Apalavrou com um conhecido que ele poderia vender um imovel, ao que o senhor se foi esforcando e acabou por arranjar ate varios compradores, mas que o irmao, na duvida, acabou por nao vender por causa dos filhos. Contudo, mais tarde arrependido voltou a confirmar ao sr para vender a casa. Ja depois de este ultimo ter o cheque em maos do sinal para uma pessoa... os meus sobrinhos/meu irmao venderam o imovel a um amigo! Agora a pessoa que passou o cheque ao senhor, quer agir judicialmente! O meu primo meteu-se em problemas? Ha registos de chamadas e essas coisas todas.
Poi se calhar meteu, é que com estas coisas não se brinca. Vende, ... não vende, ... vende outra vez, ... vende a outro... Caso o intermediário tenha feito algum contrato de promessa de compra e venda, pode a outra parte agir judicialmente e provavelmente ganha a causa. O sonal em dobro. Mesmo que o seu irmão consiga vender a casa nestas condições, pelo menos de uma coisa não se livra. Na opinião pública passa a ser uma pessoa em quem não se deve confiar. Embora nos dias de hoje a palavra "não vale nada", mas olhe que ainda há muita boa gente que leva isso muito a sério. E a credibilidade pública tem muito valor, muito mais do que uns milhares de euros... (desculpe se queria ler outra coisa mais animadora mas esta situação podia-se ter evitado)
Sim, de facto tem toda a razao. Mesmo eu me insurgi contra o que ele fez. contudo, o intermediario nao fez contrato de promessa nenhum, ate porque esse apenas estava "mandatado" verbalmente, logo nao houve nenhum contrato promessa. E sim, subscrevo, a credibilidade publica vale muito mais! muito obrigado por essa resposta!
Digo isto pqe nao havia contrato de promessa nenhum, so havia um "acordo de cavalheiros" entre ele e o sr que ia arranjar comprador para ela. No plano abstracto das coisas e do ponto de vista social isto e bastante reprovável, claro! mas em tribunal... tem que se produzir prova e essas coisas todas . nao sera facil condena-lo a pagar seja o que for. digo eu! mas isto sao palavras de um leigo