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  1.  # 1

    Olá, eu e os meus vizinhos recebemos uma carta da câmara a dizer que precisamos de fazer obras no prédio. Como estamos em época de COVID não nos deram um prazo limite mas queremos resolver os problemas depressa.

    A minha questão é a seguinte, temos que fazer obras mas o prédio é velho, anterior a 1950 e não temos condomínio formado. Agora já tentámos contratar duas empresas de gestão de condomínios diferentes e as duas acabam por desistir de trabalhar connosco depois da primeira reunião ou ainda antes. Nunca admitem o motivo mas presumimos que é por ser um prédio velho que precisa de algum trabalho. Não vai ser só ir lá para mudar lâmpadas ou resolver problemas de campainhas. Alguém tem sugestões de empresas na área de Lisboa? Nenhum de nós tem tempo ou tem saúde para ser o administrador.
  2.  # 2

    Mas dessas empresas consultadas tiveram alguma informação quanto aos honorários solicitados?

    O haver muito ou pouco trabalho estará, de alguma forma, relacionada com eles. Nem compete à administração ir substituir lâmpadas. Compete-lhes resolver o problema mas não, necessariamente, da forma que pensam. Contratam um electricista e ele irá mudar as lâmpadas. A fatura aparecerá de pois. Mas se quiserem pagar bem acredito que encontrarão uma empresa.

    A propósito. Os proprietários já têm uma ideia do valor total da obra e quanto terão de pagar? E que o pagamento terá de ser feito antes da obra começar?
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  3.  # 3

    Colocado por: Joana FranciscoOlá, eu e os meus vizinhos recebemos uma carta da câmara a dizer que precisamos de fazer obras no prédio. Como estamos em época de COVID não nos deram um prazo limite mas queremos resolver os problemas depressa.

    A minha questão é a seguinte, temos que fazer obras mas o prédio é velho, anterior a 1950 e não temos condomínio formado. Agora já tentámos contratar duas empresas de gestão de condomínios diferentes e as duas acabam por desistir de trabalhar connosco depois da primeira reunião ou ainda antes. Nunca admitem o motivo mas presumimos que é por ser um prédio velho que precisa de algum trabalho. Não vai ser só ir lá para mudar lâmpadas ou resolver problemas de campainhas. Alguém tem sugestões de empresas na área de Lisboa? Nenhum de nós tem tempo ou tem saúde para ser o administrador.


    É uma questão de pesquisar, há muitas empresas.
    Mas falando por experiência própria, há uma série de outros motivos para não quererem trabalhar convosco: clientes não colaborantes, localização do edifício, por exemplo.

    (e se refere que uma aconteceu depois da primeira reunião, é bem possível que seja isso..).

    Já me aconteceu chegar a um prédio, ter uma reunião e perceber que não fazia sentido lá estar, porque as pessoas nem sobre a enumeração dos problemas estavam de acordo..
    • size
    • 14 Outubro 2020

     # 4

    Colocado por: Joana Francisco
    Agências de gestão de condomínios não querem trabalhar com o meu prédio


    Podem existir motivos para que recusem o serviço:

    -Prédio muito antigo, cheio de problemas
    -Prédio, onde os condóminos nunca assumiram as suas responsabilidades quanto à necessária conservação
    -Prédio, onde, possivelmente, não estará garantido que a maioria dos condóminos cumpram com as suas obrigações, nomeadamente, o valor das suas quotas.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Joana Francisco
  4.  # 5

    Colocado por: size
    Podem existir motivos para que recusem o serviço:

    -Prédio muito antigo, cheio de problemas
    -Prédio, onde os condóminos nunca assumiram as suas responsabilidades quanto à necessária conservação
    -Prédio, onde, possivelmente, não estará garantido que a maioria dos condóminos cumpram com as suas obrigações, nomeadamente, o valor das suas quotas.


    Falando por mim, p prédio ter problemas não é motivo para recusar clientes - mas já recusei prédios por inúmeros motivos: localização em zonas de difícil acesso
    localização em bairros que não me interessam - de um modo geral, tudo o que fique na zona Oriental de Lisboa, demarcada pelo Areeiro e Graça.
    prédios da Gebalis.
    condóminos desinteressados ou manifestamente hostis.
    expectativas desajustadas dos clientes
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Joana Francisco
  5.  # 6

    O meu prédio teve problemas do género.
    A empresa antiga do condomínio fechou e conseguiu ficar com o dinheiro que estava na conta corrente do banco!
    Felizmente não levaram o fundo de reserva.

    Estava a precisar de obras...
    Um pesadelo...

    Mas a empresa Stopword conseguiu-nos ajudar.
    Aconselho
  6.  # 7

    Também pode pedir ajuda à Deco
    https://www.condominiodeco.pt/
    • RRoxx
    • 14 Outubro 2020 editado

     # 8

    Colocado por: Joana FranciscoA minha questão é a seguinte, temos que fazer obras mas o prédio é velho, anterior a 1950 e não temos condomínio formado. Agora já tentámos contratar duas empresas de gestão de condomínios diferentes e as duas acabam por desistir de trabalhar connosco depois da primeira reunião ou ainda antes. Nunca admitem o motivo mas presumimos que é por ser um prédio velho que precisa de algum trabalho. Não vai ser só ir lá para mudar lâmpadas ou resolver problemas de campainhas. Alguém tem sugestões de empresas na área de Lisboa? Nenhum de nós tem tempo ou tem saúde para ser o administrador.


    Joana, isso é o que as empresas de condominios querem, predios a precisar de obras... tem é de haver liquidez.

    Basta pensar um pouco, so alguem que nao pense acha que o negocio é a gestão do condominio, quando os preços praticados sao abaixo de 100€ depressa se percebe que aquilo nao paga nem os telefones, só rende havendo obras e metendo a unha.

    Infelizmente os gestores de condominios "profissionais" estão ao nivel dos agentes imobiliários, são uma corja com baixa formação e ainda menos ética, salvo rarissimas excepçoes.

    quantas fracções sao no predio? e em que zona de lisboa? sequerem fazer obras, ha que perceber o que pode custar e não precisam de nenhum gestor de condominio para isso. organizem-se.
  7.  # 9

    Colocado por: RRoxxInfelizmente os gestores de condominios "profissionais" estão ao nivel dos agentes imobiliários, são uma corja com baixa formação e ainda menos ética, salvo rarissimas excepçoes.

    Depois os empreiteiros são uns aldrabões e pato-bravos, os pedreiros uns bêbados,etc.
    Os senhorios são uns sanguessugas os inquilinos caloteiros.
    Será que não existe gente honesta neste sector ?
    • size
    • 15 Outubro 2020

     # 10

    Colocado por: luisvv
    Falando por mim, p prédio ter problemas não é motivo para recusar clientes - mas já recusei prédios por inúmeros motivos: localização em zonas de difícil acesso
    localização em bairros que não me interessam - de um modo geral, tudo o que fique na zona Oriental de Lisboa,


    Tendo havido reuniões, após as quais declinaram o interesse, não terá sido pela localização do prédio. À partida, nem sequer proporcionariam tal reunião.

    Toparam .....

    Colocado por: Joana FranciscoBoa tarde,

    Comprei um apartamento em Lisboa inserido num prédio antigo que não tinha condomínio estabelecido. Há uns tempos começaram a haver infiltrações graves na minha casa. Sempre que chovia muito, chovia também no meu apartamento. As casas em cima estavam vazias (penhoradas) e o vizinho que está por baixo sempre me acusou de causar as infiltrações na casa dele por isso não se quis mexer. Depois de ter arranjado o telhado os problemas ficaram resolvidos.

    No entanto, acabei eu por pagar do meu bolso o arranjo do telhado porque o prédio estava praticamente abandonado. Agora os vizinhos (antigos e novos) querem-se juntar e constituir condomínio. Estou de acordo mas gostava de saber se posso descontar o valor já pago pelo arranjo do telhado quando começarmos a fazer mais obras no prédio? Por lei terei direito a descontar esse valor nos gastos do condomínio?

    Obrigada desde já
  8.  # 11

    Colocado por: size

    Podem existir motivos para que recusem o serviço:

    -Prédio muito antigo, cheio de problemas
    -Prédio, onde os condóminos nunca assumiram as suas responsabilidades quanto à necessária conservação
    -Prédio, onde, possivelmente, não estará garantido que a maioria dos condóminos cumpram com as suas obrigações, nomeadamente, o valor das suas quotas.
    Estas pessoas agradeceram este comentário:Joana Francisco


    Olá, está correcto em todos os pontos.

    1. O prédio tem problemas.
    2. Alguns condóminos, três deles, não querem pagar os arranjos e um deles foi à primeira reunião de condomínio e fartou-se de falar mal de tudo e disse logo que não queria pagar. Mais tarde, esse vizinho chato, ligou à pessoa responsável pela gestão de condomínios e voltou a reiterar porque é que não ia pagar etc. O que podemos fazer tendo em conta que temos alguém bastante vocal que quer ir a todas a reuniões só para chatear?
    3. Está garantido que pelo menos dois deles não vão pagar.

    O que se faz quando os condóminos não pagam? Pode-se fazer algo e avançar com obras sem os outros condóminos terem que pagar a parte dos que não pagam? A empresa de condomínios que contratámos nunca conseguiu dizer.

    Temos que chamar sempre esse vizinho chato que tenta sempre estragar tudo? É que sem ele as agências provavelmente não se vão assustar.
  9.  # 12

    Colocado por: Joana Francisco
    Olá, está correcto em todos os pontos.

    1. O prédio tem problemas.
    2. Alguns condóminos, três deles, não querem pagar os arranjos e um deles foi à primeira reunião de condomínio e fartou-se de falar mal de tudo e disse logo que não queria pagar. Mais tarde, esse vizinho chato, ligou à pessoa responsável pela gestão de condomínios e voltou a reiterar porque é que não ia pagar etc.


    Sim, ter um condómino conflituoso é algo que torna o prédio desinteressante (e se o preço oferecido tiver sido baixo, pior). Não é um dealbreaker, mas é preciso ter paciência e suporte dos restantes para contornar.


    O que podemos fazer tendo em conta que temos alguém bastante vocal que quer ir a todas a reuniões só para chatear?

    Garantir que tudo é feito de forma legalmente inatacável. Formalidades todas escrupulosamente cumpridas para não haver espaço para contestação.



    3. Está garantido que pelo menos dois deles não vão pagar.

    Se as deliberações forem válidas e não havendo obras desnecessárias ou excessivas, claro que pagam. Os restantes poderão ter que suportar um custo adicional num primeiro momento, mas no limite há o recurso aos tribunais - e aí a conta vem com uns extras que servem de emenda.


    O que se faz quando os condóminos não pagam? Pode-se fazer algo e avançar com obras sem os outros condóminos terem que pagar a parte dos que não pagam?

    Não. Alguém terá que pagar por eles, enquanto não se cobra judicialmente.



    Temos que chamar sempre esse vizinho chato que tenta sempre estragar tudo? É que sem ele as agências provavelmente não se vão assustar.

    Claro. O truque é conduzir a reunião com pulso firme: discutir só os assuntos da ordem de trabalhos e não deixar a discussão fugir para outros assuntos. Impedir interrupções e intervenções laterais e apartes.
    Concordam com este comentário: Joana Francisco
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Joana Francisco
    • MVA
    • 15 Outubro 2020

     # 13

    No meu prédio houve um condómino que se recusou a pagar as obras. E falamos de alguém com muito dinheiro.

    Tribunal com ele. Perdeu e recorreu para a Relação. Tornou a perder e recorreu para o Supremo. Tornou a perder.
    Pagou mais de custas judiciais e de honorários de advogado, do que aquilo que era o custo das obras.

    Há pessoal assim, o que se há de fazer. No final teve de acatar a ordem do tribunal e pagou a respectiva quota-parte das obras, mais juros de mora (só os juros de mora foram quase 50% do custo da obra).
    Concordam com este comentário: desofiapedro
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Joana Francisco
  10.  # 14

    Colocado por: MVANo meu prédio houve um condómino que se recusou a pagar as obras. E falamos de alguém com muito dinheiro.

    Tribunal com ele. Perdeu e recorreu para a Relação. Tornou a perder e recorreu para o Supremo. Tornou a perder.
    Pagou mais de custas judiciais e de honorários de advogado, do que aquilo que era o custo das obras.

    Há pessoal assim, o que se há de fazer. No final teve de acatar a ordem do tribunal e pagou a respectiva quota-parte das obras, mais juros de mora (só os juros de mora foram quase 50% do custo da obra).


    Como é bom ouvir estes relatos, só pecam por ser poucos... mas assim é q deveria de ser.
    Parabéns para o vosso condominio.
    Concordam com este comentário: hangas, RRoxx, desofiapedro
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Joana Francisco
  11.  # 15

    Colocado por: luisvv

    Falando por mim, p prédio ter problemas não é motivo para recusar clientes - mas já recusei prédios por inúmeros motivos: localização em zonas de difícil acesso
    localização em bairros que não me interessam - de um modo geral, tudo o que fique na zona Oriental de Lisboa, demarcada pelo Areeiro e Graça.
    prédios da Gebalis.
    condóminos desinteressados ou manifestamente hostis.
    expectativas desajustadas dos clientes
    Estas pessoas agradeceram este comentário:Joana Francisco,Ana_Dado


    O prédio é numa zona nobre em Lisboa e de fácil acesso. A única questão é que temos realmente vizinhos chatos que não querem gastar dinheiro no prédio e que o deixaram chegar a um estado em que precisa de várias obras. Quem trabalhar connosco já sabe que vai ter pessoas difíceis com quem lidar e que não vão querer desembolsar.
  12.  # 16

    Colocado por: MVANo meu prédio houve um condómino que se recusou a pagar as obras. E falamos de alguém com muito dinheiro.

    Tribunal com ele. Perdeu e recorreu para a Relação. Tornou a perder e recorreu para o Supremo. Tornou a perder.
    Pagou mais de custas judiciais e de honorários de advogado, do que aquilo que era o custo das obras.

    Há pessoal assim, o que se há de fazer. No final teve de acatar a ordem do tribunal e pagou a respectiva quota-parte das obras, mais juros de mora (só os juros de mora foram quase 50% do custo da obra).
    Estas pessoas agradeceram este comentário:Joana Francisco


    Pode-me dizer como fizeram relativamente às obras no que diz respeito ao pagamento aos empreiteiros. A nossa questão é que já sabemos que 3 condóminos não vão querer pagar por isso o que acontece aos outros? Pagamos a parte deles aos empreiteiros e depois colocamos em tribunal?
  13.  # 17

    Colocado por: luisvv

    Sim, ter um condómino conflituoso é algo que torna o prédio desinteressante (e se o preço oferecido tiver sido baixo, pior). Não é umdealbreaker, mas é preciso ter paciência e suporte dos restantes para contornar.


    Garantir que tudo é feito de forma legalmente inatacável. Formalidades todas escrupulosamente cumpridas para não haver espaço para contestação.



    Se as deliberações forem válidas e não havendo obras desnecessárias ou excessivas, claro que pagam. Os restantes poderão ter que suportar um custo adicional num primeiro momento, mas no limite há o recurso aos tribunais - e aí a conta vem com uns extras que servem de emenda.


    Não. Alguém terá que pagar por eles, enquanto não se cobra judicialmente.


    Claro. O truque é conduzir a reunião com pulso firme: discutir só os assuntos da ordem de trabalhos e não deixar a discussão fugir para outros assuntos. Impedir interrupções e intervenções laterais e apartes.
    Concordam com este comentário:Joana Francisco
    Estas pessoas agradeceram este comentário:Joana Francisco



    Olá, pois. Compreendo mas a questão é que esse vizinho que já lá vive desde o início (1950) acha-se o dono do prédio e tenta sempre estragar tudo. Chegou mesmo a ligar à pessoa que contratámos e a partir daí essa empresa nunca mais nos deu bola. Acho que ele vai fazer isso com todas as empresas que arranjarmos. A última que arranjámos desistiu no próprio dia em que tinhamos marcado a reunião, não duvido que lhe tenha ligado também.

    Esse é o mesmo vizinho que me colocou em tribunal pelos problemas estruturais do prédio. Quer que lhe pague uma fortuna pelos problemas que tem na casa embora todos os outros vizinhos (inclusivé eu) tenham o mesmo problema pq tudo o que de mal acontece no prédio é pq há problemas no telhado e no impermiabilidade do prédio (desculpe o desabafo).
  14.  # 18

    Colocado por: size

    Tendo havido reuniões, após as quais declinaram o interesse, não terá sido pela localização do prédio. À partida, nem sequer proporcionariam tal reunião.

    Toparam .....



    Antes da reunião, a empresa visitou o prédio e eu mostrei os documentos com todas as obras necessárias. Até aí eles estavam muito entusiasmados. O prob foi quando o vizinho se meteu na conversa e lhes ligou. A partir daí desapareceram do mapa. Sim, o prédio é velho e tem problemas mas podem ser resolvidos com uns 5000 euros. Além disso a maioria dos condóminos quer pagar.

    Não "toparam" porque depois desse meu último comentário o prédio foi habitado por gente jovem e com dinheiro para investir. Como disse, a maioria quer avançar com as obras.
  15.  # 19

    Colocado por: Joana Francisco
    O prédio é numa zona nobre em Lisboa e de fácil acesso. A única questão é que temos realmente vizinhos chatos que não querem gastar dinheiro no prédio e que o deixaram chegar a um estado em que precisa de várias obras. Quem trabalhar connosco já sabe que vai ter pessoas difíceis com quem lidar e que não vão querer desembolsar.


    Isso contorna-se, havendo vontade e disponibilidade dos restantes. Exige paciência, tempo e €.

    Pode-me dizer como fizeram relativamente às obras no que diz respeito ao pagamento aos empreiteiros. A nossa questão é que já sabemos que 3 condóminos não vão querer pagar por isso o que acontece aos outros? Pagamos a parte deles aos empreiteiros e depois colocamos em tribunal?


    Exacto. O empreiteiro não vai querer esperar - e se esperar, vai inflacionar os valores de forma a ter o € todo no final da obra.


    Olá, pois. Compreendo mas a questão é que esse vizinho que já lá vive desde o início (1950) acha-se o dono do prédio e tenta sempre estragar tudo. Chegou mesmo a ligar à pessoa que contratámos e a partir daí essa empresa nunca mais nos deu bola. Acho que ele vai fazer isso com todas as empresas que arranjarmos. A última que arranjámos desistiu no próprio dia em que tinhamos marcado a reunião, não duvido que lhe tenha ligado também.


    O importante é saber: tem algum motivo válido para questionar ou bloquear as obras e outras decisões que queiram tomar ?


    Esse é o mesmo vizinho que me colocou em tribunal pelos problemas estruturais do prédio. Quer que lhe pague uma fortuna pelos problemas que tem na casa embora todos os outros vizinhos (inclusivé eu) tenham o mesmo problema pq tudo o que de mal acontece no prédio é pq há problemas no telhado e no impermiabilidade do prédio (desculpe o desabafo).


    A situação parece complexa. Há algum parecer técnico que fundamente as posições de uns e outros?
  16.  # 20

    Colocado por: Joana Francisco
    Antes da reunião, a empresa visitou o prédio e eu mostrei os documentos com todas as obras necessárias. Até aí eles estavam muito entusiasmados. O prob foi quando o vizinho se meteu na conversa e lhes ligou. A partir daí desapareceram do mapa. Sim, o prédio é velho e tem problemas mas podem ser resolvidos com uns 5000 euros. Além disso a maioria dos condóminos quer pagar.

    Não "toparam" porque depois desse meu último comentário o prédio foi habitado por gente jovem e com dinheiro para investir. Como disse, a maioria quer avançar com as obras.



    Cinco mil euros não condiz com problemas estruturais.
    Concordam com este comentário: nunos7