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  1.  # 21

    Colocado por: agustinEu não pedi opiniões para avaliar o nível de adulteração até porque eu nada tenho a ver com tal situação de adulteração e apenas estou a tentar recuperar o que existe.

    ?
  2.  # 22

    realmente não era bem isso em que eu estava a pensar.

    seria algo mais a preservar o volume original pelo menos até a um recuo de 2 ou 4 metros de forma a manter a caracteristica da cobertura original. Isso que apresenta mais valia acabar com a fachada de vez e meter os vãos de acordo com uma solução de raiz.
    Tente "cristalizar" essa imagem original da casa, pelo menos na frente.
  3.  # 23

    Colocado por: Fernando Gabriel Arq
    Colocado por: agustinEu não pedi opiniões para avaliar o nível de adulteração até porque eu nada tenho a ver com tal situação de adulteração e apenas estou a tentar recuperar o que existe.

    ?


    A adulteração anterior (se ela existe) não sou eu o responsável. O que peço é opinião sobre o que fazer e como fazer para melhorar. Era nesse sentido o meu comentário.
  4.  # 24

    ah sim, percebi
    mas não faça isso dos primeiros desenhos que colocou, isso é destruir a casa a traça totalmente.
    com imaginação consegue algo interessante, aumentar a área sem mexer muito na traça.
  5.  # 25

    Colocado por: Fernando Gabriel Arqah sim, percebi
    mas não faça isso dos primeiros desenhos que colocou, isso é destruir a casa a traça totalmente.
    com imaginação consegue algo interessante, aumentar a área sem mexer muito na traça.


    Eu até tenho preferência em manter a estrutura actual como fala. E que acha da minha outra solução mais conservadora que coloquei logo abaixo das outras?

    Obrigado
  6.  # 26

    Os membros frequentes deste Forum já calculam qual é a minha opinião. :-)

    Para mim, o estado de degradação dessa estrutura não me aflige por aí além. Está PÉSSIMO, mas parece ser recuperável . Não acredito é que valha a pena.

    Por outro lado, o «património arquitectónico» que essa casa contém, obviamente, não me entusiasma.

    Do que eu não gosto mesmo é de alterar as cargas do edifício sem saber o que está nas fundações, o que está dentro dos pilares e vigas, como é que estes ligam às lajes, etc.
    E a experiência que tenho é que normalmente as fundações de prédios de há cerca de 100 anos são mesmo muito más, para não falar nas que estão "no ar" (por o terreno ter sido "lavado" pelas águas dos esgotos - que já há muito se partiram por serem de grés).
    E se vissem os ferrinhos que estavam a servir de «armadura» numa moradia com uns 50 anos que «recuperei» (isto é: que demoli e contruí de novo) há uns anos em Sines...

    Do que eu também não gosto é de juntar uma estrutura novinha em betão armado, a uma estrutura que já passou a idade da reforma.
    Se houver um problema (ruína de um elemento da estrutura), a culpa é do que foi feito na tentativa de "recuperar" ou do que se manteve?

    Portanto, na minha opinião , eu demolia TUDO e fazia de raiz.
    Até pode reconstruir mantendo elementos da arquitectura original, mas não tem que manter a %$#@! de materiais que lá estão.

    De qualquer maneira, tudo terá de começar por uma autorização (pedido de informação prévia, ou de viabilidade) na respectiva Câmara Municipal... Terá também de contratar um gabinete de projectos para elaborar os processos a apresentar na Câmara... etc.

    Tem aí ainda muito pano para mangas.


    PS: gosto mais da sua ideia original (de ocupar o máximo de terreno, que é só 11mx4,5m não é?)
  7.  # 27

    Colocado por: Luis K. W.Os membros frequentes deste Forum já calculam qual é a minha opinião. :-)

    Para mim, o estado de degradação dessa estrutura não me aflige por aí além. Está PÉSSIMO, mas parece ser recuperável . Não acredito é que valha a pena.

    Por outro lado, o «património arquitectónico» que essa casa contém, obviamente, não me entusiasma.

    Do que eu não gosto mesmo é de alterar as cargas do edifício sem saber o que está nas fundações, o que está dentro dos pilares e vigas, como é que estes ligam às lajes, etc.
    E a experiência que tenho é que normalmente as fundações de prédios de há cerca de 100 anos são mesmo muito más, para não falar nas que estão "no ar" (por o terreno ter sido "lavado" pelas águas dos esgotos - que já há muito se partiram por serem de grés).
    E se vissem os ferrinhos que estavam a servir de «armadura» numa moradia com uns 50 anos que «recuperei» (isto é: que demoli e contruí de novo) há uns anos em Sines...

    Do que eu também não gosto é de juntar uma estrutura novinha em betão armado, a uma estrutura que já passou a idade da reforma.
    Se houver um problema (ruína de um elemento da estrutura), a culpa é do que foi feito na tentativa de "recuperar" ou do que se manteve?

    Portanto, na minha opinião , eu demolia TUDO e fazia de raiz.
    Até pode reconstruir mantendo elementos da arquitectura original, mas não tem que manter a %$#@! de materiais que lá estão.

    De qualquer maneira, tudo terá de começar por uma autorização (pedido de informação prévia, ou de viabilidade) na respectiva Câmara Municipal... Terá também de contratar um gabinete de projectos para elaborar os processos a apresentar na Câmara... etc.

    Tem aí ainda muito pano para mangas.


    PS: gosto mais da sua ideia original (de ocupar o máximo de terreno, que é só 11mx4,5m não é?)


    Concordo com a sua opinião mas a demolição total está fora de questão dada a dificuldade em executá-la.
    A área é superior mas a que pretendo edificar é mesmo 11x4.5.
    Obrigado pelo comentário
  8.  # 28

    Colocado por: agustin
    Colocado por: Fernando Gabriel Arqah sim, percebi
    mas não faça isso dos primeiros desenhos que colocou, isso é destruir a casa a traça totalmente.
    com imaginação consegue algo interessante, aumentar a área sem mexer muito na traça.


    Eu até tenho preferência em manter a estrutura actual como fala. E que acha da minha outra solução mais conservadora que coloquei logo abaixo das outras?

    Obrigado

    a ideia pode passar por ai ampliar as traseiras sim, mas não deixa de ser uma situação cuidadosa, para não haver contradição entre o velho e o novo, e depende até aonde pode levar a ampliação e o que pretende em espaços.
    cumps
 
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