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    • tiag
    • 17 março 2020

     # 1

    Bom dia a todos devido a esta situação acham seguro continuar com as taxas de juro variáveis ou optar pela segurança e optar por fixa?
  1.  # 2

    Se houver subida da taxa de juros, nao tera de se preocupar mais com fixa ou variavel, tremendo o caos que se instalara. Eu optaria por variavel.
  2.  # 3

    É pouco provável que a Euribor suba. O problema vai ser o desemprego, subida de preços nos bens, etc.
  3.  # 4

    Porque é que a euribor subiria num cenário de crise? Normalmente acontece é o oposto.
    Concordam com este comentário: CMartin, ANdiesel, Paramonte
  4.  # 5

    Colocado por: tiagdevido a esta situação

    Qual situação?
    Qual subida da Euribor qual carapuça?
    Por acaso tem a noção daquilo que afirma no título do tópico que acabou de criar?
    Com tal nível de alarmismo e capacidade de adivinhação, nem se percebe bem pq precisa de aconselhamento?
    Quer um conselho. Não recorra a crédito, assim fica com o problema resolvido.
    • tiag
    • 17 março 2020

     # 6

    Caro kduvidas apenas fiz uma pergunta, se você não tem receio é consigo, apenas expus a minha preocupação e certamente não sou o único. Um crédito infelizmente é para a vida e azar de quem precise dele.
    Peço desculpa pelo tópico que criei, não foi com o intuito de alarmar ninguém. Foi apenas uma simples pergunta do pobre que precisa de pagar a casa e de contar com todos os cenários.
  5.  # 7

    Um pouco "ao lado", para não dizer ao contrário, do que muitas vezes se diz, o principal objetivo do BCE não é estimular ou apoiar a economia, mas sim conter (ou controlar, de acordo com a perspetiva) o nível de inflação na Europa.

    Não frequentei nenhuma disciplina de macroeconomia, mas, no corrente contexto, devido à diminuição de rendimentos e da confiança, teremos redução da procura, e a tendência inicial deverá ser de redução generalizada de preços, portanto, não parece haver motivos para aumentar a taxa de juro de referência. À mistura, poderá haver algum reequilibrar da balança comercial portuguesa, pois deverão diminuir muito as importações (o que, em certa medida, até é positivo).

    Mais uns meses para a frente, também irá ocorrer uma redução da oferta (dependerá dos setores concretos, mas até pode ser uma forte diminuição, com encerramento de muitas empresas). Quando a "coisa" estabilizar, poderemos estar num cenário de maior monopólio por parte das empresas que vingarem, e, pese embora a provável redução ou tamponamento dos custos com salários, a depressão da oferta pode induzir a aumentos, mais ou menos, indiscriminados de preços. A verificar-se, teremos o BCE a intervir.

    Isto é tudo uma futurologia engraçada e simplista, mas o mais curioso nisto tudo é que dois dos principais elementos de despesa mensal das famílias nunca são considerados no cálculo das taxas de inflação: transportes e... habitação!
    • smart
    • 18 março 2020 editado

     # 8

    Hum..
    só posso dizer que entre pagar -0.288 % pela variável e 0.131 % pela fixa, se não tiver previsões de amortizações (penalização 2% em vez de 0.5%), nem troca de casa, prefiro pagar a diferença pela estabilidade...
    O spread a adicionar será igual nos 2 casos...
      Taxas 17MAR20.JPG
  6.  # 9

    A taxa fixa só é fixa sob algumas condições e também durante um curto prazo de tempo, 10 anos.
    Se se verificarem algumas alterações nalguns indicadores a taxa também pode subir.
    Fale com seu banco e enclareça-se
    • smart
    • 18 março 2020 editado

     # 10

    Hum..
    Nop...
    Fica tudo no contrato..
    Cada banco prática a sua maturidade..
    Na figura são 30y, fixos pelos 30 y.
    • Soract
    • 20 março 2020 editado

     # 11

    Esperemos que tenham razão e que não aumente. Mas este mês a euribor tem aumentado todos os dias praticamente, por exemplo a de 12M:
    06/03/2020 -0,348 %
    19/03/2020 -0,221 %

    https://www.euribor-rates.eu/pt/taxas-euribor-actuais/4/euribor-taxa-12-meses/
  7.  # 12

    Colocado por: ricardo.rodriguesUm pouco "ao lado", para não dizer ao contrário, do que muitas vezes se diz, o principal objetivo do BCE não é estimular ou apoiar a economia, mas sim conter (ou controlar, de acordo com a perspetiva) o nível de inflação na Europa.

    Não frequentei nenhuma disciplina de macroeconomia, mas, no corrente contexto, devido à diminuição de rendimentos e da confiança, teremos redução da procura, e a tendência inicial deverá ser de redução generalizada de preços, portanto, não parece haver motivos para aumentar a taxa de juro de referência. À mistura, poderá haver algum reequilibrar da balança comercial portuguesa, pois deverão diminuir muito as importações (o que, em certa medida, até é positivo).

    Mais uns meses para a frente, também irá ocorrer uma redução da oferta (dependerá dos setores concretos, mas até pode ser uma forte diminuição, com encerramento de muitas empresas). Quando a "coisa" estabilizar, poderemos estar num cenário de maior monopólio por parte das empresas que vingarem, e, pese embora a provável redução ou tamponamento dos custos com salários, a depressão da oferta pode induzir a aumentos, mais ou menos, indiscriminados de preços. A verificar-se, teremos o BCE a intervir.

    Isto é tudo uma futurologia engraçada e simplista, mas o mais curioso nisto tudo é que dois dos principais elementos de despesa mensal das famílias nunca são considerados no cálculo das taxas de inflação: transportes e... habitação!


    Acho que foi uma analise bastante acertada.
    Concordam com este comentário: HAL_9000
  8.  # 13

    Colocado por: ricardo.rodriguesNão frequentei nenhuma disciplina de macroeconomia


    Colocado por: ricardo.rodriguesNão frequentei nenhuma disciplina de macroeconomia, mas, no corrente contexto, devido à diminuição de rendimentos e da confiança, teremos redução da procura, e a tendência inicial deverá ser de redução generalizada de preços, portanto, não parece haver motivos para aumentar a taxa de juro de referência. À mistura, poderá haver algum reequilibrar da balança comercial portuguesa, pois deverão diminuir muito as importações (o que, em certa medida, até é positivo).

    Mais uns meses para a frente, também irá ocorrer uma redução da oferta (dependerá dos setores concretos, mas até pode ser uma forte diminuição, com encerramento de muitas empresas). Quando a "coisa" estabilizar, poderemos estar num cenário de maior monopólio por parte das empresas que vingarem, e, pese embora a provável redução ou tamponamento dos custos com salários, a depressão da oferta pode induzir a aumentos, mais ou menos, indiscriminados de preços. A verificar-se, teremos o BCE a intervir.


    O que me espanta é como é que um gajo que diz que não "frequentei nenhuma disciplina de macroeconomia", conseguiu ser tão certeiro nesta intervenção e o BCE andou a apanhar bonés até Abril do Ano passado.

    O BCE é bom é a subir juros e bater na madeira 3 vezes para pervenir qualquer eventualidade.
  9.  # 14

    Muitos srs aqui, meteram a viola ao saco e fizeram se à estrada. Pobre é pobre, mas não é burro.
    Concordam com este comentário: ANC
  10.  # 15

    o meu feeling é : se aguenta a prestação agora, então opte pela variável a 3 meses.
    Concordam com este comentário: diouf_matos, silence
  11.  # 16

    Fogo... 2020. Efectivamente não subiu, mas 2022 deu uma chapada dos diabos xD
  12.  # 17

    E pior, subiu a Euribor, subiram os preços dos bens e tá a aumentar o desemprego... socorro.
  13.  # 18

    Colocado por: marco1o meu feeling é : se aguenta a prestação agora, então opte pela variável a 3 meses.
    Concordam com este comentário:diouf_matos


    O mais provável é que continuem a subir até os primeiros 6 meses do próximo ano
  14.  # 19

    Fixar a 4 anos a 3,65% (spread 0,7), o que acham?
  15.  # 20

    Colocado por: fanPPPFixar a 4 anos a 3,65% (spread 0,7), o que acham?


    Parece ótimo...
 
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