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  1.  # 21

    Colocado por: TROLHA...e isso influencia o preço.


    De 1400 para 6100 euros? Boa...

    E portanto, admitindo que existem ambiguidades o empreiteiro que desambigua e orçamenta 6100 em vez de 1400 só pode pensar que está a concorrer sozinho à obra.
  2.  # 22

    Colocado por: PicaretaE no ipê é evidente que o mais barato deu preço para tábuas de pinho.


    Assim como é evidente que há falta de rigor. Era só isso que queria dizer. Se é uma gralha, que só posso encaixar como sendo uma gralha, principalmente o muro de betão, então há uma falta de rigor imensa. Pedir 500% do valor real por uma parede é ridículo.
  3.  # 23

    Colocado por: danobregae logo a abrir pagam-lhe 20.000€.

    Exacto. Tem uma margem grande nas escavações e perde dinheiro em alguns acabamentos, mas recebe mais no inicio da obra. Mas poderia ser outra coisa, foi ao local e verificou um afloramento rochoso e considerou preço para escavação em rocha, os restantes ou não foram à obra ou então não detectaram a existência de rocha e deram preço para escavação em terra. Existem muitos motivos para a existência de diferenças bastante significativas entre orçamentos, nem sempre o problema está na falta de rigor dos empreiteiros.
    Concordam com este comentário: TROLHA...
  4.  # 24

    Colocado por: TROLHA...o ipê não é todo igual sabia?


    Tudo bem TROLHA. Imagine que está a orçamentar o deck. Faz o quê? Escolhe o Ipê 10x mais caro? Com que objectivo? E nos casos em que houver uma disparidade grande de valores quem faz o mapa de quantidades tem de especificar a opção correcta. A falta de rigor também pode estar no mapa de quantidades, é óbvio. É esse o caso nos itens que ali estão? Há imensos mais.

    E se for esse caso, concordo consigo. Para que raio estou a pagar por um mapa de quantidades se isto fica tudo ambíguo na mesma?

    Depois admiram-se que ficam insolventes... pois claro, é o caos.
  5.  # 25

    Eu normalmente naquilo que me toca escolho aquilo que dá mais garantias.
    Agora a malta dos projectos que aprendam a fazer mapas de quantidades, e se nao souberem contactem quem sabe para esclarecer. Ninguém é obrigado a saber tudo.
    Neste momento respondo a orçamentos exactamente como esta no mapa de trabalhos, e depois dou uma opção com aquilo que acho que é o melhor.
  6.  # 26

    Isto também não ajuda:
    • eu
    • 11 junho 2012 editado

     # 27

    FOGO! O crédito ao consumo tem aqueles valores !?!?!?!?!? Tanta falta de juízo...

    edit: ok, não é só consumo... o que serão os outros fins? Se incluir as empresas, então já não é assim tão estranho...
  7.  # 28

    o grafico é so relativamente a aparticulares..... no entanto credito ao consumo inclui: cartoes de crédito, creditos pessoais (incluindo cofidis e afins), creditos automoveis, ald, leasing...e acho que nao me esqueci de nada!

    Editado. eu nao conheço o grafico nem o seu contexto, mas parece-me pelos valores, que apenas diz respeito a montantes concedidos, e nao ao saldo dos mesmos!
  8.  # 29

    De facto uma quebra de 20.000 para 5.000 (redução de 75%) em 4 anos no CH justifica e muito a falta de obras e as consequentes insolvências....
  9.  # 30

    só em cartoes de crédito é um valor astronomico..... malta que pede 2 e 3 cartoes e acha que aquilo é um multibanco!
  10.  # 31

  11.  # 32

    Não se esqueçam que está aí muito crédito pessoal que na realidade é credito à habitação disfarçado...
    Os tais créditos para "completar" os montantes.Multi-opcoes e outros.
 
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