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    • hangas
    • 10 setembro 2025 editado

     # 21

    Esses riscos parecem estar todos associados ao processo de fabricação e sua aplicação (cortes, etc) do que propriamento ao material final depois de aplicado.

    Claro que não deixa de ser um problema, mas não é a mesma coisa que dizer uma prancha de vinil acabado no chao emita carcinogeneos a torto e direito.

    É um bocado como o teflon. O teflon em si é praticamente inócuo.
    Já os PFOSs do processo de produção evenenaram literamente o mundo inteiro até hoje.
    Concordam com este comentário: matavelhos
  1.  # 22

    Colocado por: hangasEsses riscos parecem estar todos associados ao processo de fabricação e sua aplicação (cortes, etc) do que propriamento ao material final depois de aplicado.

    Claro que não deixa de ser um problema, mas não é a mesma coisa que dizer uma prancha de vinil acabado no chao emita carcinogeneos a torto e direito.

    É um bocado como o teflon. O teflon em si é praticamente inócuo.
    Já os PFOSs do processo de produção evenenaram literamente o mundo inteiro até hoje.

    A info anda ai, os trials clinicos também (embora muito abafados é certo).
    Isto é um forum e como tal, vamos discutindo opiniões.
    A minha foi sempre a mesma e não a mudarei de certeza. Aliás, quanto mais ando no mercado, mais certezas tenho do que defendo.

    Mas tal como defendo que nos soalhos, muito há para mudar. A diferença é que nos últimos anos, de facto, muito mudou. Para melhor, muito melhor.
    Ainda me lembro do envernizamento da minha primeira casa, largos anos antes de eu sonhar que algum dia ia andar nisto, onde durante 7 dias mal se conseguia lá entrar tal não era a moca que se apanhava com o cheiro do poliuretano (pobres vizinhos). E eu achei aquilo o máximo e estava feliz da vida. Hoje em dia, como pode calcular, já não tenho bem a mesma opinião :)
  2.  # 23

    Colocado por: Nostradamus

    A malta quer lá saber disso.

    O comum dos mortais encomenda e veste roupa da Temu e ainda oferece brinquedos aos filhos com plásticos e tintas cancerígenas. Acha mesmo que se preocupam com os químicos do vinilico ou se ele causa tuberculose, lepra ou gonorreia?
    Concordam com este comentário:Ruikode,Joao Dias,NLuz


    De onde vem os brinquedos e as roupas dos seus filhos.. e as suas?
  3.  # 24

    Colocado por: HFSFEntão torna-se tabu e ninguém pode fazer questões?
    Tão tabu que até comentei sobre o assunto, vá-se lá entender...
    Pode colocar as questões que entender, isto é um fórum. Onde é que eu referi tabu, que não me apercebi? O que eu referi é que nestes assuntos por norma há alguns utilizadores que nem se dão ao trabalho de argumentar a sua posição, e simplesmente ofendem aqueles que são de opinião diferente, esse é um facto e sobre isso não preciso de me alongar mais.

    Colocado por: HFSFO Sr. coloca o que melhor entender só não pode é correcto dizer-se que os vinilicos fazem mal à saude de forma dogmática.
    Está a mencionar expressões que eu não escrevi. E garanto que se dogmas tenho na minha vida, estes assuntos não o são com toda a certeza. Isto não tivesse escrito e alguém ainda acreditava... parece a tal história de quem conta um conto acrescenta um ponto.


    Colocado por: HFSFÉ como dizer que os carros eletricos explodem ou que as antenas fazem mal à saude, será verdade para alguns sim mas não parece ser a generalidade
    O Sr. gosta mesmo de misturar assuntos e empolar situações não gosta? Percebe-se que ficou chateado com o assunto. Possivelmente como tem o material em questão aplicado sente-se ferido na honra e quer defender a sua escolha com unhas e dentes. Mas não precisa de o fazer, não fez nada de mal esteja descansado. Peço-lhe desculpa se o fiz sentir desconfortável em qualquer aspeto, a minha intenção aqui não é nem nunca foi essa.

    Aliás, termino referindo o que já referi noutros tópicos sobre assuntos deste tipo: Quando falamos sobre certos materiais (ou tecnologias) e à sua relação com a saúde, não é necessariamente o que por norma vem à baila em tom de exagero, que são doenças como cancros e tal. Por vezes a nossa saúde é afetada de forma mais subtil, no nosso bem estar geral, no nosso descanso, etc. E de certa forma, queiramos ou não, todos estamos sujeitos a essa realidade, o mundo caminha nesse sentido.
    Concordam com este comentário: Joao Dias
  4.  # 25

    Colocado por: Bragas VDe onde vem os brinquedos e as roupas dos seus filhos.. e as suas?


    A roupa para a minha desova é 95 % feita em Portugal. A restante é feita em Marrocos, Espanha e alguma no norte de Africa.

    Empresas com tecidos certificados e 1001 padrões de qualidade. PlayUp, búho, twothirds, etc. (alguma comprada na Vinted em segunda mão ou ainda nova ao preço do lixo da Temu). A própria Zara tem imensas coleções infantis com roupa feita em Portugal.

    E brinquedos são de diversas empresas europeias que fazem coisas de madeira e em cartão/papel. Muito material feito em Espanha (Barcelona). Infelizmente diria que apenas representa 50% do lote de brinquedos. Tudo o que é plástico e injeção de plástico é asiático.

    Se é caro, é, mas eu como trabalho com a industria e para a industria, sei uma ou duas coisitas neste mundo.

    Relativamente à minha roupa, para lhe matar a curiosidade, o meu guarda fatos é super velho. Ainda tenho peças de roupa que usava há 10-15 anos. E Imaginem só, muita ganga feita em Portugal ainda dura e dura. Até para ir para os terrenos, aquilo dura e não rasga.

    As peças mais recentes são feitas na Turquia e norte de África. E sim, é sempre um factor decisivo quando compro um produto que enfio numa gaveta em casa. Seja um pedaço de tecido, ou um brinquedo.
    Concordam com este comentário: Joao Dias
  5.  # 26

    Colocado por: Nostradamus

    A roupa para a minha desova é 95 % feita em Portugal. A restante é feita em Marrocos, Espanha e alguma no norte de Africa.

    Empresas com tecidos certificados e 1001 padrões de qualidade. PlayUp, búho, twothirds, etc. (alguma comprada na Vinted em segunda mão ou ainda nova ao preço do lixo da Temu). A própria Zara tem imensas coleções infantis com roupa feita em Portugal.

    E brinquedos são de diversas empresas europeias que fazem coisas de madeira e em cartão/papel. Muito material feito em Espanha (Barcelona). Infelizmente diria que apenas representa 50% do lote de brinquedos. Tudo o que é plástico e injeção de plástico é asiático.

    Se é caro, é, mas eu como trabalho com a industria e para a industria, sei uma ou duas coisitas neste mundo.

    Relativamente à minha roupa, para lhe matar a curiosidade, o meu guarda fatos é super velho. Ainda tenho peças de roupa que usava há 10-15 anos. E Imaginem só, muita ganga feita em Portugal ainda dura e dura. Até para ir para os terrenos, aquilo dura e não rasga.

    As peças mais recentes são feitas na Turquia e norte de África. E sim, é sempre um factor decisivo quando compro um produto que enfio numa gaveta em casa. Seja um pedaço de tecido, ou um brinquedo.


    Diria que faz parte de uma minoria que tem tempo e dinheiro para se preocupar com isso.. não digo que está errado, mas..
    Concordam com este comentário: jorgemlflorencio
    • HFSF
    • 12 setembro 2025

     # 27

    Colocado por: RuikodeEstá a mencionar expressões que eu não escrevi. E garanto que se dogmas tenho na minha vida, estes assuntos não o são com toda a certeza. Isto não tivesse escrito e alguém ainda acreditava... parece a tal história de quem conta um conto acrescenta um ponto.


    Não era para si o comentário.

    De uma forma geral o que me oponho é que se assuste as pessoas com X produto afeta a vossa saude, "dá cancro".
    O exemplo que dão é de uma agencia dos estados unidos para material sem qualquer certificação que identificam como "made in china"

    Na europa vivemos num ambiente regulamentar bastante diferente, tanto para pisos como carnes, legumes, fármacos, perfumes, cremes.
    O que comprei tem uma certificação de conformidade e de "bem estar" e não é de nenhuma marca unicornio.

    Dei o exemplo das antenas mas posso dar das tintas, posso dizer que todas as tintas são cancerígenas porque há algumas que o são?
    Posso dizer que a lã mineral deveria ser banida porque causa irritação?
  6.  # 28

    Colocado por: Bragas V

    Diria que faz parte de uma minoria que tem tempo e dinheiro para se preocupar com isso.. não digo que está errado, mas..
    Concordam com este comentário:jorgemlflorencio

    E que sabe o que procurar, passando ao lado da comunicação que é constantemente bombardeada na nossa direção...
    Concordam com este comentário: Ruikode
  7.  # 29

    Colocado por: Joao Dias

    Lol, é óptimo e a logistica envolvida é sempre divinal para o DO.
    E se calhar, dependendo da solução, da segunda vez que trocar já tinha pago um bom multicamadas com que nunca mais se chateia na vida.
    Independentemente, o dinheiro está muito longe de ser o factor mais preocupante. A minha saude, o bem estar e conforto da minha família valem seguramente muito mais do que uma eventual “falsa” poupança que se consiga a colocar uma opção que não entraria na minha casa nem oferecida e aplicada de borla.
    Mas isto é chover no molhado, eu tenho a minha opinião e as minhas convicções, apoiadas por experiência de quem anda neste carrocel todos os dias, e outros users terão a deles.

    Infelizmente, poucos pararam para pensar o quão fácil seria para mim colocar a minha equipa a aplicar este género de soluções, e o lucro fácil e brutal que isso me traria. Se não o faço, por algum motivo há-de ser…


    Colocado por: Joao Dias

    Lol, é óptimo e a logistica envolvida é sempre divinal para o DO.
    E se calhar, dependendo da solução, da segunda vez que trocar já tinha pago um bom multicamadas com que nunca mais se chateia na vida.
    Independentemente, o dinheiro está muito longe de ser o factor mais preocupante. A minha saude, o bem estar e conforto da minha família valem seguramente muito mais do que uma eventual “falsa” poupança que se consiga a colocar uma opção que não entraria na minha casa nem oferecida e aplicada de borla.
    Mas isto é chover no molhado, eu tenho a minha opinião e as minhas convicções, apoiadas por experiência de quem anda neste carrocel todos os dias, e outros users terão a deles.

    Infelizmente, poucos pararam para pensar o quão fácil seria para mim colocar a minha equipa a aplicar este género de soluções, e o lucro fácil e brutal que isso me traria. Se não o faço, por algum motivo há-de ser…



    Bom dia

    Qual o multicamadas de Carvalho que aconselha? Gosto de tábuas largas, mas se não for o ideal, corrija-me.
    Muito obrigada
  8.  # 30

    Colocado por: MissDior




    Bom dia

    Qual o multicamadas de Carvalho que aconselha? Gosto de tábuas largas, mas se não for o ideal, corrija-me.
    Muito obrigada

    Envie-me um email para [email protected] e eu respondo-lhe.
    Acho muito bem que aplique réguas mais largas. Nós é o que tentamos fazer sempre.
  9.  # 31

    Colocado por: VarejoteQuantos mais tópicos destes vejo, mais gosto de cerâmico.
    Concordam com este comentário:ClioII,jorgemlflorencio


    Não está livre de problemas também. Já vi cerâmico a levantar e a partir. Parecia obra do demo :)
    Concordam com este comentário: Joao Dias
  10.  # 32

    Colocado por: matavelhos

    Não está livre de problemas também. Já vi cerâmico a levantar e a partir. Parecia obra do demo :)


    Mas não foi certamente pela humildade, provavelmente por deflexão da laje.😏
  11.  # 33

    Colocado por: matavelhos

    Não está livre de problemas também. Já vi cerâmico a levantar e a partir. Parecia obra do demo :)


    Também eu. Curiosamente num piso assente direitinho há 30 anos. Parecia que as peças tinham crescido, faziam barriga por todo o lado.
  12.  # 34

    Colocado por: ClioII

    Também eu. Curiosamente num piso assente direitinho há 30 anos. Parecia que as peças tinham crescido, faziam barriga por todo o lado.


    Isso foi porque o piso abateu.
  13.  # 35

    Colocado por: Varejote

    Isso foi porque o piso abateu.


    Alguma coisa foi certamente e não lhe estou a tirar razão, mas faz-me um bocado de comichão ter abatido uma laje ao fim de 30 anos. Se fosse um assentamento do terreno enquanto a construção era recente, acho que não me causava tanta estranheza. De resto, não há marcas ou rachadelas do abatimento.
  14.  # 36

    Colocado por: ClioII

    Alguma coisa foi certamente e não lhe estou a tirar razão, mas faz-me um bocado de comichão ter abatido uma laje ao fim de 30 anos. Se fosse um assentamento do terreno enquanto a construção era recente, acho que não me causava tanta estranheza. De resto, não há marcas ou rachadelas do abatimento.


    O apartamento de um familiar num prédio com 30 anos, eles estavam em casa e de um momento para o outro, os cerâmicos a meio da sala, começaram a levantar e estalar.

    Foi verificado no piso do vizinho de baixo, não se via anomalia, dito pelo relatório dos peritos, a laje teve uma pequena deflexão apertou os cerâmicos, como eles não encolhem estalaram.

    Portanto o problema não está no cerâmico está na base.

    Os flutuantes de facto, expandem e encolhem.😏
  15.  # 37

    Colocado por: Varejote

    O apartamento de um familiar num prédio com 30 anos, eles estavam em casa e de um momento para o outro, os cerâmicos a meio da sala, começaram a levantar e estalar.

    Foi verificado no piso do vizinho de baixo, não se via anomalia, dito pelo relatório dos peritos, a laje teve uma pequena deflexão apertou os cerâmicos, como eles não encolhem estalaram.

    Portanto o problema não está no cerâmico está na base.


    Compreendo.

    Dúvida genuína: apontaram uma justificação para a flexão tão tardia da laje? (partindo do princípio que não instalaram uma piscina lá dentro ou sobrecarregaram a laje para além do razoável).

    É que os casos destes que eu conheço em que o cerâmico começou a empolar estão todos em casas com dezenas de anos, alguns em moradias em que toda a história é conhecida. Admitindo que a laje fletiu (que é uma explicação racional para o fenómeno) fico perplexo com uma movimentação tão tardia dos materiais (nos primeiros 5 ou, vá, 10 anos não me espanta tanto).
  16.  # 38

    Colocado por: ClioII

    Compreendo.

    Dúvida genuína: apontaram uma justificação para a flexão tão tardia da laje? (partindo do princípio que não instalaram uma piscina lá dentro ou sobrecarregaram a laje para além do razoável).

    É que os casos destes que eu conheço em que o cerâmico começou a empolar estão todos em casas com dezenas de anos, alguns em moradias em que toda a história é conhecida. Admitindo que a laje fletiu (que é uma explicação racional para o fenómeno) fico perplexo com uma movimentação tão tardia dos materiais (nos primeiros 5 ou, vá, 10 anos não me espanta tanto).


    O que sei é que nunca mais deu problemas(deflexão).
    • cako
    • 16 setembro 2025

     # 39

    Colocado por: vascooool
    Se tem folgas por baixo do rodape, pode ser que a base esteja empenada e não permite o flutuante mover-se.
    Qual é a base do pavimento? Betonilha terrea? Se sim, foi lixada e/ou nivelada com autonivelante? Levou algum filme plástico entre a base e o pavimento flutuante?


    Boas,

    Obrigado pelo comentário.
    O vinílico oi instalado por cima de piso de cimento (antes tinha um parquet totalmente danificado). O piso foi tratado até meia altura com um produto da Sika ou Labo.
    Creio que o piso não foi lixado e seguramente não foi aplicado autonivelante. O vinílico, conforme as instruções do fabricante e instalador não levou qualquer filme plástico.

    O que mais me chateia no meio de isto tudo ironicamente, nem é o dinheiro que possa gastar aqui...É a necessidade de ter que tirar mobílias de todas as divisões para uma troca de piso (ainda não sabendo qual...)

    Obrigado
  17.  # 40

    Colocado por: cako

    Boas,

    Obrigado pelo comentário.
    O vinílico oi instalado por cima de piso de cimento (antes tinha um parquet totalmente danificado). O piso foi tratado até meia altura com um produto da Sika ou Labo.
    Creio que o piso não foi lixado e seguramente não foi aplicado autonivelante. O vinílico, conforme as instruções do fabricante e instalador não levou qualquer filme plástico.

    O que mais me chateia no meio de isto tudo ironicamente, nem é o dinheiro que possa gastar aqui...É a necessidade de ter que tirar mobílias de todas as divisões para uma troca de piso (ainda não sabendo qual...)

    Obrigado

    Há muitos anos que ando a alertar neste fórum para justamente isto.
    A logística é um inferno e a família, em bom rigor, também não pode estar a habitar a casa.
    E atenção, a ver se desta feita contrata uma equipa que lhe resolva o problema de vez e para isso, têm forçosamente de saber preparar a base!!
    Acredite ou não, a grande maioria não sabe… parece impossível, mas é verdade.
 
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