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  1.  # 1

    (discussão separada de https://forumdacasa.com/discussion/4119/aumento-do-1-piso/#Item_8)

    marco1
    Felizmente para os arquitectos não há desenhadores com habilitação para assinar : ))))
    Embora eu defenda que alguns até deveriam ter : )))
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  3.  # 2

    Bem como eu não queria ser juiz em causa própria, pus a hipotese que a lei ( D.L. 73/73 ) permite.
    já agora não sei porque felizmente, pois como está a lei não temos exclusividade como sabe.
  4.  # 3

    Felizmente pk há mais desenhadores com clientes que arquitectos.
    Porquê? Isso seria uma longa história :)))
    O DL 73/73 apenas reconheçe os agentes técnicos de arq. e engenharia com habilitação para assinar projectos, como sabe estes são técnicos com uma habilitação equivalente ao nivel IV. Os desenhadores apenas tem habilitação nivel III (aqueles que tem)
    Quanto á vossa exclusividade essa tb é discutivel, pois não podemos querer atravez de uma legislação dizer que pessoas que até aqui eram reconheçidas como capazes o deixam de ser de um momento para o outro.

  5.  # 4

    A revisão que está para sair (....em...) propoe um tempo de 5 anos de transição.
  6.  # 5

    Sim.
    Agora imagine-se com 50 anos um gabinete montado e lhe vem dizer Sr. arquitecto agora mudou a lei e o sr. se quizer continuar a fazer projectos vai ter que fazer um douturamento em arquitectura que dura 5 anos e lhe vai custar muitos milhares de euros por isso desemmerd.... arrange dinheiro para sustentar a sua familia e os seus empregados durante esse tempo ou então vá trabalhar para as obras.
    Desculpe lá marco se a lei for aprovada conforme está eu até serei um dos beneficiados mas continuo a não concordar com a questão dos agentes técnicos. Já não falo nos engenheiros pois esses tem outra forma de sobreviver.
  7.  # 6

    zedasilva

    concordo no aspecto dos que já existem mas a questão até não é propriamente com os ATE ( agentes técnicos) mas com os tais desenhadores e os eng que lhes assinam tudo e mais qq coisa.
    tambem não convem esquecer os tais mil novos arquitectos por ano que pura e simplesmente adiaram a sua entrada no mercado de trabalho para se formarem e agora estão a ver navios. A qualidade da sua formação é outro assunto e muito tambem haveria a dizer...
  8.  # 7

    marco1
    Mas os desenhadores para quem os engenheiros assinam os projectos não tem nem vão ter habilitação com a a revisão do 73/73. Essa é uma situação ilegal hoje e sempre.
    A minha unica única implicância com a revisão do 73/73 é mesmo com alguns colegas seus (fundamentalistas) que querem por decreto passar um atestado de incompetência a muitos profissionais que lhes dão umas calçinhas na arte de projectar.
  9.  # 8

    Bem eu não conheço esses arquitectos e seja de onde vier eu sei dar valor a um bom trabalho, mas arrisco-me a dizer que por exemplo em certos aspectos da arquitectura por exemplo na organização espacial, tenho visto muito pouca gente a encher-me as medidas.
    Em todo o caso quando discuto com um arquitecto eventualmente certa falta de qualidade aqui ou ali num seu projecto ele sabe do que se está a falar, já no caso de certos desenhadores até parece que se fala chinês, certas noções como por exemplo qq coisa estar excessiva, ou sem alma, ou desiquilibrada, etc...copiam os esteriotipos e tá a andar, e lá vem aqueles caixotes sem telhado com uns paineis fenólicos nas fachadas, umas janelas mais rasgadas sem critério que mais não são que uma moda.
    há-de concordar comigo que alguma coisa terá que ser feita pois reconheço que os proprios arquitectos estão como que "conspurcados".
  10.  # 9

    Sim reconheço que já algum tempo alguma coisa havia de ter sido feita de forma a dotar o mundo da construção de profissionais capazes e responsaveis.
    Começando na formação profissional de encarregados e chefes de equipa e terminando nos arquitectos e directores de obra.
    Hade concordar que a maioria dos seus colegas que defende a exclusividade são aqueles que não conseguem vingar no mercado pela sua competência.
    O Dono de obra ao contrário doque mta gente pensa não é burro nem precisa de ser educado. Precisa sim de um profissional competente que consiga descer ao seu nivel para perceber quais os seus verdadeiros anseios e necessidades e em posse desses elementos propor-lhe a obra mais indicada quer arquitectonicamente quer economicamente.
    Hade concordar que para o cidadão comum um arquitecto ainda não se livrou do esteriotipo do profissional mto pouco acessivel.
    Já agora as casitas sem telhado umas janelas rasgadas e uns fenólicos são na sua maioria de arquitectos e engenheiros, a maioria dos desenhadores ainda estão na fase do telhadinho pois assim exigem os seus clientes : )))
  11.  # 10

    Colocado por: zedasilvaHade concordar que a maioria dos seus colegas que defende a exclusividade são aqueles que não conseguem vingar no mercado pela sua competência.
    Mas esses (os da pouca de competência) não são os que vão para professores de liceu e funcionários das Câmaras (ou acumulam as duas)?!? :-)
  12.  # 11

    Sim os mais totós.
    Os que já tem os olhitos mais abertos vão (foram) para dirigentes da ordem ou cargos políticos.
  13.  # 12

    Colocado por: zedasilvaOs que já tem os olhitos mais abertos vão (foram) para dirigentes da ordem ou cargos políticos.


    ... Vá.. não é preciso insultar-me...
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Pauloss
  14.  # 13

    Colocado por: zedasilvaSim os mais totós.
    Os que já tem os olhitos mais abertos vão (foram) para dirigentes da ordem ou cargos políticos.
    Héééé láááá!! :-)
    Eu já fui dirigente da minha Ordem (membro da Assembleia de Representantes, vice-presidente e presidente da Mesa, presidente de uma Comissão Eleitoral, etc.).
    E quando era novinho, armei uma grande confusão (com outro colega igualmente jovem) em plena Assembleia Geral contra o que os «mais velhos» pretendiam e se preparavam para aprovar: que os estágios dos engenheiros fossem obrigatórios E NÃO REMUNERADOS! Que consegui que fosse invertida.

    (Caso contrário, se os engenheiros recém-licenciados fossem obrigados a trabalhar de borla, isso só desvalorizaria e desprestigiaria o curso. E como iriam sobreviver os trabalhadores-estudantes?)

    E lembre-se que cargos na Ordem só dão mesmo é trabalho. Não são remunerados (pelo menos, eu não fui), e só os presidentes têm alguma visibilidade.
  15.  # 14

    Pedro
    Não era minha intenção ofender qualquer membro da classe eu até tenho muito boa impressão da maioria dos arquitectos com quem tive o prazer de trabalhar. Só os fundamentalistas é que me tiram do sério : )))

    Luis
    Todos nós temos uma fase na vida em que sonha-mos mudar o mundo. Alguns tem essa possibilidade. Os meus parabéns pela consquista. As ordens deveriam servir para defender os seus membros e não como muitas vezes para "trampolim" para mais altos voos.
    Defendo ainda que as ordens e associações do sector deveriam trabalhar em conjunto na promoção e dignificação dos seus associados e não de costas voltadas como tem estado em relacção á revisão do 73/73.
    Como diz o povo a união faz a força
  16.  # 15

    zedasilva

    Não me alongando muito, digo-lhe que eu não estou a vingar no mercado por causa 1º agora da crise e 2º não é por falta de competência, é sim porque a mim arquitecto é-me exigido um projecto á arquitecto ao preço da chuva e ao dito desenhador é-lhe puramente exigido um projecto ao preço da chuva e ele fá-lo, coisa que eu não consigo fazer e até depois fico mal visto, tipo ah é arquitecto e não vejo diferença com aquele projecto que paguei tres tostões a um desenhador. Espero que compreenda.
    Outra coisa que se nota é que se deve ter relacionado com alguns arquitectos que como pessoas...enfim, e olhe que há de tudo em todas as profissões. Eu por exemplo dou sempre o meu melhor e não tenho caganeiras nenhumas e gosto de me relacionar numa base bem racional e objectiva perante a realidade.
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  18.  # 16

    Antes de mais as minhas desculpas ao autor inicial deste tópico por o ter conduzido para assuntos que em nada responderam ás suas dúvidas.

    Marco1
    Já há 20 e muitos anos nesta área sempre tive o previlezio de trabalhar em equipas multidisciplinares. Aliás é assim que entendo a execução de um projecto.
    De facto já privei com algumas dezenas de arq. e engenheiros. Da maiorias guardo muito boas recordações. Contudo existe uma percentagem residual de más experiências. No caso dos engenheiros recem formados pela sua pouca experiência a nivel de obra nos outros pelo seu manifesto interesse em evoluir junto com a técnica. No caso dos arquitectos as minhas más experiênacias foram sobertudo pela sua arrogância e sentido de superioridade.
    Confesso que neste ultimos tempo tenho sentido que os novos recem licenciados já vem com outra filosofia. Talvez as dificuldades do mercado lhes tenha feito baixar a crista.
    O mercado não está famoso e reconheço que tem razão para se queixar.
    Ainda falta um pouco para que o cliente começe a ter consciência que o barato sai caro.
    Cabe a cada um de nós lutar nesse sentido, pois ainda há muito bons profissionais nesta área.
    Este forum é o exemplo vivo disso. Ainda haveremos de ser todos contratados para um mega projecto : )))
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Pauloss
  19.  # 17

    Uma dúvida.
    O nº1 do artigo 25 da lei 31/2009 diz:
    1 — Os técnicos qualificados para a elaboração de projecto nos termos dos artigos 2.º, 3.º, 4.º e 5.º do Decreto n.º 73/73, de 28 de Fevereiro, podem, durante o período de cinco anos contados da data de entrada em vigor da presente lei, elaborar os projectos especificamente neles previstos desde que comprovem que, nos cinco anos anteriores, já tinham elaborado e subscrito projecto no âmbito daqueles artigos, que tenha merecido aprovação municipal, ficando, no entanto, sujeitos ao cumprimento dos deveres consagrados na presente lei e, quando aplicável, à sua comprovação perante as entidades administrativas.

    isto quer dizer que os engenheiros podem continuar a assinar arquitectura?
  20.  # 18

    Pelo que está escrito, parece que sim
    •  
      Mk Pt
    • 9 Setembro 2009

     # 19

    Colocado por: zedasilvaUma dúvida.
    O nº1 do artigo 25 da lei 31/2009 diz:
    1 — Os técnicos qualificados para a elaboração de projecto nos termos dos artigos 2.º, 3.º, 4.º e 5.º do Decreto n.º 73/73, de 28 de Fevereiro, podem, durante o período de cinco anos contados da data de entrada em vigor da presente lei, elaborar os projectos especificamente neles previstos desde que comprovem que, nos cinco anos anteriores, já tinham elaborado e subscrito projecto no âmbito daqueles artigos, que tenha merecido aprovação municipal, ficando, no entanto, sujeitos ao cumprimento dos deveres consagrados na presente lei e, quando aplicável, à sua comprovação perante as entidades administrativas.

    isto quer dizer que os engenheiros podem continuar a assinar arquitectura?


    Como diz a lei, durante 5 anos sim..
  21.  # 20

    Outra duvida:

    Após o decurso do período transitório, os técnicos referidos nos números anteriores podem ainda prosseguir a sua actividade, nos dois anos seguintes, desde que façam prova, mediante certidão emitida pela instituição de ensino superior em que se encontram matriculados, de que completaram, até ao final daquele período, pelo menos, 180 créditos ou 3 anos curriculares de trabalho.

    Em que curso? Um engenheiro já tem 180 créditos. pode continuar por mais 2 anos?
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