Colocado por: N Miguel OliveiraQual? A geração "mais bem" preparada de sempre?Essa emigra.Logo resolve o seu problema, mas não o problema geral.
Colocado por: HAL_9000Não vejo porque carga de água as promessas feitas a essas pessoas têm de ser respeitadas, o passo que as promessas feitas a quem já está a ser prejudicado por comparação, podem perfeitamente ser alteradas a meio da sua vida contributiva.
Colocado por: HAL_9000Outra coisa que poderia ajudar quem a financiar a SS, quer a pagar a transição, é um controlo muito mais eficaz da economia paralela.
Colocado por: dmanteigase sobrevive em vez de viver tem muito tempo para se 'adaptar' a mudancas,Nomeadamente podem-se adaptar a uma alimentação frugal e a viver numa box de cartão :).
Colocado por: dmanteigasSim é isso mesmo. A sustentabilidade da SS está a ser feita na lógica de cozer a lagosta viva...lentamente. E a verdade é que resulta. Os meus sogros que se vão reformar nos próximos 2-3 anos dizem que isso da falta de sustentabilidade da SS é um logro, e que já nos anos 80 se falava nisso e ela nunca faliu. Se lhe digo " pois mas as condições de acesso alteraram" dizem "n alteraram assim tanto". então ok.
E muito mais simples o sistema atual. Vai-se prejudicando um bocadinho de cada vez aos que vierem a seguir.
Colocado por: dmanteigasPara mim, o mais grave e a falta de honestidade.
Colocado por: dmanteigaso problema e que a esmagadora maioria da populacao ativa nao tem sequer percepcao nem e informada de forma seria que a reforma daqui a 30 anos nao vai ser aquilo que e hoje. E estimular a poupanca e planeamento de longo prazo dos cidadaos.100% de acordo.
Colocado por: HAL_9000E apesar de a emigração ser uma alternativa
Colocado por: AMG1o problema só tem solução com uma redução das reformas dos actuais pensionistas.
Colocado por: AMG1isso que até confundam o subsistema contributivo da segurança social com a CGA,Se isso foi para mim, não confudo. Contudo as actuais pensões da CGA estão a ser financiadas em parte pelo orçamento de estado (bem sei que tempos houve em que o estado se apoderou dos fundos da CGA), o que também torna toda a solução adoptada insustentável. Mas essa distinção de condições, é bem ilustrativa da injustiça de que falava até entre os próprios FP de diferentes gerações.
Colocado por: AMG1i) os reformados do futuro terão inevitavelmente piores reformas do que quem se reforma agora ou ja está reformado;Porque essas são as conclusões que se tiram ao avaliar a evolução do sistema nos últimos 30 anos por exemplo...ora olhando para a pirâmide demográfica.....
ii) o problema só tem solução com uma redução das reformas dos actuais pensionistas.
Colocado por: MiguelSFA imigração e seu impacto no mercado imobiliário é um problema temporário. Quando a próxima crise económica chegar, os imigrantes saltam para países mais a norte.
Colocado por: HAL_9000Se isso foi para mim, não confudo. Contudo as actuais pensões da CGA estão a ser financiadas em parte pelo orçamento de estado (bem sei que tempos houve em que o estado se apoderou dos fundos da CGA), o que também torna toda a solução adoptada insustentável. Mas essa distinção de condições, é bem ilustrativa da injustiça de que falava até entre os próprios FP de diferentes gerações.
Porque essas são as conclusões que se tiram ao avaliar a evolução do sistema nos últimos 30 anos por exemplo...ora olhando para a pirâmide demográfica.....
Claro está que a solução pode estar em fontes alternativas de rendimento, a questão é que nunca há propostas concretas. Por mim as caixas automáticas dos hipermercados já pagam contribuição para a SS há muito tempo. Se eu tenho de fazer o papel de funcionário de um hipermercado, ao menos que daí resulte algum benefício para o bem comum.
Quanto ao resto do seu comentário, não dê muitas ideias, olhe que pode haver quem leve isso a sério.
Colocado por: MiguelSFComo contribuinte actual e futuro pensionista de pensão minima, acredito que a solução de reduzir as pensões vai ter sempre que vir de fora, imposta pelo FMI a troco de empréstimos numa futura crise.
A solução nunca virá internamente porque ninguém quer perder votos.
Depois também acho que este problema resolve-se com o passar do tempo. As reformas actuais, baseadas no salario final, vão sendo substituidas por pensões baseadas no novo método de cálculo. Os jovens que herdam ou têm contactos estão safos. Quem não tem essa sorte sé lhe sobra o elevador social da emigração.
A UE safará sempre PT porque o investimento é pequeno face aos riscos de estabilidade geopolitica. Nós estamos para a Europa como o Algarve está para PT, somos um país para turismo próximo, algumas industrias exóticas como cortiça e cerâmica, e pouco mais.
A imigração e seu impacto no mercado imobiliário é um problema temporário. Quando a próxima crise económica chegar, os imigrantes saltam para países mais a norte.
Colocado por: AMG1Uma das queixas mais frequente é de que os mais novos se vão reformar cada vez mais tarde. Ora isso é verdade, mas não significa necessariamente uma injustiça face aos mais velhos.
Colocado por: N Miguel Oliveira
Ainda acrescentaria outro dado... que parece que os jovens também se estão a esquecer...
É que muitos dos reformados hoje começaram a descontar ainda na adolescência... ao passo que hoje em dia, não é para nada incomum o primeiro emprego ser só depois do curso feito aos 22-23 anos. Pelo que se começam mais tarde, é natural que se reformem mais tarde também.
Além disso, hoje em dia os empregos são cada vez mais detrás dum computador, com recurso a máquinas e menos à força de braços, etc... pelo que haverá muitos que não terão as mazelas que os que hoje estão reformados tinham aos 65 anos fruto do trabalho que tinham ser diferente, mais físico.
Colocado por: HAL_9000Se isso foi para mim, não confudo. Contudo as actuais pensões da CGA estão a ser financiadas em parte pelo orçamento de estado (bem sei que tempos houve em que o estado se apoderou dos fundos da CGA), o que também torna toda a solução adoptada insustentável. Mas essa distinção de condições, é bem ilustrativa da injustiça de que falava até entre os próprios FP de diferentes gerações.
Colocado por: N Miguel OliveiraÉ que muitos dos reformados hoje começaram a descontar ainda na adolescência... ao passo que hoje em dia, não é para nada incomum o primeiro emprego ser só depois do curso feito aos 22-23 anos.
Colocado por: AMG1Felizmente nada disto vai acontecer a quem ainda não se reformou.
Colocado por: AMG1A alternativa a isso só pode ser aumentar o tamanho do cobertor.
Colocado por: dmanteigas
Quem acho que eles nao sao o mesmo, so o faz por pura desonestidade intelectual.
A partir do momento em que se passou a CGA para o sistema normal, entao deve-se obviamente juntar tudo. Porque os funcionarios publicos que eram quem contribuia para a CGA, agora contribuem para o sistema geral. Os pensionistas que tinham a sua reforma paga pela CGA, agora e paga pelo sistema geral, seja atraves de receita propria ou do OE. Para os 'calculos' das pensoes, nao adianta estar com tretas. E basicamente pegar em todas as fontes de receita e subtrair todas as fontes de despesa. Qualquer outra visao mais tecnicista de detalhe so serve para enviesar a discussao.
E no entanto, ainda este semana o Expresso tinha uma noticia onde dizia que a atual geracao dos 40 anos vai ser a geracao que se vai reformar com mais anos de descontos...
Isso e que e uma fe! Espero que o AMG1 esteja entre nos, a comentar no forum da casa, quando regressarmos a fase em que 50 anos de descontos sera o novo normal.
Alem de que isso e quase um mito... na realidade, a esmagadora maioria dessas pessoas trabalha desde jovem mas nao descontou desde jovem. Alguns por puro desconhecimento... so na minha familia tenho 2 que andam a passar por esse processo, num dos casos numa junta de freguesia onde trabalhou quase uma decada e nao existe 1 registo de descontos feitos para a SS. Ha uma diferenca entre 50 anos de trabalho e 50 anos de descontos.
Eu percebo a visao do AMG1. E a visao natural da extrema esquerda. Se temos mais pensionistas e menos trabalhadores, e bastante simples. 'Aumentamos o tamanho do cobertor'. Leia-se: impostos. O problema e que os impostos em Portugal e na generalidade dos paises ja estao em niveis absurdos. Em Portugal quase nos 40% do PIB. Nos outros paises, acima de 40% do PIB. Em Portugal, acham que e 'expropriando os ricos' do seu patrimonio, quando se expropriassemos os 100 homens mais ricos de Portugal nao conseguiamos sequer pagar 1 ano completo de pensoes. Nao existe grande margem de 'aumentar o tamanho do cobertor'. A esquerda acredita que ha um problema de concentracao de riqueza. E ha... no Estado. Sao 120 mil milhoes de euros de despesa. Em Portugal, a unica solucao e com crescimento da economia forte, robusto e em areas de elevado valor acrescentado que permitam um crescimento sustentado dos rendimentos. Mas isto nao e facil de se obter. Era necessario, por um lado, olhar para o que se quer do Pais e tomar medidas para cortar o crescimento e alocacao de capital a atividades como o turismo. Com medidas basicas, como cortar todos os beneficios ao seu crescimento (como o IVA a 6%). E utilizar esse dinheiro para financiar investimento nas areas que queremos.
Com a atual configuracao da economia nao ha outra solucao que nao a que tem sido adotada atualmente. Ir progressivamente prejudicando os novos pensionistas extendendo a idade da reforma e reduzindo a taxa de substituicao. E simples, nao causa celeuma em ninguem e o unico problema e a falta de honestidade politica, pois nao da tempo aos 'jovens' atuais de prepararem convenientemente a sua reforma, sabendo que vao ter uma quebra muito significativa do seu rendimento na transicao da vida ativa para inativa.
Eu percebo o ponto do AMG1. Esta a pensar em si, obviamente. Ja 'conquistou' o seu direito e nao quer que ninguem lhe mexa por motivo nenhum. E perfeitamente natural. E sempre a questao do 'e aceita acolher um imigrante em sua casa?'. Obviamente que o AMG1 na fase da vida em que esta, esta-se a borrifar para a sustentabilidade da SS ou o que vai acontecer a quem se reformar daqui a 30 anos. O que lhe interessa, e bem, e que o estado honre o compromisso que tem para consigo. O resto e um problema dos 'jovens'.
Dai que eu momento algum eu critiquei os reformados. Eu voto mediante os meus interesses. Os jovens so tem aquilo que merecem. Nao se podem queixar, se uma % significativa deles se envolve ativamente na vida politica e nem sequer vota. Se temos a politica cheia de geriatricos, queremos que eles governem a pensar... no futuro longinquo?
Colocado por: dmanteigasIsso e que e uma fe! Espero que o AMG1 esteja entre nos, a comentar no forum da casa, quando regressarmos a fase em que 50 anos de descontos sera o novo normal.
Colocado por: AMG1Não há desonestidade intelectual nenhuma. Mas há ignorância que se farta e não é minha.
Colocado por: dmanteigasQualquer outra visao mais tecnicista de detalhe so serve para enviesar a discussao.
Colocado por: AMG1Claro que vamos ser todos a pagar essas pensões atraves de impostos, como também seriamos todos nós a pagar atraves de impostos, mesmo que nao tivessa havido qualquer integração dos FP na SS.
Colocado por: AMG1Que eu saiba a SS paga pensoes a partir de contribuições e não de tempo de trabalho, ou você tambem conhece casos em que não é isso que acontece?
Colocado por: AMG1Eu percebo que haja muita gente que não consegue entender que se podem ter opiniões desligadas dos seus proprioa interesses pessoais, na tal extrema esquerda onde você me coloca, aí concordam integralmente consigo, ou você com eles. Eles também entendem que as opiniões resultam das "condições materiais de existência".
Colocado por: regvamos então mascarar os cortes com os aumentos de tempo de descontos, tudo certo.