Colocado por: j cardosoQuando alguém compra é porque precisa do que compra.
Quando alguém vende precisa do valor monetário que o bem representa
Não, não me parece. Parto do princípio que se eu vendo e alguém compra isso significa que estamos de acordo com o valor do produto. Trata-se, como diz a seguir, de uma "troca voluntária de bens".
Acho! Para estabelecer um "contrato" entre mim e o estado acho fundamental que seja mutuamente vantajosos e quer a defesa quer a justiça dão trunfos demasiados valiosos para que e os entregue de mão beijada a troco de pouco mais que nada.
Se ficou mesmo com essa impressão, o que não acredito, terei de avaliar a opinião que tinha sobre a capacidade que tem de interpretar o que é dito.
Os soldados são pagos e os mercenários privados também os são, embora melhor. A diferença está em que o estado, tal qual como o defendo e como é (pelo menos em princípio) aceite por todos não desencadeia uma guerra tendo como único motivo o lucro
Já as empresas privadas têm como objectivo o lucro, e não só não tenho dúvidas em como seriam capazes de o fazer como acho até que é o que têm feito com a agravante de ver que os responsáveis políticos por essas decisões têm interesses directos nessas empresas.
Colocado por: loverscout10/15% ?? isso eram tempos optimos....... eu ainda me lembro do meu pai pagar uma taxa de 27% á CGD, e em regime bonificado! Tempos em que uma casa custava 15 mil euros (na moeda actual)....Concordam com este comentário:Luis K. W.
Mau... Mas nem todos terão a informação que o j Cardoso tem sobre esse bem. Nao será imoral? Nao deveria o j assegurar-se de que a outra parte conhece as suas expectativas ?
Em todo o caso, o que o j defende é precisamente o roubo institucionalizado.
Pois nao: o estado geralmente nao promove guerras.
Por outro lado, os estados nao guerreiam, e quando o fazem é por motivos altruístas como obter o domínio de determinados territórios, (mas sempre por questões culturais ou e tradição...)certo? Ou então, para prevenir agressões...( conhece o Caminho para a servidão?)
Colocado por: j cardosoPS: acho esta discussão inútil, já percebi a sua posição e acho que o Luís já percebeu a minha e nenhum de nós vai converter o outro. Permita-me agora um desabafo à moda do norte e sem palavras caras: acho as ideias do Luís acerca do estado uma cobardia de meninos mimados: querem que o estado os deixe em paz para fazerem o que querem mas, em última análise, querem o guarda chuva do estado em caso de problemas – justiça e defesa.
Colocado por: Jorge Rochafaz lembrar se não és dos meus tens que ser anarca ou comuna.
Conheço essa estratégia: fazer-se desentendido e desvirtuar o que é dito. Também sei jogar esse jogo mas confesso que não tenho pachorra. Concedo em esclarecer um ponto: sei o que vou comprar e a quem vou comprar; sei o que vou vender e a quem vou vender: a alguém que, pelo simples facto de ser industrial/comercial da área tem tanta informação como eu.
Portanto na sua ideia quando alguém impõe condições para celebrar um contrato está a defender um roubo, é isso? Santa paciência, Luís, eu sei que tem capacidade e imaginação para mais.
Anda muito distraído – ou a interpretar o que digo da forma que acha mais conveniente mas errada. Desaprendeu de ler é claro que há estados que promovem guerras com motivações económicas – não foi isso que fizeram os seus amigos neoliberais da administração Bush, entre outros casos? O que eu não estou disposto é a participar numa guerra para alimentar a Halliburton, a General Dynamics e outros que tais.
Conheço o Camainho de servidão a que se refere. Muitos outros conhecem outro caminho da servidão: o que lhes é imposto pelas políticas dos seus apaniguados - lembra-se do Chile e da Argentina? Foram os liberais do seu amigo Milton que balizaram esse caminho.
PS: acho esta discussão inútil, já percebi a sua posição e acho que o Luís já percebeu a minha e nenhum de nós vai converter o outro. Permita-me agora um desabafo à moda do norte e sem palavras caras: acho as ideias do Luís acerca do estado uma cobardia de meninos mimados: querem que o estado os deixe em paz para fazerem o que querem mas, em última análise, querem o guarda chuva do estado em caso de problemas – justiça e defesa. Tal qual aqueles “jovens” que querem ser independentes dos pais – desde que estes lhe paguem as despesas a a mãezinha lhes trate da roupa; por outras palavras: são uns totós sem “tomates” para defenderem aquilo em que acreditam. Querem a liberdade total – mas sem os incómodos a que isso obriga.
Tal como o j raramente estou de acordo com o luisvv, mas não me parece que o que o j escreve seja verdade.
Confesso que há perguntas que tenho para o luisvv a que ele nunca me respondeu, mas ele também não é obrigado a responder-me.
Consigo entender o anarco-capitalismo, não partilho dos seus princípios, mas entendo-o.
O que não consigo entender é a sua visão social, que diz não ser a anarquia, logo presume-se que existam regras. O que nunca me respondeu (satisfatoriamente) é o quem e o como são estabelecidas essas regras.
Colocado por: oxelferE os anarcas ou comunistas também dizem isso?
Colocado por: luisvvMas aí o oxelfer está a confundir conceitos: a anarquia é a ausência de Estado, não de regras.
Colocado por: j cardosoMas aí o oxelfer está a confundir conceitos: a anarquia é a ausência de Estado, não de regras.
Colocado por: Jorge Rocha
Já e estou convicto que....
Passos Coelho e toda a labregaria que o apoia;não entendem que um país como Portugal em que a sua esfera produtiva(fábricas,agricultura)nada tem a ver com a produção da Alemanha,por isso mesmo estará sempre em pé de inferioridade se pretendem que o défice seja igual ao do Alemão porque estes pouco ou nada precisam de comprar...e Portugal está a seguir o caminho que a Alemanha pretende...
não produzir,não investir,para estar sempre dependente e pagar sempre taxas elevadas de juros de dívida!