Uma senhora com quem estava a falar, queixou -se que a câmara de Almada não ia fazer habitação social na reformulação urbanística do cais do Ginjal nem nas arribas acima até ao Cristo Rei, para onde está previsto urbanizar(Quinta da Arialva e Quinta do Almaraz).
Eu tive de dizer que aquela zona é privilegiada, é para quem pode pagar...
E ela: "E o meu filho?!"
Calei-me.
Mas sendo condutor de táxi... só se trabalhar muito e também noutros campos poderá ter ali casa nova.
Já do outro lado da portagem da ponte, um bairro social gigante, no Monte da Caparica foi feito e continua a crescer com prédios novos.Resta saber quem serão os contemplados. Fizeram os prédios com as janelas do WC com vista 🪟 Lisboa. "Deus dá nozes a quem não tem dentes."
E gigante é também o bairro de lata que lá se encontra, e outros. Muitos habitantes são portugueses.
Habitação Social é no máximo para 1/2 anos. Endireitar a vida e siga a mairinha. Agora há quem ache que possa (e efetivamente pode pelos vistos) ficar ad eternum nestas habitações com rendas de 4€ e ainda ficar a dever.
Em Matosinhos abriram agora mais 2/3 torres de apartamentos. Pelos vistos houve atropelamentos internos na fila que existia (quem diria!), os moradores queixam-se que não têm varandas grandes nem churrasqueira...
Isto de facto, ser pobre e mal agradecido tem destas benesses. Poder viver numa casa praticamente de borla (A estrear) e ainda poder reclamar eheheh Muitos deles jovens atenção!
Ainda tinha visto num vídeo de redes sociais, ciganos a defender a que naquele bairro só podem morar ciganos, que os filhos de 16 anos já estão à espera da casa da câmara.
Portanto, acho muito bem que se ajudem estes jovens!!
Colocado por: pedrodmsousaHabitação Social é no máximo para 1/2 anos. Endireitar a vida e siga a mairinha. Agora há quem ache que possa (e efetivamente pode pelos vistos) ficar ad eternum
Concordo plenamente. Excepto no tempo para "endireitar a vida". Pelo menos 10 anos.
Outra questão é a venda de fracções a inquilinos por parte da câmara, não devia ocorrer!!! Saem uns entram outros.
Construir de novo é extremamente caro, e sai do nosso bolso. De quem paga impostos. São recursos que fazem falta noutros âmbitos.