Imaginemos que numa determinada altura um trabalhador produziu 100 laranjas num mês, transformou-as em capital e guardou. Imaginemos também que passado 20 anos esse mesmo trabalhador ainda tem o capital poupado mas um trabalhador moderno equivalente, por diversas razões, já consegue produzir 1000 laranjas num mês.
Ainda sobre a inflação. Cada vez é mais nítido que Portugal precisa de inflação. Já que há um "deadlock" legal que impede a diminuição das obrigações assumidas pelo estado, sejam estas em forma de dívida pública, sejam em forma de pensões, sejam no que forem, a solução constitucional que parece sobrar para resolver o problema é haver inflação.
Colocado por: luisvvNão há problema nenhum com a deflação, é apenas a tradução do crescimento económico: o mesmo capital compra mais bens e serviços.
Colocado por: luisvvÓptimo. O mais velho optou por poupar, e recolhe os benefícios dessa escolha. Trocou consumo imediato por consumo futuro - é essa a função da moeda..
Colocado por: luisvvNão sei porquê. Aumentar impostos é uma solução perfeitamente constitucional e até mais transparente.
Colocado por: danobregaMecanismo de poupança e de investimento são coisas completamente diferentes.
Colocado por: cinderelaA propósito deste tema, recentemente fui convidada para assistir a uma espécie de reunião sobre um investimento em WCM777, julgo ser esta a designação. Não participei na dita reunião por saber o que são estas coisas, contudo, sei de quem foi, pelos vistos estava um senhor a "empolgar" os resultados do investimento e há quem tenha "caído", dizem ganhar uma média de 19€/dia, muito num investimento de cerca de 400 dolares.....
Colocado por: euSó se guardar o dinheiro debaixo do colchão...
A moeda tem várias funções. Uma delas é servir de mecanismo de poupança. Mecanismo de poupança e de investimento são coisas completamente diferentes.
Pois claro. Depende sempre de como se queira ver a coisa. Eu diria que a tradução do crescimento económico é: O mesmo trabalho produz mais bens e serviços. Não é bem a mesma coisa.
E repare-se no seguinte. Imaginemos que uma determinada geração poupa imenso capital (não o gasta), mas não produzia grande coisa. Imaginemos até que esta geração era preguiçosa e andou a coça-los. Admitamos também que passadas umas gerações, a nova geração por artes mágicas já é trabalhadora e produz muito mais que a antiga. Admitamos também que a nova geração não gosta de poupar e tem poupanças pouco significativas.
Pode-se dar a situação em que de repente aparece a antiga a reivindicar o direito aos bens produzidos pela nova geração. Ora perante esta situação a nova geração fica numa situação onde só tem a ganhar se deixar de reconhecer o valor da moeda antiga. Cria uma nova moeda e continua a trabalhar. Nesta situação a antiga geração perdeu todo o capital que tem.
Colocado por: luisvvLá vamos nós: a poupança, mesmo que alheia, é condição prévia do investimento. Quando tem um sistema que perverte essa relação, promove o consumo por antecipação e/ou investimento em actividades de rentabilidade duvidosa.
Colocado por: luisvvPorque está viciado na ideia de que a quantidade de moeda deve aumentar.
Colocado por: danobregaLá vamos nós pela slippery slope. É condição prévia do investimento mas não é equivalente a. Só investe as poupanças quem quiser. Para investir, preciso de poupanças de alguém. Esse alguém só as investe se der autorização para tal, ou seria assim que devia ser se admitirmos que o capital é propriedade privada.
Colocado por: danobregaOs detentores de capital não fizeram nada para receber esse beneficio, não devem ter um direito divino ao aumento de produção.
Population growth boosts farmland values
Lá vamos nós pela slippery slope. É condição prévia do investimento mas não é equivalente a. Só investe as poupanças quem quiser. Para investir, preciso de poupanças de alguém. Esse alguém só as investe se der autorização para tal, ou seria assim que devia ser se admitirmos que o capital é propriedade privada.
Mais um exemplo, só naquela:
Se eu arranjar uma maneira de ser mais produtivo, passo a ganhar mais capital. É o "número" aumenta, ganho mais euros. Não é o valor do número que aumenta, é o número. Os euros não passam a valer mais.
Colocado por: mln2cOlhem voltando um pouco ao tema do tópico, que são as opções onde investir.
Caso estejam a pensar investir em acções preferiam investir na bolsa potuguesa ou acham que há outras bolsas com maior potencial de valorização?
Dentro das opções do PSI-20 à partida estou mais inclinado para o setor financeiro excluindo o BES. Por outro lado o Banif parece que tem um risco muito elevado. Acham que o BPI e o BCP ainda têm algum potencial de valorização? Será que vão dar dividendos e serão estes relevantes?
Colocado por: mln2cCaso estejam a pensar investir em acções preferiam investir na bolsa potuguesa ou acham que há outras bolsas com maior potencial de valorização?
O problema da bolsa portuguesa é mais de falta de liquidez. Neste aspecto as bolsas dos EUA, por exemplo, são muito mais atractivas.
Colocado por: fiat_uno
Em relação aos dividendos, por exemplo o BCP tem de reembolsar até 2017 mais de 3000 milhões de euros ao Estado. Teve nos primeiros 9 meses de 2013 resultados líquidos de -597 milhões de euros (negativos!). Onde é que vê dividendos para distribuir nos próximos anos?
Colocado por: J.FernandesO problema da bolsa portuguesa é mais de falta de liquidez. Neste aspecto as bolsas dos EUA, por exemplo, são muito mais atractivas.
Colocado por: mln2cOlhem voltando um pouco ao tema do tópico, que são as opções onde investir.
Caso estejam a pensar investir em acções preferiam investir na bolsa potuguesa ou acham que há outras bolsas com maior potencial de valorização?
Dentro das opções do PSI-20 à partida estou mais inclinado para o setor financeiro excluindo o BES. Por outro lado o Banif parece que tem um risco muito elevado. Acham que o BPI e o BCP ainda têm algum potencial de valorização? Será que vão dar dividendos e serão estes relevantes?