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  1.  # 1

    Tenho um imovel que é ruina e fiz projecto de arquitectura para alteração e construção, que está inserido em zona histórica, apesar de não ser edificio histórico. No entanto o IGESPAR diz que concorda com alegações, mas reprovou porque insiste na manutenção da fachada, sendo que esta não tem nenhum valor arquictetonico e a Rua 90% dos edificios são após anos 70/80 também sem identificação cultral ou arquitectonica. O imovel está na mesma zona de proteção do Edificio Vodafone no Porto, que ganhou premio de arquitectura moderna e como toda a gente sabe é recente e rodeado de edficios de inicio do século. Que posso fazer? Não se pode constestar a decisão do IGESPAR? É decisão final? Posso processar IGESPAR e responsaveis que assinaram documento não encontro argumentos válidos, apenas opiniões. Quando confrontado com responsaveis do IGESPAR sobre o Edificio Vodafone estar no mesma zona, o IGESPAR apenas comunicou que tinham um compromisso antigo com a empresa Vodafone. Cumprimentos
    • pom
    • 20 fevereiro 2012

     # 2

    Bom processo para um advogado...
    • P+V
    • 20 fevereiro 2012

     # 3

    Colocado por: franciscoclementPosso processar IGESPAR e responsaveis que assinaram documento não encontro argumentos válidos, apenas opiniões.
    Será? só opiniões? É que duvido mesmo muito que assim seja...
  2.  # 4

    Olá Francisco,

    Arranje um parecer de um advogado por escrito, anexe um pedido de reanálise e aguarde.

    boa sorte
    nuno costa
    www.doisarquitectos.com
  3.  # 5

    Quais foram mais concretamente os argumentos que lhe deram para o chumbo? Geralmente o IGESPAR não costuma "inventar" razões...
    Quanto a ser um edifício contemporâneo ou não, não é por isso que o IESPAR reprova os projectos. O seu arquitecto já foi lá falar? Olhe que lá até ajudam bastante na resolução destas questões...
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas, P+V
    • P+V
    • 22 fevereiro 2012 editado

     # 6

    Colocado por: RC | ARQGeralmente o IGESPAR não costuma "inventar" razões...
    Ora... Antes de virem aqui a dizer asneiras tipo "contrate um advogado e processo em cima deles"...
  4.  # 7

    Colocado por: pomBom processo para um advogado...

    Todos os processos são bons para os advogados.
    Podem é ser maus para os clientes.
  5.  # 8

    Colocado por: franciscoclementNo entanto o IGESPAR diz que concorda com alegações, mas reprovou porque insiste na manutenção da fachada, sendo que esta não tem nenhum valor arquictetonico e a Rua 90% dos edificios são após anos 70/80 também sem identificação cultral ou arquitectonica. O imovel está na mesma zona de proteção do Edificio Vodafone no Porto, que ganhou premio de arquitectura moderna e como toda a gente sabe é recente e rodeado de edficios de inicio do século. Que posso fazer? Não se pode constestar a decisão do IGESPAR? É decisão final?


    que zona é essa? centro histórico? ali não estou a ver, também não conheço bem a zona.
    sem pormenores é difícil dizer mais alguma coisa, era preciso ver a fachada e envolvente. por serem recentes não quer dizer que não haja protecção sobre o edifício/conjunto
    o que se costuma fazer é marcar reunião com o técnico responsável e ir acompanhado do seu arquitecto. pode haver entendimento1 aqui/ali, mas se lhe disseram para não demolir a fachada muito dificilmente se sairá dessa base.
    agora tentar não custa, peça ajuda ao arquitecto para arranjar argumentos para debater esse parecer.
  6.  # 9

    1-Os advogados não estão preparados para estas questões técnicas de Arquitetura.
    2- Antes de avançar com o projeto de arquitetura, o Arquiteto tinha a obrigação de se inteirar das condicionantes impostas nessas zonas históricas, se não o fêz, foi um erro de palmatória.
    3 - O IGESPAR está só a cumprir as suas funções, como Entidade que zela pelo património edificado nos centros históricos.
    4- O seu Arquiteto, pelos vistos deve ter projetado uma fachada diferente em relação ao existente.
    5- Será que o seu Arquiteto, no mapa de acabamentos que apresentou no projeto, teve em conta os materiais autorizados pela IGESPAR ? nomeadamente nos vãos de fachada ?
    6-O Arquiteto deve efetuar as alterações impostas pela IGESPAR, sem custas para si.
    7-Só deve avançar com as especialidades ( Engenharia) quando estiver a Arquitetura aprovada, porque senão vai ter despesas desnecessárias por culpa do Arquiteto.
    8-Se o Arquiteto pretender cobrar-lhe mais, sempre pode fazer queixa á Ordem dos Advogados.
    9-Em relação ao exemplo que deu, pode ser um caso diferente, em termos de áreas ou ser uma construção nova. Aliás pode questionar o IGESPAR sobre essa construção que eles têm a obrigação de lhe responder e se não responderem faça queixa ao IGAL.
  7.  # 10

    Cara Maria conceição...
    Não concordo com o seu ponto 1.... Existem advogados especialistas em direito do urbanismo.
    2, é verdade, mas não sabemos os contornos desta estória.
    3...
    4, e qual o problema se assim fosse. Pelos vistos o IGESPAR quer é a Fachada original...
    5...
    6, se a condução do processo foi por única iniciativa do arquitecto, sim, se foi por imposição do requerente, não.
    7, como é obvio.
    8, ... à ORDEM dos ARQUITECTOS~
    9, não sabemos o teor da informação do IGESPAR.
    Concordam com este comentário: P+V, RC | ARQ
    • srma
    • 24 fevereiro 2012

     # 11

    Não será mais fácil e rápido manter a fachada?
  8.  # 12

    há boas maneiras de uma fachada ruir acdentalmente.....e depois o igespar que reponha a fachada pois o igespar é 90% de fachada
    • P+V
    • 24 fevereiro 2012

     # 13

    mas que grande parvoíce, meu deus...
    Concordam com este comentário: j cardoso
  9.  # 14

    Colocado por: Maria Conceição2- Antes de avançar com o projeto de arquitetura, o Arquiteto tinha a obrigação de se inteirar das condicionantes impostas nessas zonas históricas, se não o fêz, foi um erro de palmatória.

    nem sempre é erro do arquitecto, várias vezes é falta de informação das instituições, quer seja da câmara ou igespar.
    Colocado por: Maria Conceição4- O seu Arquiteto, pelos vistos deve ter projetado uma fachada diferente em relação ao existente.

    Colocado por: Maria Conceição5- Será que o seu Arquiteto, no mapa de acabamentos que apresentou no projeto, teve em conta os materiais autorizados pela IGESPAR ? nomeadamente nos vãos de fachada ?

    aqui pelo que parece é pelo demolir a existente.
    Colocado por: Maria Conceição8-Se o Arquiteto pretender cobrar-lhe mais, sempre pode fazer queixa á Ordem dos Advogados.

    nesses casos o ideal é recorrer a um advogado, tudo depende do que foi contratado e cumprido
  10.  # 15

    alguem ainda me há-de dar razão.... pois o igespar tinha um compromisso com a vodafone (alguem com poder €€€€) e assim já se podia construir à vontade do fregues ..... para alem da maioria dos edificios serem dos anos 70/80 .... abram a pestana.
    • P+V
    • 28 fevereiro 2012

     # 16

    Claro... E o canário aqui é o iluminado de serviço que se apercebeu -só ele- que o rei vai nu e bla bla bla...
  11.  # 17

    Colocado por: P+VClaro... E o canário aqui é o iluminado de serviço que se apercebeu -só ele- que o rei vai nu e bla bla bla...


    pelos vistos o igespar está a enfiar o gorro
 
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