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  1.  # 1

    Olá a todos,

    Permitam-me obter a vossa opinião em relação ao seguinte:
    Na eventualidade de adquirir um imóvel que já tenho em vista e que tenciono utilizar como primeira habitação em conjunto com a minha namorada, tenho os seguintes 3 cenários:
    1- Compro dando uma entrada de 65% a 70% através um crédito hipotecário, ficando a pagar sozinho o restante.
    2- Compro em compropriedade, dando como entrada ao banco entre 55% a 65% (em que 50% são meus) ficando a prestação a cargo da minha namorada.
    3- Compro em compropriedade, eu pago a minha parte, a minha namorada pede um crédito para ela pagar a parte dela (dando ela entrada 20% dos 50% do valor do imóvel) se o/algum banco for nisso…

    Caso algo corresse mal: no primeiro caso eu ficaria com a casa, nos outros dois casos tentaria comprar a parte dela…

    Qual cenário me é mais favorável? E me recomendam?
    Na terceira hipótese como funciona o crédito hipotecário, caso haja uma eventual falha da parte dela? A hipoteca nunca poderá ser por ½ do imóvel certo?
    Qual a probabilidade esperada de ser necessário fiador para alguma das opções?
    Pelo que percebi a casa está praticamente pronta faltando licença de habitação que ficará a cargo do comprador. Que valores e tempo poderemos estar a falar?

    Antecipadamente grato pelos esclarecimentos.

    Um abraço
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  3.  # 2

    Colocado por: walkerNa terceira hipótese como funciona o crédito hipotecário, caso haja uma eventual falha da parte dela?
    Duvido que o banco faça hipoteca apenas sobre uma fração da habitação. O melhor É darem entrada igual e fazerem o crédito 50/50 em co-propriedade.

    Ou então O walker investe por ex. 100k, e a sua namorada com a parte que conseguir (ex. 25K). O restante fazem crédito habitação em nome dos dois e registam a casa 50/50 para cada um. Vão a um notário em que e fazem um reconhecimento de dívida onde: a sua namorada reconhece que lhe fica a dever 35k (metade dos 75k que você deu a mais que ela para a entrada). Se um dia se chatearem o walker compra a parte dela, em que 35k são descontados porque já eram seus. Não sei se me fiz entender.

    Ou isso ou compre só em seu nome. Qualquer outra divisão que 50/50 me parece complicado em termos de crédito habitação.
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  4.  # 3

    Colocado por: walkerQual cenário me é mais favorável? E me recomendam?


    nenhum....

    acho que estas coisas de começarem a vida a dois a dividir logo os bens dá sempre raia. Cada um ajuda com o que tem mas a posse é sempre dos dois de forma equilibrada 50/50

    vai se descapitalizar totalmente se der uma entrada de 65% ou 70% ? ou ainda sobra algum fundo de maneio.

    olhe que ainda se gasta uma pipa de massa a mobilar uma casa
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  6.  # 4

    Muito, muito obrigado pelas recomendações.
    Eu penso não me ter esclarecido bem em relação às percentagens da copropriedade. A ser comprado em coopropriendade, seria sempre 50/50, sendo que um pagaria logo a sua parte (eventualmente como forma de entrada) e o outro elemento não.

    Duvido que o banco faça hipoteca apenas sobre uma fração da habitação. O melhor É darem entrada igual e fazerem o crédito 50/50 em co-propriedade.


    Era o que suspeitava, a vantagem seria: menos um seguro de vida, poder pagar menos juros pois o valor pedido ao banco seria inferior (estando a minha parte já paga e a servir de entrada) e a facilidade em obter o respetivo crédito por mais de metade do imóvel estar pago.

    vai se descapitalizar totalmente se der uma entrada de 65% ou 70% ? ou ainda sobra algum fundo de maneio.


    Eu teria possibilidade de ir no máximo aos 72% do total (sozinho), mas 65% seria mais confortável para alguma outra eventualidade.

    olhe que ainda se gasta uma pipa de massa a mobilar uma casa


    Sim é verdade, estamos cientes disso, já moramos juntos há alguns anos, temos assim alguma mobília e não temos pressa de mobilar todo o que faltar. E eventuais mudanças que pretendermos fazer.. Igualmente não temos pressa na nossa mudança.

    acho que estas coisas de começarem a vida a dois a dividir logo os bens dá sempre raia. Cada um ajuda com o que tem mas a posse é sempre dos dois de forma equilibrada 50/50


    A posse ou seria de apenas um, ou dos dois em partes iguais.
    E sobre a questão da licença de habitação? Fiador?
    Abraços
  7.  # 5

    Colocado por: walkerEu penso não me ter esclarecido bem em relação às percentagens da copropriedade. A ser comprado em coopropriendade, seria sempre 50/50, sendo que um pagaria logo a sua parte (eventualmente como forma de entrada) e o outro elemento não.
    Eu percebi isso. O que eu disse é que não sei se é possível o banco financiar nem que seja apenas 20% de uma casa a uma pessoa que não vai possuir a totalidade do imóvel. O banco facilmente o esclarece acerca desse assunto.



    Colocado por: walkerE sobre a questão da licença de habitação? Fiador?
    A licença de habitação, a casa já terá de a ter para que se possa efectuar a venda, portanto quem tem de tratar disso é o actual proprietário, não os compradores (a não ser que seja casa de banco, aí terá de ver as condicionantes).

    Quanto à necessidade de fiador depende sempre de:
    - estabilidade laboral (Quase sempre os bancos preferem emprestar a quem esteja efectivo);
    - Taxa de esforço
  8.  # 6

    Colocado por: walkera facilidade em obter o respetivo crédito por mais de metade do imóvel estar pago.
    Esta facilidade não existe, porque na sua suposição, o banco também não iria hipotecar a totalidade do imóvel, mas apenas metade. Por isso é que julgo não ser possível o seu desiderato.
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  9.  # 7

    Boa tarde a todos,
    A minha namorada tenciona pedir um crédito hipotecário sobre a casa dos pais no valor da sua parte (1/2) deste outro imóvel que pretendemos adquirir.
    Assim compraríamos este novo imóvel a pronto.

    Para isso:
    1) Será necessário que a casa dos pais passe para nome dela?
    2) Terá ela igual acesso a taxas de juro e spred de primeira habitação? Ou seria vantajoso e possível ser a mão a pedir o crédito?
    Muito obrigado pelo esclarecimento.
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