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  1.  # 21

    quem fez foi o empreiteiro
  2.  # 22

    Colocado por: zedasilvanesse caso meço a obra.

    Também já fiz isso, mas já deixei de trabalhar de borla. Depois o cliente tem que comprar vários orçamentos com mapas de quantidades diferentes.
    Com o trabalho que há hoje, não sei como é que ainda há empreiteiros a fazer mapas de medições à borlix para os clientes.

    Colocado por: zedasilvaSe me enganar tenho que assumir o prejuízo.

    Mesmo que o mapa de quantidades seja da responsabilidade do dono de obra, o empreiteiro deve assumir a responsabilidade pelos erros e omissões.
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
  3.  # 23

    Colocado por: zedasilva
    Se tiver vão grandes é melhor colocar um palavrão.
    :))
    Agora mais a sério, porquê capoto?
    Porque não lã de rocha e pladur pelo interior?


    Correção automática dá nisto... Pala era o que queria escrever! Capoto pois foi o aconselhado pelo arquiteto
  4.  # 24

    Durante a próxima semana devemos ter a reunião para definirmos a parte do orçamento, e afinal o que acham melhor solicitar?! Caderno de encargos ou mapa de quantidades? Qual a diferença entre amigos??
  5.  # 25

    Colocado por: PicaretaCom o trabalho que há hoje, não sei como é que ainda há empreiteiros a fazer mapas de medições à borlix para os clientes.

    Uma coisa é eu medir a obra para orçamentar. Outra bem diferente é facultar essas medições ao cliente.


    Colocado por: PicaretaMesmo que o mapa de quantidades seja da responsabilidade do dono de obra, o empreiteiro deve assumir a responsabilidade pelos erros e omissões.

    A menos que "nas letras pequeninas" esteja o contrário.
    :)))
  6.  # 26

    Colocado por: RuipsmQual a diferença

    Um caderno de encargos é um mapa de medições sem medições.
    No caderno de encargos estão incluídas outras clausulas que não estão no mapa de medições.
  7.  # 27

    Colocado por: RuipsmDurante a próxima semana devemos ter a reunião para definirmos a parte do orçamento, e afinal o que acham melhor solicitar?! Caderno de encargos ou mapa de quantidades? Qual a diferença entre amigos??

    eu tive caderno de encargos tipo 12m2 ceramica 1000€ casa wc, medida capoto, tipo de carpintaria tipo de vidro e caixelharia isolamento cobertura e por aí fora
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Ruipsm
  8.  # 28

    Exemplo de um caderno de encargos com 472 páginas.
    Não, não é engano, são mesmo 472 páginas que em nada protegem o Dono de obra.

    1.4 Demolição de edificações existentes
    Trabalhos a executar
    Encontram-se compreendidos neste artigo todos os trabalhos necessários à:
    ▪ Demolição de todos os elementos edificados inúteis e que obstem à execução do presente projecto assim como os elementos indicados nas peças desenhadas, com exclusão das infra-estruturas;
    ▪ Destino final a vazadouro certificado;
    Condições de execução
    Providências preliminares
    Antes de ser iniciado qualquer trabalho de demolições, o técnico responsável deve assegurar
    que:
    ▪ Esteja efectivamente cortado aos edifícios o fornecimento de água, gás e electricidade;
    ▪ Os elementos frágeis como sejam: vidros, fasquiados, estuques, portas, janelas, etc. deverão ser retirados antes do começo da demolição.
    ▪ Assegurar-se que não existe na instalação de equipamentos, materiais ou produtos que possam vir a constituir risco quer para os trabalhadores quer para o ambiente.
    ▪ Limitar toda a zona envolvente que na operação de derrube possa a vir a ser atingida com materiais de demolição.
    ▪ Consultar projecto de demolição e executá-lo, dentro da medida do possível, de um modo sequencial.
    ▪ Imediatamente antes da demolição, verificar se na área de risco (interior ou exterior) se encontra alguma pessoa.
    ▪ Manter a vigilância de áreas facilmente vulneráveis à intrusão durante todo o processo de demolição.
    ▪ Em caso de libertação de poeiras em quantidade significativa, utilizar um sistema de rega ou qualquer outro processo de controlo das emissões.
    ▪ Manter vigilâncias apertada na execução dos trabalhos no sentido de detectar, nomeadamente bocados ou elementos da estrutura que possam ficar em equilíbrio instável.
    ▪ Todos os veículos pesados utilizados nas tarefas de demolição têm de estar equipados obrigatoriamente com protecções ROPS e FOPS.
    Outras providências a tomar
    ▪ Demolição de elementos não estruturais:
    Este trabalho é preparado pela entidade executante antes do inicio dos trabalhos, sendo
    estudados todos os passos que consistem na demolição destes elementos, dando origem a um
    plano específico onde estão contempladas todas as etapas do processo e respectivo Plano de
    Trabalhos e definição de responsabilidades.
    Ainda na fase de planeamento são definidos os meios envolvidos no processo,
    nomeadamente, equipamentos e mão-de-obra (patente no cronograma de equipamento e mão
    de obra).
    A primeira tarefa no terreno, para preparação das demolições consiste em retirar manualmente
    todos os elementos soltos que possam existir na estrutura a demolir.
    A demolição será feita manualmente por operários especializados e formados para o efeito.
    Todas estas tarefas, serão efectuados de cima para baixo.
    pág .10
    Os equipamentos mecânicos a utilizar deverão estar descritos no respectivo cronograma, e são
    todos de utilização manual, podendo nalguns casos ser ferramentas eléctricas, tendo para tal
    que se cumprir o estipulado nas Fichas de Procedimentos de Segurança.
    ▪ Demolição de elementos estruturais:
    Este trabalho é preparado em pela entidade executante antes do inicio dos trabalhos, sendo
    estudados todos os passos que consistem na demolição destes elementos, dando origem a um
    plano específico onde estão contempladas todas as etapas do processo e respectivo Plano de
    Trabalhos e definição de responsabilidades.
    Ainda na fase de planeamento são definidos os meios envolvidos no processo,
    nomeadamente, equipamentos e mão-de-obra (patente no cronograma de equipamento e mão
    de obra).
    No caso de elementos interiores estruturais a demolição será feita mecanicamente através de
    equipamento de médio porte (martelos pneumáticos) manobrados por operários especializados
    e formados para o efeito.
    No caso de elementos exteriores estruturais a demolição será feita mecanicamente através de
    equipamento de grande porte (máquinas próprias) manobrados por operários especializados e
    formados para o efeito, ou através de explosivos, operados, igualmente por elementos
    especializados e preparados para o efeito.
    Todas as tarefas de demolição serão efectuadas de cima para baixo, e sempre para o lado
    oposto aquele que a máquina está a operar.
    A sequência de trabalhos das demolições é feita desde o “miolo” da estrutura a demolir até à
    sua periferia.
    Escolha do processo de demolição
    Geralmente, os processos de demolição, podem ser:
    ▪ Manuais - Quando utilizam ferramentas manuais (picaretas, pás, maças, etc) ou máquinas
    portáteis, tais como martelo- percussor.
    ▪ Mecânicos - Quando são totalmente efectuadas por máquinas não portáteis.
    ▪ Por expansão -Quando utilizam uma fonte de energia (explosivos) que desintegram os
    elementos da construção designada por "impulsão".
    Em geral, nas grandes demolições emprega-se mais do que um método de demolição, quando
    não todos. É vulgar que algumas partes da construção sejam demolidas pelo método manual,
    utilizando-se métodos mecânicos para a sua base, ou até mesmo explosivos.
    A decisão sobre o processo, ou processos, a empregar deve pois basear-se num conjunto de
    factores que têm a ver com as características da construção a demolir, com as construções e o
    meio que as rodeia, a vontade ou não de recuperar o mais possível dos materiais demolidos, o
    tempo disponível para a execução do trabalho, etc.
    Só a ponderação de todos estes factores conduzirá à decisão final, que muitas vezes não é a
    desejável, mas a viável.
    Dever-se-á então, antes de começar a demolição propriamente dita, escorar-se os elementos
    da construção que possam cair antes da altura prevista, pelo plano da demolição, pondo em
    risco os trabalhadores. Em geral, estes pontos sensíveis são cornijas, caleiras, sacadas,
    varandas, abóbadas, arcos, etc.
    pág .11
    Este escoramento deve efectuar-se, da base da construção para cima, e não ao contrário, e
    deve utilizar-se a menor quantidade de madeira possível (dado o seu carácter efémero).
    As construções vizinhas também devem ser escoradas, no caso da sua estabilidade ficar
    comprometida.
    Um dos trabalhos preliminares da demolição deve ser o de garantir o acesso a todos os locais
    da demolição.
    Para tal devem utilizar-se, o mais possível as escadas existentes na construção (desde que em
    condições de estabilidade, compatíveis com o uso que se Ihes vai dar) e só em caso contrário
    recorrer a escadas construídas ou trazidas para o local com esse objectivo.
    Processos de demolição
    ▪ Demolição manual
    Como já foi referido, o processo de demolição manual é aquele que utiliza ferramentas
    manuais, como maças, picaretas, pás, etc; ou martelo-percussor, etc.
    Como método tradicional, consiste em desfazer a construção por andares e, como é óbvio de
    cima para baixo.
    Os detritos vão sendo evacuados por meio de cordas, cabos, roldanas, guinchos, etc
    (principalmente os volumes pesados ou os detritos volumosos), desde que se trate de zonas
    vedadas à permanência ou à circulação do pessoal. Devem utilizar-se caleiras para detritos
    mais leves.
    Devem ser sempre montadas calhas de descarga, de madeira ou metálicas, para a remoção de
    tijolos ou de outros destroços soltos. Estas calhas devem ser completamente tapadas, para
    que os materiais, não saltem delas para fora antes de chegarem ao respectivo fundo.
    Para impedir que os materiais que descem pelas calhas atinjam uma velocidade perigosa, as
    calhas devem ser construídas por secções que não ultrapassem a altura de dois andares. Uma
    comporta ou tampa devidamente aferrolhada, deve ser instalada na saída inferior de cada
    calha de descarga, para fazer parar o fluxo do material. Os operários não devem ser
    autorizados a retirar materiais das calhas com as mãos. Devem antes usar luvas adequadas
    para o efeito.
    ▪ Demolição de betões
    É vulgar ter de empregar-se um maçarico para cortar e libertar por completo as armaduras. E
    quando se trata da demolição de estruturas metálicas terá de fazer-se a sua "desmontagem"
    em pedaços facilmente transportáveis.
    O corte destas estruturas também é feito a maçarico, mas a ordem por que se efectua o
    trabalho passa a ser muito importante, pois deve assegurar a estabilidade da estrutura em
    todas as fases da sua demolição.
    No entanto, quanto ao betão propriamente dito, algumas regras devem ser tidas em atenção:
    A demolição de uma peça betonada só deve ser levada a cabo depois de se saber quais são
    os seus apoios. Dentro da medida do possível o trabalho deve progredir na direcção paralela a
    esses apoios.
    pág .12
    Numa laje de quatro apoios haverá que tomar precauções especiais e efectuar o trabalho
    prevendo a eventualidade de desabamentos prematuros.
    Tratando-se de betão pré-esforçado o problema tem que ser estudado com antecedência por
    técnicos responsáveis. O corte de uma armadura neste tipo de betão pode modificar por
    completo as condições de estabilidade e de resistência de uma peça.
    Quando se trata da demolição de um edifício, depois de um incêndio, levar em conta o facto de
    ser vulgar nestas circunstâncias, que haja betão desligado das armaduras pela exposição ao
    calor e lajes ou vigas, aparentemente intactas, terem perdido interiormente resistência
    deixando de poder aguentar com pesos, inclusive o peso dos trabalhadores.
    Existem betões (celulares, etc) cuja resistência é bastante inferior à do betão normal, ainda que
    não difiram muito na aparência exterior.
    A existência destes betões (utilizado sobretudo nem paredes) deve ser previamente
    referenciada para os trabalhadores saberem que as peças por eles formadas irão opor uma
    menor resistência à demolição da que poderia, em princípio, avaliar-se.
    ▪ Demolição mecânica
    A demolição mecânica pode efectuar-se utilizando vários métodos:
    ▪ Por tracção;
    ▪ Por compressão;
    ▪ Com bola;
    ▪ Com ajuda de gruas de torre.
    ▪ Demolições por tracção
    Utilizam bulldozers ou quaisquer outras máquinas capazes de fazer a tracção de um cabo.
    As zonas a demolir devem possibilitar a boa aderência de um cabo metálico. Sendo
    necessário, fazer-se previamente, na alvenaria, um poço horizontal que garanta essa
    aderência.
    A tracção provocada pela máquina origina o desmoronamento.
    Realizadas de muito perto, estas operações exigem um bulldozer com cobertura.
    O cabo não deve ser puxado obliquamente, em relação ao eixo longitudinal da máquina, sob
    pena de criar tensões desiguais nos seus dois ramos. Nos ângulos agressivos deve
    proteger-se o cabo com pedaços de madeira para evitar que ele "serre" a construção a demolir.
    É de referir que há sempre perigo em demolir por tracção, e de uma só vez, todo um edifício. É
    preferível ir fazendo a tracção de partes isoladas do edifício, até à demolição total.
    ▪ Demolições por compressão
    Faz-se com pás mecânicas, tractores bubulldozer que arremetem de encontro à construção
    empurrando-a ou fazendo-a desmoronar-se à custa de pancadas fortes.
    Este processo tem como limite o alcance do braço da máquina, isto é, à altura da construção
    não deve ser maior do que o comprimento do braço da máquina medido na sua projecção
    pág .13
    horizontal. Uma altura superior levaria a que os materiais caíssem em sentido contrário,
    atingindo a máquina durante a queda.
    ▪ Demolição com bola
    É efectuada por máquinas, do tipo das gruas móveis, que têm suspenso um cabo com uma
    esfera metálica de grande peso a qual actua por movimento pendular ou queda vertical à
    maneira de um pilão.
    O peso da bola varia com a natureza da obra a demolir, mas sobretudo com as capacidades da
    máquina. Em geral, tem entre 500 e 2000 Kg.
    Neste tipo de demolição o aproveitamento de materiais recuperados é mínimo. Só deve
    utilizar-se, portanto nos casos em que não está em causa esse aproveitamento e apenas a
    rapidez da execução do trabalho.
    É de notar ainda que uma grua de torre não deve ser utilizada nestas demolições, uma vez que
    O seu braço é permanentemente horizontal e o movimento a dar à esfera, pendular,
    pode comprometer a sua estabilidade.
    A demolição de um muro, por compressão, deve ter como limite máximo alturas de 7,00
    metros, e a compressão fazer-se acima do centro de gravidade do plano do muro, pois abaixo
    dele o desmoronamento dá-se em direcção contrária ao pretendido.
    No caso de demolição com bola, o espaço livre à volta do muro deve ser, pelo menos, uma vez
    e meia da altura do muro, para haver a garantia de os desmoronamentos não atingirem outras
    construções.
    Pavimentos e lajes de cobertura
    Quanto à sua demolição, no caso de haver chaminés ou condutores de ventilação, deve
    começar-se por eles. E durante todo o trabalho, os executantes devem apoiar-se e circular
    pelas vigas maiores, com maior importância na estabilidade da estrutura.
    No caso de tectos antigos, de madeira, nunca usar a sua estrutura como apoio dos
    trabalhadores, pois em geral estas estruturas aparentam uma resistência que, na realidade, já
    não têm.
    Enchimento de poços existentes
    Os poços devem ser limpos de entulho e materiais impróprios, procedendo-se à demolição das
    paredes de tijolo que os coroam.
    Posteriormente, serão preenchidos com cascalho ou godo 10/60, nas camadas mais
    profundas, seguindo-se-lhe o aterro com areias de empréstimo, ou mesmo com as areias locais
    resultantes da escavação para as cotas finais.
    O aterro deve ser regado e compactado por camadas, de acordo com a Fiscalização "in loco",
    devendo haver maior cuidado na compactação a partir de 0,60 m da cota de nível projectada
    para o pavimento anexo.
    Destino final do material
    Os materiais resultantes das demolições e cuja aplicação na obra não tenha sido prevista e
    que sejam considerados aproveitáveis pela Fiscalização, serão propriedade do Dono da Obra,
    obrigando-se o empreiteiro a transportá-los para local a indicar pela Fiscalização.
    Os materiais resultantes das demolições e que sejam considerados como entulho pela
    Fiscalização, serão transportados a vazadouro a cargo do Empreiteiro.
    Critério de medição
    A medição deste artigo é realizada ao valor global (vg).
  9.  # 29

    Exemplo de um caderno de encargos com pouco mais de 30 páginas e que tenta ao máximo defender o Dono de obra.

    1.2– Demolições
    1.2.1 – Demolição de todas as eventuais construções existentes, sendo que os entulhos depois de triados, deverão ser integrados no nivelamento do terreno.
  10.  # 30

    No meu caderno de encargos dizia p exemplo:
    Wc 1 : x m2 de tecto falso x, x metros 2 de cerâmica y , sanita z , torneira marca ... modelo z , etc
    Concordam com este comentário: zedasilva
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Ruipsm
  11.  # 31

    ai que dor de cabeça zei...
  12.  # 32

    Colocado por: enf.magalhaesNo meu caderno de encargos dizia p exemplo:
    Wc 1 : x m2 de tecto falso x, x metros 2 de cerâmica y , sanita z , torneira marca ... modelo z , etc
    não seria o mapa de quantidades?
  13.  # 33

    Colocado por: antonylemosai que dor de cabeça zei...

    O pior é que tive que ler a 472 páginas
    :(((
  14.  # 34

    Diz caderno de encargos na capa. Todas as divisões tem quanto leva de cada material e como deve ser feito.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: antonylemos
  15.  # 35

    Colocado por: enf.magalhaesNo meu caderno de encargos dizia p exemplo:
    Wc 1 : x m2 de tecto falso x, x metros 2 de cerâmica y , sanita z , torneira marca ... modelo z , etc
    Concordam com este comentário:zedasilva
    Estas pessoas agradeceram este comentário:Ruipsm


    Eu tinha ideia em fazer algo desse gênero
  16.  # 36

    Colocado por: zedasilvaO pior é que tive que ler a 472 páginas
    :(((
    daí a dor de cabeça... fixe era teres um programa que te lesse isso tudo. assim, sentado num sofá confortável, o programa lia o caderno de encargos numa voz feminina super sexy enquanto te massajava os pés e os ombros...
  17.  # 37

    ... deve ser sexta feira..
  18.  # 38

    Colocado por: antonylemoso programa lia o caderno de encargos numa voz feminina super sexy enquanto te massajava os pés e os ombros...

    Há dessas merd...?
  19.  # 39

    se não há devia haver.
    Concordam com este comentário: zedasilva
  20.  # 40

    Vamos fazer um mapa de trabalhos. Vamos escolher tudo de acordo com o orçamento, depois quando o orçamento for comprido e tudo decidido avançamos para o pedido de orçamentos. Obrigado
    Concordam com este comentário: nunogouveia
 
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