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  1.  # 41

    Colocado por: simplesEpa... sem querer tirar a razão aos que aqui opinam, gostava apenas de referir que se trata apenas de pais que estão a tentar proteger o filho. Embora não seja correcto o que fizeram não é extremando as posições que se vai resolver o assunto. Para além do apartamento há uma relação (de namorados que pretendem criar um futuro juntos) que está em causa e se as coisas não forem resolvidas a bem podem ter a certeza que mais cedo ou mais tarde esta vai sofrer com isto.

    Na minha opinião devem convidar os seus sogros para um jantar agradável e conversar sobre assunto de uma forma calma. Faça os compreender que as suas preocupações não são justificadas e mostre também que se estivesse no lugar de mãe também faria tudo para defender o seu filho. Diga que está aberta a soluções que salvaguardem a posição do filho. Faça amigos e vai ver que no final vão ajudar onde podem.

    Dar o braço a torcer nem sempre é sinal de fraqueza! A conversar é a que as pessoas se entendem. Se começar a entrar no campo das vinganças está condenada ao falhanço - em termos de casa e relação.
    Concordam com este comentário:sofia1984


    ninguém falou em vingança.
    Já tudo o que disse foi feito, à excepção do jantar agradável, e esse parece que está um pouco longe de acontecer depois do que se passou e depois de tudo o que já vivemos como familia...
  2.  # 42

    Colocado por: sofia1984 Eu já lhe disse a ele que não me vou pronunciar sobre este assunto com eles, inclusive nem quero estar presente em futuras negociações...


    Esqueça o negócio. Isto é um problema familiar e deve ser tratado como tal. Bom senso é o que se precisa para resolver o assunto.

    Se abordarem isto como um negócio apenas vão contribuir para agravar a situação.
  3.  # 43

    amigos sempre fomos, sempre estivemos do lado deles em tudo, e eles do nosso...
    resumidamente nada mas nada mesmo faria prever isto.
  4.  # 44

    acha que eu estou somente preocupada com um negócio (apesar de que se estivesse acho que estava no meu direito...) eu estou preocupada é com a reviravolta, o dar o dito por não dito, a confusão que isto pode dar para o meu namorado e os pais, com o facto de isto afectar a localização onde vamos morar e interferir com os nossos trabalhos, enfim...tudo o que implica uma mudança de casa, e agora, uma possível não mudança!
  5.  # 45

    Esta é a minha interpretação da situação:

    Como cada dia que passa mais pessoas se separam pelo que não é de todo de excluir a hipótese de isso acontecer convosco.

    Naturalmente que os pais querem que vocês sejam felizes mas a duvida fica sempre. E acharam que mais valia prevenir que tal acontecesse. Como vergonha de dizer ao filho que têm dúvidas que vocês vão ficar ficar juntos para sempre, inventaram a história do eventual divorcio entre eles.

    E porque é que se preocuparam? Porque caso vocês se chateiem, o filho deles fica a perder e bem.

    Cenário hipotético:
    Valor actual da casa sem obras: 80.000 (Um Exemplo. Da 66 dos Pais e 14 da poupança do filho).
    Valor para obras: 30.000 (pagos a meias)
    Ao venderem a habitação vão vender pelo valor das obras para justificar o crédito e a casa fica 50% para cada um.
    Uma casa que vale, especulando, 110.000 euros, fica 50% de uma pessoa contribuindo esta com 15.000 euros.

    A solução mais simples é que sem duvida quer o empréstimo quer a casa ficar toda em nome do seu namorado.
    Duvido que os seus "sogros" vejam um problema com essa situação.

    Mas se assim for depois voce não deve contribuir para as despesas desse empréstimo. Só deverá contribuir, a meias, para as despesas "comuns" como água, luz, gás, ...
    Concordam com este comentário: simples, sofia1984
  6.  # 46

    Negociações não são obrigatoriamente negócio. É conversa sobre qualquer coisa, tentativa de chegar a um acordo. Temo que me salte a tampa, por um lado. Por outro temo parecer demasiado interessada... não quero acrescentar mais nada aquilo que já lhes disse, que "não quero nada que não seja meu" ou seja, a parte que eu eventualmente ajudasse a pagar.
    Se a decisão deles não passou por perguntar ao filho se estava disposto a pedir empréstimo sozinho, estão pouco se marimbando para a nossa situação, agora. Aquela em que nos puseram- por isso vim aqui tentar perceber não quem tem razão, mas o que os outros -que estão a ver isto com outros olhos-, acham justo que se faça para AMBAS as partes.
  7.  # 47

    Colocado por: sofia1984amigos sempre fomos, sempre estivemos do lado deles em tudo, e eles do nosso...
    resumidamente nada mas nada mesmo faria prever isto.


    Aposto que a preocupação deles é a seguinte:

    Os seus sogros iam vender o apartamento abaixo do preço de mercado para os ajudar. Se no entanto mais tarde se separarem, a Sofia tem direito a metade do apartamento pelo valor de mercado, ou seja, o seu marido, o filho querido dos seus sogros, fica prejudicado.
    Concordam com este comentário: sofia1984
  8.  # 48

    Piafinho concordo plenamente com TUDO o que disse.
    Tudo mesmo! O empréstimo, como já referi iria ser feito apenas no nome do meu namorado, ficando eu de confiar na palavra dele em como ele não me punha na rua da noite pro dia, caso a gente se chateasse.

    Mas antes de eles serem radicais e mudarem de ideias de uma semana pra outra quando já tudo estava encaminhado, e deixando-nos agora "descalços", deveriam deixar a hipocrisia de lado, dizer o que querem que seja salvaguardado, e sujeitar isso à nossa aceitação. E depois disso então decidiam...
  9.  # 49

    Colocado por: simples

    Aposto que a preocupação deles é a seguinte:

    Os seus sogros iam vender o apartamento abaixo do preço de mercado para os ajudar. Se no entanto mais tarde se separarem, a Sofia tem direito a metade do apartamento pelo valor de mercado, ou seja, o seu marido, o filho querido dos seus sogros, fica prejudicado.


    óbvio! mas não se consegue salvaguardar o filho sem nos prejudicar desta forma?
  10.  # 50

    O seu namorado é filho único?
  11.  # 51

    Pelas minhas contas, são só 7 anitos nessa casa até terem os 30000 de volta (se pagarem obras.. ) e mais juros.


    De qualquer forma, para quem acha que os pais defendem o filho, isso seria verdade antes de o terem feito largar os 14km

    Mas de uma forma pragmática: a relacao é sua, você é que sabe os feitios de cada um.
    (benditos sogros, os meus e os da minha mulher...)
  12.  # 52

    Se for filho único aceite pagar as obras e em contrapartida ficam a morar no apartamento sem pagar renda enquanto estão juntos.

    Na melhor das hipoteses o apartamento é prenda de casamento. Na pior das hipóteses é vosso depois dos seus sogros partirem deste mundo.
  13.  # 53

    Cada caso é um caso, no entanto, a experiência por que passei, confirma a velha máxima de que: se possível, não devemos "misturar" nada que meta dinheiro/empresa/imóveis ou bens de elevado valor com família pois costuma acabar mal. Como desabafo deixo-vos um resumo do meu caso que acaba por ter uma ligação engraçada com o Costa Concordia que se afundou há meia dúzia de dias atrás:
    Em 2006/7, quando era director de f&b do Lake Resort em Vilamoura, a minha irmã e eu, entendemos confiar à minha mulher a empresa de catering que explorava a actividade da quinta pertença da minha família há várias gerações e que depois de casar em 2001(regime de separação de bens, felizmente!) passou a ser a nossa habitação permanente. Passados cerca de 6 meses no Algarve (a 300km de distância), "absorvido" pelo trabalho no hotel apenas vinha a casa de 15 em 15 dias, a minha irmã começou a desconfiar que a minha mulher deveria ter criado o seu "bluebag" e o seu instinto feminino dizia-lhe que eu deveria estar a sentir "comichão" na testa. Demiti-me da minha função no Algarve, vim de vez para cima e, passsadas 3 semanas, confirmei via mensagens no telemóvel da minha ex (parece-me que se tornou no método habitual e que deve ter colocado muitos detectives no desemprego) que a "comichão" que estava a sentir não era do pequeno quisto sebácio que eu tinha na testa. Como entretanto a minha família entendeu colocar a quinta à venda e, sendo a mesma a nossa residência habitual, tive que passar por um terrível calvário, que felizmente veio a dar o resultado desejado. Seguindo o princípio de: "Para lidar com uma cabra, terei de ser cabra e meia", consegui convencer a minha ex de que tinhamos de ir morar fora da quinta porque com a actividade dos banquetes e do turismo rural não tinhamos privacidade nenhuma. A minha mulher, toda aliviada, achou por bem pagar-me um cruzeiro no mediterrâneo (foi no Costa Concordia e confesso que cheguei a evitar a varanda do nosso camarote pois cheguei a temer que ela me fosse empurrar!). De regresso a Portugal, alugámos uma casa a meia dúzia de km da quinta e passados 4 meses (período mínimo para se considerar a nova morada como residência habitual) de "representação" e a "engolir sapos"(fiquei a saber que até teria jeito para o teatro), meti os papéis e passados 15 dias estava divorciado. Hoje, passados 3 anos, vivo com a minha filha na nossa casa de madeira, a quinta já era e a ex entendeu voltar no ano passado para a sua terra natal (é filha de açoreanos e nasceu no Ontario) porque segundo ela Cá-na-dá.......
  14.  # 54

    Colocado por: simplesSe for filho único aceite pagar as obras e em contrapartida ficam a morar no apartamento sem pagar renda enquanto estão juntos.

    Na melhor das hipoteses o apartamento é prenda de casamento. Na pior das hipóteses é vosso depois dos seus sogros partirem deste mundo.


    e vamos rezar para que não resolvam arrepender-se de nos ter lá de graça e nos convidem a sair...não é?
  15.  # 55

    Colocado por: sofia1984e vamos rezar para que não resolvam arrepender-se de nos ter lá de graça e nos convidem a sair...não é?


    Essa é a parte mais simples de resolver. Um contrato de arrendamento/comodato bem feito protege-vos disso.
    O problema será:
    1- o custo de obter o financiamento para as obras.
    Se a casa é dos seus "sogros" o que é que vão usar como garantia para o empréstimo?
    Dificilmente alguém vos empresta dinheiro a taxas aceitáveis sem uma garantia.

    A "solução" terá de passar pelos seus "sogros" serem fiadores e darem a casa como garantia para esse empréstimo.
    Mas mesmo assim as taxas de juro deverão ir para cima de 10% pois não é um empréstimo para Habitação Própria.
    Ora 30.000 a 10% dá 250 euros em juros no primeiro mês. E ainda faltam as taxas e seguros.

    2- Todo o dinheiro que você der será para pagar algo que nunca vai ser seu.
    Se o seu namorado for filho único, então a casa deverá ficar para ele. Está a pagar algo que irá receber no futuro.
    Se não for, então está a dar parte para os irmãos (isto se não existir uma acordo qualquer)
    Da sua parte você está apenas a arrendar. Se as coisas correrem mal, você fica presa a um arrendamento de uns 7 anos e um empréstimo para pagar. Os seus "sogros"/namorado com uma casa arranjada.
    Também não é uma solução equilibrada.

    Se o problema deles for mesmo a protecção do filho, então não vejo porque iriam ter problemas em passar a casa para nome do filho e este fazer um empréstimo para obras. O problema pode também ser a existência de irmãos. E isso tornaria a coisa mais complexa para garantir que ninguém saia prejudicado.


    A asneira já está feita que foi pagarem o crédito existente sem pensarem nas consequências. Agora têm é de falar abertamente à procura de soluções que satisfaçam TODAS as partes.
  16.  # 56

    Piafinho, os valores das obras não são esses. Esse era o valor da venda do imóvel, claro com as obras a nosso cargo e pagas por fora.
    Se eles quiserem passar a casa pro filho, é tudo na boa e faz-se o bendito crédito habitação, que era o que sempre pensamos fazer para fazer face à divida das obras + parte que os meus sogros liquidaram.

    Pedir dinheiro para obras no banco está fora de hipótese, pois as obras já estão quase prontas. A solução deles para o pagamento destas obras seria recorrer a um particular.....
  17.  # 57

    Colocado por: sofia1984Se eles quiserem passar a casa pro filho,....
    Podem doar-lha.
    De borla! Sem necessidade de empréstimo bancário.
    Depois de a casa ser dele, o seu namorado já poderá pedir um empréstimo hipotecário dando da casa (DELE) como garantia.

    A solução deles para o pagamento destas obras seria recorrer a um particular.....
    Um prestamista?!? Sabe se isso é legal? Conhece os riscos?
    Concordam com este comentário: pdavidmarques, Piafinho, Ferraz Oliveira
  18.  # 58

    1 - Não tenho a certeza se é legal um prestamista...
    2 - tem mesmo a certeza que se quer meter com pessoas assim?
  19.  # 59

    Colocado por: Luis K. W.Podem doar-lha.
    De borla! Sem necessidade de empréstimo bancário.
    Depois de a casa ser dele, o seu namorado já poderá pedir um empréstimo hipotecário dando da casa (DELE) como garantia.

    Um prestamista?!? Sabe se isso é legal? Conhece os riscos?
    Concordam com este comentário:pdavidmarques,Ferraz Oliveira


    um particular "em particular". Não um qualquer. Apenas não quis citar quem.
    Concordam com este comentário: Luis K. W., Ferraz Oliveira
  20.  # 60

    Colocado por: Luis K. W.Podem doar-lha.
    De borla! Sem necessidade de empréstimo bancário.
    Depois de a casa ser dele, o seu namorado já poderá pedir um empréstimo hipotecário dando da casa (DELE) como garantia.

    Um prestamista?!? Sabe se isso é legal? Conhece os riscos?
    Concordam com este comentário:pdavidmarques,Ferraz Oliveira


    se assim fosse...nada disto estaria a ser assim. Se eles estivessem dispostos a isso, já poderia ele pedir um empréstimo para habitação, pagando desta forma aquilo a que se comprometeu...
 
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