústica, gostaria de lhe solicitar que nos informasse sobre que obra se trata e qual foi o construtor. Isto poderá ajudar-nos na nossa contínua busca da excelência na construção. Se puder satisfazer este nosso pedido, por favor, contacte-nos através do e-mail: info@futureng.com.

    Na verdade, tal como o colega Junglas mencionou no comentário precedente, a primeira justificação que me surge para explicar o deficiente comportamento térmico da sua casa são as deficiências na escolha e/ou aplicação dos materiais de isolamento térmico. Num comentário acima, esclareci qual deveria ser a composição base de uma parede. Repito:

      Estrutura com perfis metálicos com secção de 150 mm espaçados a 600 mm. Revestimento interior com placas de gesso cartonado de 15 mm. Revestimento estrutural exterior com placas de OSB com 11 mm. Isolamento termo-acústico na cavidade entre perfis com dois painéis semi-rígidos sobrepostos de lã mineral com 60 mm cada um. Isolamento térmico pelo exterior com placas de EPS de 50 mm coladas sobre o OSB. Reboco armado com rede com cerca de 4 mm. Total da secção da parede: 23 cm, dos quais 18 cm são compostos por materiais termicamente eficientes, 12 cm de isolamento acústico por excelência, nenhuma ponte térmica em toda a superfície exterior das paredes.

    Acrescento ainda alguns pormenores quanto à cobertura:

      Estrutura com perfis metálicos com secções que podem ir de 150 mm a 250 mm espaçados a 600 mm. Revestimento estrutural exterior da cobertura com placas de OSB com 11 mm. Em caso de aproveitamento de sótão, revestimento interior com placas de gesso cartonado de 15 mm. Isolamento termo-acústico na cavidade entre perfis da estrutura do telhado com dois painéis semi-rígidos sobrepostos de lã mineral com 60 mm cada um. Isolamento térmico pelo exterior com placas de XPS (Poliestireno Extrudido) de pelo menos 30 mm coladas sobre o OSB. Isolamento termo-acústico na cavidade entre perfis da laje de esteira com pelo menos dois painéis semi-rígidos sobrepostos de lã mineral com 60 mm cada um

    Caso se utilizem os materiais acima, nas quantidades, espessuras e características indicadas, aplicados de modo uniforme e sem juntas, o edifício terá um excelente desempenho. No entanto, poderão ser cometidos alguns erros motivados pelo desconhecimento (ou incompetência) de quem constrói, ou pela tentativa de reduzir custos (que afinal acaba por sair mais caro com o tempo). Entre eles está a escolha de mantas de lã de rocha ou de lã de vidro ao invés de painéis, especialmente na aplicação em superfícies verticais. Quando se aplicam mantas, a pouca consistência do material fará com que o isolamento desça nas paredes criando bolsas vazias nas zonas superiores. O correcto material a aplicar em paredes são painéis com estabilidade dimensional e contracção nula. Também, a qualidade da lã a colocar é importante. Por exemplo, ao se colocar lã de rocha há que ter o cuidado de não rasgar os painéis, evitando colocar apenas pedaços ao invés de grandes secções de isolamento. A lã que a Futureng recomenda é a Arena, da Isover. Este material é uma mistura entre lã de vidro e lã de rocha o que lhe confere grande flexibilidade, evitando as roturas do painel e as consequentes pontes térmicas. A dimensão do painel de Arena 60, por exemplo, é de 600 mm de largura por 1350 mm de comprimento.

    Outro problema é o reboco exterior. Infelizmente, temos conhecimento de uma ou outra empresa (não aquelas que recomendamos) que aplica um reboco convencional sobre uma chapa distendida, separada do OSB por uma tela geotêxtil. Este tipo de reboco, além de absorver humidade, possui um comportamento mecânico completamente distinto da estrutura, resultando amiúde na fissuração das fachadas. Isto poderá resultar em problemas de infiltrações, além de piorar o desempenho térmico do edifício. Assim, a Futureng não recomenda a aplicação de um reboco deste género mas sim um reboco térmico pelo exterior, ou ETICS, devendo este ser aplicado por profissionais habilitados. Mesmo ao aplicar o reboco térmico existem cuidados a ter, tal como evitar a fixação através de meios mecânicos (colar ao invés de aparafusar) e não deixar espaços entre as placas de EPS, visto que os pedaços de massa nas juntas constituem também pontes térmicas.

    Como em tudo na vida, é preciso cautela na escolha dos materiais e de quem os aplica. É por isso que recomendamos muito cuidado na selecção dos construtores, especialmente quando estes prometem galinha gorda por pouco dinheiro, ou seja, construir uma moradia em LSF por valores muito mais baixos do que os praticados na construção convencional. Usualmente, nesses casos a factura costuma pagar-se mais tarde...

    Em breve darei atenção às intervenções mais acima neste fórum.

    Carlos Pereira
    FUTURENG
    www.futureng.com
  22.  # 88
    Colocado por: PormenorExiste alguma incompatibilidade deste sistema com uma cobertura ajardinada?
    Quais são os sistemas de cobertura que é costume utilizar neste tipo de construção?
    E qual o peso médio que uma cobertura de uma construção do género permite?


    Passo agora a responder ao colega Pormenor, tentando esclarecer também outros leitores eventualmente interessados nestes aspectos.

    Primeiro convém deixar claro que a principal diferença do LSF em relação aos sistemas convencionais está na estrutura e no isolamento termo-acústico. Tudo o resto pode (e costuma ser) construído como qualquer outro edifício. Assim, a cobertura usual é a de telhas cerâmicas, apesar de se poder optar por qualquer outro tipo de cobertura, incluindo a ajardinada. O peso da telha ou de qualquer outro tipo de cobertura terá de ser calculado, sendo que os perfis metálicos estruturais são dimensionados para a carga prevista. Exactamente como em qualquer outra construção. Inclusivamente, existem cargas previstas na lei, que diferem consoante a utilização a que o edifício se destina, e que também têm de ser respeitadas. A estrutura da cobertura deverá ser calculada para as diversas cargas permanentes, tal como a telha cerâmica ou asfáltica, seixo rolado ou área ajardinada, bem como para outro tipo de acções, tal como o vento, a acumulação de água da chuva ou neve.

    Há, no entanto, alguns pontos que devem ser levados em atenção no que concerne à impermeabilização. Na nossa opinião, este é um dos aspectos a que se dá menos atenção numa obra, sendo que os resultados são nefastos: infiltrações, humidade, proliferação de fungos, má qualidade do ar, danos no mobiliário e equipamento e, acima de tudo, efeitos prejudiciais na saúde. Consideremos uma cobertura de telha cerâmica: cada metro quadrado recebe cerca de onze telhas. Imagine quantas juntas isso representa. Mesmo que as telhas sejam de excelente qualidade (e muitas vezes são de segunda categoria), é comum abrirem fissuras especialmente se expostas a grandes variações de temperatura, tal como acontece quando o sol aquece após uma madrugada de geada. Também, as pendentes pouco inclinadas podem permitir que o vento leve a água a infiltrar-se entre as juntas. A acção dos pássaros e dos gatos, por exemplo, também pode resultar na infiltração de água numa cobertura. Estas infiltrações podem resultar num lençol de água sobre a laje de esteira que será absorvida pouco a pouco. Com o passar dos anos, é habitual notar-se manchas nos tectos que permitem localizar as vigotas de betão pré-esforçado ou outros elementos estruturais. Isto deve-se ao facto destes elementos terem absorvido humidade acumulada na superfície superior ou produzida pela respiração dos habitantes, sendo que os fungos passam a desenvolver-se nestas zonas mais húmidas. Também, estas infiltrações invisíveis vão lavando as paredes, por capilaridade, fazendo com que os sais das areias se depositem em certas zonas, provocando manchas de salitre. Todos estes efeitos podem levar muitos meses ou anos a tornar-se visíveis .

    No caso de um edifício LSF, as infiltrações são imediatamente notadas. Ou seja, existindo uma infiltração, esta ensopa os materiais de isolamento e por sua vez aparecem manchas nas placas de gesso, tudo isto numa questão de horas. Assim, convém que fique claro o seguinte, o problema das infiltrações nos dois tipos de construção não está no sistema construtivo escolhido, mas sim na deficiente impermeabilização. Só que no caso da alvenaria os efeitos podem levar anos a ser detectados e provavelmente só após causarem danos irreparáveis.

    Assim, a Futureng recomenda a criteriosa selecção de materiais de impermeabilização. No caso das coberturas inclinadas, sobre o OSB e o isolamento térmico recomendamos a aplicação de subtelhas betuminosas, tal como a Onduline, com caleira escondida junto ao beirado. No caso de coberturas planas sugerimos que se utilizem materiais de marcas conceituadas que forneçam acompanhamento técnico na aplicação. Sempre que o reboco térmico é interrompido, tal como junto a cantarias, lembramos a necessidade de se aplicarem mastiques para a selagem de juntas. E nas caves e fundações, sugerimos a aplicação de sistemas de drenagem e de telas drenantes. É evidente que estes conselhos deveriam ser aplicados em qualquer obra, seja qual for o método construtivo utilizado. Na verdade, a construção LSF apresenta uma "desvantagem" para o construtor. Se a impermeabilização for mal feita ou os produtos aplicados forem de má qualidade as infiltrações surgem imediatamente. Assim, exige-se ainda mais rigor nesta área. Naturalmente, emtodas as outras áreas também se deverão escolher materiais de boa qualidade e de baixa manutenção.

    Existe ainda, nos comentários acima, uma questão relacionada com a acústica a que responderei em breve e assim que me for possível.

    Carlos Pereira
    FUTURENG
    www.futureng.com

    Estas pessoas agradeceram este comentário: FD, Pormenor

    • JD
    • 7 Fevereiro 2008
     # 89
    Boa tarde.
    Tomei, agora, conhecimento deste Forum e tenho muito gosto em participar pois faço parte da firma EXCELENCASA (http://www.excelencasa.pt), com sede em Esposende que constroi casas pelo método Steel Framing.
    Pareceu-me que a maior polémica deste Forum prende-se com o preço da construção deste método. Muitos clientes chegam até nós e ficam desiludidos porque o custo deste tipo de construção não é muito mais barato que a construção tradicional em alvenarias de tijolo. Em muitos países, nomeadamento nos EUA, no Canadá, na Austrália, ... utilizam este método para promoverem construções pré-fabricadas industrialmente. Nesses casos, as casas ficam mas mais baratas mas, aqui em Portugal, esse mercado não existe e os Portugueses não querem as casas todas iguais.
    A diferença, em termos técnicos, entre as casas Steel Framing e as casas tradicionais está na estrutura (as tradicionais artes de pedreiro e alvenarias). Ora o custo da estrutura não costuma ultrapassar 15% do custo total total da obra e, portanto, o custo das casas Steel Framing não podem ser muito mais barato que o das casas tradicionais.
    A grande vantagem das casas Steel Framing está na seu enorme isolamento térmico (e acústico) que irá diminuir os custos de manutenção energética e aumentar a satisfação do conforto, durante toda a vida de utilização da casa.
    Os empreiteiros costumam dar um custo de construção por metro quadrado. Esse custo está até regulamentado, por algumas Câmaras, para efeitos de custos de licenças. Porém duas casas Steel Framing com as masma área de construção podem ter custos muito diferenciados pois a estrutura Steel Framing tira partido de muitas soluções expeditas, como por ex. as divisórias, para embaratecer os custos. Contudo, as casas Steel Framing são, normalmente, mais baratas que as tradicionais de alvenaria. Serão muito mais baratas se as casas de alvenaria pretendessem aproximar os seus indices de conforto, (como o isolamento higrotérmico e acústico), de rapidez de execução, da segurança (como por exemplo os sismos), etc.
    Hoje, é comum e a bons preços, a utilização da domótica nas casas. Porém, a domótica que exige a instalação de uma elevada quantidade de tubos e fios. Nas construções Steel Framing é muito fácil essas instalações pois não é necessário a abertura de roços enquanto que nas nas casas tradicionais em alvenaria de tijolo esses roços encarecem e inibem a instalação desses sistemas de automatismos.
    Por outro lado, a obrigatoriedade da classificação das casas em termos de eficiência energética que permite comparar as casas, com consequencias futuras nos custos do IMI, está a tornar as casas Steel Framing as casas do futuro.
    Cumprimentos.
    •  
      FD
    • 8 Fevereiro 2008
     # 90
    Olá e bem vindo JD.

    Só tenho uma coisa a dizer: fotos de trabalhos feitos, há? :)
  23.  # 91
    BOAS

    Algarve-steelbuild.com

    Isto sim!!!!!!!!!!!!

    Vejam as fotos....

    Estão no mercado ha mais de 10 anos .......

    Abarço
  24.  # 92
    Algarve-Steel build ja tem mais de 15 casas feitas e habitadas......
    E ninguem sabe distinguir se são em alvenaria ou em LSF.....
  25.  # 93
    -
  26.  # 94
    Boa tarde,

    é a primeira vez que escrevo no forum mas sigo com atenção alguns tópicos e tenho seguido com muita atenção este em especial sobre o LSF.
    Gostaria de saber se o LSF é verdadeiramente apropriado à construção de uma moradia de raiz ou idealmente deverá ser aplicado em ampliações do estilo de colocar um novo piso numa casa que é, no fundo, a situação onde vejo mais vezes empregue o LSF.
    Por outro lado já ouvi um comentário no forum a dizer muito mal da acustica e termica de uma casa em LSF. É que dizer que a grande vantagem do LSF é o comportamento anti-sismico, sinceramente, não é um argumento que me leve a tomar a decisão de avançar para uma solução desse tipo.
    Agreço comentário e ajudas,

    Obrigado
    Jorge Louro
  27.  # 95
    LSF, é uma boa opção para construções de raiz.

    É térmica e acusticamente eficaz , se correctamente executada e especificada (tal como na construção tradicional).
    Tem um optimo comportamento ao sismo.

    ÁGUA-MESTRA, Lda
  28.  # 96
    Sr. Claudio Vilarinho,

    Gostaria de lhe pedir se poderia colocar aqui fotos da obra. Visto que a revista tem um preço elevado e poucos pontos de venda.

    Suscitou-nos a curiosidade....
    Obrigada
  29.  # 97
    -
  30.  # 98
    Vou tentar reavivar este tópico já que acho que o Fórum tem agora mais visitantes.

    E continuo com o mesmo pedido:

    Proprietários de uma casa em LSF manifestem-se!

    O vosso contributo seria essencial para melhor percebermos se as vantagens apontadas são reais e quais as desvantagens para quem vive todos os dias neste tipo de casa.
  31.  # 99
    Colocado por: Cristina PereiraSr. Claudio Vilarinho,

    Gostaria de lhe pedir se poderia colocar aqui fotos da obra. Visto que a revista tem um preço elevado e poucos pontos de venda.

    Suscitou-nos a curiosidade....
    Obrigada


    Algumas fotos da moradia desenhada pelo Arquitecto Claúdio Vilarinho durante a fase de construção podem ser observadas aqui:

    http://www.futureng.com/obras/obras018.htm

    Carlos Pereira
    FUTURENG
    www.futureng.com
  32.  # 100
    Visto que muitos têm manifestado interesse em saber mais sobre o Light Steel Framing, a Futureng pretende efectuar apresentações multimédia, com entrada livre, sobre o sistema construtivo. Ao longo de cerca de duas horas, apresentar-se-ão brevemente os fundamentos básicos do sistema e as vantagens na construção de moradias e reabilitação de imóveis. Utilizar-se-á uma linguagem acessível ao público em geral, incluindo diversas fotos explicativas do processo construtivo. No final, será reservado algum tempo para responder às questões dos presentes. Lembramos que a Futureng não é uma empresa construtora mas sim um gabinete técnico, sendo sua intenção divulgar o LSF e esclarecer o público.

    Visto que não sabemos a receptividade desta nossa ideia, ainda não estabelecemos o mês ou o local. Assim, caso alguém pretenda assistir, poderá preencher o formulário apresentado aqui:

    http://www.futureng.com/forms/form001.htm

    Os arranjos definitivos serão anunciados no site da Futureng.

    Carlos Pereira
    FUTURENG
    www.futureng.com
  33.  # 101
    Anónimo disse:
    Bom, sobre esses senhores da Futureng só posso deixar um comentário.

    Quando comecei com o processo de construção da minha casa, e tendo encontrado o site da Futureng, enviei-lhes um mail no qual lhes perguntava coisas simples acerca do método. Fi-lo várias vezes, mas nunca responderam. Depois, propositadamente, enviei um pedido de orçamento para desenvolvimento dos projectos de especialidades da moradia. O curioso é que a esta mensagem responderam no prazo de um dia.

    Não gosto do método LSF. Se não for bem executado, o que é o mais provável, os erros são muito mais graves do que na construção tradicional. Por exemplo, já imaginaram a influência de pontes térmicas com uma estrutura metálica, em que a condutibilidade térmica é cerca de 50x maior do que no betão? pois.... E o problema da ventilação entre os suportes e o acabamento EIFS? pois....
  34.  # 102
    Boas,

    Pois è meu amigo, isso até pode ser verdade, mas até gostava que me informasse quem foi a empresa que lhe construiu moradia???!!!!!
    Gostaria que fosse ao nosso Web site e visse a nossa maneira de construção, não andamos aqui a enganar ninguém muito pelo contrario temos muito orgulho no que fazemos, e os nossos clientes estão muito contentes pela construção, e dizem que não querem mais viver em moradias de betão....... Publicámos um anúncio na revista Clear View, a sua distribuição é feita no Algarve onde a empresa esta situada.
    Se vierem ao Algarve venham nos visitar, estamos na EN 125 Fonte de Boliqueime.
    www.algarve-steelbuild.com
  35.  # 103
    Anónimo disse:
    No dia em que quiserem visitar a minha casa, digam (felixp@sapo.pt). É em LSF e tem graves problemas, em particular térmicos.
    Irei publicar algumas fotos.

    Cumpts
  36.  # 104
    Terá sido mal construida? Ou será mesmo defeito do sistema?

    Era bom se pudesse dar mais informações.

    Mas desde já obrigado pelo testemunho
    • Oinq
    • 3 Janeiro 2009
     # 105
    Colocado por: AnónimoAnónimo disse:
    No dia em que quiserem visitar a minha casa, digam (felixp@sapo.pt). É em LSF e tem graves problemas, em particular térmicos.
    Irei publicar algumas fotos.

    Cumpts


    já tens essas fotos? quem foi a empresa que construiu?
  37.  # 106
    em termos de clima estas casas são aconselhadas a pessoas que sofrem de problemas de humidade.


    Boa tarde. O ambiente interior de uma casa em madeira de tronco é o melhor para a saúde, e para quem tem problemas de asma, reumático etc...

    O negativo é que a captação de som de um quarto para outro é mais auditiva e o preço que esta empresa faz (750m2 sem cozinha) é destinado ao publico estrangeiro como a empresa ser Dinamarquesa,


    Exacto, a insonorização deixa a desejar. Quanto ao preço achamos elevado se nem tem cozinha nem IVA incluído(ou li mal algures). A Empatias por ex.pratica em média esses valores 750€/m2 chave na mão e com IVA incluído.
    Atentamente
  38.  # 107
    Colocado por: empatias
    em termos de clima estas casas são aconselhadas a pessoas que sofrem de problemas de humidade.


    Boa tarde. O ambiente interior de uma casa em madeira de tronco é o melhor para a saúde, e para quem tem problemas de asma, reumático etc...

    Quer deixar as explicações para essas afirmações?
    Já agora suportadas por estudos credíveis.

    Cump.
  39.  # 108
    Quer deixar as explicações para essas afirmações?
    Já agora suportadas por estudos credíveis.


    Boa noite. A Empatias quando faz afirmações fá-las com bases em documentação técnica especializada, por conhecimentos e experiência própria, sempre são 25 anos ligados às madeiras; e na experiência milenar dos povos do Norte da Europa e nas milhares de empresas construtoras de casas de madeira com dezenas de anos e em alguns casos centenárias. Posto este intróito, vejamos.
    Como a maioria das pessoas sabe, ou pelo menos aqueles que se interessam pela madeira e as suas caracteristicas quimicas(podem obter muita informação em qualquer livraria ou instituto técnico, por ex.http://home.utad.pt/~floresta/LPF/Lab_Pr_Fl.html, http://www.demec.ufmg.br/disciplinas/ema003/solidos/madeira/quimica.htm; )a madeira dizia, possui um grau de humidade estável, é um produto natural e vivo que respira. Um tronco de madeira oferece a vantagem de absorver e restituir NATURALMENTE humidade ao ambiente, gerando dessa forma um ambiente interior saudável ao longo dos anos. Sabe-se que estudos médicos indicam que a asma e as pessoas que são atingidas por problemas respiratórios e alérgicos(eu sou um mártir nessa matéria)que os mesmos são causados por excesso ou baixa humidade. A construção em madeira a fraca e baixa amplitude da taxa de humidade garante uma qualidade do ar MUITO SAUDÁVEL e evita a presença de ácaros(são uns bichinhos que proliferam por ex.nas nossas camas que se dão bem em ambientes húmidos e quentes, estou a brincar, toda a gente sabe o que é). Numa construção em alvenaria, aço ou outra, tal não é possível, são materiais inertes e que não absorvem a humidade nem a filtram, antes pelo contrário aparece então a parede ou a viga a escorrer água. Para evitar isso nessas construções só usando desumidificadores ou aparelhos de AC ou outros, o que significa um MAIOR CONSUMO de energia, e mesmo assim sem se conseguir obter um ambiente interior estável e natural.

    Quanto a estudos credíveis visite a VTT technical research centre finland em http://www.vtt.fi/?lang=en. Mas existem mais, que colocarei aqui.
    Atentamente

    Estas pessoas agradeceram este comentário: JCC

  40.  # 109
    Colocado por: empatiasa madeira dizia, possui um grau de humidade estável,

    Estável em que sentido? É que pelo que sei, a humidade na madeira é tudo menos estável, dependendo imenso do ambinet em que está. Se o ambiente for seco, ela seca, se for húmido ela aumenta a sua humidade...
    Colocado por: empatiasé um produto natural e vivo que respira.

    Natural é, agora vivo? Os troncos da casa?
    Colocado por: empatiasUm tronco de madeira oferece a vantagem de absorver e restituirNATURALMENTEhumidade ao ambiente

    Tal como eu tinha dito atrás...
    Colocado por: empatiasNuma construção em alvenaria, aço ou outra, tal não é possível, são materiais inertes e que não absorvem a humidade

    E o gesso? e a sílica? e outros? (como a madeira)
    E já agora, nas casas em madeira os troncos ficam totalmente expostos no interior? É que se forem revestidos com outros materiais lá se vão as vantagens que referiu...

    Não quero estar a parecer do contra, e admito que a construção em madeira tenha imensas vantagens (como tb desvantagens...) só não gosto de afirmações tão conclusivas como a sua:
    Colocado por: empatiasO ambiente interior de uma casa em madeira de tronco é o melhor para a saúde

    Esse tipo de afirmações só com dados muito, muito concretos e seguros...
    Conhece algum estudo comparativo de incidência de doenças respiratórias em pessoas que vivem em casas de alvenaria versus casas de madeira?? Ou algo do género??
    Ou diz o que disse, porque "acha que tem lógica"?

    Cump.
  41.  # 110
    Estável em que sentido? É que pelo que sei, a humidade na madeira é tudo menos estável, dependendo imenso do ambinet em que está. Se o ambiente for seco, ela seca, se for húmido ela aumenta a sua humidade...


    Pois está completamente equivocado. Aconselho-o sinceramente a debruçar-se um pouco sobre a madeira, existe como disse antes muita literatura e ensaios quimícos que comprovam o que digo, não são afirmações vãs. Em ambiente seco a madeira não seca, regenera-se utilizando a sua própria humidade(16 a 20% em média)que se mantêm sempre no interior da mesma.

    Natural é, agora vivo? Os troncos da casa?


    Sim, a madeira continua a respirar. Porque será que abre e fecha fissuras com as mudanças de temperatura(com o maciço lamelado isso não sucede)? porque será que continua a expelir(algumas espécies)resina para o exterior? porque será que ao ser trabalhada "chora"?(não conhece possívelmente este termo e esta situação). Enfim há muitas outras razões que comprovam que a madeira é um ser vivo. Até mesmo na construção de uma casa, a madeira vai cedendo e ajustando-se. Faz a reciclagem do ar toda a vida.

    Tal como eu tinha dito atrás...


    Tal como redisse atrás..

    E o gesso? e a sílica? e outros? (como a madeira)


    Não tem as mesmas qualidades. O gesso, com a humidade começa a desfazer-se por ex.acumula ácaros, poeiras e é um verdadeiro manancial de propagação de doenças, já que não as recicla nem absorve como a madeira.

    E já agora, nas casas em madeira os troncos ficam totalmente expostos no interior? É que se forem revestidos com outros materiais lá se vão as vantagens que referiu...


    Afinal sempre sabe que a madeira mesmo em tronco é um ser vivo. Claro. Mas mesmo se forem revestidos não deixam de ter as mesmas vantagens. Por isso a madeira é um produto vivo, desde que não tenha os poros todos tapados continua a respirar. O revestimento interior não afecta essa propriedade da madeira. O que é totalmente desaconselhado é a aplicação de tapa poros e vernizes em todas as faces da madeira(exterior e interior, se aplica de um lado é "proibido" de aplicar no outro). É o mesmo com o corpo humano se tapar todos os poros morre, por isso deve deixar alguns ...porozinhos à mostra.

    Não quero estar a parecer do contra, e admito que a construção em madeira tenha imensas vantagens (como tb desvantagens...)


    Parece mesmo do contra,ehehehe. Desvantagens, desvantagens, não estou a ver, já agora indique algumas, de preferência no tópico das casas pré fabricadas, pois parece-me que estamos a sair um pouco deste tópico.

    só não gosto de afirmações tão conclusivas como a sua:
    Colocado por: empatiasO ambiente interior de uma casa em madeira de troncoé o melhorpara a saúde

    Esse tipo de afirmações só com dados muito, muito concretos e seguros...
    Conhece algum estudo comparativo de incidência de doenças respiratórias em pessoas que vivem em casas de alvenaria versus casas de madeira?? Ou algo do género??
    Ou diz o que disse, porque "acha que tem lógica"?


    Visite os sites que indiquei, e leia. Há muita informação em muitos locais da net proveniente de Institutos credenciados em Portugal e no estrangeiro que comprovam o que afirmei, e volto a repetir, só o fazemos com segurança e dados concretos e objectivos. Não andamos no mercado a enganar as pessoas.
    Atentamente
  42.  # 111
    Bem, não adianta.
    Continua a afirmar que a madeira cortada é viva, que a humidade da madeira não se altera (se assim fosse não absorvia nem libertava humidade como também diz que faz...), que mesmo que revestida por outros materiais (gesso por exemplo) nada se altera, e acima de tudo que SÓ TEM VANTAGENS...
    Anda então toda a gente a "dormir" pois se há um sistema que SÓ TEM VANTAGENS e pouca gente o utiliza... Somos todos burrinhos...

    E por aqui me fico
  43.  # 112
    e acima de tudo que SÓ TEM VANTAGENS...
    Anda então toda a gente a "dormir" pois se há um sistema que SÓ TEM VANTAGENS e pouca gente o utiliza... Somos todos burrinhos...


    Bom dia. Não escrevi em nenhum lado que eram todos burrinhos. Andar a dormir, muitas pessoas andam apenas porque ainda continuam com a ideia enraizada, sequência cultural; de que a construção em alvenaria é que é. Já sei, os outros países todos do Norte da Europa, Canadá e EUA, em que as casas em madeira representam 90% da construção, atingindo só na Finlândia os 85%, esses é que são burrinhos. É que para eles a alvenaria é a base da construção...social.
    Afirmo sim é que há pessoas teimosas e que não sabem do que falam, sendo puros fazedores ou emissores de opinião sem conhecimentos técnicos em determinadas áreas. Muitas vezes, enganam e enganam-se. Como é manifestamente o caso.

    E por aqui me fico


    Eu também, o tópico nem é este.
    Atentamente
  44.  # 113
    Colocado por: empatiasJá sei, os outros países todos do Norte da Europa, Canadá e EUA, em que as casas em madeira representam 90% da construção, atingindo só na Finlândia os 85%, esses é que são burrinhos.

    Pelos vistos mesmo nesses casos ainda há 10 a 15% de pessoas que não vêm SÓ VANTAGENS...
    Ah, as condições locais de cada país pelos vistos não deverão ter influência no tipo de soluções adoptadas... O que é bom num local, terá de ser bom no outro??!!!
    Sempre que ouvir alguém a dizer que determinado sistema SÓ TEM VANTAGENS, fico logo desconfiado... muito desconfiado...
  45.  # 114
    Pelos vistos mesmo nesses casos ainda há 10 a 15% de pessoas que não vêm SÓ VANTAGENS...


    São os tais que tendo menos condições económicas vivem em betão(também há habitação social sabe), e edificíos antigos e históricos(estação de caminhos de ferro de Helsinquía, museu da cidade por ex) outros mais modernos especialmente centralizados na capital Helsinquía. Não se trata de casos de pessoas que vêm só vantagens, não precisam de as ver elas estão lá, são evidentes.

    Ah, as condições locais de cada país pelos vistos não deverão ter influência no tipo de soluções adoptadas... O que é bom num local, terá de ser bom no outro??!!!


    Não necessariamente, claro que não. Há muitos aspectos em que temos de manter a nossa identidade, mas os bons exemplos, as boas práticas e os ensinamentos de países mais evoluídos deveriam ser seguidos, pois o nosso ex. de caos urbanistico é uma vergonha (sempre os "lobbys" a funcionar com o betão à cabeça), e nesse aspecto teríamos muito a ganhar com outros ensinamentos. As condições locais de cada país para a construção em madeira são irrelevantes(deveriam ser)pois esta construção, está provado que é a melhor em qualquer local e condição climática. O problema continua a ser a identidade cultural de cada País em determinadas áreas mas nesta em especial não existem razões para a não seguir. Apenas ao "lobby" do betão não interessa, como temos facilmente comprovado.

    Sempre que ouvir alguém a dizer que determinado sistema SÓ TEM VANTAGENS, fico logo desconfiado... muito desconfiado..


    Faz bem, mas gostaria que na sua opinião anunciasse desvantagens objectivas, já que possui conhecimentos na matéria.
    Atentamente
  46.  # 115
    Para um tópico sobre estrutura "leves" a conversa está um bocado "pesada"....
  47.  # 116
    Colocado por: Nuno NunesPara um tópico sobre estrutura "leves" a conversa está um bocado "pesada"....

    ;)
  48.  # 117
    Colocado por: Pedro Azevedo78
    Colocado por: Nuno NunesPara um tópico sobre estrutura "leves" a conversa está um bocado "pesada"....

    ;)


    Sobre o que leio aqui... grandes dúvidas tinha na construção em LSF mas...
    Pelo jeito uma casa "humilde" de 110 m2 nem pensar!!!!!!
  49.  # 118


    Acreditam em casas populares com este metodo num valor baixo!!???
  50.  # 119
    Boa noite,

    A construção em aço leve deveria custar em Portugal cerca de 300 euros o m2 conforme
    podem ver neste site: http://www.kodiaksteelhomes.com/models/
    Para converter as áreas por favor utilize este site: http://www.calculateme.com/Area/index.htm
    Para converter os dolares, utilize este site: http://www.xe.com/ucc/

    Portanto estamos a falar de vivendas de cerca de 200 m2 por menos de 50.000 euros, gorjeta
    incluida!

    Afinal o que acontece com essas empresas que estão a construir em aço?
    Estão a fazer o mesmo que os construtores em alvanaria e os bancos fizeram?
    Eles também querem participar no homicidio financeiro de Portugal?

    O salário médio português é de 600 euros, os portugueses precisam urgentemente de ter
    prestações bancárias inferiores a 300/200 euros para compra da casa e a solução
    está aqui:

    1º - Criação de uma associação de construção em aço leve para habitação própria sem fins lucrativos

    2º - Para se poder construir, é preciso ser sócio, pagar a sua quota anual e dar um determinado
    número de horas por ano para ajudar a construir as casas dos outros sócios.

    3º - Importação directa de china e outros paises do material
    Veja exemplo de fornecedor: http://www.made-in-china.com/showroom/jsbaoli/product-list/catalog-1.html
    (Já recebi a tabela de preços e posso dizer que é muito barato)

    4º - A mão de obra para cada construção é fornecida pelos próprios sócios!
    (existe uma quota de horas anual obrigatória a cumprir ou que pode ser compensado em dinheiro,
    no caso da pessoa não ter disponibilidade)

    5º - Numa fase inicial, as máquinas necessárias são alugadas e depois são importadas usadas ou novas
    conforme a natureza do negócio.

    6º - O preço de revenda ou aluguer das casas construidas pela associação está sujeito a aprovação
    dos critérios gerais da associação para evitar especulação. Afinal, não queremos enriquecer e arruinar
    as pessoas conforme os construtores e bancos fizeram a nação.

    7º - Estas são algumas das ideias que possibilitam aos portugueses comprar neste caso casas
    de 200 m2 por menos de 200 euros o m2, ao seja 40.000 euros ou menos! E se construirmos
    prédios de apartamentos, os preços serão ainda mais baixos!

    8º - Criação de um catalogo de casas com os estilos regionais!

    9º - Criação de um serviço para procurar os donos de terrenos para propor permutas (terreno em troca de apartamento(s).

    Bem, nasci em Paris e estou em Portugal há 20 anos, sou português e nunca comprei casa neste
    circo porque andam a brincar com as pessoas a todos os níveis, os construtores com as suas
    garantias de 5 anos ridiculas, preços exorbitantes e trabalho pessimo que precisa sempre ser vigiado,
    os bancos que fazem assinar contratos com clausulas que ninguem lê (visto hoje no telejornal) e os bancos
    ainda resistem em fornecer o contrato de emprestimo as pessoas que pretendem contrair o crédito.

    Estou disponível para ser o sócio nº1 (não quero ser presidente) porque também quero construir uma casa em aço,
    precisamos de sócios que sejam pessoas inteligentes, com espirito benigno, precisamos de sócios advogados,
    trabalhadores da construção cívil, electricistas, canalizadores, e outros que são capazes de aprender a fazer
    aquilo que os outros também aprenderam a fazer. (Conforme um programa de TV americano, podemos
    construir uma casa em 7 dias com a mão de obra de todos os sócios a ajudar)

    Precisamos de pessoas com ideias para todos ajudarmos a criar os estatutos justos da associação, precisamos
    de pessoas honestas e de boa vontade para ajudar a resolver um problema grave, Portugal foi massacrado e permitiu-se
    que fosse cometido um verdadeiro homicidio economico aos portugueses.

    Existe esta solução e tenho a certeza que se formos para a frente com esta ideia, iremos mostrar a Portugal
    que existem pessoas de boa vontade que querem resolver os seus problemas e de terceiros e dar as pessoas
    uma casa a preço justo que tanto precisam!

    Não perca mais tempo em apertar a mão a pessoas sorridentes que apenas estão dispostas a servir os seus
    próprios interesses. Vamos ter juizo, sermos inteligentes e utilizar esta solução para não precisar de pagar
    20, 25 ou 30 anos casas aos bancos que no final a conta é exorbitante! Faça as contas do valor final e total do seu crédito!

    Por favor, ajude a divulgar este texto, precisamos de divulgação para criar a nossa associação! Precisamos de um NOME!

    Se não gostamos daquilo que os outros nos propoem, então vamos fazer nós mesmos!

    Aguardo apenas contactos de pessoas inteligentes, de boa vontade e com espirito de solidariedade!

    João Pereira / Lagos
    Email: jpbomdia@gmail.com
    Tlm: 965407381
  51.  # 120
    Boa noite de novo,

    Vejo neste forum pessoas que questionam a razão do preço de construção em aço leve ser mais caro do que em alvenaria,
    não entendem porque algo que precisa de menos mão obra seja mais caro! O meu texto acima explica quase tudo, uma das razões
    é porque os materiais tem demasiados intermediarios, a minha proposta de associação elimina-os todos porque iremos importar
    directamente de quem fabrica mesmo e merece o nosso dinheiro, todos os intermediarios serão varridos com a nossa associação!

    João Pereira / Lagos
    Email: jpbomdia@gmail.com
    Tlm: 965407381
 
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