Antes de definir se há regras e quais, deve definir porquê, e em que medida são justificáveis regras.
Na verdade acho que é a primeira coisa a definir quando se pensa num modelo de sociedade: há regras? Quais os sectores a regulamentar? Há limites para os direitos (individuais ou colectivos)? Quais? Serão estas (entre outras) as questões de fundo que definirão o tipo de sociedade que cada um pretende.
Parece-me sensivelmente o mesmo que:...
José Cardoso
Depois de ler a discussão fico com a ideia que há gente que, apesar de exibir fortes lacunas na sua compreensão de aspectos básicos da economia, tenta basear-se na sua incompreensão do tema para justificar posições egocentricas e narcisistas que servem de premissa a uma mão-cheia de exigências que pretendem impor ao comportamento de terceiros.
Em vez de me alongar com correcções de uma série de erros de palmatória
eu vou apenas relembrar o seguinte: quando se fala em economia fala-se essencialmente e sobretudo na gestão dos recursos de toda uma sociedade. As regras impostas ao funcionamento de um sistema económico tem apenas um único objectivo: permitir que o funcionamento da sociedade seja o mais eficiente possível. Ou seja, as regras impostas à economia existem para melhorar o funcionamento da sociedade. Elas não existem para piorar o funcionamento da sociedade.
Isto implica que qualquer medida que põe em causa o funcionamento de uma sociedade, como aquelas que tem sido advogado aqui neste tópico, não tem cabimento em qualquer sistema económico que se destine a ser verdadeiramente um sistema económico. Essas medidas caem no âmbito da sociopatia, e aqueles que advogam essas medidas tem a obrigação de compreender o seguinte: sem sociedade vocês não funcionam. Por isso procurem pensar um pouco antes de se porem a defender medidas que resultem na eliminação da sociedade e efectivamente vos tirem o chão debaixo dos pés.
Colocado por: luisvvClaro que sim: é suposto as regras impostas servirem para melhorar alguma coisa - de outra forma, não seriam justificáveis. Acontece que a economia dirigida não funciona - os individuos teimam em não concordar com o que lhes é imposto. Por outro lado, entre as intenções proclamadas e os efeitos reais há uma grande distância.
Para ajudar à festa, as regras assumem que há um problema, que tem que ser resolvido - e atribuem isso a muitas coisas, desde a ganância às "falhas de mercado". Ora, de forma geral essas "falhas de mercado" são apenas a expressão da vontade dos indivíduos - que muitas vezes diverge da dos Supremos Líderes.
Colocado por: luisvv
Portanto, sem uma economia dirigida superiormente é o dilúvio? Sociedade,finito? Huum, vamos ter que investigar um pouquinho melhor....
Depois de ler a discussão fico com a ideia que há gente que, apesar de exibir fortes lacunas na sua compreensão de aspectos básicos da economia, tenta basear-se na sua incompreensão do tema para justificar posições egocentricas e narcisistas que servem de premissa a uma mão cheia de exigências que pretendem impor ao comportamento de terceiros.
quando se fala em economia fala-se essencialmente e sobretudo na gestão dos recursos de toda uma sociedade
As regras impostas ao funcionamento de um sistema económico tem apenas um único objectivo: permitir que o funcionamento da sociedade seja o mais eficiente possível. Ou seja, as regras impostas à economia existem para melhorar o funcionamento da sociedade
Isto implica que qualquer medida que põe em causa o funcionamento de uma sociedade, como aquelas que tem sido advogado aqui neste tópico, não tem cabimento em qualquer sistema económico que se destine a ser verdadeiramente um sistema económico.
Isto implica que qualquer medida que põe em causa o funcionamento de uma sociedade, como aquelas que tem sido advogado aqui neste tópico, não tem cabimento em qualquer sistema económico que se destine a ser verdadeiramente um sistema económico. Essas medidas caem no âmbito da sociopatia, e aqueles que advogam essas medidas tem a obrigação de compreender o seguinte: sem sociedade vocês não funcionam.
Colocado por: j cardoso
- Gestão essa que deve estar subordinada à estratégia global adoptada para a prossecução do objectivo pretendido: a sociedade que os cidadãos pretendem, não a que economistas acham "eficiente".
Colocado por: j cardoso
- Apenas teoricamente. Na prática afirmar isso corresponde a negar a influência que é exercida por vários sectores que mais que eficiência global buscam a satisfação de interesses próprios.
Colocado por: j cardoso- Não vou discutir se as medida propostas e que tanto lhe desagradam são as que eu defenderia ou não, mas não posso deixar de dizer que aquilo que afirma dá conta de uma enorme distracção - para não dizer presunção: parte do princípio que a sociedade que deseja é a que os outros desejam sem sequer colocar a hipótese de isso não se verificar.
Colocado por: j cardosoMais, afirma que pensar diferente é ser sociopata.
Colocado por: j cardosoEu não gostava de viver numa sociedade que tratasse como sociopatas aqueles que pensam de modo diferente (estou a escrever isto e não posso evitar um sorriso irónico: qual era mesmo o regime que sistematicamente tratava como sociopatas os opositores? Aposto que nunca pensou estar tão perto dos camaradas de leste)
O luisvv anda a abusar dos bonecos de palha. O contrário ao neoliberalismo não é uma "economia dirigida". A imposição de um ordenado mínimo não torna uma economia "dirigida". A existência de um código do trabalho não torna uma economia "dirigida". O conceito de justa causa não torna uma economia "dirigida". São conceitos que são perfeitamente ortogonais ao conceito de sistema económico, e quem põe em causa essas regras fundamentais para o funcionamento de qualquer sociedade está a confundir ser-se sociopata com ser-se economista.
1) A imposição de um ordenado mínimo não torna uma economia "dirigida"
2) A existência de um código do trabalho não torna uma economia "dirigida"
e
3) O conceito de justa causa não torna uma economia "dirigida".
São conceitos que são perfeitamente ortogonais ao conceito de sistema económico, e quem põe em causa essas regras fundamentais para o funcionamento de qualquer sociedade está a confundir ser-se sociopata com ser-se economista.
O luisvv é a única pessoa que fala em "economia dirigida", e trazer essas referências descabidas e despropositadas para esta discussão revelam que ou age com má fé, a tentar usar bonecos de palha para desconversar, ou então revela lacunas graves na compreensão de tópicos básicos de economia.
Isto implica que qualquer medida que põe em causa o funcionamento de uma sociedade, como aquelas que tem sido advogado aqui neste tópico, não tem cabimento em qualquer sistema económico que se destine a ser verdadeiramente um sistema económico(..)
Colocado por: ramO que é importante sublinhar é que o objectivo máximo é satisfazer as necessidades da sociedade, e não desprezá-las em único benefício de uma pequena porção dessa sociedade.
Colocado por: ramDepois de ler a discussão fico com a ideia que há gente que, apesar de exibir fortes lacunas na sua compreensão de aspectos básicos da economia, tenta basear-se na sua incompreensão do tema para justificar posições egocentricas e narcisistas que servem de premissa a uma mão-cheia de exigências que pretendem impor ao comportamento de terceiros.
Colocado por: ramEm vez de me alongar com correcções de uma série de erros de palmatória eu vou apenas relembrar o seguinte: quando se fala em economia fala-se essencialmente e sobretudo na gestão dos recursos de toda uma sociedade.
Colocado por: ramAs regras impostas ao funcionamento de um sistema económico tem apenas um único objectivo: permitir que o funcionamento da sociedade seja o mais eficiente possível.
Colocado por: ramElas não existem para piorar o funcionamento da sociedade.
Colocado por: ramIsto implica que qualquer medida que põe em causa o funcionamento de uma sociedade, como aquelas que tem sido advogado aqui neste tópico, não tem cabimento em qualquer sistema económico que se destine a ser verdadeiramente um sistema económico.
Colocado por: ramEssas medidas caem no âmbito da sociopatia, e aqueles que advogam essas medidas tem a obrigação de compreender o seguinte:
Colocado por: ramsem sociedade vocês não funcionam.
Colocado por: ramPor isso procurem pensar um pouco antes de se porem a defender medidas que resultem na eliminação da sociedade e efectivamente vos tirem o chão debaixo dos pés.
Colocado por: luisvvAté aqui estamos de acordo: há neste tópico gente que, não percebendo, julga que a economia é superiormente dirigível, para impor a terceiros determinados comportamentos.
Colocado por: luisvvPortanto, sem uma economia dirigida superiormente é o dilúvio? Sociedade,finito? Huum, vamos ter que investigar um pouquinho melhor....
Colocado por: luisvv
Não? Olhe que eu julgava que o ordenado mínimo era coisa que, entre outros efeitos, barrava a entrada no mercado de trabalho a uma camada da população. E jurava que se tratava de uma proibição de vender/comprar trabalho, imposta por terceiros, com intenções piedosas.
Se quer dizer que não é propriamente a mesma coisa que um sistema socialista puro e duro, de acordo - mas nem por isso deixa de ser uma intromissão dirigista no funcionamento da economia.
Colocado por: luisvv
Claro que não. São apenas limitações à expressão contratual da vontade das partes, por imposição de terceiros. Ver ponto anterior.
Colocado por: luisvv
Sucede que o conceito de "mais eficiente possível" do ram é na verdade "de acordo com a vontade de quem legisla/estabelece as regras", talvez sob o pressuposto de que quem estabelece as regras tem simultaneamente omnisciência.
Colocado por: luisvvO ram tem portanto paciência para me explicar em que é que advogar o mínimo de interferência no funcionamento de algo que sabemos que funciona independentemente da nossa vontade (o jogo procura/oferta)
Colocado por: luisvv
poria em causa o funcionamento da sociedade ? E já agora, em que é que aceitar o básico da vida económica poria em causa o "sistema económico"? (sendo que eu tremo só de ouvir as 2 palavras juntas...)
Colocado por: danobrega
Acho engraçado começar por acusar as pessoas de não entenderem aspectos básicos (se são básicos demonstre o erro, deve ser fácil) e ainda por cima chamar às pessoas egocêntricas, narcisistas e sociopatas. Quando as pessoas não entendem aspectos básicos o correcto será tentar ajuda-las a compreender, não?
Colocado por: danobrega
Não dá exemplos. Acusações não fundamentadas e insultuosas.
Colocado por: danobrega
Mais uma frase que não diz nada. Se o objectivo das regras fossem o contrário disso seriam regras criminosas. O que interessa discutir é se determinadas regrasna prática cumprem ou não o seu objectivo proposto.
Colocado por: danobrega
Agora diz que as ideias que foram escritas neste tópico não têm fundamento, não dá exemplos, não explica porquê. Frase inutil.
Colocado por: danobrega
Duh... dá-me impressão de facto que estou a detectar alguma sociopatia. Acusar as pessoas que participam numa discução aberta de serem sociopatas. Certo...
Colocado por: danobrega
É o que estamos a fazer, a tentar pensar um pouco. Há uns que pensam de uma maneira, dão os seus argumentos. Outros que pensam de outra, dão os seus argumentos...
Depois há uma terceira qualidade de bicho que chega aqui, insulta tudo e todos e não trás nada de construtivo.
Colocado por: danobregaNão tenho paciência para tentar discutir consigo. O Sr Ram continua a insultar mas desta vez passou a insultos pessoais. Não é que me importe que um desconhecido escreva baboseiras na internet, mas uma discussão lógica deve seguir regras que foram ultrapassadas.
Colocado por: Jorge RochaO cerne desta questão é que nunca serei liberal mesmo...
O fmi está por cá a mandar bitaques em questões como a economia paralela,em que termos quantitativos existe e em que sectores?Logo os portuguesinhos servis tais como Azaes,e outros sectores da sociedade,acorreram a informar esta gente de fora(fmi)onde se situa esse problema de uma forma geral.
Depois também os tipos do fmi estão a amandar bitaques sobre possíveis privatizações de vários sectores do estado...
Bom.........o PSD/PS/CDS.........fartam-se também de amandar larachadas
Mas ninguém em Troyca se lembra de referir onde existe também um dos problemas mais graves e decisivos para uma equidade económica...(paraísos fiscais)........
e também.............perceber que o dinheiro colocado no BPN nunca deveria ter acontecido...e tomar as devidas providências em relacção a este assunto(o mais grave em Portugal).........
e também.........observar em alguns sectores governamentais que se apropriou de benesses fiscais e outros nos produtos financeiros em detrimento de prejuiso dos clientes bancários devido à escassez de dinheiro para ajudar a economia real devido a estes malandrecos de colarinho branco e afins como tais conhecimentos de fulanos e beltranos que usufruíam de juros elevados dessas mesmas aplicações financeiras...
Parece que aqui ninguém lhes toca...o problema vai sempre atolar-se em quem trabalha e leva uma vida +- condígna para pagar a estes farsolas que roubaram e de que maneira a economia portuguesa...ninguém é preso...
E a sociedade bem como o fmi,não observam sequer que grande parte do problema deve ser tratado pela via judicial,bem como tratar de uma equidade de justiça nestes casos...
Em vez disso............o próprio procurador da república submete-se pela inevitabilidade de que a haver crise com os constrangimentos que o fmi irá colocar,a justiça ficará ainda com menos meios(pior)
Querendo dizer que os gatunos safam-se com mais facilidade,para além dos grandes gatunos de colarinho branco estarem de bem com a sua vidinha e à espera de outra opurtunidade que seus amiguinhos de peito metidos nestes entraves consecutivos falando de boas ou más governações,lhes voltem a proporcionar um futuro tão(brilhante)como o que tiveram no passado..........tão brilhante que ninguém faz nada deles,ninguém sabe para onde foram os biliões,e pelos vistos suas belas amizades do peito,também nada querem saber disso...apenas se preocupam nas eleições e se preocupam em quem esvaziar os bolsos para tapar os grandes buracos de biliões que seus amiguinhos criaram...e agora o mal está na sociedade aos olhos dos abutres mesmo sabendo que os portugueses são dos que mais horas fazem a trabalhar.
Colocado por: J.FernandesTanto texto para você voltar a repetir o que já disse umas 100 vezes, que para si os culpados são os offshores e o BPN.
Colocado por: J.FernandesOs offshores não são uma questão nacional, existem em muitos países e não adianta acabar com uns se noutros países continuam - os capitais não tem pátria.
Colocado por: J.FernandesO BPN, por culpa do governo,
Colocado por: J.Fernandesé um fardo que vamos todos ter de carregar,
Colocado por: J.Fernandesmas está longe de ser um grande problema quando comparado com o volume enorme de problemas que nos afectam. Repare-se que o "resgate" serão cerca de 80.000M€, enquanto o buraco do BPN, deverão ser à volta de 5.000M€, isto é pouco mais de 5% da verba total. E se se calcular o que representam esses 5.000M€ em percentagem da dívida pública, ainda é muito menos significativo.