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  1.  # 1

    sou divorciado, tenho uma filha, a casa ficou com minha ex e minha filha mas, devemos a casa ao banco. e pago metade da casa, impostos, agua, luz e gaz. isso é o correto
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  3.  # 2

    Se eu fosse mulher e estivesse divorciada gostava de ter um ex assim.

    Se está divorciado, já deveria de ter sido feita a separação dos bens, você tem apenas de dar um x para o sustento da sua filha, compra de roupas etc, além de ter o dever de ver a sua filha regularmente, se já houve a regulação do poder paternal sabe quais serão os dias que lhe competem e o valor a dar, não tem de pagar metade de uma casa onde não vive, já devia de ter esse empréstimo passado para nome da sua ex-mulher e ela ter-lhe dado a sua quota parte, ou no caso de ela não querer comprar a sua parte e você também não querer a casa, este ser vendida.

    No fundo está divorciado, mas é como se estivesse casado na mesma com a diferença que não mora lá em casa.

    Quem lhe vendeu essa de que teria de pagar metade da casa e restantes despesas se lá não vive?
    Quem lá vive que as pague se quiser, e tire o seu nome desse empréstimo o mais rápido possível.

    Cumps
  4.  # 3

    PATO....

    É um prato muito bom

  5.  # 4

    Desculpem discordar com a opinião dos últimos dois senhores, pode não haver essa obrigação nesses termos (de pagar metade das contas) mas há sempre obrigações, para mais tendo uma filha, e cada ex casal (que nem por isso deixaram de ser pais) deve reunir para fazer as partilhas e definir as obrigações futuras.
    De resto, apoiar a ex-mulher no sustento da filha não me parece ser uma questão de se ser pato, mas de se ser um homem com moral e dignidade, coisa que, realmente vai rareando por aí.
    Cumprimentos,
  6.  # 5

    A obrigação deste senhor é só para com a filha, não tem que estar a pagar uma casa que não usufrui.
  7.  # 6

    CMartin parece-me que terá lido o meu post na diagonal, experimente lê-lo na totalidade e vai ver que o que disse está lá.

    Quanto ao ajudar a ex-mulher não tem qualquer obrigação de o fazer, tem apenas obrigações como eu disse acima para com a filha.

    Era o que mais faltava divorciar-me e andar a pagar metade das contas dela.

    PBarata, essa do pato não foi muito feliz, embora seja a maneira comum de se definir certas situações.
    O sergio maia merece o devido respeito assim como você, e não é falando assim que se ajuda a pessoa em questão.
    Falando como você falou parece que está a querer dar razão a um post que por aí anda sobre o fórum que em vez de ajudar, desajuda, e leva a que as pessoas em vez de postarem a pedir ajuda o não façam, será isso que você pretende.

    Por mim este tipo de posts eram logo apagados de imediato, digo eu...
    Cumps
    Estas pessoas agradeceram este comentário: aeglos
    •  
      FD
    • 23 Maio 2009

     # 7

    Colocado por: Barba NegraPor mim este tipo de posts eram logo apagados de imediato, digo eu...

    Não o vou apagar, mas vou pedir ao PBarata e a todos os outros membros para não se esquecerem que estamos aqui principalmente para ajudar e não para tecer considerações sobre vidas alheias. Mesmo que se teça considerações tentem que estas sejam respeitosas: falem como se estivessem a falar com os vossos pais. ;)
    Além dessa premissa, por mais do que uma vez aconteceu julgarmos o livro pela capa e enganarmos-nos redondamente.

    O fórum sobreviveu mais de 2 anos sem regras, não gostava de as implementar agora.
  8.  # 8

    Muitas vezes os fóruns colapsam perante o seu próprio sucesso. Mas penso que a maioria dos frequentadores deste fórum têm a maturidade necessária para manter um nível de cordialidade superior ao habitual nestas andanças da internet.
  9.  # 9

    Pronto, têm razão faço um "mea culpa".
    sergio maia , desculpe lá ....

    Não pretendia ofender o sergio, apenas "dar-lhe um abanão". Ás vezes também é preciso.
  10.  # 10

    Todos,
    Reparem que a sociedade precisa de gente conscienciosa.. porque há pouca gente assim, e quando aparece um, o que acontece? Damos-lhe um "abanão" para ele "acordar"(?)! Reparem que há aqui um reviravolta de valores, valores que em vez de se enaltecerem, criticam-se e enxovalham-se.Está errado!
    Para já, cada caso é um caso, e dizermos aos outros quais são as suas obrigações parece-me, desculpe, Sérgio, um pouco difícil, porque só o Sérgio é que pode saber o que,moralmente, se acha no dever de dar para o sustento da sua filha/ex-mulher(mãe da sua filha).Há pessoas que acham que devem dar tudo, e há outras que acham que não têm obrigações nenhumas. O que é certo, o que é errado? Olhe aquilo que a consciência e bom-senso mandam.
    De resto, em caso de duvida, a lei esclarece o que é a sua obrigação mínima.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Miguel Prata
  11.  # 11

    CMartin, essa dos valores é que partiu tudo.

    Sustentar a filha de acordo com o legalmente definido e até para além disso, acho bem, se tem dinheiro deve utilizá-lo nos seus filhos.

    Sustentar a ex-mulher, bom isso de facto é com ele, vivemos numa sociedade livre pode sustentar quem quiser. A "reviravolta de valores" é que não percebi, qual o grande valor que existe aqui para enaltecer? O sergio obviamente não se sente bem com a situação, caso contrário não colocava o post.
    Quer obviamente deixar de sustentar a ex-mulher e apenas ainda não o fez por consideração com a filha, também me parece óbvio.

    É como os valores das mulheres que usam os filhos sacar um rendimento extra aos ex-maridos...

    De resto, apoiar a ex-mulher no sustento da filha não me parece ser uma questão de se ser pato, mas de se ser um homem com moral e dignidade, coisa que, realmente vai rareando por aí.
    É EVIDENTE, agora continuar a sustentar a ex...

    Pagar duas casas, duas vezes água,luz electricidade e tudo o resto é excessivo. O Barba Negra disse tudo e bem...
  12.  # 12

    PBarata,
    Concordo que nem tanto ao mar nem tanto à terra, como diz o ditado.
    Por outro lado, repare que não estamos dentro da situação nem sabemos com que fios se tece, repare que se a ex-mulher não tem sustento, ou seja não trabalha porque nunca trabalhou, é um caso diferente do que se a pessoa tiver meios de sustento. Obviamente, ai, a pensão para o filho não será apenas para o filho, neste caso filha. Por outro repare que se a casa foi adquirida em nome dos dois e para os dois provavelmente a exmulher terá alguma dificuldade em mantê-la sozinha, digo eu, porque não sei se procederam a partilhas. Logo, não podemos, penso, dar "palpites" com base no nosso "senso-comum".
    A reviravolta de valores a que me refiro, é que não podemos "chapa zero" aconselhar a largar a ex ao "Deus dará", como tantas vezes se presencia, mesmo quando incomoda (aos exmaridos) pagar pensões e afins, há que chegar a um consenso. Se é excessivo pagar duas casas, luz, água, etc. não faço ideia, porque não sei em que moldes se deu a separação e quais as necessidades de parte a parte. Há que tê-las em consideração antes de chegar a conclusões precipitadas e para poder aconselhar melhor.
    Obviamente não há que saber aqui a história da vida das pessoas, mas o mínimo antes de se tirar conclusões e antes de dizer "não pague!" ou "pague!".
    Por outro lado, uma coisa é o dever moral (o que a pessoa sente como seu dever pagar) e outra coisa, quando não existe ou para quem não tem esse sentimento de dever moral, a lei estabelece mínimos, pelo menos para os filhos.
  13.  # 13

    CMartin a pergunta do sergio pareceu-me clara e objectiva, logo não há dúvidas sobre o assunto.

    Você gosta muito de falar sobre valores morais etc etc, mas a realidade é uma só, houve uma separação existe um filho/a e quem saiu está a sentir-se lesado no meio desta história, logo aqui não se trata de deveres morais mas sim daquilo que é da competência dele pagar ou não, daí a minha resposta que se cingiu apenas ao que ele perguntava, e como tal reafirmo:

    Á filha é devido o sustento e comparticipação das despesas de saúde, roupas, escola etc, e tem o direito e o dever de a visitar conforme regulação do poder paternal se é que o houve, e no caso de não ter havido haver a combinação que ambos fizeram quanto a esta questão.
    Quanto á casa já a coisa não será tanto assim uma vez que este já lá não vive, e não interessa para nada se ela trabalha ou já trabalhou, se é doméstica etc, esse é um problema que lhe cabe a ela resolver sobre como vai pagar a água a luz o gás a renda, telefone, internet, telemóveis e mais alguns que se lembrem.

    Ao sair de casa, certamente já teriam conversado os dois sobre o assunto, quem fica e quem vai, e quem fica tem de pagar essas despesas e providenciar para no mais curto espaço de tempo possível a ex-esposa do sergio passar então o contrato da casa para o nome dela apenas, dando a parte correspondente ao mesmo, e ficando assim com a casa para ela.

    Como tal a meu ver não é correcto ele andar a pagar metade das despesas da casa onde viveu e agora vivem a ex-esposa e a filha, e ainda ter de pagar depois as sua despesas na casa que comprou ou alugou (não interessa para o caso), e no final ainda tem de dar o sustento á filha (que esse é que é de facto devido e do qual ele não se pode desmarcar além de não dever), e obrigações morais aqui não vejo onde elas possa existir. Se ele tivesse essa obrigação certamente não teria colocado aqui um post e tudo continuaria como até aqui.

    Portanto se ainda não trataram dos papéis do divórcio devem fazê-lo o quanto antes, e efectuar assim as partilhas, bem como regular o poder paternal, no caso de não chegarem a um entendimento (coisa que a meu ver não deve ser difícil, no entanto á casos e casos e não sabemos tudo o que está por trás, nem queremos, são eles dois que devem resolver).

    Cumps
  14.  # 14

    Barba Negra,
    Repare que o Sérgio diz :"devemos" a casa ao banco, e, a meu ver, enquanto não houver partilhas é isso mesmo: devem a casa os dois, e não apenas a ex mulher. Neste caso, ainda por cima, ainda nem pediram o divórcio portanto quem sabe até, e a mim faz todo o sentido, que ainda nem seja "ex"mulher, percebe? Se não há divórcio oficializado parece-me lógico que ele continuará com as obrigações das contas a que ele se refere (casa, água, luz,..).
    Cumprimentos,
  15.  # 15

    Por outro lado, tem razão, Barba Negra, quando fala dos meus "moralismos" de que gosto muito, apenas, custa-me ver certas situações. Felizmente nunca passei nem faço tenções de passar por uma separação mas, tenho presenciado imensos, como todos nós, e o que vejo é que na grande maioria a parte mais fraca geralmente é a mulher (continua a ser), e não percebo como é que um homem pode não querer apoiar aquela que foi sua companheira, e talvez até seja a mulher dos seus filhos.
    Deve ser defeito meu!
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  17.  # 16

    CMartin deve ser você que vê tudo um mar de rosas por certo, e se assim fosse ou não existiriam divórcios ou a havê-los não havia necessidade de tribunais, porque as partes se entendiam e não necessitavam de ninguém para mediar.

    Colocado por: sergio maiasou divorciado, tenho uma filha, a casa ficou com minha ex e minha filha mas, devemos a casa ao banco. e pago metade da casa, impostos, agua, luz e gaz. isso é o correto


    Repare lá que ele disse que é divorciado (e eu também não tinha ido lá acima ver, fui agora), ora e se é divorciado logo o assunto da casa deveria estar mais do que falado e acautelado, e se bem que ele diz "devemos", não quer dizer que ele seja obrigado a suportar a metade da renda da mesma assim como as restantes contas que se calhar ainda estão em nome dele, será que sim e será por acaso que ainda nada foi tratado?
    Acho que esta situação convém a alguém menos ao sergio, como poderá notar pela pergunta dele, e vamos agora estar com questões morais onde pelos vistos não há espaço para elas?
    Possívelmente esse espaço já foi chão que deu uvas, e o sergio quer agora secar essa parra a bem do orçamento dele, e pessoalmente acho que faz muito bem, apenas peca por ser tarde e se calhar fiou-se na conversa do bandido e a olhar á filha foi acedendo.

    Cumps
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