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  1.  # 41

    Colocado por: j cardosoQuando alguém compra é porque precisa do que compra.
    Quando alguém vende precisa do valor monetário que o bem representa


    Isso não se aplica a "investimentos". Isso seria num mercado justo.

    Mas, sim, há vida além do "lucro". Infelizmente estamos a ser governados pelo que os mercados acham melhor para dar lucro.
    Quando alguém compra ouro ou acções não o faz porque precisa delas. Assim como quando alguém vende não é porque precisa do dinheiro. Pode esta a sair para obter o lucro ou para limitar uma perda.
    Concordam com este comentário: sofia1984
    • Neon
    • 15 dezembro 2011

     # 42

    Pode crer J. Cardoso

    A minha esposa, não quer saber muito se o ouro sobe ou desce.

    Quantas vezes ouvi...aquela "pulseirinha" é um amor....

    abraço
    • bino_
    • 15 dezembro 2011 editado

     # 43

    a propósito li isto e concordo...
    http://oportugalbipolar.blogspot.com/2011/12/tictac.html#comment-form

    O pior mesmo é fazer os sacrifícios em 2011, 2012 e 2013 inutilmente e depois ter que voltar aos escudos e voltar a sacrifícios.
  2.  # 44


    Não, não me parece. Parto do princípio que se eu vendo e alguém compra isso significa que estamos de acordo com o valor do produto. Trata-se, como diz a seguir, de uma "troca voluntária de bens".

    Mau... Mas nem todos terão a informação que o j Cardoso tem sobre esse bem. Nao será imoral? Nao deveria o j assegurar-se de que a outra parte conhece as suas expectativas ?


    Acho! Para estabelecer um "contrato" entre mim e o estado acho fundamental que seja mutuamente vantajosos e quer a defesa quer a justiça dão trunfos demasiados valiosos para que e os entregue de mão beijada a troco de pouco mais que nada.

    Curioso. Por um lado, você nao estabelece qualquer contrato, porque nao pode escolher. Em todo o caso, o que o j defende é precisamente o roubo institucionalizado. Say no more.


    Se ficou mesmo com essa impressão, o que não acredito, terei de avaliar a opinião que tinha sobre a capacidade que tem de interpretar o que é dito.

    Mas foi precisamente isso que defendeu: o estado tem que lhe garantir algo mais. Para o fazer, terá que, objectivamente roubar a outros.....

    Os soldados são pagos e os mercenários privados também os são, embora melhor. A diferença está em que o estado, tal qual como o defendo e como é (pelo menos em princípio) aceite por todos não desencadeia uma guerra tendo como único motivo o lucro

    Pois nao: o estado geralmente nao promove guerras. E quando as promove nao são nunca para obter ganhos....
    Nem parece argumento seu...

    .
    Já as empresas privadas têm como objectivo o lucro, e não só não tenho dúvidas em como seriam capazes de o fazer como acho até que é o que têm feito com a agravante de ver que os responsáveis políticos por essas decisões têm interesses directos nessas empresas.

    Por outro lado, os estados nao guerreiam, e quando o fazem é por motivos altruístas como obter o domínio de determinados territórios, (mas sempre por questões culturais ou e tradição...)certo? Ou então, para prevenir agressões...( conhece o Caminho para a servidão?)
    Deus nos livre de imaginar que as guerras possam ser feitas por motivos menos nobres....
    •  
      FD
    • 15 dezembro 2011

     # 45

    Colocado por: loverscout10/15% ?? isso eram tempos optimos....... eu ainda me lembro do meu pai pagar uma taxa de 27% á CGD, e em regime bonificado! Tempos em que uma casa custava 15 mil euros (na moeda actual)....
    Concordam com este comentário:Luis K. W.

    Por falar em retornos gordos, ouvi este anúncio no outro dia na Caderneta de Cromos:



    28,91% de taxa de juro efectiva. Bem bom para bens nacionalizados sem direito a indemnizações.
    O que vale é que o estado é uma pessoa de bem.
  3.  # 46

    Mau... Mas nem todos terão a informação que o j Cardoso tem sobre esse bem. Nao será imoral? Nao deveria o j assegurar-se de que a outra parte conhece as suas expectativas ?

    Conheço essa estratégia: fazer-se desentendido e desvirtuar o que é dito. Também sei jogar esse jogo mas confesso que não tenho pachorra. Concedo em esclarecer um ponto: sei o que vou comprar e a quem vou comprar; sei o que vou vender e a quem vou vender: a alguém que, pelo simples facto de ser industrial/comercial da área tem tanta informação como eu.

    Em todo o caso, o que o j defende é precisamente o roubo institucionalizado.

    Portanto na sua ideia quando alguém impõe condições para celebrar um contrato está a defender um roubo, é isso? Santa paciência, Luís, eu sei que tem capacidade e imaginação para mais.

    Pois nao: o estado geralmente nao promove guerras.

    Anda muito distraído – ou a interpretar o que digo da forma que acha mais conveniente mas errada. Desaprendeu de ler é claro que há estados que promovem guerras com motivações económicas – não foi isso que fizeram os seus amigos neoliberais da administração Bush, entre outros casos? O que eu não estou disposto é a participar numa guerra para alimentar a Halliburton, a General Dynamics e outros que tais.

    Por outro lado, os estados nao guerreiam, e quando o fazem é por motivos altruístas como obter o domínio de determinados territórios, (mas sempre por questões culturais ou e tradição...)certo? Ou então, para prevenir agressões...( conhece o Caminho para a servidão?)

    Conheço o Camainho de servidão a que se refere. Muitos outros conhecem outro caminho da servidão: o que lhes é imposto pelas políticas dos seus apaniguados - lembra-se do Chile e da Argentina? Foram os liberais do seu amigo Milton que balizaram esse caminho.

    PS: acho esta discussão inútil, já percebi a sua posição e acho que o Luís já percebeu a minha e nenhum de nós vai converter o outro. Permita-me agora um desabafo à moda do norte e sem palavras caras: acho as ideias do Luís acerca do estado uma cobardia de meninos mimados: querem que o estado os deixe em paz para fazerem o que querem mas, em última análise, querem o guarda chuva do estado em caso de problemas – justiça e defesa. Tal qual aqueles “jovens” que querem ser independentes dos pais – desde que estes lhe paguem as despesas a a mãezinha lhes trate da roupa; por outras palavras: são uns totós sem “tomates” para defenderem aquilo em que acreditam. Querem a liberdade total – mas sem os incómodos a que isso obriga.
    Concordam com este comentário: Jorge Rocha
  4.  # 47

    j. Cardoso...tirou-me as palavras da boca...acho que ele há ainda muitos meninos mimados...e isso preocupa-me porque ainda serve de leme para muito desajuste na equidade económia e até de justiça!
  5.  # 48

    Boas,

    Colocado por: j cardosoPS: acho esta discussão inútil, já percebi a sua posição e acho que o Luís já percebeu a minha e nenhum de nós vai converter o outro. Permita-me agora um desabafo à moda do norte e sem palavras caras: acho as ideias do Luís acerca do estado uma cobardia de meninos mimados: querem que o estado os deixe em paz para fazerem o que querem mas, em última análise, querem o guarda chuva do estado em caso de problemas – justiça e defesa.


    Tal como o j raramente estou de acordo com o luisvv, mas não me parece que o que o j escreve seja verdade.
    Confesso que há perguntas que tenho para o luisvv a que ele nunca me respondeu, mas ele também não é obrigado a responder-me.
    Consigo entender o anarco-capitalismo, não partilho dos seus princípios, mas entendo-o.
    O que não consigo entender é a sua visão social, que diz não ser a anarquia, logo presume-se que existam regras. O que nunca me respondeu (satisfatoriamente) é o quem e o como são estabelecidas essas regras.

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  6.  # 49

    faz lembrar se não és dos meus tens que ser anarca ou comuna.
  7.  # 50

    Boas,

    Colocado por: Jorge Rochafaz lembrar se não és dos meus tens que ser anarca ou comuna.


    E os anarcas ou comunistas também dizem isso?


    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  8.  # 51

    Conheço essa estratégia: fazer-se desentendido e desvirtuar o que é dito. Também sei jogar esse jogo mas confesso que não tenho pachorra. Concedo em esclarecer um ponto: sei o que vou comprar e a quem vou comprar; sei o que vou vender e a quem vou vender: a alguém que, pelo simples facto de ser industrial/comercial da área tem tanta informação como eu.


    Não é um jogo. Confesso que me diverte, mas é apenas levar o seu raciocínio, expresso noutras alturas, ao seu corolário
    lógico. E tinha esperança de ainda aprofundarmos mais este conceito de "especulação é quando os outros fazem, quando sou eu é um mero negócio".

    Portanto na sua ideia quando alguém impõe condições para celebrar um contrato está a defender um roubo, é isso? Santa paciência, Luís, eu sei que tem capacidade e imaginação para mais.

    Depende. Se o contrato for celebrado e vincular apenas as partes que o celebram, é perfeitamente legítimo. Se o contrato celebrado implicar que A tem que roubar um terceiro para satisfazer as condições de B, deixa de ser legítimo.
    Tenho a certeza que o j compreende isto.. .

    Anda muito distraído – ou a interpretar o que digo da forma que acha mais conveniente mas errada. Desaprendeu de ler é claro que há estados que promovem guerras com motivações económicas – não foi isso que fizeram os seus amigos neoliberais da administração Bush, entre outros casos? O que eu não estou disposto é a participar numa guerra para alimentar a Halliburton, a General Dynamics e outros que tais.

    Lá está o j a inventar-me amigos, e no processo a fugir à conversa: os Estados fazem a guerra para defender os seus interesses, pela obtenção ou defesa de vantagens e privilégios (económicos ou outros). Não há uma única guerra que não seja feita por esses motivos.

    Conheço o Camainho de servidão a que se refere. Muitos outros conhecem outro caminho da servidão: o que lhes é imposto pelas políticas dos seus apaniguados - lembra-se do Chile e da Argentina? Foram os liberais do seu amigo Milton que balizaram esse caminho.

    There we go again...

    PS: acho esta discussão inútil, já percebi a sua posição e acho que o Luís já percebeu a minha e nenhum de nós vai converter o outro. Permita-me agora um desabafo à moda do norte e sem palavras caras: acho as ideias do Luís acerca do estado uma cobardia de meninos mimados: querem que o estado os deixe em paz para fazerem o que querem mas, em última análise, querem o guarda chuva do estado em caso de problemas – justiça e defesa. Tal qual aqueles “jovens” que querem ser independentes dos pais – desde que estes lhe paguem as despesas a a mãezinha lhes trate da roupa; por outras palavras: são uns totós sem “tomates” para defenderem aquilo em que acreditam. Querem a liberdade total – mas sem os incómodos a que isso obriga.


    Não se trata de um guarda-chuva, apenas do cumprimento da função que justifica a sua existência. Mas na ausência de Estado as necessidades manter-se-ão e terão que ser satisfeitas..

    Mas é que continuo sem perceber a sua lógica: a defesa/segurança é vista como uma necessidade que deve ser assegurada. E depois? A alimentação também, e nem por isso tem que ser assegurada por um monopolista. Crer que o Estado é a única ou sequer a melhor solução para o fornecimento dos serviços é apenas um acto de fé. Entender que um soldado é melhor em algum sentido por estar ao serviço de um Estado é algo que também desafia a razão.
  9.  # 52

    Temo que vá continuar sem perceber, não me sinto capaz de ser mais preciso se debitar aqui "testamentos". Por um lado tenho pena, gostava de perceber melhor as suas ideias. Apareça num almoço do FDC, ia ser interessante - ou se andar aqui por estes lados e estiver disposto a tomar um café ...
  10.  # 53

    Tal como o j raramente estou de acordo com o luisvv, mas não me parece que o que o j escreve seja verdade.
    Confesso que há perguntas que tenho para o luisvv a que ele nunca me respondeu, mas ele também não é obrigado a responder-me.

    Mas respondo, com todo o gosto... uma ou outra que possa ter ficado para trás, porque merece mais desenvolvimento, ou que não consiga responder no tempo livre, em que geralmente acedo ao forum via telefone, pode ser sempre repescada..

    Consigo entender o anarco-capitalismo, não partilho dos seus princípios, mas entendo-o.
    O que não consigo entender é a sua visão social, que diz não ser a anarquia, logo presume-se que existam regras. O que nunca me respondeu (satisfatoriamente) é o quem e o como são estabelecidas essas regras.

    Mas aí o oxelfer está a confundir conceitos: a anarquia é a ausência de Estado, não de regras.
    Em todo o caso, é verdade que em diversas discussões tenho tentado sustentar simultaneamente 2 posições de tipo liberal (uma minarquista, outra anarco-capitalista), o que pode causar confusão. Mas digamos que embora reconheça no an-cap uma posição mais sólida e legítima, vejo o minarquismo como um compromisso mais viável num prazo mais curto.

    Para simplificar um pouco mais, quando colocado perante uma escolha, opto sempre pela solução que envolva menos coacção ou limitação da liberdade individual.
  11.  # 54

    Colocado por: oxelferE os anarcas ou comunistas também dizem isso?

    Claro que sim...tudo o que é de estremos!
  12.  # 55

    Boas,

    Colocado por: luisvvMas aí o oxelfer está a confundir conceitos: a anarquia é a ausência de Estado, não de regras.


    Têm toda a razão.
    (agora ia cometer um erro a uma velocidade tremenda)
    Estava a fazer confusão, e ia afirmar com toda a convicção coisas erradas.
    A minha era de "punk" foi há 25 anos, e pelos vistos já não me lembro de nada :(
    Vou tentar ler algumas coisitas antes de voltar à discussão.

    No entanto pode-me ir respondendo de onde nascem as regras ;)

    Divirtam-se,
    João Dias e seu gato psicanalista
  13.  # 56

    As regras são estabelecidas pelos mandatos legislativos e implementadas na assembleia da república...e nas democracias existem opiniões que divergem,facto que não merece que se ponham rótulos na testa das pessoas que têm opiniões diferentes,porque dessa forma andámos anos demais bem fartos!
  14.  # 57

    Colocado por: j cardosoMas aí o oxelfer está a confundir conceitos: a anarquia é a ausência de Estado, não de regras.


    Infelizmente há uma ideia muito errada do que é a anarquia e de como uma sociedade poderia funcionar neste sistema. É tratada um bocado como os americanos tratavam (e se calhar ainda tratam) o comunismo, um bicho de sete cabeças.

    Para quem sabe inglês, esta entrevista é muito interessante: http://fora.tv/2009/10/06/Noam_Chomsky_Philosophies_of_Language_and_Politics
  15.  # 58

    Isto está um pouco...como dizer...desinteressante... :)
    então e a questão inicial? já se perderam seus anarquistas?

    só temos uns dias!:)
  16.  # 59

    O que fazer se o euro acabar e voltarmos ao escudo? Já pensaram nisto?
    Que solução/soluções ou conselhos têm para dar acerca deste assunto?



    Já e estou convicto que....

    Passos Coelho e toda a labregaria que o apoia;não entendem que um país como Portugal em que a sua esfera produtiva(fábricas,agricultura)nada tem a ver com a produção da Alemanha,por isso mesmo estará sempre em pé de inferioridade se pretendem que o défice seja igual ao do Alemão porque estes pouco ou nada precisam de comprar...e Portugal está a seguir o caminho que a Alemanha pretende...

    não produzir,não investir,para estar sempre dependente e pagar sempre taxas elevadas de juros de dívida!
    Concordam com este comentário: branco.valter
  17.  # 60

    Colocado por: Jorge Rocha
    Já e estou convicto que....

    Passos Coelho e toda a labregaria que o apoia;não entendem que um país como Portugal em que a sua esfera produtiva(fábricas,agricultura)nada tem a ver com a produção da Alemanha,por isso mesmo estará sempre em pé de inferioridade se pretendem que o défice seja igual ao do Alemão porque estes pouco ou nada precisam de comprar...e Portugal está a seguir o caminho que a Alemanha pretende...

    não produzir,não investir,para estar sempre dependente e pagar sempre taxas elevadas de juros de dívida!


    ok, isto é "a pólvora"!
    Mas o que é que o pessoal está a pensar fazer para se precaver da eventual passagem euro/escudo, e da "pancada" que isso iria dar às nossas poupanças, agravamento das taxas de juro, crédito habitação...não vos preocupa saber que ao recebermos em escudos e pagar uma dívida desta natureza em euros irá arruinar aina mais a nossa vida financeira?

    Será que esta é mesmo a pior altura para vender casa? sendo que se daqui a uns anos, se vendêssemos uma casa em escudos que havia sido comprada em escudos iriamos perder ainda mais dinheiro do que no actual cenário de compra/venda?
    Será, consequentemente, a melhor altura para "comprar"/ pedir empréstimo??

    Vou habitar um apartamento para o próximo ano que é dos meus sogros. O meu marido é filho único.Acordamos comprar o apartamento pelo valor da hipoteca:30.000eur em Out/2011. O imóvel vale cerca de 70/75keur. Entretanto unimos esforços e entre os 4, liquidamos o apartamento.
    Ponderamos perante a actual conjuntura ficar a pagar uma mensalidade pelo mesmo, ao invés de pedir empréstimo ao banco (situação ultima a que preferíamos, por uma questão de lógica embora pelos meus sogros não haja problema em pagarmos a eles).

    O que é que fariam? arriscavam pedir empréstimo (30keur), ou preferiam não arriscar?

 
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