Cada vez vejo mais árabes por todo o lado.
Colocado por: luisvvna SIC notícias discute-se há não sei quantos minutos a utilização de imagens de stock photos em cartazes políticos
Colocado por: pedromdfMuçulmano é religião.
Árabe é uma pessoa originária de uma região do globo que pode ser muçulmana ou não.Concordam com este comentário:GMCQ
Colocado por: branco.valterPortugal já é o terceiro maior produtor de bicicletas da EuropaNão tarda seremos o primeiro consumidor.
Colocado por: HelioNão tarda seremos o primeiro consumidor.das chinesas é preciso lembrar esta parte ahahahaha
Colocado por: HelioNão tarda seremos o primeiro consumidor.
Colocado por: Carvai
Era bom, mas nunca bateremos os holandeses.
Colocado por: Bricoleiro
Dos poucos países europeus que tive o privilégio de visitar, qualquer um excepto Espanha mete Portugal a um canto quanto à cultura de usar a bicicleta nos meios urbanos.
Parece que a excepção é só dos povos da Península Ibérica.
Colocado por: Carvai
Era bom, mas nunca bateremos os holandeses.
A situação financeira do país em geral, e a dos agregados familiares em particular, está melhor em 2015 do que estava em 2014, de acordo com os inquiridos num estudo do IPAM, uma escola superior de marketing. Este universo mantem uma tendência de evolução optimista para os próximos doze meses em todos os indicadores, menos num: a taxa de desemprego que quase metade dos inquiridos (46%) acredita que se vai manter igual à verificada em 2015. Apenas 28% acreditam que vai descer, com outros 26% a antever mesmo uma subida do desemprego.
Estas conclusões são retiradas de um estudo realizado pelo Observatório de Consumo do IPAM, num inquérito presencial que foi iniciado em 2014 numa amostra com 1870 consumidores. As primeiras perguntas foram realizadas em Maio de 2014 (um mês antes de ser dado por concluído o plano de assistência que instalou a troika de credores em Portugal); a segunda investida foi feita em Maio de 2015 (três meses antes do INE revelar que no segundo trimestre a taxa de desemprego se fixou em 11,9%).
Mafalda Ferreira, a investigadora que coordenou o estudo admitiu, em declarações ao PÚBLICO que não esperava ter uma diferença tão significativa nas respostas que obteve em 2014 e em 2015, já que quase 25% da amostra afirmou que a viu a situação financeira melhorar. “Fomos perguntar a essas pessoas porque é que melhorou, e disseram-nos que ou conseguiram ser integrados no mercado de trabalho, ou fizeram ajustes em contratos de financiamento que lhes deixou alguma folga orçamental”, explica a investigadora. Talvez ainda mais significativo, sublinha, é o facto de os consumidores serem ainda mais optimistas relativamente ao futuro, já que apenas 16% dos respondentes é que admitiu que a situação iria piorar.
O estudo tentou aferir a avaliação que é feita da situação actual, das perspectivas financeiras face ao futuro, bem como de um conjunto de dimensões associadas à situação do país, e, para além da evolução da taxa de desemprego, questionou os participantes sobre as perspectivas de evolução dos preços.
Em todos os itens, as respostas evidenciaram uma expressiva franja de população optimista, sobretudo, sublinha Mafalda Ferreira, entre os respondentes estudantes (mas que não chegam a 5% da amostra). As perspectivas mais negativas surgiram entre os reformados, uma população que compõe quase 15% da amostra. Instada a comentar esta disparidade, a investigadora avançou que o facto de os reformados terem sofrido cortes absolutamente inesperados no rendimento que lhes condicionou as perspectivas optimistas.
Colocado por: Picareta
...o que mais me impressiona é a perplexidade da jornalista com isso.