...."Mas se for (LMN) Lã Mineral Natural Knauf ainda melhor.."
Que é exactamente o mesmo que uma Ursa ou uma Isover, entre outras, tudo muito boas mantas de lã de vidro, todas naturais, que mais haveria de ser se são todas produzidas apartir da silica ou de vidro? É escolher entre Mercedes, BMW ou Audi, num topo de gama, venha o diabo e escolha. Preços indicativos,correntes, Ursa, F- MRK com papel kraft (barreira para vapor) de 60mm 2.25€/m² e 3.00€/m² a de 80mm, sem IVA. "Fassam" parte
Uma das vantagens do isolamento pelo exterior é a "eliminação" das pontes térmicas principalmente nas áreas estruturais. Eliminação entre aspas pois elas continuam lá, a resistência térmica na zona da estrutura continua a ser menor que na zona em alvenaria, embora com diferenciais muito menores. Com a implementação de mais um elemento de isolamento apenas na zona de alvenaria vai ser aumentada a resistência termina nessa mesma zona. Isto leva ao aumento do diferencial térmico entre as zonas da parede em alvenaria e estrutural. Ou seja, a "eliminação" das pontes térmicas começa a desaparecer. Assim as condensações e fugas de calor vão se concentrar nas áreas estruturais e também nos envidraçados. Conclui-se assim que, o acréscimo de isolamento na caixa de ar poderá não ser tão vantajoso como pode parecer à partida. (desculpem se a explicação está um pouco confusa)
Vivam! kugu_elo, um pouco confusa para quem não é das lides. Perceptível e conhecida para quem o faz diariamente, mas veja que você refere-se à caixa de ar no sentido tradicional, e neste momento já estamos a falar de outra caixa de ar: Aquela que poderá ficar no interior da parede exterior e que delimitando todo o perímetro interior, envolve também os elementos estruturais, pelo que o isolamento interior nessa caixa de ar, tem um comportamento exactamente igual ao do isolamento pelo exterior no controlo das pontes térmicas planas nesses elementos. Mais, se bem feito, eu até vou mais longe e discuto platonicamente se não elimino por completo a ponte térmica na maioria dos casos (baixando e isolando os tectos abaixo da cota dos elementos estruturais e revestindo e isolando as paredes verticais fora deles, fazendo com que as áreas úteis das divisões sejam apenas contabilizadas dentro das superfícies das paredes correntes - agora é que está confuso!), mas esta é mesmo uma discussão platónica e não é para aqui. "Fassam" parte e boas obras
alv, se vai se o isolamento interior vai também atingir as zonas estruturais, então sim, não haverá grande problema em relação a pontes térmicas nas zonas estruturais, mas poderá aumentar as pontes térmicas na zona da cobertura, dependendo de como está vai ser feita. No entanto, o problema dos vãos envidraçados continua. Enquanto que todos os elementos estruturais e alvenarias vão estar muito próximos da temperatura interior, os envidraçados (e isto vai depender do tipo de envidraçado, duplo/triplo/dupla janela/simples) vai estar mais próximo da temperatura exterior podendo levar a condensações e claro, quem fizer um percurso ao longo da parede ao passar pelo voa envidraçado vai sentir desconforto. Obviamente que isto é muito teórico e depende de muitos factores. Assim a minha participação aqui é simplesmente para mostrar alguns aspectos que possam estar esquecidos. Aproveito também para referir que, e porque mencionei vidros duplos e triplos e já encontrei esta situação aqui no fórum: Se vai ser colocado vidro duplo e se refere como justificação o isolamento sonoro, é bom lembrar que as duas folhas de vidro devem ter espessuras diferentes para que não tenham o mesmo modulo de vibração e assim causar ressonancia aumentando as transmissões de energia (som). Pergunto ainda se não existirá problemas com o excesso de isolamento que leva a que as variações de temperatura da estrutura e alvenarias sejam mínimas em contraste com as variações dos outros elementos não duplamente isolados. E ainda se, não estando por dentro do processo de implantação desse isolamento no interior da parede exterior, não poderá existir a hipótese de começar a existir impermeabilidade ao vapor. Todo isto só para relembrar que tal como a "falta de", o "excesso de" poderá (possibilidade) trazer problemas ao edifício.
Anonimo16062021, isto é mais do mesmo, cada um tem as certificações e rótulos que lhes interessa para mostrar comercialmente, mas que é tudo o mesmo, é e acredite que sei do que falo, mas fiquemos por aqui. Numa rápida volta, eis um link com tantas certificações, e até é da concorrencia: http://www.isover.net/medioambiente/booklet.pdf, e outro, http://www.isover.fr/L-isolation-responsable, como vê é tudo ecológico, tudo certificado, venha o diabo e escolha... Vá lá, fiquemos por aqui. kugu_elu, continuo a concordar com a bondade da teoria, concordo mais ainda com o facto de termos de alertar e que isso também não é de mais, desde que não baralhemos os nossos leitores. Quanto ao facto da impermeabilidade ao vapor de água, continuo a achar que este não é o local para se discutir isso, mas apenas o descanso que no caso de haver isolamento interior, este deve ter a barreira pára vapor virada para o interior aquecido, e normalmente estas mantas de lã de vidro têm um revestimento a papel kraft (o que não evita que por vezes não sejam mal aplicadas), servindo exactamente para evitar a migração do vapor de água e evitar a condensação no interior das paredes.
Anonimo16062021, já escrevi, e reescrevo para finalizar esta discussão que começa a ser estéril. Vá a qualquer sitio de qualquer marca e veja se lá não está, em qualquer lado estes chavões:"Entre as medidas especificas deste compromisso destaca-se a eficiência energética, o aumento dos níveis de reciclagem e o aumento da quantidade de energia renovável utilizada nas fábricas,para além deste compromisso específico, a" xpto "tem consciência da importância de alcançar melhorias contínuas na área da sustentabilidade, adequando-se aos regulamentos e exigências actuais"... Mais do mesmo. Só quero evidenciar que não existe nenhuma marca acima das outras. A nível das grandes produtoras, o nível é semelhante, e dentro de qualquer marca, como em tudo, é o dinheiro que o cliente pode dispor que paga a maior ou menor qualidade do produto. O resto, é ler os compromisso a que cada uma se compromete: Tudo igual, tudo chavões. "Fassam" parte.