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  1.  # 201

    Parece que a meio desta conversa se perde um pouco o grande objectivo que a fez começar, demostrar resultados reais da utilização de substância ou técnicas que tenham um impacto positivo neste grande flagelo que atacou o nosso relvado amigo da falta de água, manutenção, pisoteio, animais e etc..
    Penso que na primavera irei, numa pequena parte do relvado, escarificar(com receio de matar de vez as guias boas), adubar com força e colocar um pouco de areia do rio e então utilizar a solução de lixívia.
    Numa outra conversa que tive com uma pessoa entendida do ramo, está afirmou estar a controlar a proliferação deste bicho com o antigo confidor, alguém tem uma opinião sobre isto?
    Assumindo que isto é resultado do tal blissus,nos casos mais graves em que o relvado por e simplesmente fica todo amarelo, podemos descartar a ideia de um conjunto de factores como um insecto e um fungo agindo simultaneamente.
  2.  # 202

    Zen, obrigado pelo link sobre o chinch bug. Claramente me leva crer que é este o meu problema, numa consegui foi observar nenhum nos skimmers da piscina ou nas paredes em volta do relvado
  3.  # 203

    Lixivia?!
    Mata a praga, mata os insectos úteis, dá cabo do solo.... e depois, no ano seguinte, em vez de um problema tem vários
    Eu não uso qualquer fitosanitário... faço com que a passarada ajude. Varro com vassoura metálica para tirar as partes mortas e soltar um pouco as áreas densas... até agora tem resultado
  4.  # 204

    O senhor poolgarden, afirma estar a ter resultado com a diluição. Claro que tudo o que experimentar será num pequeno pedaço do relvado para que se tiver restados negativos, estes não tenham impacto visual no relvado. Tenho obviamente preferência em utilizar produtos e métodos não nocivos ao meio ambiente mas como controlar uma praga que se alimenta de raízes? Com todo o respeito, não me parece existir uma solução que passe pela passarada,porque se falamos de pragas e porque os predadores naturais não estão a conseguir manter o equilíbrio no ecossistema em questão. A menos que exista um predador que esteja debaixo da terra, parece me difícil.Tirando os secos parece me ser o passo obrigatório para não ter o relvado a parecer um monte de feno e entre a erva seca e a terra escura prefiro ver a terra.
    E concordo consigo Leonorb, o tratamento não químico é o caminho para o particular, talvez até replantar com o tal kikuyo o a grama brasileira mas em termos profissionais como se pode resolver isto sem que o cliente passe para o próximo jardineiro porque o actual matou o relvado? 😂
  5.  # 205

    Parece me que esquecer o escalracho é o caminho, agora também acho que fazer a introdução de espécies não endémicas e especialmente evasivas não seja o caminho.
  6.  # 206

    Pois... percebo que para profissionais seja mais complicado, mas ainda assim, lixivia, muita ou pouca, não acho bem

    Antes de haver larvas há adultos; se forem expostos heverá menos larvas
  7.  # 207

    Tenho uma grande área de relva e não me lembro de alguma vez ter tido este fungo, ainda que onde o cão marca território fique relativamente queimado?

    Vocês escarificam? Se sim, quantas vezes?
    • eu
    • 29 novembro 2020

     # 208

    Colocado por: Rikjonestalvez até replantar com o tal kikuyo

    Não precisa de fazer nada, o kikuyo vai rapidamente ocupar esse espaço deixado pelo escalracho.
  8.  # 209

    Concordo “eu”, já está a acontecer e agora traz me para o segundo problema que referi quando participei pela 1’ vez neste fórum. Como já referi meio relvado é composto por escalracho e a outra metade por kikuyo, no caso do kikuyo a única altura do ano em que está bonito é na primavera depois de adubado, partir do fim da primavera começa a demonstrar um comportamento de desprendimento do chão depois de pisado, outono e inverno se lhe passar uma vassoura,para tirar as folhas secas das árvores circundantes,tiro o relvado todo do chão.qual é a vossa opinião?ja alguém teve este problema com o kikuyo?
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  9.  # 210

    Leonor obrigado pelo feedback, vou repensar na diluição.
  10.  # 211

    Essa relva faz umas guias sem raiz. Será isso que levanta quando varre? Ou varre com muita força, será?
    Pelo menos a minha na zona da arvores é assim... deve ir à procura de mais sol
  11.  # 212

    O relvado tem sol até as 14h no inverno e até as 16 no verão.. não me parece problema de luz entretanto em algumas partes mais secas depois de tirar uma amostra de solo, apareceu me este tipo de”algodão” como demonstra a fotografia, fungo?
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  12.  # 213

    Parece-me que sim... podridão cinzenta, algo tipo bolor
    Se bem que tenho sempre alguma dificuldade com as fotos
    Tire essas matérias mortas... absorvem e mantêm a humidade e fazem esse fungo. Faça uma clareira na zona para entrar o sol que desaparecem
    Com uma forquilha faça uns furos no solo para drenar melhor a água
    Não é dramático para o relvado se retirado
    • MFSTB
    • 2 dezembro 2020 editado

     # 214

    Colocado por: zedEssa palha está morta, é assim que fica onde o percevejo come os rizomas. Pode arrancar antes da primavera para que cresça relva nova.

    As extremidades junto ao cimento como tem aí são áreas que atingem maiores temperaturas no verão quando o sol aquece o betão, o que as torna mais vulneráveis ao percevejo. Ao passar com a roçadora aí fragiliza ainda mais pois não é um corte limpo.


    Há vários.

    https://www.turffiles.ncsu.edu/insects/chinch-bug-in-turf/

    O que pode acontecer é o bicho ter desenvolvido resistência a determinado insecticida. Por esse motivo é importante que se alterne entre insecticidas com princípios activos diferentes (fonte:https://edis.ifas.ufl.edu/in714).


    Chamado?


    LEBRON

    A maior parte dos produtos desta lista já foram retirados do mercado europeu. Disponíveis aínda apenas cipermetrina, deltametrina e lambda-cialotrina
    Estas pessoas agradeceram este comentário: zed, lmcaet, Rikjones, Jessica Horta
  13.  # 215

    Obrigado MFSTB, o que acha do lebron? Não trará resultados segundo a a lista.
    Já utilizou algum dos 3 que mencionou que ainda estão no mercado?
    Como tem tratado o problema no seu caso?
    • zed
    • 3 dezembro 2020

     # 216

    O LEBRON foi também o que me propuseram dizendo que tinham tido bons resultados.
    • MFSTB
    • 4 dezembro 2020 editado

     # 217

    Colocado por: RikjonesObrigado MFSTB, o que acha do lebron? Não trará resultados segundo a a lista.
    Já utilizou algum dos 3 que mencionou que ainda estão no mercado?
    Como tem tratado o problema no seu caso?


    Os resultados dependem mais da aplicação e não dos produtos, grânulos ou liquidos.
    O LEBRON é um insecticida de contacto e ingestão, significa que para matar os percevejos tem de chegar junto das raízes até eles, logo um relvado menos denso e escarificado permite que os grânulos penetrem mais fundo.

    A diferença para o CICLONE ou RISBAN, retirados do mercado, é que estes insecticidas eram mais persistentes e também funcionavam por fumigação (daí o seu cheiro intenso) com uma grande eficácia a centímetros de distância das pragas.

    As regas seguintes à aplicação incorporam um pouco o produto no solo, mas a sua eficácia nunca será a ideal o que obriga a repetição do tratamento.

    Há um vídeo americano no youtube com um método simples para detectar o “clinch bug” ao minuto 1:30 e realizar o tratamento com um insecticida granulado.

    https://youtu.be/Qh50mEQ6jcM
  14.  # 218

    Boa noite.

    Curiosidades, após trazer á baila esta discussão sobre este problema com o escalrracho. Onde inclusive me questionaram se sabia o que era escalrracho, e ninguém nunca ouvira falar em qualquer problema que afetasse este tipo de gramínea agora é só bitaites por todo o lado com o que se encontra na internet. Passe a expressão e sem ofensa para ninguém, tenham por favor cuidado com as fontes de informação do que se recolhe. A experiência do dia a dia e o contato com os inúmeros exemplos cada qual com as suas características é que me fez expor e partilhar as conclusões a que cheguei depois de anotar todas essas informações durante meses, em que foram testados diversos tipos de insecticidas Reldan, Lebron, etc. E, na verdade, zero resultados.
    O facto é que quando criei esta discussão, foi por ter este problema em quatro jardins da empresa, e na altura embora andasse de joelhos a examinar a relva morta, a arrancar pedaços, e a ver minuciosamente á procura de indícios que me ajudassem a perceber o que estaria a provocar o problema, eu nunca mas nunca mesmo, vi qualquer blissus.
    Concordam com este comentário: leonorb
    Estas pessoas agradeceram este comentário: elnunes, MFSTB
  15.  # 219

    A questão da lixívia, ou hipoclorito, como lhe queiram chamar não prejudica em nada mas absolutamente nada, (nas proporções que referi) a relva. Para os mais cépticos, sou da área científica e não faço as coisas de ânimo leve, essa proporção foi encontrada ao fim de dois meses de ensaios. E a conclusão de que me resultava parando de proliferar o problema que afeta o escalrracho, foi apenas tida ao final de 4 meses após a primeira aplicação. Apliquei duas vezes com um intervalo de 15 dias.

    O que tinha vida voltou a desenvolver, o que estava morto... Morto ficou.

    Boa noite a todos.
  16.  # 220

    RIKJONES.

    A propósito da sua dúvida quanto às fotos que colocou.

    A primeira de facto é kikuio.

    Agora a segunda é grama, de escalrracho nada tem, a não ser que seja uma imitação chinesa. Agora é que não é altura para se arrancar umas guias de escalrracho senão eu colocava uma foto para todos os intervenientes saberem destinguir.

    Boa noite a todos
 
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