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  1.  # 1

    Continuação desta discussão.
  2.  # 2

    Colocado por: N Miguel OliveiraQual? A geração "mais bem" preparada de sempre?
    Essa emigra.Logo resolve o seu problema, mas não o problema geral.
    O que falo, são os que tiraram sociologia, história, estudos artisticos, ou atropologia, que ou emigram também, ou efetivamente têm uma capacidade negocial nula uma vez que o país não precisa, ou não valoriza a sua formação (só não entendo para que raio investe nelas).

    Depois dentro dessa geração, existem ainda muitos não qualificados e recentemente os imigrantes.

    Pode achar que toda essa mão de obra poderia fazer mais do que aquilo que faz para procurar alternativas, não pode é desligar-se da realidade do país. A economia nacional continua a assentar a sua competitividade nos baixos salários. E apesar de a emigração ser uma alternativa, não pode ser a alternativa para todos, nem resolve os problemas do país, apenas resolve o problema do cidadão que opta por essa alternativa.

    Edit: Já não pude editar no tópico anterior, fica a publicação editada a abrir este.
  3.  # 3

    Colocado por: HAL_9000Não vejo porque carga de água as promessas feitas a essas pessoas têm de ser respeitadas, o passo que as promessas feitas a quem já está a ser prejudicado por comparação, podem perfeitamente ser alteradas a meio da sua vida contributiva.


    A 'logica' de muita gente, incluindo dos senhores do TC, e que quem tem 30 anos, ganha o SMN e sobrevive em vez de viver tem muito tempo para se 'adaptar' a mudancas, enquanto um reformado nao. Por isso e que foi o que foi mexer nas reformas no tempo da troika.
    Em Portugal, existe esta ideia que direitos adquiridos sao vitalicios e nao se podem mexer por pretexto nenhum.

    Na realidade, imaginem alguem chegar e dizer: 'meu senhor(a), a forma como foi apurada a sua reforma foi extremamente vantajosa e injusta. Percebemos que e dificil uma vez que alguem reformado nao tem como alterar os seus rendimentos de outra forma, mas estamos a fazer isto para prevenir injusticas ainda maiores no futuro. Como tal, a sua reforma foi recalculada e vai passar a receber X'. Conseguem imaginar o que ia acontecer ao antagonizar uma quantidade enorme de pessoas com excesso de tempo livre e o mesmo poder de voto que qualquer outro?

    E muito mais simples o sistema atual. Vai-se prejudicando um bocadinho de cada vez aos que vierem a seguir.
    Para mim, o mais grave e a falta de honestidade. Eu tenho 32A mas ja estou a 'preparar' a minha reforma, por forma a ter rendimento passivo suficiente para nao depender da SS. E quanto digo depender, nao falo so do valor da reforma, mas da possibilidade bem real de ter que trabalhar para la dos 70 anos para ter direito a alguma coisa... o problema e que a esmagadora maioria da populacao ativa nao tem sequer percepcao nem e informada de forma seria que a reforma daqui a 30 anos nao vai ser aquilo que e hoje. E estimular a poupanca e planeamento de longo prazo dos cidadaos.

    Colocado por: HAL_9000Outra coisa que poderia ajudar quem a financiar a SS, quer a pagar a transição, é um controlo muito mais eficaz da economia paralela.


    Que foi a forma que a geracao atual arranjou para se 'despenalizar' das consequencias de pagar reformas acima das suas possibilidades. Cada vez mais existem formas criativas de se pagar salario que no fundo sao apenas uma forma de lesar o estado.
  4.  # 4

    Colocado por: dmanteigase sobrevive em vez de viver tem muito tempo para se 'adaptar' a mudancas,
    Nomeadamente podem-se adaptar a uma alimentação frugal e a viver numa box de cartão :).

    Colocado por: dmanteigas
    E muito mais simples o sistema atual. Vai-se prejudicando um bocadinho de cada vez aos que vierem a seguir.
    Sim é isso mesmo. A sustentabilidade da SS está a ser feita na lógica de cozer a lagosta viva...lentamente. E a verdade é que resulta. Os meus sogros que se vão reformar nos próximos 2-3 anos dizem que isso da falta de sustentabilidade da SS é um logro, e que já nos anos 80 se falava nisso e ela nunca faliu. Se lhe digo " pois mas as condições de acesso alteraram" dizem "n alteraram assim tanto". então ok.



    Colocado por: dmanteigasPara mim, o mais grave e a falta de honestidade.


    Colocado por: dmanteigaso problema e que a esmagadora maioria da populacao ativa nao tem sequer percepcao nem e informada de forma seria que a reforma daqui a 30 anos nao vai ser aquilo que e hoje. E estimular a poupanca e planeamento de longo prazo dos cidadaos.
    100% de acordo.
  5.  # 5

    Colocado por: HAL_9000E apesar de a emigração ser uma alternativa


    Pensar na reforma pode estar em cada decisão que toma. Nem precisa de construir uma segunda casa para viver da renda, nem de apostar tudo na criptomoeda.
    A realidade do país hoje é a de 2025, e não a de 1990...

    Pode construir o seu T3 de modo a poder alugar os quartos dos filhos a dois estudantes por exemplo. A moldar a garagem para que amanhã seja a loja de flores do bairro, etc...

    É verdade que nem toda a gente é doutor e se pode safar facilmente... é verdade que nem todos têm paciência e resiliência para abrir o seu próprio negócio e ganhar 3 ou 4k, etc...

    Mas também é verdade que muitos dos que se reformam em 2025 nem um smartphone sabem usar, nem mandar um SMS sequer (o caso dos meus pais por exemplo)... para que depois do jogo ir para prolongamento lhes vir dizer que vão ter que jogar com menos jogadores apartir de agora.

    Eu não estou a discordar de sí... só acho que essa tal "realidade" do país assenta sobretudo em reformados com pouca ou nenhuna margem para se lhes cortar as reformas de forma que tenha algum impacto na equação. E que os tais que têm boas reformas e donde dá para cortar algo significativo serão muito poucos ainda assim.

    Já parece a questão da imigração... focarmo-nos demasiado no transbordar do copo... e ignorar um bocado a razão do copo já estar cheio antes disso...
    • AMG1
    • 10 fevereiro 2025

     # 6

    Ha duas coisas que saiem sempre destas discussões: i) os reformados do futuro terão inevitavelmente piores reformas do que quem se reforma agora ou ja está reformado;
    ii) o problema só tem solução com uma redução das reformas dos actuais pensionistas.
    Ora eu não tenho nenhuma bola de cristal, nem tenho uma mente tão brilhante quanto algumas que por aqui andam e que ja sabem isto tudo, sem qualquer margem para qualquer dúvida, mesmo que ate demonstrem desconhecer principios básicos de como funciona e funcionou o actual sistema, ou até pior do que isso que até confundam o subsistema contributivo da segurança social com a CGA, ou as contas da segurança social, com as do sistema de pensoes.
    Portanto, eu para esta matéria já dei o contributo que está ao meu alcance, que é muito humilde, tão só identificar as minhas dúvidas.
    Agora voltar a este tema e ver mais uma vez as muito justas preocupacoes dos mais novos, perante a impossibilidade de mudarem o sistema dada a perniciosa permanência da influência do voto dos mais velhos, levou-me a pensar apuradamente sobre como resolver esse problema e por arrasto resolver as preocupacoes dos meus estimados concidadãos mais jovens.
    Quando eu mencionei lá atrás que devia haver um processo que limitasse o impacto do votos dos velhos reformados, não se tratava de ironia, muito pelo contrário nasce de uma genunina preocupação, que me assalta há algum tempo (não foi um indiano, foi só uma forca de expressao). Tanto que até ja imaginei uma especie de cartão de eleitor por pontos, como a carta de condução. Era mais ou menos assim:
    Aos 18 anos tinhamos todos p.e. 20 pontos, que correspondiam a 20 votos, depois perdiam-se pontos/votos ou ganhavam-se, conforme as circunstâncias. Com a idade iam-se perdendo pontos, ja com a educação ganhavam-se, como ja alguém sugeriu. Depois ainda podíamos introduzir outras variáveis igualmente relevantes, p.e. ser funcionário público, tal como receber qualquer subsidio estatal também fazia perder pontos, porque isso subordina o voto. Podiamos ainda ir mais longe e introduzir p.e. a pertenca a certos grupos étnicos, assim ser ciga..o ou ne..o, ou se calhar só mulher, também faria perder pontos, já ser homem e branco dava direito a bonificação, mesmo que a virilidade ficasse pela mesma medida daquele deputado municipal de que se ouviu falar muito esta semana.
    Mais tarde, quando já não fosse tão chocante, até podiamos penalizar ou bonificar certas inclinações ideologicas, mais perniciosas ao bem comum. É todo um mundo novo à nossa espera, para finalmente termos uma democracia que promova uma sociedade melhor e mais justa.
    Óbviamente que não seria uma democracia, mas o que interessa isso, resolvia-se a sustentabilidade do sistema de pensões!
    • reg
    • 10 fevereiro 2025

     # 7

    Colocado por: AMG1o problema só tem solução com uma redução das reformas dos actuais pensionistas.


    concordo consigo a 100%, ou cortam em todas as reformas ou então não faz sentido nenhum continuar a descontar o mesmo para receber menos depois.
  6.  # 8

    Colocado por: AMG1isso que até confundam o subsistema contributivo da segurança social com a CGA,
    Se isso foi para mim, não confudo. Contudo as actuais pensões da CGA estão a ser financiadas em parte pelo orçamento de estado (bem sei que tempos houve em que o estado se apoderou dos fundos da CGA), o que também torna toda a solução adoptada insustentável. Mas essa distinção de condições, é bem ilustrativa da injustiça de que falava até entre os próprios FP de diferentes gerações.





    Colocado por: AMG1i) os reformados do futuro terão inevitavelmente piores reformas do que quem se reforma agora ou ja está reformado;
    ii) o problema só tem solução com uma redução das reformas dos actuais pensionistas.
    Porque essas são as conclusões que se tiram ao avaliar a evolução do sistema nos últimos 30 anos por exemplo...ora olhando para a pirâmide demográfica.....

    Claro está que a solução pode estar em fontes alternativas de rendimento, a questão é que nunca há propostas concretas. Por mim as caixas automáticas dos hipermercados já pagam contribuição para a SS há muito tempo. Se eu tenho de fazer o papel de funcionário de um hipermercado, ao menos que daí resulte algum benefício para o bem comum.

    Quanto ao resto do seu comentário, não dê muitas ideias, olhe que pode haver quem leve isso a sério.
    Concordam com este comentário: Djdasa
  7.  # 9

    Como contribuinte actual e futuro pensionista de pensão minima, acredito que a solução de reduzir as pensões vai ter sempre que vir de fora, imposta pelo FMI a troco de empréstimos numa futura crise.

    A solução nunca virá internamente porque ninguém quer perder votos.
    Depois também acho que este problema resolve-se com o passar do tempo. As reformas actuais, baseadas no salario final, vão sendo substituidas por pensões baseadas no novo método de cálculo. Os jovens que herdam ou têm contactos estão safos. Quem não tem essa sorte sé lhe sobra o elevador social da emigração.

    A UE safará sempre PT porque o investimento é pequeno face aos riscos de estabilidade geopolitica. Nós estamos para a Europa como o Algarve está para PT, somos um país para turismo próximo, algumas industrias exóticas como cortiça e cerâmica, e pouco mais.

    A imigração e seu impacto no mercado imobiliário é um problema temporário. Quando a próxima crise económica chegar, os imigrantes saltam para países mais a norte.
    • reg
    • 10 fevereiro 2025

     # 10

    Colocado por: MiguelSFA imigração e seu impacto no mercado imobiliário é um problema temporário. Quando a próxima crise económica chegar, os imigrantes saltam para países mais a norte.


    quando isso acontecer, acredito que vem países como Alemanha a exigir alterações às leis de nacionalidade.
    • AMG1
    • 10 fevereiro 2025

     # 11

    Colocado por: HAL_9000Se isso foi para mim, não confudo. Contudo as actuais pensões da CGA estão a ser financiadas em parte pelo orçamento de estado (bem sei que tempos houve em que o estado se apoderou dos fundos da CGA), o que também torna toda a solução adoptada insustentável. Mas essa distinção de condições, é bem ilustrativa da injustiça de que falava até entre os próprios FP de diferentes gerações.





    Porque essas são as conclusões que se tiram ao avaliar a evolução do sistema nos últimos 30 anos por exemplo...ora olhando para a pirâmide demográfica.....

    Claro está que a solução pode estar em fontes alternativas de rendimento, a questão é que nunca há propostas concretas. Por mim as caixas automáticas dos hipermercados já pagam contribuição para a SS há muito tempo. Se eu tenho de fazer o papel de funcionário de um hipermercado, ao menos que daí resulte algum benefício para o bem comum.

    Quanto ao resto do seu comentário, não dê muitas ideias, olhe que pode haver quem leve isso a sério.


    Ja reparou que no final destas discussões quase sempre sobramos os dois?
    Daqui a pouco parecemos os velhos dos marretas. Por mim, não tem mal nenhum, agora você ainda é um jovem.

    Então vamos lá contrariar o que eu disse la atrás. Se reparar bem no que escreveu, verá que a sua conclusão principal é simples e óbvia: a falta dinherio para manter o sistema a garantir as condições actuais.
    Ora porque é que lhe falta dinheito, porque as receitas tem um comportamento invero ao das responsabilidades, ou seja, tem cada vez mais idosos e porpocionalmente menos receita, logo não é dificil perceber que podemos vir a ter um problema. Afinal quem é que não conhece a metáfora do cobertor pequeno que para cobrir a cabeça destapa os pés?
    Se nós temos como fonte de financiamento uma % da massa salarial e essa massa salaria em % da riqueza produzida é cada vez menor, evidentemente que temos cada vez menos receita. Ora donde é que bem esta quebra da receita? sim vem da demografia, mas não só. Alias, se o problema fosse só ter mais activos, então a imigração resolvia o problema na hora, só que não, a % da riqueza produzida que é distribuida como massa salarial também tem decrescido. Então o que nós temos é um sistema, cuja única fonte de financiamento não para de decrescer. Isso ocorre porque temos menos gente a trabalhar, mas tambem porque apesar de produzirem mais do que no passado, também recebem porpocionalmente menos.
    A questão demográfica é muito relevante, mas a meu ver, nem será esse o principal problema das pensões, mas o facto do rendimento dos activos não ter acompanhado os ganhos de produtividade. Para usar uma chavão, nem sequer é muito correto, mas perceptível. Temos um sistema criado para uma economia de mão de obra intensiva e temos cada vez mais (e bem) uma economia de capital intensivo.
    Sem fazer nada, só por milagre é que não nos iremos encontrar perante o dilema do cobertor, que é ter de escolher que parte do corpo tapamos. A alternativa a isso só pode ser aumentar o tamanho do cobertor.
    Portanto e como ja disse vezes sem conta, sem uma avaliação credivel, nesta fase até diria independente, sobre o futuro do sistema e soluções para resolver o problema não vamos sair daqui. A ideia de apontar o dedo aos actuais reformados como se eles fossem culpados do que quer que que seja, é só absurda, eles limitaram-se a contribuir com o que lhes exigiram e estão a receber o que lhes pagam. Lamento mas a esmagadora maioria deles serao pessoas muito estimáveis e por certo pais ou avós de muitos dos que lhes apontam o dedo. Talvez não fosse disparatado tentar perceber um bocadito melhor o problema antes de dar como adquirido que essencial do problema está no que eles recebem.
    Uma das queixas mais frequente é de que os mais novos se vão reformar cada vez mais tarde. Ora isso é verdade, mas não significa necessariamente uma injustiça face aos mais velhos.
    Na reforma de 2007, já agora feita pelo PS, assumiu-se (se mal ou bem é outra discussão) que o sistema deveria estar calibrado para a esperança media de vida aos 65 anos, que salvo erro eram 19 anos. Em função desse critério, evidentemente que se a esperança media de vida aumenta, a idade da passagem a reforma também aumenta. No Covid p.e. aconteceu o contrário. Portanto o sistema está (supostamente) preparado para garantir o mesmo a todos que são 20 anos de reforma.
    É óbvio que ninguém sabe se não vaí haver alguma alteração futura, mas quem se reformou antes de 2007, também não sabia.
    Eu não excluo nenhuma possibilidade, nem sequer o ter de reduzir as pensões actuais e atéacho que se pode fazer isso de forma suave e sem contrariar qualquer preceito constitucional. Já hoje existem pensões que não sofrem qualquer actualização e isso não é problema nenhum. O que eu não embarco é na onda de que não é preciso identificar e explicar as alternativas, como se apenas houvesse essa.
    Depois há aquelas coisas óbvias e que você também já mencionou, p.e. as regras de atualização, que já deveriam ter sido alteradas, nem que fosse apenas por uma questão de justiça relativa e aqui, até tendo a concordar que se os mais novos tivessem mais peso reivindicativo ou eleitoral, talvez ja estivesse resolvido. Mas se calhar estão a espera que os velhos reformados vão reivindicar isso.
    No ponto em que as coisas e estão, eu, se pudesse, recomendaria ao L Montegro, que em vez de fazer o mesmo que o PS, ou seja, constituir um GT cujas conclusões já estão como que pré anunciadas, fosse antes a procura de uma instituição internacional, independente e credível, p.e. a OCDE, o Banco Mundial, ou outra desse tipo, para estudar o sistema e desenhar soluções para os problemas que identificarem. Sem isso, vamos continuar a apontar o dedo uns aos outros enquanto não saímos daqui.
    • jg231
    • 10 fevereiro 2025

     # 12

    como não adorar este país?

    vai ao reddit, só comunas que querem viver de ajudas

    deixar 1.6k em SS/TSU e ainda levar com um "és jovem, prepara-te", "é injusto cortar reformas dos velhos", deixar 1.6k em SS/TSU e levar com reforma aos 70+ cortada a meio já é justo...

    e eu, nem estou muito mal, quem ganha 900/1000 que se prepare, pode tomar decisões, atirar-se abaixo de uma ponte por exemplo... 😅

    isto só não está muito pior porque não afeta os "velhos" e muitos vivem em casa dos pais
    • jg231
    • 10 fevereiro 2025

     # 13

    Colocado por: MiguelSFComo contribuinte actual e futuro pensionista de pensão minima, acredito que a solução de reduzir as pensões vai ter sempre que vir de fora, imposta pelo FMI a troco de empréstimos numa futura crise.

    A solução nunca virá internamente porque ninguém quer perder votos.
    Depois também acho que este problema resolve-se com o passar do tempo. As reformas actuais, baseadas no salario final, vão sendo substituidas por pensões baseadas no novo método de cálculo. Os jovens que herdam ou têm contactos estão safos. Quem não tem essa sorte sé lhe sobra o elevador social da emigração.

    A UE safará sempre PT porque o investimento é pequeno face aos riscos de estabilidade geopolitica. Nós estamos para a Europa como o Algarve está para PT, somos um país para turismo próximo, algumas industrias exóticas como cortiça e cerâmica, e pouco mais.

    A imigração e seu impacto no mercado imobiliário é um problema temporário. Quando a próxima crise económica chegar, os imigrantes saltam para países mais a norte.


    estou exatamente à espera disso mas nunca mais chega, e não sei se saltam, já são muitos mesmo
  8.  # 14

    Colocado por: AMG1Uma das queixas mais frequente é de que os mais novos se vão reformar cada vez mais tarde. Ora isso é verdade, mas não significa necessariamente uma injustiça face aos mais velhos.

    Ainda acrescentaria outro dado... que parece que os jovens também se estão a esquecer...
    É que muitos dos reformados hoje começaram a descontar ainda na adolescência... ao passo que hoje em dia, não é para nada incomum o primeiro emprego ser só depois do curso feito aos 22-23 anos. Pelo que se começam mais tarde, é natural que se reformem mais tarde também.
    Além disso, hoje em dia os empregos são cada vez mais detrás dum computador, com recurso a máquinas e menos à força de braços, etc... pelo que haverá muitos que não terão as mazelas que os que hoje estão reformados tinham aos 65 anos fruto do trabalho que tinham ser diferente, mais físico.
    • AMG1
    • 11 fevereiro 2025

     # 15

    Colocado por: N Miguel Oliveira
    Ainda acrescentaria outro dado... que parece que os jovens também se estão a esquecer...
    É que muitos dos reformados hoje começaram a descontar ainda na adolescência... ao passo que hoje em dia, não é para nada incomum o primeiro emprego ser só depois do curso feito aos 22-23 anos. Pelo que se começam mais tarde, é natural que se reformem mais tarde também.
    Além disso, hoje em dia os empregos são cada vez mais detrás dum computador, com recurso a máquinas e menos à força de braços, etc... pelo que haverá muitos que não terão as mazelas que os que hoje estão reformados tinham aos 65 anos fruto do trabalho que tinham ser diferente, mais físico.


    A questão do trabalho precoce esteve na origem da criação, em 2017, a figura da idade pessoal da reforma para resolver um conjunto de situações que eram quase absurdas. Havia ainda cerca de 2000 pessoas que não tinham atingido a idade da reforma, os 66 anos e picos, mas já tinham mais de 50 anos de contribuições. Eram pessoas que tinham começado a trabalhar e a contribuir antes dos 16 anos. Felizmente nada disto vai acontecer a quem ainda não se reformou.
  9.  # 16

    Colocado por: HAL_9000Se isso foi para mim, não confudo. Contudo as actuais pensões da CGA estão a ser financiadas em parte pelo orçamento de estado (bem sei que tempos houve em que o estado se apoderou dos fundos da CGA), o que também torna toda a solução adoptada insustentável. Mas essa distinção de condições, é bem ilustrativa da injustiça de que falava até entre os próprios FP de diferentes gerações.


    Quem acho que eles nao sao o mesmo, so o faz por pura desonestidade intelectual.
    A partir do momento em que se passou a CGA para o sistema normal, entao deve-se obviamente juntar tudo. Porque os funcionarios publicos que eram quem contribuia para a CGA, agora contribuem para o sistema geral. Os pensionistas que tinham a sua reforma paga pela CGA, agora e paga pelo sistema geral, seja atraves de receita propria ou do OE. Para os 'calculos' das pensoes, nao adianta estar com tretas. E basicamente pegar em todas as fontes de receita e subtrair todas as fontes de despesa. Qualquer outra visao mais tecnicista de detalhe so serve para enviesar a discussao.

    Colocado por: N Miguel OliveiraÉ que muitos dos reformados hoje começaram a descontar ainda na adolescência... ao passo que hoje em dia, não é para nada incomum o primeiro emprego ser só depois do curso feito aos 22-23 anos.


    E no entanto, ainda este semana o Expresso tinha uma noticia onde dizia que a atual geracao dos 40 anos vai ser a geracao que se vai reformar com mais anos de descontos...

    Colocado por: AMG1Felizmente nada disto vai acontecer a quem ainda não se reformou.


    Isso e que e uma fe! Espero que o AMG1 esteja entre nos, a comentar no forum da casa, quando regressarmos a fase em que 50 anos de descontos sera o novo normal.
    Alem de que isso e quase um mito... na realidade, a esmagadora maioria dessas pessoas trabalha desde jovem mas nao descontou desde jovem. Alguns por puro desconhecimento... so na minha familia tenho 2 que andam a passar por esse processo, num dos casos numa junta de freguesia onde trabalhou quase uma decada e nao existe 1 registo de descontos feitos para a SS. Ha uma diferenca entre 50 anos de trabalho e 50 anos de descontos.

    Colocado por: AMG1A alternativa a isso só pode ser aumentar o tamanho do cobertor.


    Eu percebo a visao do AMG1. E a visao natural da extrema esquerda. Se temos mais pensionistas e menos trabalhadores, e bastante simples. 'Aumentamos o tamanho do cobertor'. Leia-se: impostos. O problema e que os impostos em Portugal e na generalidade dos paises ja estao em niveis absurdos. Em Portugal quase nos 40% do PIB. Nos outros paises, acima de 40% do PIB. Em Portugal, acham que e 'expropriando os ricos' do seu patrimonio, quando se expropriassemos os 100 homens mais ricos de Portugal nao conseguiamos sequer pagar 1 ano completo de pensoes. Nao existe grande margem de 'aumentar o tamanho do cobertor'. A esquerda acredita que ha um problema de concentracao de riqueza. E ha... no Estado. Sao 120 mil milhoes de euros de despesa. Em Portugal, a unica solucao e com crescimento da economia forte, robusto e em areas de elevado valor acrescentado que permitam um crescimento sustentado dos rendimentos. Mas isto nao e facil de se obter. Era necessario, por um lado, olhar para o que se quer do Pais e tomar medidas para cortar o crescimento e alocacao de capital a atividades como o turismo. Com medidas basicas, como cortar todos os beneficios ao seu crescimento (como o IVA a 6%). E utilizar esse dinheiro para financiar investimento nas areas que queremos.

    Com a atual configuracao da economia nao ha outra solucao que nao a que tem sido adotada atualmente. Ir progressivamente prejudicando os novos pensionistas extendendo a idade da reforma e reduzindo a taxa de substituicao. E simples, nao causa celeuma em ninguem e o unico problema e a falta de honestidade politica, pois nao da tempo aos 'jovens' atuais de prepararem convenientemente a sua reforma, sabendo que vao ter uma quebra muito significativa do seu rendimento na transicao da vida ativa para inativa.

    Eu percebo o ponto do AMG1. Esta a pensar em si, obviamente. Ja 'conquistou' o seu direito e nao quer que ninguem lhe mexa por motivo nenhum. E perfeitamente natural. E sempre a questao do 'e aceita acolher um imigrante em sua casa?'. Obviamente que o AMG1 na fase da vida em que esta, esta-se a borrifar para a sustentabilidade da SS ou o que vai acontecer a quem se reformar daqui a 30 anos. O que lhe interessa, e bem, e que o estado honre o compromisso que tem para consigo. O resto e um problema dos 'jovens'.
    Dai que eu momento algum eu critiquei os reformados. Eu voto mediante os meus interesses. Os jovens so tem aquilo que merecem. Nao se podem queixar, se uma % significativa deles se envolve ativamente na vida politica e nem sequer vota. Se temos a politica cheia de geriatricos, queremos que eles governem a pensar... no futuro longinquo?
    • AMG1
    • 11 fevereiro 2025

     # 17

    Colocado por: dmanteigas

    Quem acho que eles nao sao o mesmo, so o faz por pura desonestidade intelectual.
    A partir do momento em que se passou a CGA para o sistema normal, entao deve-se obviamente juntar tudo. Porque os funcionarios publicos que eram quem contribuia para a CGA, agora contribuem para o sistema geral. Os pensionistas que tinham a sua reforma paga pela CGA, agora e paga pelo sistema geral, seja atraves de receita propria ou do OE. Para os 'calculos' das pensoes, nao adianta estar com tretas. E basicamente pegar em todas as fontes de receita e subtrair todas as fontes de despesa. Qualquer outra visao mais tecnicista de detalhe so serve para enviesar a discussao.



    E no entanto, ainda este semana o Expresso tinha uma noticia onde dizia que a atual geracao dos 40 anos vai ser a geracao que se vai reformar com mais anos de descontos...



    Isso e que e uma fe! Espero que o AMG1 esteja entre nos, a comentar no forum da casa, quando regressarmos a fase em que 50 anos de descontos sera o novo normal.
    Alem de que isso e quase um mito... na realidade, a esmagadora maioria dessas pessoas trabalha desde jovem mas nao descontou desde jovem. Alguns por puro desconhecimento... so na minha familia tenho 2 que andam a passar por esse processo, num dos casos numa junta de freguesia onde trabalhou quase uma decada e nao existe 1 registo de descontos feitos para a SS. Ha uma diferenca entre 50 anos de trabalho e 50 anos de descontos.



    Eu percebo a visao do AMG1. E a visao natural da extrema esquerda. Se temos mais pensionistas e menos trabalhadores, e bastante simples. 'Aumentamos o tamanho do cobertor'. Leia-se: impostos. O problema e que os impostos em Portugal e na generalidade dos paises ja estao em niveis absurdos. Em Portugal quase nos 40% do PIB. Nos outros paises, acima de 40% do PIB. Em Portugal, acham que e 'expropriando os ricos' do seu patrimonio, quando se expropriassemos os 100 homens mais ricos de Portugal nao conseguiamos sequer pagar 1 ano completo de pensoes. Nao existe grande margem de 'aumentar o tamanho do cobertor'. A esquerda acredita que ha um problema de concentracao de riqueza. E ha... no Estado. Sao 120 mil milhoes de euros de despesa. Em Portugal, a unica solucao e com crescimento da economia forte, robusto e em areas de elevado valor acrescentado que permitam um crescimento sustentado dos rendimentos. Mas isto nao e facil de se obter. Era necessario, por um lado, olhar para o que se quer do Pais e tomar medidas para cortar o crescimento e alocacao de capital a atividades como o turismo. Com medidas basicas, como cortar todos os beneficios ao seu crescimento (como o IVA a 6%). E utilizar esse dinheiro para financiar investimento nas areas que queremos.

    Com a atual configuracao da economia nao ha outra solucao que nao a que tem sido adotada atualmente. Ir progressivamente prejudicando os novos pensionistas extendendo a idade da reforma e reduzindo a taxa de substituicao. E simples, nao causa celeuma em ninguem e o unico problema e a falta de honestidade politica, pois nao da tempo aos 'jovens' atuais de prepararem convenientemente a sua reforma, sabendo que vao ter uma quebra muito significativa do seu rendimento na transicao da vida ativa para inativa.

    Eu percebo o ponto do AMG1. Esta a pensar em si, obviamente. Ja 'conquistou' o seu direito e nao quer que ninguem lhe mexa por motivo nenhum. E perfeitamente natural. E sempre a questao do 'e aceita acolher um imigrante em sua casa?'. Obviamente que o AMG1 na fase da vida em que esta, esta-se a borrifar para a sustentabilidade da SS ou o que vai acontecer a quem se reformar daqui a 30 anos. O que lhe interessa, e bem, e que o estado honre o compromisso que tem para consigo. O resto e um problema dos 'jovens'.
    Dai que eu momento algum eu critiquei os reformados. Eu voto mediante os meus interesses. Os jovens so tem aquilo que merecem. Nao se podem queixar, se uma % significativa deles se envolve ativamente na vida politica e nem sequer vota. Se temos a politica cheia de geriatricos, queremos que eles governem a pensar... no futuro longinquo?


    Não há desonestidade intelectual nenhuma. Mas há ignorância que se farta e não é minha.
    As pensões pagas pela SS aos funcionários públicos são as devidas pelas contribuições feitas para a SS. O restante é pago pela CGA, obviamente a partir do OE. A integração dos FP ainda no activo, na SS, seguiu exactamente a mesma lógica p.e. da integração dos Bancários. A SS e responsável pelo pagamento do período em que o pensionista contribuiu para a SS e os Bancos responsáveis pela parte em que apenas estiveram no Banco. A diferença é que os Bancos têm um fundo de pensoes para responder por essa responsabilidade, enquanto a CGA não tem nada. Claro que vamos ser todos a pagar essas pensões atraves de impostos, como também seriamos todos nós a pagar atraves de impostos, mesmo que nao tivessa havido qualquer integração dos FP na SS. Portanto separar as duas coisa é só querer chamar as coisas pelos nomes que elas têm e por aquilo que significam. Se nessa sua salgalhada o que lhe interessa é tudo o que teremos de pagar, porque não aproveita e inclui tambem na SS a divida pública?
    Assim passa a ter razão imediata, o sistema estará já irremediavelmente falido.

    O dmanteigas, se quiser ser levado a sério, também tera de ao menos ler aquilo que está a comentar. Eu falei em mais de 50 de contribuições e você vem misturar isso com 50 anos de trabalho, para dizer que não são a mesma coisa. Pois muito obrigado por informar aqui os ignorantes.
    Que eu saiba a SS paga pensoes a partir de contribuições e não de tempo de trabalho, ou você tambem conhece casos em que não é isso que acontece?
    Agora quanto à "extrema esquerda", as "expropriaçoes dos ricos", "receber um imigrante em casa" e outros disparates do mesmo tipo. Fique lá com as suas convicções porque eu fico com a minhas e estou muito bem seguro que não se confudem com a leitura que voce faz delas, mas confesso que não estou para "perder latim...".
    Quanto a minha situação pessoal, essa é a que menos interessa, mas já aqui disse, mas o dmanteigas ou não leu ou ja se esqueceu. Então aqui vai. A minha carreira profissional foi decorreu em dois paises. Na Suécia recebo a reforma do sistema publico sueco. Em Portugal nunca contribui para a segurança social que também não me paga nada. A minha pensão em Portugal é paga por um fundo de pensões privado, para o qual contribui tal como a entidade patronal.
    Portanto eu não dependo em nada da SS portugesa, o futuro dela não me vai afectar em nada.
    Eu percebo que haja muita gente que não consegue entender que se podem ter opiniões desligadas dos seus proprioa interesses pessoais, na tal extrema esquerda onde você me coloca, aí concordam integralmente consigo, ou você com eles. Eles também entendem que as opiniões resultam das "condições materiais de existência".
    É habitual dizer-se que, por vezes os extremos tocam-se, eu vou mais longe, acho que andam sempre de mão dada.
    Mas claro que nada disto é conversa para si, porque você é um moderado, o extremista aqui sou eu!
    Concordam com este comentário: desofiapedro, reg, N Miguel Oliveira
    • reg
    • 11 fevereiro 2025

     # 18

    Colocado por: dmanteigasIsso e que e uma fe! Espero que o AMG1 esteja entre nos, a comentar no forum da casa, quando regressarmos a fase em que 50 anos de descontos sera o novo normal.


    vamos então mascarar os cortes com os aumentos de tempo de descontos, tudo certo.
  10.  # 19

    Colocado por: AMG1Não há desonestidade intelectual nenhuma. Mas há ignorância que se farta e não é minha.


    Ha desonestidade intelectual, quando o proprio TdC diz que separar todos os subsistemas e so uma forma de 'camuflar' as responsabilidades do estado relativamente a previdencia.
    O resto e como disse.

    Colocado por: dmanteigasQualquer outra visao mais tecnicista de detalhe so serve para enviesar a discussao.


    Quando se discute reformas em Portugal, so o e possivel fazer de forma honesta se se considerar todas as despesas e todas as receitas relativas a previdencia social.

    Colocado por: AMG1Claro que vamos ser todos a pagar essas pensões atraves de impostos, como também seriamos todos nós a pagar atraves de impostos, mesmo que nao tivessa havido qualquer integração dos FP na SS.


    Ora ai esta a conclusao que interessa...

    Colocado por: AMG1Que eu saiba a SS paga pensoes a partir de contribuições e não de tempo de trabalho, ou você tambem conhece casos em que não é isso que acontece?


    E por isso e que eu disse que os reformados com 50+ anos de descontos sao 'um mito', no sentido em que existem realmente muitas pessoas reformadas ou prestes a reformar-se com carreiras longas de trabalho mas nao tao longas contributivas. A % de pessoas que esta reformada com 50+ anos de descontos e uma pequena % das pessoas reformas com efetivos 50+ anos de trabalho. Logo nao se pode comparar como o fez, dando a entender que era 'normal' no passado alguem se reformar com mais de 50 anos de descontos.


    Colocado por: AMG1Eu percebo que haja muita gente que não consegue entender que se podem ter opiniões desligadas dos seus proprioa interesses pessoais, na tal extrema esquerda onde você me coloca, aí concordam integralmente consigo, ou você com eles. Eles também entendem que as opiniões resultam das "condições materiais de existência".


    E obvio que resultam. A experiencia, vivencia, conhecimento que cada um de nos tem molda o nosso pensamento sobre a sociedade e politica.
    Dificilmente alguem tem opinioes completamente desligadas da sua situacao pessoal. Sao uma raridade e grande parte deles, hipocritas.
    Nao e por acaso que ideias liberais pouco pegam em paises com demasiada pobreza. Mas alguem que vive na pobreza consegue ter a claridade de pensamento para ter uma opiniao desligada do seu interesse pessoal? Que acha que sim, devemos reduzir impostos aos 'ricos' e reduzir os servicos que o estado presta? Ok...
    O que existe sempre e malta hipocrita. Por exemplo, o Ricardo Araujo Pereira e um famoso comediante/comentador de esquerda e quem o ouve ate pensa que ele na sua empresa nao usa todas as artimanhas fiscais possiveis e imaginarias para fazer a mesma 'optimizacao fiscal' que critica as 'grandes empresas'. E um bom exemplo de um hipocrita. Quer outro? O Rui Tavares... tambem e de esquerda, defende muito os servicos publicos e o 'fim' dos privados enquanto prestadores de funcoes core do estado pois ao existirem estao a enfraquece-lo, mas os filhos andam no colegio e quando esta doente vai ao Hospital da Luz. Quer mais exemplos? O Chega defende a castracao quimica de pedofilos enquanto tem nas suas fileiras eleitos que andam a pagar para serem mamados por menores.
  11.  # 20

    Colocado por: regvamos então mascarar os cortes com os aumentos de tempo de descontos, tudo certo.


    Mas nao e o que tem sido feito sistematicamente?
    Ainda hoje por exemplo, quem se reforma ainda apanha um beneficio da antiga lei dos 'melhores 10 dos ultimos 15 anos' na contabilizacao da reforma. Cada vez menor claro, mas ainda existem. Cada reformado desde que esta lei foi revogada e afetado negativamente no apuramento da sua reforma. De forma progressiva, para nao se notar muito. Quem se reforma em 2025 e substancialmente mais afetado que alguem que se reformou em 2015. Obviamente que como e um pequeno valor em cada ano, as pessoas nem notam. E quando chegarmos a uma fase em que a reforma e apenas calculada com base em toda a carreira contributiva (quem comecou a trabalhar apos 2002)...
    https://www.seg-social.pt/pensao-de-velhice

    A sustentabilidade da SS tem sido assegurada assim. E assim continuara a ser no futuro
 
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