Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 1

    A Tyrante está a tentar criar um drama onde ele não existe. Todos os seguros têm exclusões para profissões de risco.

    No caso dos militares existe um seguro de vida/invalidez para missões fora do territória nacional, suportado pelo EMGFA. Se o militar assim o pretender pode aumentar as coberturas do seguro pagando um adicional do seu bolso.

    Tal como todos os trabalhos têm um seguro de acidentes de trabalhos.
  2.  # 2

    Colocado por: TyrandeExemplo, este caso:
    https://www.jn.pt/local/noticias/santarem/constancia/feridos-na-explosao-de-santa-margarida-estao-estaveis-e-vao-ser-transferidos-de-coimbra-15937704.html/pais/noticias/santarem/constancia/sargento-morre-a-desativar-municoes-em-santa-margarida-15932663.html/

    Este Sargento Ajudante morreu num Exercício militar em Santa Margarida. Ora, o Exercício é considerado atividade militar, o seguro não lhe pagou nada. Zero. Zerinho.
    Não sabia disto. Regimento Engenharia de Santa Margarida, onde eu andei. Acho que não conhecia este sargento.
    •  
      Tyrande
    • 27 novembro 2024 editado

     # 3

    Colocado por: AJS1974A Tyrante está a tentar criar um drama onde ele não existe. Todos os seguros têm exclusões para profissões de risco.

    No caso dos militares existe um seguro de vida/invalidez para missões fora do territória nacional, suportado pelo EMGFA. Se o militar assim o pretender pode aumentar as coberturas do seguro pagando um adicional do seu bolso.

    Tal como todos os trabalhos têm um seguro de acidentes de trabalhos.


    Não é drama, é uma possibilidade. Mais ou menos passível de acontecer, mas é uma possibilidade.

    Você está a misturar alhos com bugalhos. Estavamos a falar de seguros de vida associados os CH. Não de seguros adicionais (como é do EMGFA, que todos os militares que vão em Missão, quer estejam a pagar casa, quer não, são obrigados a ter).

    Esse seguro de vida para Missões já o mencionei lá atrás (post #17). Se quiser mais detalhes, o valor coberto em caso de morte é de cerca de 90mil euros. Pode aumentar para 150mil euros ou 200mil euros (opcional), mas as duas últimas opções são pagas (e bem pagas).

    NÃO LHE DEIXAM A CASA PAGA. É um valor fixo. Recebe aquilo e nada mais. Se os herdeiros conseguirem pagar a casa com esses valores ótimo. Se não conseguirem, azar.

    E esse seguro só é feito em missões fora do Território Nacional. Não cobre o dia-a-dia.

    A questão inicial permanece.
  3.  # 4

    Pra variar, a conversa está completamente a sair do âmbito da pergunta.
    Estão a focar-se na palavra "militar". Esqueçam isso. Há N de casos em que o seguro de vida não cobre o óbito da pessoa e não precisam ser militares pra isso.


    Independentemente do motivo da exclusão (que podem ser vários, desde suícidio à prática de desportos considerados radicais, por exemplo), façam o exercício mental que, no âmbito deste tópico, não podem contar com o seguro de vida do CH.
  4.  # 5

    Colocado por: TyrandeHá N de casos em que o seguro de vida não cobre o óbito da pessoa e não precisam ser militares pra isso.
    Depende do seguro, claro. O meu é o pacote mais caro que a seguradora tinha. Exigência minha. Pago bem mais, por isso, claro.
    •  
      Tyrande
    • 27 novembro 2024 editado

     # 6

    Colocado por: BelhinhoDepende do seguro, claro. O meu é o pacote mais caro que a seguradora tinha. Exigência minha. Pago bem mais, por isso, claro.


    Se não é indiscrição, quanto é que é o valor do "pago bem mais por isso"?
    E não tem exclusões? Nenhumas?
    • FFAD
    • 27 novembro 2024

     # 7

    parece-me óbvio que o acidentes de mota estejam excluidos por defeito, pois é um acréscimo de risco muito relevante. Há outros exemplos, desportos radicais como salto de para-quedas ou mergulho com garrafa. estes podem ser cobertos cobrados com prémio adicional...
  5.  # 8

    Colocado por: Tyrande

    Eu ter seguro de vida tenho (sou obrigada XD), mas muito honestamente não conto com ele para nada.
    Sou militar e como tal, praticamente toda a minha atividade profissional fica logo excluída das coberturas.

    Embora neste momento trabalhe num gabinete, se, sei lá, bate-se com a cabeça na secretaria e fosse desta pra melhor, o seguro ia dizer que foi no local de trabalho, decorrente da atividade profissional e não ia pagar nada.

    Ou seja, militares terem seguro de vida de CH é quase inútil.

    Não sou militar mas tenho uma profissão idêntica.
    Se você for desta para melhor, se for por motivo de saúde, o seguro paga o que faltar do empréstimo.
    Se for um acidente no trabalho, deverá ser considerado acidente em serviço e terá direito a uma compensação monetária.
    Veja-se o caso dos militares da GNR que morreram no desastre do helicóptero, as famílias receberam 250 salários mínimos.
    •  
      Tyrande
    • 27 novembro 2024 editado

     # 9

    Colocado por: JCoimbra
    Não sou militar mas tenho uma profissão idêntica.
    Se você for desta para melhor, se for por motivo de saúde, o seguro paga o que faltar do empréstimo.
    Se for um acidente no trabalho, deverá ser considerado acidente em serviço e terá direito a uma compensação monetária.
    Veja-se o caso dos militares da GNR que morreram no desastre do helicóptero, as famílias receberam 250 salários mínimos.


    Receberam,mas nao foi por parte do seguro de Vida que teriam ou nao contratado no âmbito do CH.

    Eu quero é saber da parte do CH (e, por consequencia, da casa).

    Partindo do pressuposto que mesmo com indemnizacao por parte da entidade patronal o Valor remanescente do CH nao fiquei totalmente liquidado, o que acontece?

    Pra dizer a verdade o meu maior medo era o Banco pôr o bem imóvel automaticamente à Venda para saldar o credito em dívida. (Pelo Valor que bem entendesse).
  6.  # 10

    Colocado por: TyrandePra dizer a verdade o meu maior medo era o Banco pôr o bem imóvel automaticamente à Venda para saldar o credito em dívida. (Pelo Valor que bem entendesse).


    Já respondi que a situação é a mesma, com o devedor ou herdeiros do devedor em casonde incumprimento.
  7.  # 11

    Colocado por: TyrandeSe não é indiscrição, quanto é que é o valor do "pago bem mais por isso"?
    Já não me recordo da diferença. Lembro-me que uma das clausulas é de que, em caso de incapacidade, a minha casa fica paga logo partindo de 50% de incapacidade, quando o normal é a partir de 65%. Isto, na altura, considerei importante porque é muito difícil atribuírem incapacidade de 65%. Clausulas relativas à sua condição, não sei, porque para mim, seria indiferente. Já agora, a seguradora é a Ageas.
  8.  # 12

    Em caso de morte os herdeiros (ascendentes ou descendentes)têm direito á casa mesmo que a mesma não esteja paga. Depois têm várias opções :
    - Negociar com o Banco continuar a pagar o empréstimo se tiverem condições para isso.
    - Vender a casa e pagar a dívida em falta.
    - Pagar a casa com seguro ou a indeminização caso exista.
    - Só em ultimo caso o Banco irá acionar a hipoteca para pagamento da divida em falta.
    De facto existem algumas exclusões nos seguros de vida (e de saude tambem) que poderão ser cobertos com uma apólice extra.
    Há uns 25 anos atrás tive esse problema quando comprei a ultima casa. Era praticante de Paraquedismo desportivo e tinha mota. Por coincidência na altura apareceu-me a American Life que me ofereceu um seguro sem exclusões e com poupança associada. Foi óptimo pois ainda acabei por criar umas poupanças. Em 2008 faliram mas não perdi nada e as poupanças ainda ajudaram a pagar a casa.
    PS. Quando a Alexandra Rosa morreu num salto o filho recebeu uma indeminização. Se fosse viva iria ser avó de um menino em breve.
 
0.0156 seg. NEW