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    • Splash
    • 22 Setembro 2019 editado

     # 1

    Boa tarde!

    Queria pedir-vos ajuda, especialmente a quem tenha conhecimento mais aprofundado acerca de instalações de gás, acerca de uma situação que se está a passar com a minha mãe.

    Então é assim: um vizinho da minha mãe tem, há bem mais de um mês, uma botija de 45kg de propano encostada à casa (e a um metro da moradia da minha mãe), no exterior e sem qualquer proteção para além de uma tábua de madeira por cima, ligada diretamente à canalização que segue para o interior da moradia.

    A botija foi retirada do local próprio (uma divisão ventilada no exterior) depois de ter sido detetada uma fuga que esvaziou uma botija num dia ou dois. Esta foi a versão comunicada à minha mãe quando questionou o vizinho, tendo-lhe sido igualmente dito que a reparação começaria no dia a seguir a esta conversa.

    Acontece que nada, mas absolutamente nada, foi feito desde essa altura, continuando a botija naquela situação e parecendo que a situação provisória em que supostamente se encontrava se está a tornar permanente. A minha mãe está com receio do que possa suceder se nada for feito.

    É legal uma instalação deste tipo? Que riscos existem? Que entidade poderá, se chamada a agir, fiscalizar esta instalação e obrigar a repôr a segurança?

    Desde já agradeço a ajuda.
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    • 22 Setembro 2019

     # 2

    Por razões de segurança, as garrafas devem ficar alojadas em cabines próprias, para as resguardar dos efeitos das intempéries.
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  2.  # 3

    Existe legislação nesse sentido? E quem fiscaliza?
  3. Procura serviços ou materiais para a sua casa? Contrate quem ajuda no fórum.

  4.  # 4

    Não conheço a legislação mas tenho visto que todos os grandes armazéns de botijas de gaz são ao ar livre. O que parece lógico pois em caso de fuga ao ar livre é quase inócuo. O que é perigoso é a acumulação de gaz num local fechado.
  5.  # 5

    Sim há. Quem fornece o gás pode recusar-se

    https://www.condominiodeco.pt/informe-se/artigos/outras/inspecoes-gas-alteracoes
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    • 22 Setembro 2019

     # 6

    Colocado por: SplashExiste legislação nesse sentido? E quem fiscaliza?


    Existe: https://dre.pt/pesquisa/-/search/316163/details/maximized
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  6.  # 7

    Obrigado pela ajuda. Já enviei a legislação à minha mãe, onde surge bem explícito a necessidade da cabina no exterior.

    Inclusive, indica que esta cabina serve, entre outros objetivos, para "evitar que a temperatura da fase líquida do seu conteúdo seja superior a 50ºC". Algo que eu tenho a certeza absoluta que já aconteceu com a botija que lá colocaram.

    Se alguém souber como suscitar uma fiscalização deste tipo (na eventualidade de pretenderem continuar com aquilo assim), diga-me, sff, como fazê-lo.
  7.  # 8

    A Galp faz, se for esse o fornecedor é fácil
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    • Splash
    • 22 Setembro 2019 editado

     # 9

    Não sei se aquela instalação provisória não terá sido feita pelo fornecedor local do vizinho da minha mãe. Acho provável que tenha sido.

    Existirá alguma entidade, para além dos fornecedores, que poderá/deverá fiscalizar uma instalação de gás?

    PS - Poderá ser a Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG)...
  8.  # 10

    Procure na net uma da área. Há muitas entidades certificadas no site da Direcção Geral de Energia. Peça dois ou três orçamentos
  9.  # 11

    Vamos lá ver uma coisa.
    Entao o que acontece às garrafas que estao ao sol com temperaturas de 50 graus paradas nos parques dos revendedores de botijas?
  10.  # 12

    Fazer queixas nas autoridades.
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  11.  # 13

    Colocado por: SirruperVamos lá ver uma coisa.
    Entao o que acontece às garrafas que estao ao sol com temperaturas de 50 graus paradas nos parques dos revendedores de botijas?

    Nada.

    A única diferença é que essas garrafas não têm um equipamento a fazer pressão na válvula de saida de gás.
    O que também não quer dizer que vá acontecer alguma coisa
  12.  # 14

    Tive aqui um vizinho uns 6 ou 7 anos numa situação igual.
    Com a agravante da botija estar num sítio inclinado.

    Nunca aconteceu nada.
    Sorte ou não, não sei!!
  13.  # 15

    Queixa na protecção civil do município da residência.
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  15.  # 16

    AS botijas de gás não rebentam, primeiro têm uma válvula de segurança que em caso de excesso de pressão liberta o gás para o exterior, uma botija de gás têm um facto de segurança de 3, aguentam 3x mais pressão do que aquela que está carregada.

    O sentido de as botijas estarem no exterior da habitação é que em caso de incêndio, estão mais protegidas, caso estejam dentro da habitação, no incêndio começam a libertar o gás e alimentam o fogo.

    Claro que devem estar protegidas do meio ambiente, porque o sol e a chuva degradam as mangueiras e os sistemas de ligação, que pode levar a uma libertação de gás para atmosfera.
    Concordam com este comentário: Carvai, crab
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  16.  # 17

    O único problema será mesmo se houver uma fuga que apanhe uma fonte de ignição, as botijas "rebentam" após todo o gás ter sido consumido, pois a chama recolhe para dentro da garrafa... Mas já é um caso mais rebuscado
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, Mk Pt
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  17.  # 18

    Vou, com a minha mãe, falar com esses vizinhos este fds.

    Continuam sem qualquer indício de que vão retirar a botija para o local apropriado, pelo que se pretenderem manter esta situação, terão problemas.
    • crab
    • 28 Setembro 2019

     # 19

    Honestamente, não acho que valha a pena estar com grandes chatices. Talvez o homem até queira mesmo tirar aquilo o mais depressa possível e simplesmente não tenha condição económica para isso.

    Pense lá: Prefere aguentar com a botija durante um mês ou dois em que, como já explicaram, há 99,9% probabilidade de não acontecer nada. Ou prefere criar mau ambiente com a pessoa que vai ver durante todos os dias enquanto um dos dois aí viverem?
  18.  # 20

    Pela leitura das características, as botijas da série Pluma da Galp são munidas de vávlvula e fusível térmico, os outros modelos não.
    As botijas da OZ penso que todas tenham a dita válvula de segurança.
    Questionei a GALP acerca da válvula de segurança com fusivél e o risco de explosão, apenas responderam ser "mais seguro com a válvula", sem mais.

    Estamos a analisar a situação de continuar a usar fogão com porta garrafa no interior da habitação, ou colocar no exterior e fazer ligação até à cozinha com tubagem de cobre. Curiosamente solicitei 2 orçamentos para colocar garrafa no exterior junto de 2 técnicos de gás, e num deles o "armário" é obrigatório o outro não. Os técnicos instaladores assumem um termo de responsabilidade ou comunicam a instalação junto de alguém ?
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