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  1.  # 141

    Colocado por: CMartinO Islão não tem a tolerância do Catolicismo.
    Não sei se isto não será um enorme preconceito...
    Os islâmicos que conheço são muito mais ecuménicos que a maior parte dos católicos (praticantes) que conheço.

    Colocado por: CMartinO meu marido é de Luanda, saíu de là bastante depois da independencia, em 1978 com 6 anos. Ele ainda se lembra bem dos Cubanos, nas ruas de Luanda.
    São, portanto, muito jovens. Da última vez que estive em Luanda, o seu marido tinha 1 ano.
    A minha família esteve - como já disse - em Angola desde o Séc. XIX (finais de 1800s) e em Moçambique desde cerca de 1910.
    Mas, creio que por estarem muito atentos ao que se passava no mundo, e por não acreditarem que a boa vida que tinham nas colónias fosse sustentável a prazo, os líderes das famílias decidiram mudar-se para Portugal Continental antes de 1974.
    O ramo de Moçambique veio TODO, com armas e bagagens, em finais de 1971.
    O ramo de Angola, muito mais numeroso, começou a mudar-se muito antes. Mas ainda tinha muitos familiares (e enorme património) em Angola em 1974.

    Por termos tido lideres familiares que pressentiram o futuro negro de Angola e Moçambique, não podemos ter raiva aos portugueses que lutaram para melhorar a vida dos portugueses em Portugal. "Aquilo" ia acontecer de qualquer maneira. Se calhar, mesmo sem 25 de Abril, sem Mário Soares, sem Rosa Coutinho, sem Cunhal, etc.

    Estive entre os voluntários que tentavam ajudar os refugiados que aterravam na Portela durante a ponte aérea (Luanda-Lisboa). Uma experiência inesquecível (e traumatizante). Percebo, por isso, perfeitamente porque é que a maioria dos retornados tem a necessidade de culpar "alguém" (que seja um alvo fácil) pelo paraíso que perderam.
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  3.  # 142

    Colocado por: VXMC"Falem bem ou falem mal, mas falem de mim."

    Pelo que se tem visto e ouvido, nas últimas 24 horas, dizem mais bem do que mal . Sim, sabemos bem que na política há muita hipocrisia - «hipocrisia» é, agora, a palavra de ordem e deverá ganhar a honra da eleição de «palavra do ano» -. Mas não deixa de ser interessante que as pessoas mais velhas, os seniores, se atreveram a homenagear Mário Soares muito mais do que os juniores. Mesmo sabendo que estes estariam a trabalhar, percebe-se que não tenham memória e que pouco lhes interesse a figura. Mas, caramba, é impossível que não tenham familiares mais velhos, que nunca tenham comentado o que foi, e como foi, o dia 25 de Abril. E que terão razões, de sobra, para lhe estarem gratos pelo que fez pelo nosso país e pelo que somos, hoje! Cabe-me dizer que me refiro aos que sempre viveram em Portugal e aos exilados que fugiram à guerra.
    Foi Mário Soares que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, na Alameda Afonso Henriques. E porquê essa manifestação, porquê?... Para restabelecer a Democracia, que estava em perigo, e para nos salvar de outra Ditadura. Quer se diga que estamos pior hoje, quer se queira escamotear a verdade, não se pode negar a História. Ainda é cedo pare se fazer, de facto, História...
    •  
      larkhe
    •   agradecimentos
    • 10 Janeiro 2017

     # 143

    Colocado por: CMartin
    O Islão não tem a tolerância do Catolicismo.



    Falando de experiência de quem viveu dois anos num pais 99,9% muçulmano

    Essa afirmação tem pouco ou nada de verdade, Os livros da fè que conheço ( Corão e Bíblia ) tem passagens que podem ser interpretadas de varias maneiras, no Islão existem facções minoritárias que interpretam de uma maneira extrema as profecias e dai aparecer todos estes problemas . da mesma maneira que se interpretássemos a Bíblia de uma certa maneira iríamos ter essas facções( secalhar temos e eu não sei)

    Os muçulmanos que conheço( e não são poucos) nas varias partes do mundo respeitam Jesus Cristo, alias se formos a ver bem o Corão e a Bíblia não são assim muito diferentes.
  4.  # 144

    Colocado por: maria rodriguesFoi Mário Soares que promoveu a manifestação da Fonte Luminosa, na Alameda Afonso Henriques. E porquê essa manifestação, porquê?... Para restabelecer a Democracia, que estava em perigo, e para nos salvar de outra Ditadura. Quer se diga que estamos pior hoje, quer se queira escamotear a verdade, não se pode negar a História.


    Quem afirma que Mário Soares foi o pai da democracia não se deve esquecer dos outros todos....
    esse título maçónico de "Pai da Democracia", serve para enganar as pessoas. Não houve um pai, mas vários pais da democracia em Portugal: Manuel Fernandes Tomás, Passos Manuel, Fontes Pereira de Melo, Maria de Lurdes Pintassilgo, Ramalho Eanes, Francisco Sá Carneiro, Álvaro Cunhal....
    E também não nos devemos esquecer das políticas monstruosas deste Sr. que vitimou Portugal e desvalorizou o Escudo.
    Concordam com este comentário: CMartin
  5.  # 145

    Lembro-me é das cubanas.
  6.  # 146

    Colocado por: Bricoleiro
    Quem afirma que Mário Soares foi o pai da democracia não se deve esquecer dos outros todos....
    esse título maçónico de "Pai da Democracia", serve para enganar as pessoas. Não houve um pai, mas vários pais da democracia em Portugal: Manuel Fernandes Tomás, Passos Manuel, Fontes Pereira de Melo, Maria de Lurdes Pintassilgo, Ramalho Eanes, Francisco Sá Carneiro, Álvaro Cunhal....
    E também não nos devemos esquecer das políticas monstruosas deste Sr. que vitimou Portugal e desvalorizou o Escudo.

    Deu um dos maiores contributos para que o caro Bricoleiro possa expressar a sua respeitável opinião sem receio do lápis-azul, ou de uma entrada no xelindró por algumas horas que fosse.
    Só não fiz concordo porque não subescrevo o seu último parágrafo!
  7.  # 147

    Colocado por: macalLembro-me é das cubanas.
    LOL!

    Colocado por: BricoleiroE também não nos devemos esquecer das políticas monstruosas deste Sr. que vitimou Portugal e desvalorizou o Escudo.
    Só não escrevo "LOL" porque, em parte, é verdade (sim, desvalorizou o escudo).
    Mas foi o PM que governou o país nas piores condições desde a 1.ª República (desmobilização de soldados que combatiam em várias frentes, absorver mais de 1 milhão de retornados, pacificar a sociedade, atribuir pensões de reforma a milhares de trabalhadores que anteriormente não tinham direito a elas - e viviam miseravelmente -. etc.)
  8.  # 148

    Colocado por: maria rodriguesSó não fizconcordoporque não subescrevo o seu último parágrafo!


    Caríssima Maria, embora concorde ou não é verdade, desvalorizou o Escudo.
    Vá ver quem era o chefe dos governos onde cá mais veio o FMI.
    O facto de lhe atribuir valor por ter contribuído para a democracia não me obriga a ser cego para as coisas menos boas que ele fez como político.
    Concordam com este comentário: CMartin, VXMC
  9.  # 149

    Colocado por: Luis K. W."Aquilo" ia acontecer de qualquer maneira.

    Portanto, para si não havia nenhuma possibilidade de se ter feito uma transição mais tranquila, num prazo de três ou quatro anos, com acordos que salvaguardassem minimamente algum do património dos brancos, evitando a fuga em massa que se veio a registar, sem vantagem, aliás, para nenhum dos lados?!

    Eu também conheço bem Angola, e o que não falta são angolanos a criticar a maneira atabalhoada e irresponsável, como a rapaziada do 25 de Abril e do PREC, os deixou numa questão de meses, sem ninguém que pudesse garantir o funcionamento mínimo do país.

    A questão é que os dirigentes portugueses da altura, viam os portugueses de Angola e Moçambique como colonialistas, cúmplices do "fascismo", salazaristas, enfim, nada alinhados com as teses de extrema esquerda que eram a moda da altura (também na política, as modas aqui chegavam tarde, quando já tinham passado noutros sítios), e por isso foram completamente desconsiderados, foram portugueses de segunda que não mereceram o mínimo de empenho na mesa de negociações com os movimentos independentistas.
    Concordam com este comentário: CMartin
  10.  # 150

    Antes o pais era rico e o povo pobre... porque os ditadores assim o faziam... poucos eram...
    Agora o pais é pobre e o povo pobre continua.. porque a democracia assim o faz... muitos são agora...

    Que se lixem todos os políticos deste pais... bando de corruptos, todos eles...
    Concordam com este comentário: joalage
    • CMartin
    •   agradecimentos
    • 10 Janeiro 2017 editado

     # 151

    Colocado por: CMartin
    O Islão não tem a tolerância do Catolicismo.


    Colocado por: Luis K. W.Não sei se isto não será um enorme preconceito..


    Colocado por: larkhe
    Falando de experiência de quem viveu dois anos num pais 99,9% muçulmano
    Essa afirmação tem pouco ou nada de verdade, Os livros da fè que conheço ( Corão e Bíblia ) tem passagens que podem ser interpretadas de varias maneiras, no Islão existem facções minoritárias que interpretam de uma maneira extrema as profecias e dai aparecer todos estes problemas . da mesma maneira que se interpretássemos a Bíblia de uma certa maneira iríamos ter essas facções( secalhar temos e eu não sei)
    Os muçulmanos que conheço( e não são poucos) nas varias partes do mundo respeitam Jesus Cristo, alias se formos a ver bem o Corão e a Bíblia não são assim muito diferentes.


    Têm razão e nem sequer coloco isso em questão. Generalizei, coisa que não se deve fazer, deveria ter tido maior cuidado nas palavras.

    Tenho o Corão em casa, mais por interesse histórico e cultural hei-de lê lo um dia. Foi oferecido ao meu marido por um dos membros da Mesquita de Lisboa, já não me lembro qual ao certo (quer dizer sei mas não traz valor acrescentado à conversa...) .

    Eu deveria ter dito antes desta forma talvez: o Islão radical e extremista não tem a tolerância do Catolicismo, até porque os Católicos, em qualquer uma das suas vertentes (conservadores, liberais..etc), não perpétua ataques violentos (colocação de bombas, bombistas suicidas, etc), contra quem discorda do Catolicismo ou de alguma forma o ofende ou aos seus princípios, ou aos inimigos que aliás não tem (como aliás penso que os muçulmanos na sua versão maioritária também não).
  11.  # 152

    Colocado por: BricoleiroÁlvaro Cunhal....

    Este é um pai da democracia?!
    Lá por combater a ditadura de Salazar não quer dizer que estivesse a combater pela democracia, aliás, depois do 25 de Abril deu provas sobejas que combateu por outra ditadura: a dele.
  12.  # 153

    Colocado por: J.FernandesEste é um pai da democracia?!

    Há muitos que são pai sem querer :-)) ...parece-me ser o caso.
  13.  # 154

    Colocado por: CMartinO Islão não tem a tolerância do Catolicismo.

    Tem toda a razão.

    E nem é por causa dos atentados. Quando em tantos países, milhões de mulheres são tratadas da forma que sabemos, em nome do islão, a sua afirmação está justificadíssima.
    Concordam com este comentário: CMartin
  14.  # 155

    o homem já está cheio de minhocas e isso continua lol
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    • CMartin
    •   agradecimentos
    • 10 Janeiro 2017 editado

     # 156

    Colocado por: Luis K. W. São, portanto, muito jovens. Da última vez que estive em Luanda, o seu marido tinha 1 ano.
    A minha família esteve - como já disse - em Angola desde o Séc. XIX (finais de 1800s) e em Moçambique desde cerca de 1910.
    Mas, creio que por estarem muito atentos ao que se passava no mundo, e por não acreditarem que a boa vida que tinham nas colónias fosse sustentável a prazo, os líderes das famílias decidiram mudar-se para Portugal Continental antes de 1974.
    O ramo de Moçambique veio TODO, com armas e bagagens, em finais de 1971.
    O ramo de Angola, muito mais numeroso, começou a mudar-se muito antes. Mas ainda tinha muitos familiares (e enorme património) em Angola em 1974.

    Por termos tido lideres familiares que pressentiram o futuro negro de Angola e Moçambique, não podemos ter raiva aos portugueses que lutaram para melhorar a vida dos portugueses em Portugal. "Aquilo" ia acontecer de qualquer maneira. Se calhar, mesmo sem 25 de Abril, sem Mário Soares, sem Rosa Coutinho, sem Cunhal, etc.

    Estive entre os voluntários que tentavam ajudar os refugiados que aterravam na Portela durante a ponte aérea (Luanda-Lisboa). Uma experiência inesquecível (e traumatizante). Percebo, por isso, perfeitamente porque é que a maioria dos retornados tem a necessidade de culpar "alguém" (que seja um alvo fácil) pelo paraíso que perderam.


    Também não tããão jovens assim, vá :o)

    São circunstâncias diferentes, Luís.

    O meu marido veio pela primeira vez a Portugal aos 3 anos de idade, em 1975, esteve cá uns tempos (meses) e depois voltou para Luanda. Angola ou África, é a terra dele e da família dele percebe ? E então ficaram lá até 1978 a viver.

    O meu pai tinha residência na África do Sul desde sempre porque exercia profissão lá, por projectos, e então residia lá nas temporadas necessárias. A minha Avó, como lhe disse, era Sul Africana.

    Também nós não saímos com uma mão atrás e outra à frente, assim, às 3 pancadas, estavamos organizados. Mas perdeu-se tudo o que lá ficou, sim.
    E perdemos nessa altura a nossa terra (pelos menos as duas últimas gerações da minha família) - no sentido em que quando o Luis ou os restantes em Portugal vão "à terra" pelo Natal, ou Páscoa, ou à matança do porco ou seja o que for, nós não temos terra para onde ir aqui.

    E também não interessa, sinceramente, Luis o que aconteceu a cada um de nós ou a nossa história pessoal para o todo aqui assim discutido.

    Não estou contra a descolonização e claramente mais cedo ou mais tarde teria que ser feita. Como foi por todos os que tinham colónias.
    Portugal teve-as ao longo de 650 anos, se não estou em erro. Foi o primeiro Império colonizador.

    Não foi Mário Soares a causa da descolonização.

    Estou decididamente contra isso sim, a forma como se fez a descolonização.
    E a forma como foi feita a descolonização imputo ao político Mário Soares.

    Haveria muito mais a dizer. Mas para resumir toda a questão para mim assim em largos traços digo o seguinte:

    De todos os políticos Governantes que eu tenho memória em Portugal o único que se diz que morreu sem colocar um dedo em dinheiros públicos e que fosse honesto foi um só: Salazar.

    Para mim, que a honestidade especialmente num politico é de muita importância, indispensável, e o respeito pelo dinheiro do Estado que é de todos, é essencial, não consigo aceitar com normalidade que um politico se apodere ou se aproveite da sua posição a seu interesse, ou que recorra a fundos públicos como se fossem dele e estivessem à sua disposição.

    Ponto final.

    Se aceitam uns isto - eu não aceito e não vejo que argumento podem usar, Luis para me convencer do contrário disto.

    Deus queira que possamos todos viver para ver um politico honesto no nosso País.

    (PS. Achei muito engraçado o comentário lá mais atrás que Mário Soares pode ter sido corrupto (e acreditem que me custa dizer isto) mas que trouxe a democracia (que não foi só ele que trouxe mas pronto..), logo o balanço é positivo
    :o)

    É assim que estamos meus senhores. Não fazemos a mais pequena exigência nem de nós próprios nem dos outros, qualquer coisa nos serve.
    (Até acho que intimamente pensamos então mas eles são tão humanos, como eu..(se eu fujo a pagar os impostos ele também pode cair nesse erro)..e tal..). O que não deixa de ser verdade - os políticos que temos são o nosso reflexo. Homens de pulso já há poucos, nenhuns. E honestos (e só se pedia honestidade!) parece que morreram todos faz muito.
    • CMartin
    •   agradecimentos
    • 10 Janeiro 2017 editado

     # 157

    Ah.
    Mais isto, e como sei na minha "jovem" (obrigada Luis !) idade que Salazar foi honesto, foi porque vocês mo disseram.
    Vocês todos, e o próprio Mário Soares o disse, que Salazar morreu com o mesmo que entrou para o Estado, pobre, sem mexer num único tostão dos fundos públicos.

    Houve 200 pais da democracia, conforme referidos lá em cima.

    Salazar foi o último (único?) governante do País honesto (sem interesses e ganhos financeiros), pelo que dizem.

    Podemos todos opinar diferentemente sobre todas as perspectivas argumentar, mas contra este facto - é um facto - não há argumento.
  16.  # 158

    Colocado por: J.Fernandes
    Este é um pai da democracia?!
    Lá por combater a ditadura de Salazar não quer dizer que estivesse a combater pela democracia, aliás, depois do 25 de Abril deu provas sobejas que combateu por outra ditadura: a dele.


    Teve importância na luta contra o fascismo para derrubar a ditadura de Salazar, embora também lhe dê razão que a principal luta não foi para a instauração da democracia mas seria mais para uma como diz "ditadura dele" e do PCP. Tirando cores partidárias e do pouco que o conheci, o que me fascinava nele era a sua extrema coerência de que nunca arredou pé.
    Concordam com este comentário: André Barros
  17.  # 159

    Colocado por: BricoleiroVá ver quem era o chefe dos governos onde cá mais veio o FMI.

    Consulte-se parte da História do século XX e, verifique-se quem o antecedeu nesses governos, para que se lhe faça a justiça de não lhe atribuir totalmente a responsabilidade da entrada do FMI, em Portugal.
    Curiosamente estou a lembrar-me de um certo governo que, durante quatro anos em funções (ainda hoje, na oposição, aponta o dedo...), se queixou da «bancarrota» herdada do governo que o precedeu. Portanto, parece que os governos precedentes é que são os responsáveis, pelo descalabro do que acontece no nosso país!
    A ser assim, e não há muita margem para dúvidas, parece-me que teria de ser como foi.
    Se estiver atento - compreendo que não esteja disponível para ouvir os comentários dos muitos democratas e de insuspeitos jornalistas que privaram, de perto, com ele - ficará a saber que Mário Soares, que nunca foi um homem de consensos, deu um enorme contributo para sermos respeitados (veja-se as altas individualidades europeias, que chegam para assistir às exéquias do ex-presidente), e tornou o nosso Portugal mais credível na Europa. Repito: a História, far-lhe-á a justiça de o nobilitar e considerar um dos maiores Presidentes da República do século XX.

    Não é preciso, nem é saudável, estarmos todos de acordo. A Primeira e a Segunda Repúblicas dizem-me alguma coisa, mais pela instrução que me foi leccionada, através da disciplina «História de Portugal», do que pela observação, uma vez que não era nascida à época! Nem por isso vou afirmar que tudo foi mau - parte da governação que me está mais próxima é a de Salazar já, como Presidente do Conselho -, devo confessar que hoje, com as devidas distâncias, sinto grande curiosidade (interesse ?) pela figura (sinistra?...) de Oliveira Salazar, que muitos descrevem como um homem inteligentíssimo. E não ponho isso em questão...! Talvez pela célebre frase que lhe atribuem: »Dos fracos não reza a História», eu deva concordar!
  18.  # 160

    "Os Governos da República Portuguesa, desde o 25 de Abril de 1974

    Conheça os Governos da República Portuguesa desde 1974:

    Governos Provisórios

    I Governo Provisório (1974, Palma Carlos)
    O Governo Provisório tomou posse a 16 de Maio de 1974. Terminou o seu mandato a 18 de Julho de 1974.

    II Governo Provisório (1974, Vasco Gonçalves)
    O II Governo Provisório tomou posse a 18 de Julho de 1974. Terminou o seu mandato a 30 de Setembro de 1974.

    III Governo Provisório (1974-75, Vasco Gonçalves)
    O III Governo Provisório tomou posse a 30 de Setembro de 1974. Terminou o seu mandato a 26 de Março de 1975.

    IV Governo Provisório (1975, Vasco Gonçalves)
    O IV Governo Provisório tomou posse a 26 de Março de 1975. Terminou o seu mandato a 8 de Agosto de 1975.

    V Governo Provisório (1975, Vasco Gonçalves)
    O V Governo Provisório tomou posse a 8 de Agosto de 1975. Terminou o seu mandato a 19 de Setembro de 1975.

    VI Governo Provisório (1975-76, Pinheiro de Azevedo)
    O VI Governo Provisório tomou posse a 19 de Setembro de 1975. Terminou o seu mandato a 23 de Julho de 1976

    Governos Constitucionais

    I Governo Constitucional (1976-78, Mário Soares)
    O I Governo Constitucional tomou posse a 23 de Julho de 1976, sendo constituído pelo Partido Socialista com base nos resultados das eleições de 25 de Abril de 1976. Terminou o seu mandato a 23 de Janeiro de 1978

    II Governo Constitucional (1978, Mário Soares)
    O II Governo Constitucional tomou posse a 23 de Janeiro de 1978, sendo constituído por uma coligação entre o Partido Socialista e o Centro Democrático Social. Terminou o seu mandato a 29 de Agosto de 1978

    III Governo Constitucional (1978, Nobre da Costa)
    O III Governo Constitucional tomou posse a 29 de Agosto de 1978, sendo constituído por iniciativa do Presidente da República. Terminou o seu mandato a 22 de Novembro de 1978

    IV Governo Constitucional (1978-79, Mota Pinto)
    O IV Governo Constitucional tomou posse a 22 de Novembro de 1978, tendo constituído por iniciativa do Presidente da República. Terminou o seu mandato a 7 de Julho de 1979

    V Governo Constitucional (1979-80, Lurdes Pintasilgo)
    O V Governo Constitucional tomou posse a 7 de Julho de 1979, sendo constituído por iniciativa do Presidente da República. Terminou o seu mandato a 3 de Janeiro de 1980

    VI Governo Constitucional (1980-81, Sá Carneiro)
    O VI Governo Constitucional tomou posse a 3 de Janeiro de 1980, sendo constituído pela coligação eleitoral formada pelo Partido Social-Democrata, o Centro Democrático Social e o Partido Popular Monárquico, com base nos resultados das eleições de 2 de Dezembro de 1979. Terminou o seu mandato a 9 de Janeiro de 1981, na sequência do falecimento do Primeiro-Ministro, em 4 de Dezembro de 1980

    VII Governo Constitucional (1981, Pinto Balsemão)
    O VII Governo Constitucional tomou posse a 9 de Janeiro de 1981, sendo constituído pela coligação formada pelo Partido Social-Democrata, o Centro Democrático Social e o Partido Popular Monárquico. Terminou o seu mandato a 4 de Setembro de 1981

    VIII Governo Constitucional (1981-83, Pinto Balsemão)
    O VIII Governo Constitucional tomou posse a 4 de Setembro de 1981, sendo constituído pela coligação formada pelo Partido Social-Democrata, o Centro Democrático Social e o Partido Popular Monárquico. Terminou o seu mandato a 9 de Junho de 1983

    IX Governo Constitucional (1983-85, Mário Soares)
    O IX Governo Constitucional tomou posse a 9 de Junho de 1983, sendo constituído por uma coligação pós-eleitoral entre o Partido Socialista e o Partido Social-Democrata, com base nos resultados das eleições de 25 de Abril de 1983. Terminou o seu mandato a 6 de Novembro de 1985

    X Governo Constitucional (1985-87, Cavaco Silva)
    O X Governo Constitucional tomou posse a 6 de Novembro de 1985, sendo constituído pelo Partido Social-Democrata, com base nos resultados das eleições de 6 de Outubro de 1985. Terminou o seu mandato a 17 de Agosto de 1987

    XI Governo Constitucional (1987-91, Cavaco Silva)
    O XI Governo Constitucional tomou posse a 17 de Agosto de 1987, sendo constituído pelo Partido Social-Democrata, com base nos resultados das eleições de 18 de Julho de 1987. Terminou o seu mandato a 31 de Outubro de 1991

    XII Governo Constitucional (1991-95, Cavaco Silva)
    O XII Governo Constitucional tomou posse a 31 de Outubro de 1991, sendo constituído pelo Partido Social-Democrata, com base nos resultados das eleições de 6 de Outubro de 1991. Terminou o seu mandato a 28 de Outubro de 1995

    XIII Governo Constitucional (1995-99, António Guterres)
    O XIII Governo Constitucional tomou posse a 28 de Outubro de 1995, sendo constituído pelo Partido Socialista com base nos resultados das eleições de 1 de Outubro de 1995. Terminou o seu mandato em 25 de Outubro de 1999

    XIV Governo Constitucional (1999-2002, António Guterres)
    O XIV Governo Constitucional tomou posse a 25 de Outubro de 1999, sendo constituído pelo Partido Socialista com base nos resultados das eleições de 10 de Outubro de 1999. Terminou o seu mandato a 6 de Abril de 2002, devido a demissão do Primeiro-Ministro

    XV Governo Constitucional (2002-04, Durão Barroso)
    O XV Governo Constitucional tomou posse a 6 de Abril de 2002, sendo constituído pelo Partido Social-Democrata e pelo Partido Popular, na sequência das eleições de 17 de Março de 2002. Terminou o seu mandato a 17 de Julho de 2004, devido a demissão do Primeiro-Ministro

    XVI Governo Constitucional (2004-05, Santana Lopes)
    O XVI Governo Constitucional tomou posse 17 de Julho de 2009, sendo constituído pelo PSD e pelo PP/CDS, na sequência da renúncia do primeiro-ministro (Durão Barroso), que foi eleito Presidente da Comissão Europeia. Terminou o seu mandato a 12 de Março de 2005, devido à decisão do Presidente da República de dissolver a Assembleia da República e convocar Eleições

    XVII Governo Constitucional (2005-2009, José Sócrates)
    O XVII Governo Constitucional tomou posse 12 de Março de 2005, sendo constituído pelo Partido Socialista com base nos resultados das eleições de Fevereiro de 2005. Terminou o seu mandato a 26 de Outubro de 2009"
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