nem eu , mas vou provar assim que for ao sul , talvez para o ano que vem espero eu ... eu bem gostava de poder trocar algo mas o transporte é um pesadelo para mim tenho medo que as coisas não chegam em boas condições , dou-lhe um exemplo tenho umas plantas de chá para enviar a um colega nosso , raio da planta é tão melindrosa que quando a transplanto para um vaso e a aguardo fica toda lixada em 2 dias , já fiz o transplante 2 vezes e não consegui que elas se mantenham de pé ...
Colocado por: Pedro BarradasNunca provei tremenda iguaria!!!
Não me admira pois mesmo cá poucos conhecem... acho que a ideia é mais espanhola nem sei...
Quando for a vila real logo trago um bocado, ou se vier de férias para essa zona em Vila real arranja por lá com facilidade na zona industrial ao pé do inter-marché, ou em ayamonte !
Mas posso enviar-lhe uma amostra. Troco por presunto de porco preto. :-)
Em Vila Real de Santo António, quase tinha desaparecido pois deixou de haver por cá atuns... Agora descobriram que ainda há mas passam mais longe. Em olhão uma sociedade de Japoneses apanha engorda e guarda em cativeiro no mar para os levar vivos para o Japão ( Vivos ou quase vivos não sei)
Mas atum que usam em Vila Real vão busca-lo a Espanha que é pescado noutras bandas . Em Espanha também fazem a muxama de atum
***Vila Real de Santo António sempre viveu virada para a actividade piscatória, sendo o atum uma das maiores fontes de riqueza, já que esteve na origem do aparecimento de uma actividade conserveira extremamente rica e geradora de emprego.
Entre o séc. XIX e XX instalaram-se no local várias fábricas de origem italiana, espanhola e portuguesa, tendo atingido as 21 entre 1943 e 1953. Na década de 40, era o atum que fomentava a produção, tendo ultrapassado as várias centenas de toneladas. A população, que vivia com grandes dificuldades económicas, habituou-se aproveitar todas as partes do atum, o que originou a variedade de iguarias feitas com este peixe: estupeta, espinheta, mormos, tarantelo, muxama.
A muxama é um produto feito com a mesma receita que fenícios e romanos faziam há dois mil anos e consiste em lombos de atum salgados e secos. Uma espécie de presunto do mar. **