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  1.  # 1

    Boa tarde,

    comprei uma quota parte de um apartamento em leilão cujo não foi possível para o fiel depositário apresentar o mesmo, ou seja, não o visitei. O apartamento está dividido em duas partes, a minha e a do HS.

    Quando vou a ver, o apartamento está a ser explorado por outra pessoa, PC, que tem um contrato promessa compra e venda com o HS e uma das clausulas é o usufruto da propriedade após ter dado a entrada. Essa pessoa, PC, está a arrendar o apartamento sem contratos de arrendamento a uma catrafada de imigrantes. Já consegui ver parte do apartamento e até a sala tem camas.

    Exigi saber quantas pessoas estavam a viver lá e fazer contratos de arrendamento para toda a gente, mas esta pessoa, PC, disse que tinha posse do apartamento, fazia o que queria e não dava uma chave.
    Agora, quem lá está a viver deve ter ordem para não abrir a porta.

    Do que eu tenho a perceção, um CPCV não pode ser válido quando se pretende vender a totalidade do apartamento, não tendo posse da totalidade, e não existe qualquer menção de acordo/assinatura do outro proprietário que foi executado pela AT. Nem com acordo, visto que o processo de execução fiscal já vinha de 2003, não podia vender uma coisa penhorada.

    Face a este embrolho, recomendam algo antes de entrar com uma ação judicial?
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    • 1 setembro 2023

     # 2

    Mau negócio, o seu...

    Sendo comproprietário desse apartamento, pode por via judicial mover uma acção para divisão de coisa comum, comprando a outra quota parte a quem dela for proprietário .
  2.  # 3

    Colocado por: Pedro PiresBoa tarde,

    comprei uma quota parte de um apartamento em leilão cujo não foi possível para o fiel depositário apresentar o mesmo, ou seja, não o visitei. O apartamento está dividido em duas partes, a minha e a do HS.

    Quando vou a ver, o apartamento está a ser explorado por outra pessoa, PC, que tem um contrato promessa compra e venda com o HS e uma das clausulas é o usufruto da propriedade após ter dado a entrada. Essa pessoa, PC, está a arrendar o apartamento sem contratos de arrendamento a uma catrafada de imigrantes. Já consegui ver parte do apartamento e até a sala tem camas.

    Exigi saber quantas pessoas estavam a viver lá e fazer contratos de arrendamento para toda a gente, mas esta pessoa, PC, disse que tinha posse do apartamento, fazia o que queria e não dava uma chave.
    Agora, quem lá está a viver deve ter ordem para não abrir a porta.

    Do que eu tenho a perceção, um CPCV não pode ser válido quando se pretende vender a totalidade do apartamento, não tendo posse da totalidade, e não existe qualquer menção de acordo/assinatura do outro proprietário que foi executado pela AT. Nem com acordo, visto que o processo de execução fiscal já vinha de 2003, não podia vender uma coisa penhorada.

    Face a este embrolho, recomendam algo antes de entrar com uma ação judicial?

    As pessoas interrogam-se porque razao o valor dos imóveis e das rendas em Portugal está como está. A resposta é só uma. Ganância.
    O Pedro Pires estava cego e irracional ao ponto de comprar uma parte de um imovel? E sem o visitar?
    Valha-nos nosso senhor jesus cristo, que nao sou crente.
    • FFAD
    • 1 setembro 2023

     # 4

    Colocado por: Sirruper
    As pessoas interrogam-se porque razao o valor dos imóveis e das rendas em Portugal está como está. A resposta é só uma. Ganância.
    O Pedro Pires estava cego e irracional ao ponto de comprar uma parte de um imovel? E sem o visitar?
    Valha-nos nosso senhor jesus cristo, que nao sou crente.


    ganância de quem? o valor das rendas é o mercado a funcionar, lei da oferta e da procura. porque razão um proprietário vai cobrar menos que o mercado?
    Concordam com este comentário: sisu
  3.  # 5

    Quando compramos(parte) um imóvel ao preço da uva mijona, estamos sujeitos a este tipo de embrulhos, por isso são mais baratos.
    Concordam com este comentário: Pedro Pires
    • FFAD
    • 1 setembro 2023

     # 6

    Colocado por: VarejoteQuando compramos(parte) um imóvel ao preço da uva mijona, estamos sujeitos a este tipo de embrulhos, por isso são mais baratos.


    eu todos os leilões que têm quota-parte, fujo...
  4.  # 7

    Colocado por: FFAD

    ganância de quem? o valor das rendas é o mercado a funcionar, lei da oferta e da procura. porque razão um proprietário vai cobrar menos que o mercado?

    Havia muito para dizer. Mas nao vale a pena, fique com a sua e eu fico com a minha.
  5.  # 8

    Colocado por: FFAD

    eu todos os leilões que têm quota-parte, fujo...

    Nem de propósito. Quentinho.O dinheiro fala mais alto que tudo. O respeito pelos vizinhos vale zero.
    https://forumdacasa.com/?CommentID=2086836
  6.  # 9

    Sirruper
    Se não sabe onde é e o valor que dei como pode dizer se foi bom ou mau negócio?

    O típico que acontece nestes casos, será entrar com a ação judicial, ir a tribunal e, se não chegarmos a acordo, o apartamento vai a leilão.

    O que me está a incomodar é como um tipo que não é proprietário é que explora o apartamento, só porque tem um CPCV que não é válido.
  7.  # 10

    Colocado por: VarejoteQuando compramos(parte) um imóvel ao preço da uva mijona, estamos sujeitos a este tipo de embrulhos, por isso são mais baratos.
    Concordam com este comentário:Pedro Pires


    Boa tarde Varejote,

    é verdade. Os investidores normalmente não querem este tipo de problemas para resolver. Eu já sabia +/- no que me estava a meter, mas não numa embrolhada deste tamanho.
  8.  # 11

    Colocado por: Pedro PiresO típico que acontece nestes casos, será entrar com a ação judicial, ir a tribunal e, se não chegarmos a acordo, o apartamento vai a leilão.

    Benvindo ao País real. Com um bocadinho de sorte dentro de 2 a 3 anos tem uma decisão do tribunal. Entretanto vai apagando metade do IMI todos os anos.
  9.  # 12

    Colocado por: Carvai
    Benvindo ao País real. Com um bocadinho de sorte dentro de 2 a 3 anos tem uma decisão do tribunal. Entretanto vai apagando metade do IMI todos os anos.


    O problema também é o tal CPCV com usufruto, fora o resto.
  10.  # 13

    Colocado por: Varejote

    O problema também é o tal CPCV com usufruto, fora o resto.

    O verdadeiro problema é uma justiça inoperacional que garante impunidade a todos os vigaristas. Desde os mais pequenos aos grandes tipo BPN (15 anos ainda por decidir), ao dono disto tudo.
    Concordam com este comentário: FFAD
  11.  # 14

    Isso assim embrulhado só lá vai com tribunal.
    Boa sorte.
 
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