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  1. Colocado por: oxelferBoas,



    Quem não tiver essas características o que lhe deve acontecer?
    Deve morrer à fome?
    E já agora, a quem se deve dar mais valor?
    1) alguém com muitas capacidades, digamos que pode produzir 120, mas que por preguiça só produz 100.
    2) alguém com limitações que supostamente só deveria conseguir produzir 50, mas com esforço e dedicação consegue produzir 90.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista


    Depende do valor a que se refere.
    Mas para um posto de trabalho será ao 1.
    No entanto por tal comportamento é de se considerar que o 1 a longo prazo irá reduzir o que produz ficando abaixo do 2. Entrando-se noutra análise.

    Mas se for constante será o 1.

    Se a produção for fixa:
    Se a empresa quer 110 de produção então nenhum.
    Se quer 80 então o 2.


    Imagine-se na escola.
    1 ano, o oxelfer (escrevi bem o seu nome, espero um dia também ser citado por tal XD) e eu esforçamo-nos o mesmo. O oxelfer tira 12 e eu tiro 15.
    2 ano, o oxelfer esforça-se ao máximo, nem dorme, nem come, estuda estuda, faz trabalhos extras, ba bla bla...tira 13. Eu nem apareço ás aulas, nem estudo, e tiro 14.
    Só 1 pode ficar com o curso, quem? (não se esqueça que assim como dentro do que produzo esta implícito a minha necessidade de assiduidade, também o está para a minha nota, e todos os outros factores).
    Estas pessoas agradeceram este comentário: oxelfeR (RIP)
  2. Boas,

    Colocado por: becasNão sei se o João tem filhos, mas eu tb não imaginava,


    Não, não tenho (opção), só tenho 4 gatos e uma coelha.
    Mas não vale dizer que então não posso opinar porque a minha opinião é partilhada com quem têm.

    Colocado por: becasEntão porquê?


    Estava a responder mas ia soar muito mal e ia levar a entendimentos errados.
    Pessoalmente seria mais fácil, até porque não seria a primeira vez.
    Pode ser que um dia esteja mais "inspirado" e consiga por no "papel" aquilo que penso.
    Posso-lhe dizer que é mais ou menos isto: os nossos filhos são a justificação perfeita para os excessos que cometemos para atingir aquilo que nós pretendemos.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  3. Boas,

    Colocado por: becase depois oiço a minha filha dizer que a mãe só pensa no trabalho


    Exemplo perfeito:
    Pense bem dentro de si antes de responder: está a fazê-lo por si ou pela sua filha?

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
    Concordam com este comentário: kuGu_eLu
  4. Boas,

    Colocado por: becasE o trabalho de investigação é...voluntário LOL Não acontece nada a quem não publica durante 10 anos, como escrevi antes...pois se até estão no topo de carreira e são intocáveis!


    Essa (obrigatoriedade de fazer investigação) era das que a minha memória dava como garantida :/
    É assim em todas as faculdades/áreas?


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  5. Colocado por: oxelferBoas,



    Exemplo perfeito:
    Pense bem dentro de si antes de responder: está a fazê-lo por si ou pela sua filha?

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista


    Essa é fácil: por mim! E questiono-me cada vez mais se vale a pena.
    Mas se as minhas opções de vida fossem só por mim, eu não estava aqui a fazer o que faço - estava bem longe, a ensinar o que realmente gosto e sei.
    Mas a questão dos filhos tem, realmente, muito que se lhe diga e é melhor deixar isso para outra oportunidade (off topic?). Digo-lhe só que lutei (aqui sem ambiguidades) durante 4 anos para as ter e foi, sem dúvida, a maior vitória da minha vida!
  6. Boas,

    Colocado por: kugu_eluescrevi bem o seu nome, espero um dia também ser citado por tal XD


    Muito obrigado, irá constar da minha biografia ;)

    Colocado por: kugu_eluImagine-se na escola.


    Eu não imagino;)
    Eu sei qual é a minha resposta.
    Só pretendia mostrar que as coisas não são sempre tão simples quanto parecem.
    Não julgo as pessoas todas da mesma forma porque as pessoas não são todas iguais.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  7. Boas,

    Colocado por: becasEssa é fácil: por mim! E questiono-me cada vez mais se vale a pena.


    Uma das razões da minha opção:
    Dizer a um pai/mãe que só pensa em trabalhar deve ser das coisas mais terríveis que se podem dizer.
    O que de mais precioso podem os pais dar aos seus filhos?
    (ok, admito que estou a ser um pouco "elitista")

    Colocado por: becasDigo-lhe só que lutei (aqui sem ambiguidades) durante 4 anos para as ter e foi, sem dúvida, a maior vitória da minha vida!


    Acredito e ... parabéns ;)

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  8. Colocado por: oxelferBoas,



    Essa (obrigatoriedade de fazer investigação) era das que a minha memória dava como garantida :/
    É assim em todas as faculdades/áreas?


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista



    Depois de se atingir um determinado patamar na carreira, não acontece nada a quem não faz investigação. Podem não progredir (quando se progredia), ou ser alvo da má-língua dos colegas, mas pouco mais. Nas grandes universidades, arranjam quem faça investigação por eles (e põem lá o nome), os outros nem querem saber. É lamentável, mas é assim e não há coragem para mudar este estado de coisas, a coragem esgota-se na diminuição dos vencimentos e no congelamento das carreiras (uma prenda para os inúteis).
  9. Posso-lhe dizer que é mais ou menos isto: os nossos filhos são a justificação perfeita para os excessos que cometemos para atingir aquilo que nós pretendemos.

    Podia responder com a mesma "elevação" que dá mostras aqui, mas prefiro manter-me na ilusão que escreveu isso sem pensar muito bem.
  10. Colocado por: oxelferBoas,



    Muito obrigado, irá constar da minha biografia ;)



    Eu não imagino;)
    Eu sei qual é a minha resposta.
    Só pretendia mostrar que as coisas não são sempre tão simples quanto parecem.
    Não julgo as pessoas todas da mesma forma porque as pessoas não são todas iguais.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista


    já agora, qual a sua resposta para eu também lhe poder dar um agradecimento :)

    Eu julgo todas as pessoas da mesma forma (profissionalmente ainda não posso dizer)
    Ponho todas no alto, e de vez enquando uma ou outra desaponta-me
    Mas prefiro isso ao inverso.
  11. Colocado por: oxelferBoas,



    Uma das razões da minha opção:
    Dizer a um pai/mãe que só pensa em trabalhar deve ser das coisas mais terríveis que se podem dizer.
    O que de mais precioso podem os pais dar aos seus filhos?
    (ok, admito que estou a ser um pouco "elitista")

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista


    Ah, mas é preciso colocar este comentário no contexto! A minha filha M. é perita em lançar umas frases-choque de grande efeito...eu tinha estado com elas na natação das 5 às 6, depois vim para casa, tratei do que era preciso (jantar, arrumações, etc) e já perto da hora de se deitarem comecei a ler um relatório que tinha de avaliar hoje. Felizmente, sobra tempo para elas e fazemos muitas coisas juntas...mas admito que estes últimos meses tem sido complicado, deixei acumular demasiada coisa.
  12. Eu por acaso gostava de uma carreira do tipo da becas.
    Não por achar que é fácil, mas porque a mim o descobrir é mais compensatório que o monetário.
    Não me importava de ser "explorado" de certa forma desde que me dessem o meu canto para descobrir, partilhar e remuneração suficiente para ir trabalhar com motivação.
  13. A mim espanta-me que se dê ao trabalho de comentar as ideias (?) de alguém que não lê inglês nem lençóis, e não sabe interpretar frases em português corrente. Reparou que eu ignorei a sua falta de educação? Pois então, se possível, faça o mesmo e passe "por cima" do que eu escrevo aqui. Não me conhece de lado nenhum e até me pode chamar burra e parasita, mas dos meus valores e princípios morais sei eu.


    Falta de educação? Seguramente refere-se aos comentários que fiz sobre o tamanho e/ou conteúdo da cabeça de algum outro membro do fórum...
  14. Colocado por: luisvv

    Falta de educação? Seguramente refere-se aos comentários que fiz sobre o tamanho e/ou conteúdo da cabeça de algum outro membro do fórum...


    Não, não me refiro a nada disso, mas se não sabe reconhecer quando é indelicado, pouco interessa.
  15. Não, não me refiro a nada disso, mas se não sabe reconhecer quando é indelicado, pouco interessa.


    Ok. Isto
    "o Luisvv até pode ter uma cabeça muito grande mas o que vai lá dentro...pois..."
    é, como direi, delicado? Comentários sobre os "ultraliberais que gostam de fingir " não sei o quê são o máximo.

    Agora, se alguém responder no mesmo tom, isso sim, já é indelicado..
  16. Boas,

    Colocado por: j cardosoPodia responder com a mesma "elevação" que dá mostras aqui, mas prefiro manter-me na ilusão que escreveu isso sem pensar muito bem.


    Força ;)

    Só um aparte para o "elevação": não me julgo melhor ou maior que ninguém. A única característica que posso apontar como virtude talvez seja a falta de hipocrisia.
    E sim, falo/escrevo muitas vezes sem pensar, mas esta não foi uma delas.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  17. http://senatus.blogs.sapo.pt/437690.html

    Luís Naves discorda do Blasfémias, de Pedro Pestana Bastos e de Filipe Faria. E diz, a respeito do texto deste último, o seguinte:

    "...este caso demonstra o problema da competição fiscal e a razão pela qual ela vai acabar. O mercado único implica harmonização das taxas de IRC e o fim dos off-shore. É inevitável ou não haverá mercado único (como se vê pelo que fez a Jerónimo Martins, entre outras). Não vamos querer que alguns países, como a Holanda, vivam do trabalho dos outros."

    Confesso que não estava ao corrente de a Holanda viver do trabalho dos outros. De facto, se há empresas que, aproveitando vantagens fiscais, lá se estabelecem, isso vai libertar meios para investir, reforçar as reservas ou diminuir o endividamento. Não será certamente para aumentar os rendimentos imediatos dos proprietários, dado que os impostos sobre o rendimento são, na Holanda, altíssimos. E como as empresas que assim procedem são multinacionais, tal como a Jerónimo Martins, os investimentos podem ter lugar em qualquer outro lugar - suponho que Luís Naves não achará mal que empresas portuguesas se expandam no exterior, como a própria Jerónimo Martins fez na Polónia.

    Depois, fica por demonstrar o que tem o mercado único a ver com harmonização fiscal: os E.U.A. têm um mercado único e os impostos estaduais fazem com que a carga fiscal varie de Estado para Estado; a CEE era um mercado único e os sonhos uniformizadores ainda não estavam na ordem do dia.

    De resto, mesmo que houvesse - e não há - qualquer necessidade de harmonização fiscal, caberia perguntar porque haveria ela de se fazer alinhando pelas taxas mais altas e não pelas mais baixas.

    Aliás, a competição fiscal é um óptimo mecanismo para obrigar os Estados a limitarem a sua aparentemente infindável expansão, que se tem operado em detrimento da liberdade económica dos seus cidadãos.

    A ideia de que se se aumentarem os impostos a certas categorias de cidadãos se aliviam os impostos que outros suportam não tem suporte na nossa experiência: se se aumentarem os impostos o Estado gasta mais, ponto. E gasta mais por causa da forma como tem sido gerido - comprando os votos dos eleitores actuais com benefícios sacados sobre o endividamento de eleitores que nem sequer nasceram, e tirando recursos de investidores privados para os pôr na mão de burocratas e políticos com ideias lunáticas sobre empresas e empreendedorismo.

    Finalmente, o excelente Luís Naves taxa todos estes senhores de "liberais de pacotilha". Eles que se amanhem. Mas como neste particular se dá o caso de subscrever o que dizem, suponho que não se me levará a mal que discorde um tantinho da qualificação, mesmo que não me tenha sido dirigida.

    Por mim, não acho que Luís Naves seja um social-democrata de pacotilha. Social-democrata chega. Uma certa versão dela tem chegado para estarmos como estamos.
  18. Boas,

    Colocado por: kugu_elujá agora, qual a sua resposta para eu também lhe poder dar um agradecimento :)


    Dou mais valor ao esforço/dedicação que à capacidade.
    (ok ... não sou eu que lucro nem com o esforço/dedicação nem com a capacidade)

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
    • becas
    • 5 janeiro 2012 editado
    Colocado por: luisvv

    Ok. Istoé, como direi, delicado? Comentários sobre os "ultraliberais que gostam de fingir " não sei o quê são o máximo.Agora, se alguém responder no mesmo tom, isso sim, já é indelicado..


    Não disse o que ia dentro da cabeça do Luis, mas pelos vistos depreendeu que não era grande coisa...
    Quanto à expressão dos ultraliberais não nomeei ninguém, pelos vistos enfiou a carapuça, mas olhe que até escrevo no plural...ele há muitos...
    Fim de conversa, da minha parte.
  19. E sim, falo/escrevo muitas vezes sem pensar, mas esta não foi uma delas.

    Então o oxelfer acha que os pais cometem excessos e aproveitam os filhos como desculpa; uma vez que pensou no que disse parto do princípio que fala com conhecimento de causa; porém, não tendo filhos, como afirmou, a única experiência que tem da situação é no lugar de filho. Concluo portanto que a afirmação que faz resulta da experiencia que tem do seu caso, pelo que remato dizendo que os seus pais cometeram excessos e desculparam-se com o oxelfer que agora generaliza esse comportamento a todos os pais.

    Não é bonito, pois não? O que o oxelfer disse sobre os pais em geral é tão "bonito" e tão verdadeiro como as afirmações que aqui lhe deixo.
 
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