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  1.  # 61

    Colocado por: Picareta
    Podemos também imaginar um turista Alemão, que compra cá um produto qualquer e depois quando chega à Alemanha verifica que está avariado. Quem paga o transporte?


    Tal como digo, a empresa que vende não tem essa responsabilidade. Mas isso é a minha opinião que vale o que vale, nada portanto.

    Treker666: O cliente não tem sempre razão. Onde eu trabalho há bom senso, quando o cliente tem razão a empresa acede, quando não tem, não acede. É simples.
    Concordam com este comentário: jorgealves
  2.  # 62

    Acho deverás revelador um socio gerente dizer "à boca cheia" que "não vai perder um único minuto com este caso" (tenha ou não o cliente razão), mas depois perde bem mais do que isto aqui a responder num fórum. A mim só significa que o utilizador fez muito bem em chamar os bois pelos nomes, vulgo, nomear a empresa.

    Fosse esse tempo investido no sitio certo e talvez nem a "isto" tivesse chegado. Anyway cada um gere como entende o que é seu.
  3.  # 63

    Tem razão, li mal e pensei que fosse tudo em referencia à mesma situação inicial. I stand corrected.

    Em todo o caso em relação à situação inicial não deixo de achar que mencionar o nome da carpintaria não tem mal nenhum se formos verdadeiros e não estivermos a revelar nada confidencial, deixar de o fazer por medo de ação legal também é dar asas aos prevaricadores desse lado da barreira (empresas vs clientes). Então em relação aos grandes grupos com advogados a tempo inteiro ninguém abria a boca e portais como o www.portaldaqueixa.com não podiam existir.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Picareta
  4.  # 64

    Quando comprei a minha TV precisamente nessa loja, disseram-se que a partir de 32 polegadas vinham a casa...
    Quanto ao seu caso, apresente uma queixa bem formulada e assertiva no livro de reclamações...aliás julgo que que nem será necessário porque assim que solicitar o livro, de repente aparecerá um gerente disponível para o acompanhar à obra...
  5.  # 65

    Colocado por: nunogouveiaQuanto ao seu caso, apresente uma queixa bem formulada e assertiva no livro de reclamações...

    Qual o fundamento da reclamação?
  6.  # 66

    Picareta, afinal sabe ou não sabe porque não forneceram o orçamento ao pauloms?

    Num post seu aqui disse que "não sabemos o que se passou, nem porque motivo não lhe forneceram orçamento, nem sequer sabemos se se comprometeram a enviar o orçamento". Leu bem o que o pauloms contou? Ele pediu orçamento, reforçou o pedido de orçamento e a empresa disse que lhe dava mas afinal nunca lhe deu nada.

    Num post seu a seguir já diz "sei porque é que não fizeram o orçamento, e não precisei de falar com ninguém".

    Seriedade por favor.

    É por estas e por outras que o nome das entidades deviam ser mencionadas. Quem não deve não teme. E essa história de se esconder por trás dos nicks, cada um escreve o que bem entender e é responsável e responsabilizado por isso mesmo. Seja com nick Picareta, seja com nick Manuel Silva.

    Tb acho que há muita falta de bom senso e quando se começa a extrapolar para exemplos completamente diferentes do que o pauloms aqui relatou, parece-me evidente que as pessoas não sabem discutir um assunto com base no que é e não no que poderia ser.

    A conclusão é esta mesmo: sem bom senso não se resolve absolutamente nada. Principalmente coisas que seriam solucionadas com relativa facilidade e mantendo um cliente satisfeito. E todos sabem o poder que tem o passa-palavra. Só não pode haver bom senso quando é evidente a má fé, a desplicência e o desinteresse em resolver assuntos pendentes.
  7.  # 67

    Colocado por: goliverPicareta, afinal sabe ou não sabe porque não forneceram o orçamento ao pauloms?

    O que é que isso tem a ver com o tema deste tópico?
    Não estávamos a falar de um problema com o fornecimento de um soalho?
  8.  # 68

    Estavamos não. Estamos. Mas em qualquer debate e discussão, convém argumentar com coerência e não ter um discurso antagónico.
    Concordam com este comentário: treker666
  9.  # 69

    (...) que eu saiba os avisos são feitos por mp.

    e talvez não fosse má ideia, utilizar o mesmo método (explicar por mensagem privada) quando, com a melhor das intenções, se quer apelar a alguma prudência, na exposição pública (contra uma empresa ou um particular) de uma ou outra ocorrência, que nos foi incómoda e desagradável; talvez para evitar que alguém se sinta desconfortável quando lê "recomendações", bem intencionadas, mas que podem servir de acicate a quem não gosta de admitir má publicidade nem aceita que se considere que foi pouco profissional a lidar com um (ou mais) clientes!...
  10.  # 70

    (...) Qual o fundamento da reclamação?

    Fazemo-nos de desentendidos, ou estamos "a chover no molhado"?! Parece-nos pouco plausível que alguém venha ao Fórum, contar um episódio em que teve parte, apenas com segundas intenções!... Aqui, o que está por fazer é a "demonstração" do contraditório, nada mais!... Ou porque a outra parte não está interessada..., ou porque não frequenta o Fórum da Casa, ou ainda porque ninguém lhes "bichanou ao ouvido" que alguém os expôs na praça pública.[Daí um alerta, por MP, para quem pede conselho, nestas circunstâncias, a fim de evitar episódios de contendas; eu não o poderia fazer, porque não sabia de litígio algum com envolvimento de membro(s) deste Fórum, mas quem o souber, acho correcto que o faça (apenas por MP!...)]. Também há sempre quem esteja disponível para meter "ferros", o que não é nada abonador!...
  11.  # 71

    Colocado por: Rui A. B.Um situação hipotética, eu vou passear até Lisboa e por lá compro um soalho por 200 e tal euros, trago-o para Barcelos onde resido e passados uns tempos reparo que o soalho tem defeito. Tem a empresa que mo vendeu a responsabilidade de fazer 400 km para levantar um material que foi vendido na loja deles? A mim parece-me que não.

    Nao compare a Estrada da beira com a beira da Estrada.
    O que se trata e de um fornecedor local, que nao tem meios de transporte de material. Ate ai tudo bem, nao e obrigado a tal. So compra quem quer. Mas apos a venda, ha um problema no material. A responsabilidade e de quem? Em primeira analise e do fornecedor. Como tal, este deveria deslocar-se ao local e averiguar o que se passa com o material preparado por si. Pode para tal cobrar pela deslocacao. Apos averiguar responsabilidades, entao ai sim, transmitir ao comprador que nada tem a haver com o assunto cobrando-lhe ou nao a deslocacao...ou sendo a responsabilidade da ma concepcao do material, entao apoiar o cliente no que fosse necessario. E eventualmente nem seria necessario andar a transportar o material para tras e para a frente. Complicam-se as coisas antes de tentar simplificar procedimentos.


    Colocado por: Rui A. B.Treker666: O cliente não tem sempre razão. Onde eu trabalho há bom senso, quando o cliente tem razão a empresa acede, quando não tem, não acede. É simples.

    Quando citar, cite todo o comentario por favour pois assim retira-lhe palavras que utilizei.
    Colocado por: treker666E sim, o cliente tem sempre razão ate lhe demonstrarem o contrário!

    Como podera ver pelo comentario inicial, eu disse que o cliente tem sempre razao ate que o contrario seja provado. Esta e a boa pratica comercial. Quem assim nao funciona, da forma como o mercado se encontra, tenho grandes duvidas que se mantenha a funcionar a bom ritmo. E era assim que o fornecedor desta discussao deveria funcionar.

    Esta historia de sacudir a agua do capote assim que o cliente passa da porta para fora e a razao que tem levado muito comercio tradicional as moscas, levando o cliente a preferir o atendimento dado nas grandes superficies.
  12.  # 72

    Colocado por: PicaretaJá agora, você contêm-se nos seus comentários com medo de ser chamado à atenção pelos moderadores?

    Nao. Contenho-me por uma questao de educacao.

    Colocado por: PicaretaO contrário também é verdade.

    Nao, nao e. A verdade e que a explicacao tecnica compete ao produtor/tecnico...o que for...que fornece o material e o conhece. O cliente nao e obrigado a saber tudo. Dai o acompanhamento comercial que deve ser dado por qualquer empresa. Seja o negocio no montante de 200 euros ou 20000 euros. Cliente e cliente. No fim, sem os euros ali deixados...garantidamente nao ha negocio.

    Volto a referir que o cliente tem sempre razao ate lhe demonstrarem o contrario. Compete a quem vende, saber faze-lo. O problema e que quem vende estava habituado ao compra e cala...seja por desconhecimeto do cliente...seja porque na area toda a gente la ia e portanto mais cliente menos cliente nao fazia diferenca...seja porque vendia quase exclusivamente a profissionais etc etc...mas as coisas mudaram, os clientes estao mais exigentes, seja por algum conhecimento extra obtido pelo acesso a internet seja por questoes economicas que assim o ditam. A verdade e esta...sem clientes nao ha negocio que sobreviva...e com mau atendimento, poucos se manterao no mercado!
  13.  # 73

    Colocado por: treker666
    Nao compare a Estrada da beira com a beira da Estrada.
    O que se trata e de um fornecedor local, que nao tem meios de transporte de material. Ate ai tudo bem, nao e obrigado a tal. So compra quem quer. Mas apos a venda, ha um problema no material. A responsabilidade e de quem? Em primeira analise e do fornecedor. Como tal, este deveria deslocar-se ao local e averiguar o que se passa com o material preparado por si. Pode para tal cobrar pela deslocacao. Apos averiguar responsabilidades, entao ai sim, transmitir ao comprador que nada tem a haver com o assunto cobrando-lhe ou nao a deslocacao...ou sendo a responsabilidade da ma concepcao do material, entao apoiar o cliente no que fosse necessario. E eventualmente nem seria necessario andar a transportar o material para tras e para a frente. Complicam-se as coisas antes de tentar simplificar procedimentos.



    Quando citar, cite todo o comentario por favour pois assim retira-lhe palavras que utilizei.

    Como podera ver pelo comentario inicial, eu disse que o cliente tem sempre razao ate que o contrario seja provado. Esta e a boa pratica comercial. Quem assim nao funciona, da forma como o mercado se encontra, tenho grandes duvidas que se mantenha a funcionar a bom ritmo. E era assim que o fornecedor desta discussao deveria funcionar.

    Esta historia de sacudir a agua do capote assim que o cliente passa da porta para fora e a razao que tem levado muito comercio tradicional as moscas, levando o cliente a preferir o atendimento dado nas grandes superficies.


    Eu não comparo nada meu caro, se o material foi levantado em loja, na minha maneira de ver terá que ser entregue em loja! Se o material tivesse sido comprado com entrega ao domicílio, teria que ser levantado no domicílio. Não percebo nada de leis mas para mim funcionava assim. O que não quer dizer que o fornecedor não pudesse ir lá buscar o material, estamos a falar de obrigações, nada mais, e quanto a isso não me parece obrigado a tal.

    Quanto ao cliente ter sempre razão até lhe demonstrarem o contrário é como tudo na vida, o mesmo se aplica ao fornecedor, porque estará o fornecedor inferiorizado nesta relação? Um negócio não tem como base ser bom para as duas partes? Não é como as relações? Onde só é boa quando as duas partes estão bem...
  14.  # 74

    Mas quem disse que está inferiorizado? Onde é que leu tal da minha parte?
  15.  # 75

    Colocado por: treker666Mas quem disse que está inferiorizado? Onde é que leu tal da minha parte?


    Então porque diz que o cliente tem sempre razão até lhe demonstrarem o contrário? O inverso não se aplica? O fornecedor não tem sempre razão até lhe demonstrarem o contrário?
  16.  # 76

    Viva,

    O carpinteiro passou hoje praticamente todo o dia a corrigir os machos das tábuas com uma tupia manual, retirando-lhes 1 mm de espessura. Felizmente que eram só umas 80 tábuas, cada uma com 260 cm de comprimento.

    Preferi resolver a coisa assim porque o custo de ter de parar a obra por uma ou duas semanas seria muito mais elevado, mesmo na eventualidade da outra parte resolver o diferendo.

    Ainda assim vou guardar umas tábuas com os defeitos para memória futura. Nunca se sabe se virão a ser necessárias...
 
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