Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 121

    Colocado por: vctrdmngsObrigado aos que acham que é possível fazer uma moradia com terreno incluído por 100 mil euros, senão se fosse pelos comentários dos ricaços que pouco fazem para que País ande para a frente já tinha desistido do meu sonho.

    O problema de se sonhar é que mais tarde ou mais cedo, temos de acordar e podemos descobrir que a realidade se tornou um pesadelo e já vi desgraças suficientes de pessoas que também sonharam demais e se descobriram num filme de terror. Dar passos em frente nem sempre é andar para a frente, pode ser apenas um passo no precipício.

    Você veio pedir opiniões e foram-lhe dadas. Se não gostou das respostas, não devia ter feito a pergunta, porque quem faz perguntas tem de aceitar as respostas, mesmo que não goste delas e não concorde com elas. Se o que vinha à procura era de opiniões de conforto, com toda a gente a afirmar que têm toda a razão, que é possível de fazer o que sonha, lamento.

    As pessoas apenas lhe deram a sua opinião e uns concordam, outros não, mas não é necessário estar a ofender ninguém, porque ninguém o ofendeu.

    .
  2. Ícone informação Anunciar aqui?

  3.  # 122

    Colocado por: nbastosComvenhamos , que estamos a falar de construcões completamente diferentes ( mesmo para mim que sou leigo na materia , não queira comparar
    uma moradia " normal" para um predio de alguns andares...

    O principio é exactamente o mesmo, a estrutura é apenas mais fina/ delgada. São estruturas em pórtico: pilares+ vigas lages maciças
  4.  # 123

    Não devemos colocar em causa a estrutura e o método de construção aqui a apresentado pelo pedrosdsilva, porque o mesmo tem certamente o termo de responsabilidade de um técnico responsável e para estar nesta fase passou pelo crivo da aprovação camarária, onde foi novamente analisado e validado por técnicos credenciados.


    Pelo menos à 30 anos que se constrói assim em Portugal, fazendo enchimento dos pilares depois de levantadas as paredes e utilizando as mesmas como cofragem, esta técnica favorece a qualidade das ligações entre a parede e o pilar e é tão válida como qualquer outra apresentada.

    Cada técnica de construir tem as suas vantagens e desvantagens.

    Devemos ter a clarividência de não projectar uma vivenda unifamiliar como se fosse um bloco de apartamentos ou uma ponte, as solicitações são completamente diferentes.

    O bom projectista é aquele que consegue a ideal relação custo/beneficio porque, no final quem paga... é o cliente... e para o projectista que assume o termo de responsabilidade é sempre mais fácil sobredimensionar.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: AnaT, Linus
  5. Procura serviços ou materiais para a sua casa? Contrate quem ajuda no fórum.

  6.  # 124

    Colocado por: nbastosA estrutura ossea de um cão não é igual à de um elefante...
    Pois não. Mas são absolutamente semelhantes. E qualquer semelhança entre a construção da casa do Pedrodsilva com a deste edifício, é pura coincidência...
  7.  # 125

    Colocado por: timoshenko...porque o mesmo tem certamente o termo de responsabilidade de um técnico responsável e para estar nesta fase passou pelo crivo da aprovação camarária, onde foi novamente analisado e validado por técnicos credenciados.
    ??!??
    Estamos a falar de Portugal, ou enganei-me e estamos noutro País qualquer?!? :-)
  8.  # 126

    Colocado por: timoshenkoPelo menos à 30 anos que se constrói assim em Portugal, fazendo enchimento dos pilares depois de levantadas as paredes e utilizando as mesmas como cofragem, esta técnica favorece a qualidade das ligações entre a parede e o pilar e é tão válida como qualquer outra apresentada..
    E você acha perfeitamente lógico enfraquecer o esqueleto misturando-o com pele? Em vez de ter um corpo com alguma estrutura e equilíbrio, vai ter uma alforreca.
    Como disse anteriormente, esse método de construção é liminarmente proibido em muitas construções pelos próprios projectistas.
    Se depois, os "construtores" os utilizam - com ou sem anuência do técnico responsável, com ou sem a aprovação da fiscalização camarária (eu apostaria em sem+sem) - porque lhes fica mais BARATO, isso é outra história.
  9.  # 127

    Colocado por: PauloCorreia
    Colocado por: nbastosComvenhamos , que estamos a falar de construcões completamente diferentes ( mesmo para mim que sou leigo na materia , não queira comparar
    uma moradia " normal" para um predio de alguns andares...

    O principio é exactamente o mesmo, a estrutura é apenas mais fina/ delgada. São estruturas em pórtico: pilares+ vigas lages maciças

    Era aí que queria chegar... para uma area de x não terá que ter os mesmos pilares( larguras e ferro) que para uma area de y, uma moradia res do chao e 1ºandar
    não tem uma estrutura de estabilidade igual á de um predio de 4, 5 ,6 etc andares...logo penso ser descabido, analizar a casa do nosso amigo pedrodsilva como
    não tendo todos os requisitos exigiveis( só porque ele conseguiu um orcamento em nada condizente com os valores mais falados no forum)
  10.  # 128

    Colocado por: Luis K. W.
    Colocado por: nbastosA estrutura ossea de um cão não é igual à de um elefante...
    Pois não. Mas são absolutamente semelhantes. E qualquer semelhança entre a construção da casa do Pedrodsilva com a deste edifício, é pura coincidência...

    Com a grande diferenca , e é disto que falo, de um suportar 40 ou 50 kg e o outro suportar toneladas.
    Não pense que sou veterinário.
    Mas gosto " discutir" consigo...
  11.  # 129

    Boas
    João Paulo disse:

    não seria mal pensado pois eu sou electricista e já fiz de canalizador ,predreiro etc e estou aqui ,não é grave que um engenheiro meta mãos á obra pois isso seria benefico pois teoria e pratica resulta na certa!!!
    E talvez quando da elaboração de projectos a visão de certos aspectos seria certamente diferente,mas quem só !!!

    Não tenho medo do trabalho. Não sei se sabe, pode até nem ser do seu tempo, mas no longínquo ano de 1978, depois de acabar o liceu, tive (eu e os outros) de esperar um ano antes de prosseguir os estudos cumprindo aquilo a que então se chamava o Serviço Cívico que, na minha zona e naquele ano, se limitava a não fazermos nada e esperar. Por iniciativa própria, cumpri o ano a trabalhar como servente da construção civil. Sempre trabalhei nas férias: ajudante de marceneiro, de mecânico, motorista, para além de ourives, uma actividade que sempre esteve presente na família e que me permitia ganhar uns cobres. E, já com o curso, fui trabalhar para longe da família num local remoto de um país em guerra em condições de vida impensáveis onde tinha que zelar por tudo desde aos respectivos trabalhos, fornecimentos, logística, saúde, enfim tudo o que possa imaginar (foi, apesar de tudo, a melhor experiência da minha vida). Isto para lhe dizer que, se tiver de ser, até meto as mãos na massa. Mas não é esse o meu trabalho, e há quem o faça melhor e mais rápido. Já agora, faço o desafio oposto. Faça você os projectos, dirija as obras e assuma por escrito a responsabilidade daquilo que faz (já reparou que os autores de projectos são dos poucos, senão os únicos, que quando apresentam um trabalho apresentam uma declaração assinada a atestar que se responsabilizam pelo trabalho feito?). Dir-me-à que não possui (se é que é o caso) as habilitações legais para o fazer, e eu dir-lhe-ei que essa habilitações me custaram anos de estudo que outros aproveitaram para iniciar uma profissão e serem remunerados por isso. Cada um faz a sua opção.
    Já gora se um dia precisar de ser submetido a uma operação cirúrgica (o que espero nunca aconteça) será que vai dizer ao cirurgião que não lhe fazia mal de vez em quando ir mudar os doentes? ou fazer a limpeza do hospital? (com todo o respeito por quem tem estes trabalhos, tão dignos e merecedores de respeito como os outros)

    vctrdmngs disse:

    tenho a certeza que por 20 mil euros fazia uma casa porreirita isso claro se soubesse construir toda de raiz

    Meu amigo, estamos safos: eu sei construir de raíz e tenho clientes; se constrói por esse preço (até pode ser pelo dobro) fazemos já uma sociedade e vamos revolucionar o panorama do imobiliário em portugal (e não só); vamos ser os Bill Gates da construção :)

    desculpem qualquer coisinha e

    cumps
    José Cardoso
  12.  # 130

    Mais uma vez

    nbastos:
    Era aí que queria chegar... para uma area de x não terá que ter os mesmos pilares( larguras e ferro) que para uma area de y, uma moradia res do chao e 1ºandar
    não tem uma estrutura de estabilidade igual á de um predio de 4, 5 ,6 etc andares..

    É claro que não, mas em face das fotografias publicadas não hesito em fazer duas afirmações
    - No que respeita à utilização de lajes aligeiradas, acho que a estrutura não está idealizada da forma correcta nomeadamente as lajes armadas todas na mesma direcção para lá de outros pormenores (não totalmente visíveis mas tudo o indica).
    - Garanto, mesmo sem fazer os cálculos, que esses pilares não estão dimensionados para as acções horizontais (vento e sismo)? Que apostar?

    cumps
    José Cardoso
  13.  # 131

    Colocado por: Luis K. W.
    Colocado por: timoshenko...porque o mesmo tem certamente o termo de responsabilidade de um técnico responsável e para estar nesta fase passou pelo crivo da aprovação camarária, onde foi novamente analisado e validado por técnicos credenciados.
    ??!??
    Estamos a falar de Portugal, ou enganei-me e estamos noutro País qualquer?!? :-)



    Quero acreditar que o nosso país possui técnicos competentes e responsáveis devidamente empossados pelas associações que representam.

    Colocando isto em causa... teria que começar a colocar tudo... e não me parece que deva ir por aí.
  14.  # 132

    Colocado por: Luis K. W.
    Colocado por: timoshenkoPelo menos à 30 anos que se constrói assim em Portugal, fazendo enchimento dos pilares depois de levantadas as paredes e utilizando as mesmas como cofragem, esta técnica favorece a qualidade das ligações entre a parede e o pilar e é tão válida como qualquer outra apresentada..
    E você acha perfeitamente lógicoenfraquecero esqueleto misturando-o com pele? Em vez de ter um corpo com alguma estrutura e equilíbrio, vai ter uma alforreca.
    Como disse anteriormente, esse método de construção é liminarmente proibido em muitas construções pelos próprios projectistas.
    Se depois, os "construtores" os utilizam - com ou sem anuência do técnico responsável, com ou sem a aprovação da fiscalização camarária (eu apostaria em sem+sem) - porque lhes fica mais BARATO, isso é outra história.



    Se as dimensões do ferro e dos pilares forem as mesmas do projecto, que diferença faz a nível estrutural, a ordem pela qual os materiais são ligados?
  15.  # 133

    Colocado por: timoshenkoQuero acreditar que o nosso país possui técnicos competentes e responsáveis devidamente empossados pelas associações que representam.
    É claro que meto tudo em causa. Ou não estamos em Portugal (e pretendemos que isto melhore)?
    Temos, que me lembre, pelo menos 4 níveis onde os excelentes técnicos portugueses podem intervir:

    1. Os «técnicos credenciados» das cãmaras não têm por função servir de crivo, isto é, analizar e validar os projectos de especialidades, nomeadamente o de estabilidade. Para dizer a verdade, nem sei bem o que eles lá fazem... ;-)

    2. Para aí há 20 ou 25 anos que não vejo um «competente e responsável» autor do projecto de estabilidade visitar uma obra executada por mim (já por aqui foi dito que o pouco que se lhes paga pelo respectivo projecto não chega para a gasolina).

    3. Segundo consta (eu não conheço nenhum), há "técnicos responsáveis pela direcção da obra" que são meros avençados dos pato-br... digo, dos "construtores" e assinam quase de cruz os livros de obra e os termos de responsabilidade.

    4. Por último, os donos de obra que constroem casas com + de 200m2 por 100.000,00 euros não tencionam, com toda a certeza, gastar nem um euro a contratar um engenheiro da SUA confiança para fiscalizar a obra uma ou duas vezes por semana durante toda a duração da obra.

    Portanto, fica tudo nas mãos do pato-br..., digo do construtor. E se ele for "habilidoso", "imaginativo" e "eficiente" como alguns parecem ser, é natural que se consiga construir ainda mais barato.

    Colocado por: timoshenkoSe as dimensões do ferro e dos pilares forem as mesmas do projecto, que diferença faz a nível estrutural, a ordem pela qual os materiais são ligados?
    Temos aqui duas questões:
    1. «SE...». E começa a frase muito bem.
    2. materiais ligados? Mas quem disse que eles devem estar ligados?
    (vigas apoiadas nas paredes de tijolo? Paredes de tijolo a «reforçar» pilares?)
    Pelo menos não desta maneira!
    É que aquilo é uma CASA, não é um murozito a dividir dois jardins.
  16.  # 134

    Repare Luis, o ferro está lá, o betão do pilar também e as dimensões também.

    Este método de encher o pilar depois de levantar a parede não serve para a parede reforçar o pilar, mas sim para permitir que a ligação entre o pilar e a parede seja mais consistente, uma vez que, quando se está a encher o pilar o betão entra pelos buracos dos tijolos, dando consistência ao conjunto.

    Ao construir primeiro toda a estrutura e só depois as paredes, o que vai acontecer é que nas zonas de ligação entre tijolos e betão, estas não são perfeitas e muitas vezes origem de pontes térmicas e infiltrações directas na caixa de ar.

    Como já disse todos os métodos tem os seus prós e contras.
  17.  # 135

    Nesse caso, sou eu que tenho andado distraído, e peço-lhe desculpa pelos meus comentários.
    É que nunca vi construir assim, com esse método prático, rápido, económico, e eficaz, um prédio a sério.
    ;-)
  18. Ícone informação Anunciar aqui?

  19.  # 136

    Bom dia,

    Só uma opinião e, não vi as fotografias da casa.

    Se a mesma casa fosse construida com o sistema defendido Luis K.W. qual o acréscimo que a mesma teria no preço? 20.000, 30.000€? ou mais?
    Já não se estaria a exagerar? Justifica a diferença de 115.000 para pelo menos 200.000€?
    Ou o problema coloca-se na percepção que alguns arquitectos têm da realidade das coisas? Ou, também, como alguém já referiu, na estrutura extremamente pesada (e não agilizada!!) de algumas empresas?
    Digo isto por conhecimento pessoal das duas situações, tanto pelo nível pessoal como a nível profissional, pois também trabalho em uma empresa que lida com muitos projectos tanto de engenheiros como de arquitectos e vê-se cada babaridade!!!.
    Os dados: foi-me referido por um arquitecto que o valor aceitável m2 de materiais para revestimento e pavimentos cerâmicos(por exemplo) está na ordem dos 55-60€ (+ IVA). Nestes dados pode estar a grande diferença nos preços apresentados/defendidos para a construção por m2.
    Na zona onde estou, se for pedir um orçamento para a construção de uma moradia (não tendo projecto de execução com definição de materiais) o empreiteiro dá um orçamento para pavimentos e revestimentos na ordem dos 10€/m2, material que a ele fica na ordem dos 4-5€/m2 (não discuto a qualidade). Agora faça-se o exercício de transpor esta realidade para todos os materiais da moradia e verifique-se o diferença de preços por m2 que podemos estar a defender como legítimos.
    Pessoalmente acredito que com um material de 10€/m2 a qualidade que tenho não é muita, mas parece-me que o preço de 55-60€ está completamente fora da realidade da construção (moradias) que se faz em Portugal.
    Cumprimentos.
    •  
      FD
    • 4 Maio 2009

     # 137

    Já não há fotos?
  20.  # 138

    Caro antonio_001
    Aborda várias questões.
    1. eu disse em cima que apenas a diferença do "método de construção" não justificava uma diferença tão grande. Mas se forem uns 30mil aqui, uns 20mil acolá...

    2. creio que ninguém aqui fala de empresas com enormes estruturas administrativas.

    3. Todos sabemos que há diferenças de preço entre um chateaubriand no Tavares e um hamburguer num fastfood. O hamburguer até pode ser "magnífico", mas há pessoas que recusam liminarmente comer batata frita à mão num restaurante.
    Quando se definem preços médios, aponta-se, em geral, para uma qualidade intermédia (ou mesmo, por estarmos em Portugal, para intermédia-baixa). Não podemos é fazer a apologia da baixa qualidade (por muito bom aspecto que tenha).

    Imagine que em Portugal só havia pensões manhosas (em vez de excelentes hoteis de 2 e 3 estrelas). Pensa que, apesar do sol e das praias, ainda seríamos um dos maiores destinos mundiais de turismo?

    4. MAS... se você não discute a qualidade (dos mosaicos a 5euros), porreiro! Provavelmente, também não discute a dos restantes materiais e a da construção.
    Nesse caso, garanto-lhe que consigo construir, DIGO, arranjo quem lhe construa uma casa por "metade do preço". Só que depois não me venha falar em qualidade...
    Estava a pensar numa coisinha assim:
    fundações e socos em pedra calcárea.
    estrutura em madeira bichosa (COM bicho é mais caro, porque é mais fácil de lhe enfiar um prego).
    paredes interiores e exteriores em pladur (as exteriores forradas a tela de alumínio, claro).
    cobertura em chapa acrílica ondulada, aparafusada com parafusos ferrugentos (porque a ferrugem protege da ferrugem). etc. :-)
  21.  # 139

    Caro Luis K.W.
    Se leu todo o meu comentário, também deve ter lido isto "Pessoalmente acredito que com um material de 10€/m2 a qualidade que tenho não é muita, mas parece-me que o preço de 55-60€ está completamente fora da realidade da construção (moradias) que se faz em Portugal."
    O que eu quis chamar a atenção (não é o que eu queria para mim) foram essencialmente dois aspectos:
    1º - o preço médio que o arquitecto está a considerar nas suas soluções, penso que não se deve ter como preço médio, pois valores de 55-60€, no caso apresentado, parecem-me muito elevados. (soluções de "revista" têm preços de 30-35€/m2 - sem aplicação)
    2º - o preço apresentado pelo empreiteiro (nas obras de 400-500€m2), nesta zona onde estou, normalmente ronda o valor de 10€/m2.
    Destes dois factores resulta, em grande parte, as enormes diferenças de preço reinvidicadas pelos arquitectos e normalmente por quem está a construir ou a pensar construir.
    Cumprimentos.
    PS: se estiver a pensar num preço de 700-750€/m2, incluindo tudo, desde mobiliário de cozinha, quartos, etc..., solução completíssima chave na mão, aí concordo consigo ou com quem advogue esses valores!!!
  22.  # 140

    Colocado por: FDJá não há fotos?


    Já ha...

    http://picasaweb.google.pt/pedrosdsilva/AMinhaHabitacao?authkey=Gv1sRgCMChuOPuxoqg_wE&feat=directlink

    Ao fazer upload de uma foto o link ficou inactivo...

    Cumps.
data-ad-format="auto" data_ad_region="test">