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    • 30 Outubro 2006 editado

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    O preço das casas em Portugal, medido pela avaliação bancária para efeitos de crédito à habitação, está em queda em Portugal.
    Segundo dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), os preços estão em queda desde o início deste ano e, no final do terceiro trimestre, o valor médio da habitação em Portugal Continental estava 1,2% abaixo do que estava na mesma altura do ano passado.
    Entre Julho e Setembro, o valor médio de avaliação bancária no Continente ficou em 1.217 euros/m2, menos 0,6% que no 2º trimestre.

    O valor médio «mais elevado continua a verificar-se na região do Algarve», 1.468 euros/m2, apesar das quedas de 3,3% e 2,1%, face ao trimestre anterior e ao homólogo, respectivamente. Face ao homólogo, a AML ficou 0,2% mais cara e a AMP 4,9% mais barata, fixando-se os respectivos valores médios de avaliação em 1.498 e 1.184 euros/m2.

    Por regiões, apenas Lisboa e Vale do Tejo tem casas 1,1% mais caras, face a Junho. Em termos homólogos, só no Alentejo as casas aumentaram 0,5%.

    No caso dos apartamentos, o valor médio da avaliação bancária no Continente aumentou 0,1% face ao trimestre anterior, tendo decrescido 1,3% face ao trimestre homólogo. Quanto às moradias, o valor médio de avaliação bancária no Continente diminuiu, quer em temos trimestrais (-0,8%), quer face ao trimestre homólogo de 2005 (-0,2%).

    Apartamentos T1 são os mais caros

    Nos apartamentos, os valores variam mais do que nas moradias, consoante as tipologias, e o maior valor continua a ser de apartamentos T1 ou inferior (1.500 euros/m2), aumentando 4,1% face ao trimestre anterior, ao qual se seguiu o dos apartamentos T5 ou superior (1.409 euros/m2), 6,4% acima do registado no 2º trimestre de 2006. No caso das moradias, pelo contrário, registam-se descidas em quase todas as tipologias, com realce para as moradias T2, com menos 4,1%.

    Nos alojamentos de gama baixa, o valor médio ficou-se nos 941 euros/m2 na AML e nos 748 euros/m2 na AMP, com subidas trimestrais de 5,4% e 5,2%. Já na gama alta, os valores ascenderam a 2.228 e 1.781 euros/m2, respectivamente, com variações trimestrais de 0,4% e de -2,2%.

    m2 em Lisboa chega a 2.084 euros

    As casas na AML são 280 euros mais caras por m2 do que na média do Continente e na AMP são 33 euros mais baratas por m2.

    Dentro das Áreas Metropolitanas, os concelhos de Lisboa e Porto são as zonas mais caras, 1.962 e 1.368 euros/m2, respectivamente, um aumento de 3% e uma descida de 6,1%. Pelo contrário, os concelhos mais caros são os da Moita e Valongo, com 1.077 e 900 euros/m2, respectivamente, associados a variações trimestrais de -5,9% e de -14%.

    No concelho de Lisboa, a zona das Avenidas (Alvalade, Campo Grande, Coração de Jesus, Nossa Senhora de Fátima, São João de Brito, São João de Deus, São Jorge de Arroios e São Sebastião da Pedreira), registou o mais elevado valor médio de avaliação bancária de habitação no 3º trimestre de 2006, ascendendo a 2.084 euros/m2.

    No concelho do Porto, foi no Núcleo Litoral (Foz do Douro, Lordelo do Ouro e Nevogilde), que se verificou o valor médio de avaliação bancária de habitação mais elevado, 1.633 euros/m2.

    [url]http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=736511&div_id=1730[/url]
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