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  1.  # 1

    Ex mos Srs,

    Passo a relatar o que aconteceu a um irmao meu:

    Apalavrou com um conhecido que ele poderia vender um imovel, ao que o senhor se foi esforcando e acabou por arranjar ate varios compradores, mas que o irmao, na duvida, acabou por nao vender por causa dos filhos.
    Contudo, mais tarde arrependido voltou a confirmar ao sr para vender a casa.
    Ja depois de este ultimo ter o cheque em maos do sinal para uma pessoa... os meus sobrinhos/meu irmao venderam o imovel a um amigo!
    Agora a pessoa que passou o cheque ao senhor, quer agir judicialmente!
    O meu primo meteu-se em problemas? Ha registos de chamadas e essas coisas todas.

    obrigado
    • 1255
    • 25 agosto 2013

     # 2

    Poi se calhar meteu,
    é que com estas coisas não se brinca.
    Vende, ... não vende, ... vende outra vez, ... vende a outro...
    Caso o intermediário tenha feito algum contrato de promessa de compra e venda, pode a outra parte agir judicialmente e provavelmente ganha a causa. O sonal em dobro.
    Mesmo que o seu irmão consiga vender a casa nestas condições, pelo menos de uma coisa não se livra. Na opinião pública passa a ser uma pessoa em quem não se deve confiar. Embora nos dias de hoje a palavra "não vale nada", mas olhe que ainda há muita boa gente que leva isso muito a sério. E a credibilidade pública tem muito valor, muito mais do que uns milhares de euros...
    (desculpe se queria ler outra coisa mais animadora mas esta situação podia-se ter evitado)
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  2.  # 3

    Sim, de facto tem toda a razao. Mesmo eu me insurgi contra o que ele fez. contudo, o intermediario nao fez contrato de promessa nenhum, ate porque esse apenas estava "mandatado" verbalmente, logo nao houve nenhum contrato promessa.
    E sim, subscrevo, a credibilidade publica vale muito mais! muito obrigado por essa resposta!
    • dato
    • 25 agosto 2013 editado

     # 4

    o seu irmão só tem q dar o sinal em dobro por ter faltado à palavra!

    se vai para tribunal perde na hora.. mais vale pagar e aprender
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  3.  # 5

    Socialmente acho que o vosso e nosso ponto de vista e o correcto, claro! Mas do ponto de vista juridico acho que ele se vai safar nao?
  4.  # 6

    Digo isto pqe nao havia contrato de promessa nenhum, so havia um "acordo de cavalheiros" entre ele e o sr que ia arranjar comprador para ela.
    No plano abstracto das coisas e do ponto de vista social isto e bastante reprovável, claro! mas em tribunal... tem que se produzir prova e essas coisas todas . nao sera facil condena-lo a pagar seja o que for. digo eu! mas isto sao palavras de um leigo
    • dato
    • 25 agosto 2013

     # 7

    foi um contracto verbal com a testemunha do conhecido q arranjou o negócio e com um cheque...
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    • dato
    • 25 agosto 2013

     # 8

    e cuidado q se forem para tribunal ainda fica mais caro...custas e advogados..

    e se o lesado tiver dinheiro e paciência ainda lhe cobra mais qq coisa..lol (suposições minhas..lol)
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  5.  # 9

    Vamos la ver o que acontece! obrigado
 
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