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  1.  # 1

    Boas,

    Estou a vender um imóvel totalmente renovado, com renovação de qualidade desde Maio do ano passado. Inicialmente comecei por tentar vende-lo particularmente, com anúncios online, mas durante meses (apanhou o verão), só fui contactada para 2 visitas particulares. Acabei por desistir e celebrar contrato de mediação, inicialmente com uma imobiliária, depois mais duas, no total 3, pelo mesmo valor do meu anúncio.
    Entretanto as imobiliárias, ao contrário do que se passou comigo terão tido várias visitas (não sei quantas, porque nunca há nada escrito), facto é que já houve desde Novembro de 2018 um total de 4 propostas, duas a pronto pagamento e duas a crédito, as quais após negociação, foi cada uma delas aceite. O que sucede é que depois não percebo o que se passa, mas após aceitar o valor proposto, as pessoas acabam por desisitir e não avançam para CPCV.

    Agora nesta última oferta, estou desde há um mês à espera que a oferta avance para CPCV, mas depois de vir uma excelente avaliação do banco, acima do valor da proposta, a informação que tenho é que afinal se calhar os compradores não têm dinheiro suficiente para comprar a casa....!

    E já tenho uma quinta oferta boa em stand-by, que também precisa de crédito, mas se os compradores de que falei não avançarem, passo para a próxima.
    Mas já estou farta disto, fala-se de euforia no mercado imobiliário, mas a minha experiência tem sido o oposto, 4 ofertas aceites e zero CPCV ( só preciso de um...!). Comentários agradecem-se..!
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  3.  # 2

    Enquanto espera pelo outro CPCV, as pessoas que estão neste momento com interesse, tendem a ir ver outras casas...
    E quando der conta que os primeiros não avançam... os segundos possivelmente já encontraram outra casa.

    Não espere por um e por outro, sem algum tipo de garantia.
    Diga mesmo isso as pessoas, seja honesto, e diga que não reserva nada de boca. O primeiro a pagar é o primeiro a levar.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Suri37
  4.  # 3

    Enquanto não existir um CPCV assinado, a casa está à venda, nunca se recusa uma visita se o CPCV não estiver assinado, mesmo que haja um interessado que lhe tenha dito que compra a casa.

    Colocado por: Suri37duas a pronto pagamento e duas a crédito

    O pagamento de uma casa é sempre a pronto, uns pagam com capitais próprios outros pedem emprestado ao banco, mas isso a si não interessa para nada.
    Concordam com este comentário: zed

  5.  # 4

    Colocado por: cabocheEnquanto espera pelo outro CPCV, as pessoas que estão neste momento com interesse, tendem a ir ver outras casas...
    E quando der conta que os primeiros não avançam... os segundos possivelmente já encontraram outra casa.

    Não espere por um e por outro, sem algum tipo de garantia.
    Diga mesmo isso as pessoas, seja honesto, e diga que não reserva nada de boca. O primeiro a pagar é o primeiro a levar.


    Tem toda a razão, a questão é que agora o mediador imobiliário vai argumentar que as pessoas já gastaram €€ na abertura do processo, e tentar protelar a coisa. Devo dar um prazo?

    Será normal esta situação porque estou a passar, ou estou só com "azar"?

    Obrigada
  6.  # 5

    Colocado por: Suri37Tem toda a razão, a questão é que agora o mediador imobiliário vai argumentar que as pessoas já gastaram €€ na abertura do processo, e tentar protelar a coisa. Devo dar um prazo?

    Não deve dar prazo nenhum, o mediador trata da vida dele, e você deve tratar da sua.

    Colocado por: Suri37Será normal esta situação porque estou a passar, ou estou só com "azar"?

    Não está com azar nem sorte, tem uma casa à venda e ainda não apareceu comprador, tudo normal...talvez esteja à venda por um valor acima do preço de mercado.

    O problema está na sua cabeça, cria expectativas com esses interessados que não deveria criar, quem coloca um imóvel à venda tem que se preparar para ter muitos interessados que gostam muito do imóvel e depois nunca mais aparecem.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Suri37
  7.  # 6

    Do meu ponto de vista, a questão é simples.

    Como tem o imóvel á venda em aberto, não vai conseguir.
    Terá melhores resultados se contratar uma imobiliária em regime de exclusividade, durante o perido de seis meses.

    Entretanto, quem procura casa na sua zona já conhece o seu imóvel dos anuncios e, provavelmente, pensa que o mesmo não se vendeu porque está colocado num preço acima do valor de mercado ou que existe algum problema com a documentação.

    É preciso retirar o imóvel dos anuncios e promove-lo, oportunamente, de melhor modo.
    Nos contratos em aberto, ninguém vai "tomar conta" do seu imóvel, nem investir tempo num trabalho que não se sabe se será pago.
  8.  # 7

    Não concordo consigo. Julgo que o 1° problema é não ter definido tempo para as diferentes fases.

    No meu caso, quando pus o meu imóvel à venda (sem exclusividade em 3 imobiliárias) dei prazos para as diferentes etapas. O prazo que dei entre a aceitação da proposta à assinatura do CPV era de 1 semana, sendo que depois o comprador tinha mais 3 semanas até aprovação do crédito.

    No meu caso, e apesar do comprador dizer que tinha o valor integral, requeri na mesma o CPV.
    Por acaso acabei por escriturar no fim das 3 semanas após a assinatura do CPV
    Concordam com este comentário: Patypedro
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Suri37
  9.  # 8

    Posso adiantar que a agência que levou o negocio até ao fim era 'pequena' e a que fez (a meu ver um pior trabalho era uma das 'grandes')
  10.  # 9

    Exclusividade? Só se me pagarem!!!

    Nunca aceite exclusividade, é o pior erro que pode fazer.

    Como está o mercado, um bom anúncio, com boas fotografias é meio caminho andado para a venda da casa, não precisa de imobiliárias nenhumas, no entanto a fazer o ideal é sempre com imobiliárias "pequenas", são melhores de trabalhar e de renegociar comissões.

    Uma casa de 200.000 com um contracto dessa grande imobiliária fica em mais de 15 mil em comissões.
    Concordam com este comentário: Suri37
  11.  # 10

    A exclusividade é um disparate. Vendi imovel a uns meses sem exclusividade e correu bem.

    O que devia acontecer a avaliar pelo que foi descrito era o mediador ter proposto uma ficha de reserva, assim se o comprador fugisse já perdia algum dinheiro, já pensavam melhor.

    Senão quebra o principio da confiança, é tudo com base na palavra e vale zero. Amanha o mediador diz que tem outro comprador, quem é que acredita nele?
    Concordam com este comentário: Suri37
  12.  # 11

    Colocado por: ADROatelier
    Do meu ponto de vista, a questão é simples.

    Como tem o imóvel á venda em aberto, não vai conseguir.
    Terá melhores resultados se contratar uma imobiliária em regime de exclusividade, durante o perido de seis meses.

    Entretanto, quem procura casa na sua zona já conhece o seu imóvel dos anuncios e, provavelmente, pensa que o mesmo não se vendeu porque está colocado num preço acima do valor de mercado ou que existe algum problema com a documentação.

    É preciso retirar o imóvel dos anuncios e promove-lo, oportunamente, de melhor modo.
    Nos contratos em aberto, ninguém vai "tomar conta" do seu imóvel, nem investir tempo num trabalho que não se sabe se será pago.


    Agradeço a sua opinião, mas não concordo de todo..Já tive uma péssima experiência com outro imóvel promovido em regime de exclusividade...A verdade é que não havendo concorrência, o consultor pode encostar-se, não se esforça e o vendedor fica muito mais nas mãos dessa imobiliária. Para mim essa hipótese está fora de questão.

    Tive mais visitas em regime aberto e mais propostas, do que no caso do outro imóvel que foi promovido em exclusividade...

    Colocar em 2 ou 3 é bom na minha opinião, agora colocar em 10, 20 ou até em 50 como já vi, acho um perfeito disparate..!
  13.  # 12

    Colocado por: dvd.ribeiroA exclusividade é um disparate. Vendi imovel a uns meses sem exclusividade e correu bem.

    O que devia acontecer a avaliar pelo que foi descrito era o mediador ter proposto uma ficha de reserva, assim se o comprador fugisse já perdia algum dinheiro, já pensavam melhor.

    Senão quebra o principio da confiança, é tudo com base na palavra e vale zero. Amanha o mediador diz que tem outro comprador, quem é que acredita nele?


    Concordo consigo, mas nem todas as imobilárias trabalham com ficha de reserva...devia talvez ser obrigatório
  14.  # 13

    Colocado por: amartinsNão concordo consigo. Julgo que o 1° problema é não ter definido tempo para as diferentes fases.

    No meu caso, quando pus o meu imóvel à venda (sem exclusividade em 3 imobiliárias) dei prazos para as diferentes etapas. O prazo que dei entre a aceitação da proposta à assinatura do CPV era de 1 semana, sendo que depois o comprador tinha mais 3 semanas até aprovação do crédito.

    No meu caso, e apesar do comprador dizer que tinha o valor integral, requeri na mesma o CPV.
    Por acaso acabei por escriturar no fim das 3 semanas após a assinatura do CPV
    Estas pessoas agradeceram este comentário:Suri37


    Certo, mas depois das novas recomendações do banco de Portugal, a concessão de crédito está mais apertada e a sensação que tenho, é de que as pessoas que têm de recorrer à banca não arriscam assinar um CPCV sem terem o processo já avançado junto do banco.
  15.  # 14

    Compreendo.
    No geral, é preciso ter em mente duas coisas.

    Como o mercado está muito aquecido, normalmente, aparecem sempre compradores. Mas muitas questões que surgem depois. A documentaçao, os contratos... se não se pretende usar uma imobiliária, pelo menos é importante consultar um advogado.

    Por outro lado, existe um grande equivoco quando á exclusividade.
    A exclusividade não é não haver concorrencia. A imobiliária pode vender a qualquer pessoa que surja, podem existir "n" compradores e até concorrerem entre si.
    Quando não há exclusividade, nenhum mediador/agente se vai dedicar ao imóvel.

    Colocado por: Suri37

    Agradeço a sua opinião, mas não concordo de todo..Já tive uma péssima experiência com outro imóvel promovido em regime de exclusividade...A verdade é que não havendo concorrência, o consultor pode encostar-se, não se esforça e o vendedor fica muito mais nas mãos dessa imobiliária. Para mim essa hipótese está fora de questão.

    Tive mais visitas em regime aberto e mais propostas, do que no caso do outro imóvel que foi promovido em exclusividade...

    Colocar em 2 ou 3 é bom na minha opinião, agora colocar em 10, 20 ou até em 50 como já vi, acho um perfeito disparate..!
  16.  # 15

    Se o comprador recorrer a CH a documentação é tratada pelo próprio banco.

    Fazer um CPCV é coisa de 15 minutos, fácil.

    "Com exclusividade qualquer um pode vender", isso não é bem assim. A remax, por exemplo, nem sempre aceita partilhar comissão.

    Falar que as agências sem exclusividade não se dedicam é apenas a sua opinião, caso isso fosse 100% verdade só cá estavam as que trabalham com exclusividade.
    Concordam com este comentário: Suri37
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  18.  # 16

    A exclusividade = empenho do agente é uma falácia.

    O agente quer é vender e o seu empenho está directamente ligado à probabilidade de ser ele a conseguir vender o imóvel. Logo num imóvel que ele acha que é uma venda rápida ele vai dedicar-se um pouco mais
    Concordam com este comentário: Suri37
  19.  # 17

    Não referi que com exclusividade qualquer um pode vender.
    Disse que com exclusividade qualquer um pode comprar... e são os compradores que fazem essa "concorrencia", não o vendedor.
    O imóvel a vender é sempre o mesmo, com as mesmas caracteristicas.
    Mas os compradores podem vir de todo o lado.A disputa entre compradores é que faz elevar o valor do imóvel.
    A exclusividade é à venda, não é à compra.

    Os CPCVs e a sua formalização dependem muito de caso para caso. Há casos simples, correntes e outros em que há necessidade de acautelar as mais diversas questões. Dái referir o consultar-se um advogado.
    Em abono da verdade, uma casa é normalmente a compra mais cara que uma familia faz. Quem se mete por atalhos, por vezes mete-se em trabalhos... e sem necessidade.

    Colocado por: ApostadorSe o comprador recorrer a CH a documentação é tratada pelo próprio banco.

    Fazer um CPCV é coisa de 15 minutos, fácil.

    "Com exclusividade qualquer um pode vender", isso não é bem assim. A remax, por exemplo, nem sempre aceita partilhar comissão.

    Falar que as agências sem exclusividade não se dedicam é apenas a sua opinião, caso isso fosse 100% verdade só cá estavam as que trabalham com exclusividade.
    Concordam com este comentário: zed
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Apostador
  20.  # 18

    Lego engano. Ora veja comigo:

    O agente/agencia imobiliária quer é vender. De acordo.

    Se o imóvel estiver em regime de exclusividade, o agente vai dedicar-se á comercialização do mesmo, pois sabe que será um serviço pago.

    Se o imóvel não estiver em regime de exclusividade, ninguém vai investir tempo e dinheiro num negócio que poderá nunca ser pago.
    Como o mercado está actualmente muito aquecido, poderá surgir um comprador, é certo.
    Porém, o investimento e acompanhamento desse imóvel é reduzido ao minimo. Este imóvel tem muitos imóveis que lhe passam á frente na comercialização.
    Este e outros agentes estão a trabalhar sobre o mesmo imóvel "livre", logo, ninguém presta atenção ao imóvel.


    Colocado por: amartinsA exclusividade = empenho do agente é uma falácia.

    O agente quer é vender e o seu empenho está directamente ligado à probabilidade de ser ele a conseguir vender o imóvel. Logo num imóvel que ele acha que é uma venda rápida ele vai dedicar-se um pouco mais
  21.  # 19

    Colocado por: Suri37
    Mas já estou farta disto, fala-se de euforia no mercado imobiliário, mas a minha experiência tem sido o oposto, 4 ofertas aceites e zero CPCV ( só preciso de um...!). Comentários agradecem-se..!


    Minha estimada, sou de deixar os comentários atinentes ao mérito do seu negócio, e bem assim às condições de mercado para os pseudo-profissionais nesta matéria, focando antes a minha atenção apenas na questão do tão almejado CPCV, porquanto labora você num pequeno equívoco.

    E sobejamente consabido que o contrato de promessa compra e venda (CPCV), muito embora não seja obrigatório por lei, é imprescindível nos dias que correm, já que estipula tanto os direitos como os deverem de todas as pessoas envolvidas no negócio (cfr. art. 410º, nºç 1 do CC). Ora como o próprio nome indicia, ele não formaliza a alienação, sendo apenas uma mera promessa, a qual não é necessariamente vinculativa...

    Um promitente-comprador, mesmo após a celebração do correspondente CPCV pode legitimamente furtar-se ao seu cumprimento, sem sofrer as comuns sanções associadas a este tipo de contrato, contanto e para tanto tendo-se por bastante que o não cumprimento não seja por causa a aquele imputada (a título meramente ilustrativo, o crédito hipotecário não é aprovado, impossibilitando o negócio).

    Acresce ressalvar que, outro risco associado no qual pode incorrer resulta no facto de, já possuindo um competente CPCV, que acabe por se gorar aquando da data do seu termo - pela razão supra -, podem nesse período ter surgido outros potenciais e eventualmente mais promissores interessados que entretanto avançaram para outros negócios...

    Em face destes considerandos, má fortuna a sua, o CPCV não é necessariamente garante de nada, sabendo-se que é sempre, sempre aconselhável! Sou pois de lhe desejar as maiores felicidades no seu almejado e legítimo desiderato.
    Concordam com este comentário: amartins, reginamar
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Picareta, reginamar, Suri37
  22.  # 20

    Colocado por: amartinsA exclusividade = empenho do agente é uma falácia.

    O agente quer é vender e o seu empenho está directamente ligado à probabilidade de ser ele a conseguir vender o imóvel. Logo num imóvel que ele acha que é uma venda rápida ele vai dedicar-se um pouco mais
    Concordam com este comentário:Suri37


    Verdade, e aqui a exclusividade é um detalhe. Se insistirem muito, ou o imóvel é difícil, ou o mediador tem poucos imóveis e quer angariar para ter carteira.

    Quando vendi a minha casa, estavamos reticentes em vender. O mediador, como estavamos na dúvida, propos contrato de mediação sem exclusividade, e assumiu o "risco". E em 3 semanas vendeu, e nós não procuramos mais ninguém para promover o imóvel.
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