Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 1

    Boa tarde,

    Estamos aqui com um problema de uma complexidade tremenda, de tal forma que para vos contextualizar faz falta um post em jeito de testamento. Vou colocar esse post como 2º post deste tópico e resumir este 1º post apenas ao que pretendemos saber. Assim, a leitura do 2º post é facultativa.

    A questão é esta:

    - O que pode uma pessoa sozinha dentro de uma casa de banho durante uns 8 minutos fazer para propositadamente causar um dano (não visível à primeira vista) capaz de provocar uma fuga de água que se infiltre depois até ao imóvel de baixo?

    É possível? Como?


    Agora, quem estiver curioso em saber a razão pela qual estou com esta dúvida, pode ler o 2º post. É extenso, mas lê-se em 10 minutos e garanto-vos que é muito interessante. Este texto foi aquele que enviámos para a empresa de Administração de Condomínios onde trabalha a pessoa que nos está a estragar a vida.

    Editei tudo o que é nomes e outras referências cuja edição considerei necessária para garantir a privacidade das partes.

    Obrigado.
  2. Ícone informação Anunciar aqui?

  3.  # 2

    Exmos. Srs./Sras.,

    Vimos por este meio apresentar nota de reclamação pelas práticas do Sr. R.C., Gestor de Condomínios, actuando em nome da BC, na ocorrência cujos conteúdo e método passamos a enumerar. 

    A actuação do Sr. R tem sido manifesta e irrefutavelmente anti-profissional, desonesta, pouco digna, pouco ética, capaz de provocar graves danos morais a mais de uma parte, capaz de provocar graves danos económicos a mais de uma parte, falsa (tendo-nos faltado à verdade por diversas vezes), manipuladora, persecutória (apenas para connosco) e parcial (protegendo uns condóminos enquanto ataca outros).

    Mas, mais importante e principalmente, por força de uma actuação totalmente ineficaz e absolutamente contraproducente, em função dos consecutivos e incompreensíveis actos do Sr. R, apenas justificados nos motivos pessoais mais à frente especificados e que nos foram transmitidos na sua própria palavra, a resolução do referido problema tem-se prolongado e adiado no tempo, arrastando consigo mais danos físicos, morais e económicos que aqueles que o referido problema poderia causar caso se tivesse procedido em conformidade e tal como nós aconselhámos desde o primeiro dia.

    A supra-caracterizada actuação do Sr. R, vê-se reflectida abaixo a partir do ponto 9 e ainda mais especialmente a partir do ponto 12, assumindo a situação contornos mais e mais caricatos conforme se aproxima do ponto final e sendo que os primeiros 8 pontos servem apenas para a também necessária contextualização, por forma a que não fique nenhuma pergunta por responder.


    Enumeração cronológica dos factos:

    1 - FG, casada com AG e mãe de MG, adquiriu em Dezembro de 2016 o apartamento sito no complexo *****;


    2 - Durante os meses de Março, Abril, Maio e Junho de 2017 o referido apartamento foi alvo de uma renovação total, incluindo total substituição a nível de electricidade e canalizações. Na renovação ajudou o Sr. J, pessoa na qual a BC confia para identificação e resolução de problemas desta índole, tal como viemos a confirmar e, a saber, pelo menos desde 2015 e até há bem pouco tempo (finais de Julho de 2019);


    3 - O apartamento foi então habitado pelos proprietários durante os meses compreendidos entre Julho de 2017 e Fevereiro de 2018. Tendo voltado a ser habitado durante todo o Verão de 2018 e, depois, nos meses de Dezembro de 2018 e Janeiro de 2019;


    4 - A loja situada imediatamente por baixo do apartamento foi, até final de 2017, explorada por uma empresa de restauração, que a renovou e utilizou para exploração do restaurante então designado por ********. Nos primeiros meses de 2018, a referida loja foi alvo de mais uma renovação total para, no final de Maio de 2018 abrir ao público como Agência Imobiliária com a designação ********;


    5 - Na manhã do dia 22 de Dezembro de 2018, nós, os proprietários, que ali habitávamos, presenciámos o som claramente identificável de um berbequim a perfurar parede(s), tendo este origem aparentemente no (único) apartamento contíguo ou, no limite, num dos apartamentos localizados por cima do apartamento contíguo, uma vez que aquela parede é comum aos 4 apartamentos existentes no prédio. Assim sucedeu durante cerca de 30 minutos, atingindo o referido som um volume de decibéis capaz de causar bastante incómodo, ao ponto de fazer tremer a própria parede onde situa a cabeceira da cama existente no nosso apartamento;


    6 - Passados 60 minutos, recebemos um telefonema do Sr. R (que até aí não conhecíamos), apresentando-se como Gestor do Condomínio e informando que foi registada uma fuga de água na loja situada imediatamente por baixo do apartamento. A pedido do Sr. R, demos permissão a este para entrar imediatamente no apartamento para verificar a origem da fuga de água, tendo desde logo o Sr. R, por motivos que naquele momento desconhecíamos, ignorado o relato daquilo que supra-enumeramos no ponto 5.

    Fez o “teste”, fazendo correr água no chuveiro durante alguns minutos e, mais tarde, telefonou-nos a informar que não tinha aparecido água na loja e que por isso se concluía que a origem da infiltração não era o nosso chuveiro. Concordou-se então com o Sr. R que se voltasse a cair água na loja, estaríamos disponíveis para que imediatamente se procedesse a uma peritagem oficial que permitisse despistar a possibilidade de residir no nosso apartamento a origem da referida fuga;


    7 - Entre o dia 22 de Dezembro de 2018 e o dia 20 de Julho de 2019, não voltou a registar-se nenhuma fuga de água para a loja, tendo o apartamento sido habitado por nós, proprietários, em média 2 fins de semana por mês, além de uma semana completa na Páscoa de 2019. Entre 26 de Junho de 2019 e as 17h00 do dia 20 de Julho de 2019, o apartamento não foi habitado;


    8 - No dia 20 de Julho de 2019, estivemos no apartamento durante 30 minutos entre as 10h30 e as 11h00, uma vez que o apartamento tinha ficado limpo e pronto para ser utilizado já desde a nossa última visita a 26 de Junho de 2019, mas por nos termos deslocado nesse dia ao ****** para visitar as nossas netas, que residem a 20km, em ******, aproveitámos e passámos por ****** para uma visita rápida ao apartamento. Visita em que aproveitámos para accionar 2-3 vezes o autoclismo, com vista a escoar a água de coloração barrenta que habitualmente se acumula nos canos nesta zona de ****** quando a água não é utilizada por mais de 2 ou 3 semanas, tendo sido esta a única utilização de água no apartamento nessa manhã e ao longo dos 24 dias anteriores;


    9 - Uma ou duas horas depois, telefonou-nos o Sr. R já e desde logo nesse momento com um diagnóstico já praticamente feito. O problema havia ressurgido e a origem estaria certamente no nosso apartamento, pelo que havia apenas que proceder-se à confirmação do diagnóstico. Apesar de ser fim de semana, demonstrámos total disponibilidade e pedimos que no dia seguinte, Domingo, nos confirmasse se continuava a pingar água na loja para que pudéssemos avançar com as diligências.

    Logo neste dia, Sábado, por volta das 15h00, contactámos o Sr. J alertando-o para a eventualidade de ter que se deslocar ao apartamento para fazer as adequadas verificações de pré-diagnóstico. Não adiámos, nem fugimos à nossa responsabilidade, antes pelo contrário, agimos de forma célere e sóbria, extremamente preocupados com a situação, como pessoas civilizadas que somos, prezando muito o bem estar dos demais e sentindo-nos mal e bastante ansiosos por qualquer incómodo que possamos causar a terceiros.

    Ainda assim, sendo para nós uma verdade absoluta que entre 26 de Junho e 20 de Julho ninguém usou o duche do apartamento (este esteve desocupado e este é um facto que para nós não oferece qualquer margem para dúvidas), inclusive até à hora em que o Sr. R nos telefonou nesse Sábado a informar que tinha voltado a aparecer água na loja, temos a certeza absoluta que a origem do problema não está (pelo menos exclusivamente) no nosso chuveiro. Quando chegarmos ao último ponto deste relato, este parágrafo assumirá especial importância;


    10 - No Domingo, volta o Sr. R a contactar-nos para nos informar que efectivamente continuava a pingar água na loja. Extremamente preocupados, sugerimos que se tomasse a atitude mais lógica que permitiria poupar tempo e resolver o problema o mais rapidamente possível e com o máximo possível de tranquilidade para todos. Foi, portanto, sugerido ao Sr. R que se accionasse o seguro, de modo a que se procedesse a uma peritagem que permitisse identificar a origem do problema e, no imediato, se procedesse à sua reparação, onde quer que este tivesse a sua origem, que poderia muito bem ser no nosso apartamento, hipótese da qual nunca duvidámos. O Sr. R respondeu a esta sugestão com enorme repulsa e informou-nos que no seguro não estão cobertas este tipo de situações. Apesar de termos opinião diferente, vimo-nos forçados a aceitar que fosse o Sr. R a decidir, tendo-se este decidido por não seguir o curso lógico e convencionado para este tipo de problemas;


    11 - Ainda no mesmo dia, Domingo dia 21 de Julho. Aproveitamos para reforçar que como prova da nossa disponibilidade para ver a situação resolvida está o facto de termos pago ao Sr. J para trabalhar num Domingo em pleno Verão, às 20h00, para que ele se deslocasse ao apartamento para fazer uma primeira verificação. Assim sucedeu, pelo que procedemos de forma excepcional à regra, tal era o nível da nossa preocupação e ansiedade. Na maioria dos casos o técnico apenas estaria disponível na Segunda-feira de manhã, mas nós fizemos os possíveis e assumimos os custos de acelerar a verificação. Lá esteve então logo no Domingo o Sr. J, que verificou um bom isolamento do sifão e do ralo do chuveiro. 

    Como apesar de tudo a principal suspeita estava na sanita (a única água do apartamento que se havia utilizado na manhã do dia anterior quando voltou a pingar água na loja) e apenas seria possível verificar aquele local retirando-a, decidiu o Sr. J voltar na manhã seguinte para "arrancar" a sanita e verificar tanto o encaixe da mesma, como as borrachas e tubos existentes naquela zona. Todos (nós e o Sr. J) desejámos que estivesse ali o problema, que consistisse este por exemplo em alguma borracha torcida que estivesse a deixar passar água, o que facilitaria a resolução do mesmo;


    12 - Nessa mesma noite de Domingo, após esta primeira visita do Sr. J ao apartamento, esteve ele também em seguida na loja (******) e falou com um dos responsáveis. Pouco tempo depois, já havia chegado ao Sr. R a informação de que o Sr. J tinha ajudado na renovação do nosso apartamento e que era portanto ele que estava a tentar fazer agora o diagnóstico. A partir desse momento, a situação passou a assumir contornos fora do comum por motivos pessoais do Sr. R para com o Sr. J, aos quais somos totalmente alheios e, a BC, também o deveria ser. 

    Durante várias horas, telefonicamente, inundou-nos e importunou-nos com críticas ao Sr. J por situações pessoais que ocorreram no passado entre os dois. A partir desse momento e apesar desta posição do Sr. R, a nossa intenção permaneceu intacta, sempre com vista à resolução do problema da forma mais célere, sóbria e cómoda para todas as partes. Porém, infelizmente, o Sr. R decidiu enveredar por outro caminho e usar esta oportunidade para se vingar pessoalmente do Sr. J. Não nos compete a nós avaliar quem tem razão, nem nos colocámos em função disso do lado de um ou de outro. O Sr. J para nós sempre foi correcto, verdadeiro e profissional, não tínhamos qualquer razão de queixa, mas nem por isso afastámos a possibilidade de ter ocorrido alguma falha na renovação que estivesse na origem do problema. 

    Porém, pasmou-nos a forma furiosa, tempestuosa e obcecada com que o Sr. R se referia ao Sr. J. Estivemos várias horas ao telefone a escutar estórias e mais estórias que a nós não nos dizem nada e que em nada contribuem para a boa e adequada resolução do problema. Incomodou-nos com estas estórias até bem para lá da meia noite desse Domingo, causando-nos grande transtorno e ansiedade. Sempre que tentávamos voltar ao tema, ele não resistia a voltar a contar-nos estórias sobre o Sr. J, saindo totalmente do foco e confundindo prioridades.

    Disse-nos que o Sr. J é um grande aldrabão, que faz tudo mal feito, que foge às responsabilidades, entre um enorme etc. de juízos de valor que nos deixaram desde logo a clara ideia de que nos estava a colocar na sua "lista negra" só pela fatal coincidência de termos escolhido aquela pessoa para nos ajudar na renovação do apartamento. Deixou no ar inclusive e desde logo várias ameaças, metendo-nos medo relativamente às consequências da eventualidade de se concluir que a origem do problema estivesse no nosso apartamento. Por várias vezes nos disse, em tom irónico: "Espero bem que o problema não esteja na vossa casa de banho", aconselhando-nos a ansiar para que tal não se viesse a verificar;


    13 - No dia seguinte, 2ª feira de manhã dia 22 de Julho de 2019, às 11h00 e tal como havia ficado agendado por via da recusa do Sr. R em accionar o seguro e a pedido do Sr. R, esteve o Sr. J a nosso custo no apartamento. Retirou a sanita, estragando o silicone branco que a fixava na parede e que estava perfeito e imaculado, para verificar tudo aquilo que havia a verificar. Concluiu então que os únicos pontos onde poderia existir fuga, estavam em perfeitas condições e qualquer fuga naquele local era de todo impossível. Voltou a colocar a sanita no lugar, ficando esta com marcas da intervenção ao nível do silicone que não ficou nem poderá provavelmente nunca voltar a ficar com o aspecto limpo e perfeito em que se encontrava antes desta intervenção.

    Passado pouco tempo, procedemos a informar o Sr. R acerca desta intervenção, tendo este imediatamente concluído que o Sr. J se havia lá deslocado apenas para ocultar o local onde está o problema. Acusa ele também o Sr. J de não o ter deixado entrar com ele no apartamento. Ora, em primeiro lugar, o Sr. R nem lá estava, pelo que se uma pessoa não está presente é impossível que depois se queixe de que outrem lhe recusou a entrada. Em segundo lugar, o Sr. J não tinha que o deixar entrar, quando muito poderia tê-lo convidado, confirmando connosco se estávamos de acordo (e estaríamos). 

    Em terceiro lugar, o Sr. R sabia que o Sr. J lá ia naquele dia e naquela hora e, nestes termos, se queria acompanhá-lo deveria ter-nos contactado para pedir autorização para tal. Bastaria ter-nos demonstrado interesse em estar presente e estaríamos de acordo. Aliás, até preferíamos que assim fosse. Porém, não nos contactou, não perguntou ao Sr. J se podia ir com ele, não estava presente naquele lugar, naquele momento, e posteriormente vem acusar o Sr. J de lhe ter barrado a entrada com a finalidade de ir sozinho ao apartamento para ocultar aquilo que, segundo ele, ficou mal feito;


    14 - Ainda na mesma 2ª feira, para que se tenha uma ideia da proporção do incómodo e ansiedade que nos causou, com danos não só económicos mas também morais, entre as 14h00 e as 01h00 (da manhã) telefonou-nos 4 ou 5 vezes, num total de 2 ou 3 horas de conversa. Por residirmos a mais de 200km de ****** e por tudo isto coincidir com uma época do ano em que não nos é possível uma deslocação até lá, tivemos que tratar o assunto por telefone. Ameaçou-nos repetidas vezes e insistiu em contar-nos várias vezes as mesmas estórias de problemas que teve com o Sr. J, deixando no ar que se se confirmasse que o problema era na nossa casa de banho, iríamos "pagá-las bem caras".

    Pior, deslocou-se à loja (******) muito provavelmente para partilhar com o responsável da loja a sua visão. Ou seja, terá informado o responsável da loja que o problema estava certamente no nosso apartamento, até porque a renovação foi feita por alguém que faz tudo mal e que é um aldrabão, entre outras coisas que muito provavelmente lhe terá transmitindo, colocando presumivelmente o responsável da loja contra nós sem antes apurar responsabilidades e sem termos direito ao contraditório. 

    Chegou ao ponto de passar o telefone ao responsável da loja que, presumivelmente incitado pelo Sr. R, excedeu-se um pouco na forma como nos falou. Algo que compreendemos pois nós no lugar desta pessoa provavelmente teríamos reagido da mesma forma. A água cai do tecto, um dos apartamentos imediatamente por cima é o nosso e tem uma pessoa a informá-lo que quem fez a renovação faz tudo mal feito. Pensamos que no lugar dele, ter-nos-íamos também nós deixado manipular pelo Sr. R.

    Tudo isto sem nos deixar falar mais de 5 segundos de seguida, interrompendo-nos sempre. Escutámos queixas atrás de queixas, a maior parte delas completamente despropositadas e fora de contexto, chegando a utilizar terminologia grosseira, sem que nos fosse dado o direito ao contraditório. Nem nos foi facultado o contacto do responsável da loja para que, com calma e sem o Sr. R ao lado a pressionar, pudéssemos falar e partilhar o nosso ponto de vista, pelo direito ao contraditório. Ao contrário, apenas lhe foi transmitido o ponto de vista do Sr. R, que certamente lhe terá contado tudo aquilo que nos contou acerca do Sr. J. E mais.

    Entretanto, num dos vários telefonemas que nos fez nesse dia, assim que atendemos, sem sequer cumprimentar, atirou desde logo a seguinte frase: “Vamos ter que ir à vossa casa de banho e partir aquilo tudo”.


    15 - Completamente devastados a nível moral, com uma enorme carga de stress e ansiedade, noites sem dormir, continuámos ainda assim disponíveis para que se tomassem as diligências que houvesse a tomar. Sempre nos demonstrámos disponíveis e sempre agimos com máxima celeridade. Mais não podíamos fazer e é completamente injusta a forma como a BC, representada pelo Sr. R, geriu toda esta situação. Neste sentido e, mais uma vez a pedido dele, voltámos a estar disponíveis para já no dia seguinte, 3ª feira, proceder-se a um teste que, segundo o Sr. R, iria cabalmente esclarecer tudo e provar em definitivo que o problema estava na nossa casa de banho.

    Ficou combinado para as 11h30 de 3ª feira, estando presente também a nossa nora, que por residir a apenas 20km estava disponível para se deslocar até ****** nesse horário. O Sr. R, mais uma vez, assediou-nos moralmente com forte pressão psicológica afirmando peremptoriamente: "Preparem-se, que amanhã vai ficar tudo esclarecido e vai ficar provado que o problema é no vosso apartamento". De notar que nós nunca negámos que o fosse nem estávamos preocupados que o fosse (até ao momento em que nos começou a ameaçar), apenas pedimos desde o início que se procedesse de forma correcta, célere e objectiva. Ao invés, o Sr. R preferiu outro caminho, que preferimos não adjectivar.

    Dizia ele também que levaria um técnico consigo e que só precisava de 5 ou 10 minutos para fazer o teste e provar que estava ali a origem do problema. Novamente, horas ao telefone connosco a criticar o Sr. J e a aterrorizar-nos com as possíveis consequências de se confirmar que o problema estava na nossa casa de banho, afirmando estar totalmente convicto de que tal se iria comprovar no dia seguinte;


    16 - No dia seguinte, 3ª feira às 11h30, à hora combinada, lá estava a nossa nora para facilitar a entrada no apartamento. De notar que em 3 dias (Domingo, 2ª feira e 3ª feira) era já a terceira vez que facilitávamos a entrada no nosso apartamento a pedido do Sr. R para verificações e testes. Foram 3 visitas ao apartamento em menos de 40 horas. Prova de que em nenhum momento tentámos fugir à nossa responsabilidade.

    A forma como fomos tratados, tanto pelo Sr. R como pelo responsável da loja (claramente influenciado pelo Sr. R), só poderia ser compatível com um cenário em que já se soubesse que o problema estava no nosso apartamento e andássemos a tentar fugir às nossas responsabilidades, o que não era nem nunca foi o caso, antes pelo contrário. E, mesmo nesse cenário, há formas civilizadas de se resolver os problemas e falar com as pessoas.

    Chegou ao apartamento às 11h30 e a nossa nora perguntou-lhe onde estava então o técnico que era suposto ter ido com ele. Respondeu em tom sarcástico "Eu faço isto todos os dias". Mentiu-nos. Pediu licença para levar um técnico e afinal não levou ninguém com ele. Antes de fazer o teste (que segundo ele, faz todos os dias) foram à loja verificar que não havia água a pingar naquele momento, tendo-se confirmado que efectivamente não havia qualquer água, estava seco. A água dos demais apartamentos havia sido fechada às 08h00 dessa manhã.

    Subiram ao apartamento e esteve durante 10 minutos a despejar a maior quantidade de água que conseguiu em todas as torneiras da casa de banho: chuveiro, bidé, autoclismo/sanita e lavatório. Tudo isto, com todas as torneiras dos outros 3 apartamentos do prédio fechadas (água cortada para todos, menos para nós). Segundo ele, auto-proclamado especialista nestes assuntos, cairia desde logo e em menos de 10 minutos bastante água na loja.

    Desceram até à loja, esperaram os 5-10 minutos que ele alegava serem suficientes e não caiu nada. Absolutamente nada. Sequíssimo. Mais, esperou-se meia hora, nada. Esperou-se uma hora (6 vezes o tempo que ele havia definido) e continuava tudo seco, sem qualquer vestígio de uma única gota de água, nem sequer de humidade. Durante este espaço de tempo várias vezes a nossa nora insistiu com a pergunta "Já terminou o teste?", à qual o Sr. R evitava responder, fazendo telefonemas sucessivos e gestos com os quais transmitia que não podia responder pois estava ao telefone.

    Até que, não podendo isto durar para sempre, lá teve que admitir que sim, que o teste estava terminado e que concluía que não existia fuga de água no nosso apartamento. Conclusão lógica, uma vez que a água do prédio foi cortada nesse dia às 08h00 e o teste começou às 11h00, estando o tecto da loja totalmente seco nesse momento de inicio do teste. Com todas as torneiras da nossa casa de banho ligadas, descarregando água com grande abundância, não caiu uma única gota de água na loja e o tecto permaneceu igualmente seco.

    Respirámos de alívio. Porém, dadas as circunstâncias anormais de toda a situação, desconfiámos que o Sr. R desse o assunto ali por terminado e não voltasse à carga.

    Supostamente nesse dia, pouco depois, foi também ao apartamento de cima (o 2º Esq.) para fazer lá o teste na casa de banho. Não sabemos se chegou a fazer, ele diz que sim, mas pelos vistos também não pingou água no seguimento desse suposto teste;


    17 - Como nos dias anteriores nos telefonava várias vezes ao dia, a qualquer hora e durante horas, assim como em ocasiões que fomos nós a telefonar, ele em 2 segundos atendia o telefone, além de várias vezes nos dizer que está disponível a todas as horas do dia, inclusive às 4 da madrugada, telefonámos ao início dessa tarde para ouvir da boca dele que dava o assunto por encerrado. Não nos atendeu nas várias tentativas que fizemos, nem nos devolveu a chamada. Estava, claramente, a preparar o próximo episódio.

    Às 17h25m recebemos o seguinte email enviado por geral@********** com o assunto "********** - Corte de água dia 25-07-2019", com o seguinte conteúdo:

    "Caros condóminos,
     
    vimos por este meio informar que no dia 25-07-2019 haverá um corte de água no Bloco ***, do condomínio *******, a partir das 08:00h da manhã para pesquisa/reparação de uma rotura.
    Serão efetuados alguns testes para identificar a origem da rotura, pelo que, será necessário visitar os apartamentos deste Bloco, desta forma solicitamos que nos informem a v/ disponibilidade para que o técnico possa visitar o v/ apartamento.
    Poderão contactar-nos através dos seguintes contactos:
    - Escritório da Administrção: ***********
    - Gestor do Condomínio: *********
     
    Com os melhores cumprimentos,
     
    BC, Lda."
    ____________________________


    Ora, mais tarde, voltámos a contactá-lo para saber então o que iria ser feito nesse dia (dia imediatamente seguinte ao do envio deste email), e encontrámos um Sr. R completamente diferente ao telefone. Muito mais humilde e tranquilo. Mas, surpresa (ou não, pois já havíamos percebido até que ponto consegue ser manipulador), diz-nos que o assunto agora ia para o seguro e que no dia seguinte iria um perito designado pela BC por via a accionar-se o seguro e este perito iria fazer os testes em todos os apartamentos do prédio e, finalmente, seria efectuado um relatório para o seguro.

    A surpresa é que o técnico designado pela BC era afinal, nem mais nem menos, que o Sr. J. Ora, uma empresa que difama uma pessoa, rotulando-o de aldrabão, de mau profissional, que faz tudo mal feito, afinal confia depois na pessoa que difama para diagnosticar problemas deste género. Maior contradição não poderia ocorrer. Mas claro, neste ponto já não duvidávamos que a escolha do Sr. J tinha por base o ódio de estimação que o Sr. R lhe nutre e que tal escolha teria certamente segundas intenções, mais que não fosse a de continuar a incomodar o Sr. J e também, a de incomodar-nos a nós. O que não sabíamos e que agora já vai ficando bastante claro é que esta decisão foi tomada unilateralmente pelo Sr. R, à revelia da BC.

    Aliás, queremos acreditar que tudo aquilo que aqui relatamos ocorreu com base em decisões unilateralmente tomadas pelo Sr. R, sempre à revelia da BC;


    18 - No dia seguinte o Sr. J não pôde fazer os testes porque não houve acesso aos 4 apartamentos. Ao final do dia anterior o Sr. R informou o Sr. J (tal como também nos informou a nós) que se confirmava o corte de água e testes pois já tinha o acesso aos 4 apartamentos. Mais uma vez, enganou-nos. Não tendo forma de garantir o acesso, informou-nos que a tinha. Era o dia em que se podia efectivamente fazer um teste em conformidade, mas tal não foi possível por motivos que, mais uma vez, nos foram alheios.

    Por exemplo, ao apartamento em frente ao nosso, o 1º Direito, sempre negou o acesso a testes. Diz ele que ali ele sabe que está tudo bem, que não é preciso ir lá ninguém fazer testes. Que são eles (coloca a mão no peito e diz “[nome de uma empresa de manutenção na qual também trabalha]”) que tratam da manutenção do apartamento. De notar que este apartamento tem casa de banho paralela à nossa, ou seja, junto ao ralo do nosso chuveiro, eles têm também o seu ralo, estando a nossa sanita unida com a sanita deles e por aí fora. 

    A casa de banho está posicionada "em espelho" com a nossa, pelo que é absolutamente inaceitável que naquele momento já nos tivesse incomodado ao ponto supra-relatado e que já tivessem entrado 4 vezes no nosso apartamento para verificações e testes e naquele outro apartamento não tivessem entrado uma única vez e não tivessem ainda sequer contactado o proprietário.

    Pelos problemas pessoais que tem com o Sr. J, protegeu todos os outros apartamentos, incluindo este que tem casa de banho na mesma posição e nível que a nossa, protegeu a loja e colocou o responsável da loja contra nós. Não é este o dever de uma empresa de administração de condomínios, que deve ser imparcial e defender os interesses de todos os condóminos por igual. Mas oxalá essa tivesse sido a única falha.

    Mais, quando lhe voltámos a recordar que no dia 22 de Dezembro de 2018 escutámos um berbequim durante meia hora, imediatamente antes da primeira ocorrência de água a pingar na loja, admitiu-nos que efectivamente tem (na ********) uma factura com essa data de uma intervenção nesse apartamento (1º Direito) mas que tal como consta na factura "só foram trocadas umas borrachas". 

    Como o uso de berbequim não vem, obviamente, reflectido numa factura, apenas se identificam as peças que foram utilizadas e eventualmente a "mão de obra" associada à utilização das mesmas, ao confirmar-nos isto estava a corroborar aquilo que dizemos desde o inicio, que se no primeiro dia em que ocorreu a fuga de água houve intervenção numa casa de banho exactamente por cima do local onde pinga água, não faz qualquer sentido não se ir investigar essa mesma casa de banho, ainda menos depois de já terem investigado a nossa por 4 vezes (nesse momento). Mas lá está, como essa casa de banho é sua "protegida", tal com costuma dizer "Nesta aqui não se preocupem que está tudo bem", nunca lá se chegou a fazer nenhum teste.

    Pior que isso, passados uns dias, quando percebeu que cometeu um erro ao admitir que tinha factura de intervenção com essa data, já nos veio desmentir a informação partilhada e diz que foi ele que viu mal e que tem efectivamente a factura com data de 22 de Dezembro, mas é de 2008 e não de 2018. Que coincidência. Ora, se fosse uma pessoa que nunca nos tivesse enganado, poderíamos aceitar a coincidência. Mas depois de nos ter enganado tantas vezes, lançar agora este desmentido nestes termos é estar a brincar com a nossa inteligência e paciência. Mas ficará ao critério de cada um discernir, até porque no meio de tudo o que relatámos e, bem pior, o que vamos relatar em seguida, isto é apenas um detalhe.


    19 - De notar que neste momento já poderia estar tudo resolvido (ou perto disso) se nos tivesse dado atenção no inicio quando sugerimos que se accionasse o seguro. Mas não estava ainda nada resolvido e o pior ainda estava para vir, com uma atitude que principalmente a partir deste momento poderá vir a trazer graves consequências para todas as partes, inclusive para a empresa que permite que uma pessoa como o Sr. R coordene a resolução deste tipo de problemas de forma tão leviana, especialmente se o continuar a permitir doravante..

    Entretanto, por mais incrível que pareça, veio a saber-se que no 2º Esq. (onde alegadamente ele fez o “teste” no dia 23 de Julho, 3ª feira) existe afinal uma segunda casa de banho. Supostamente ele foi lá fazer o teste numa casa de banho sem se certificar se aquela era a única casa de banho do apartamento. Procedimento não compatível com alguém que se diz especialista e que faz aquilo todos os dias.

    Mais, quando num primeiro momento os proprietários desse apartamento apenas acusaram a existência de uma casa de banho, ocultando a existência da outra, tendo apenas mais tarde e após insistência do Sr. J admitido a existência de uma segunda casa de banho, deveria o foco da suspeita ter recaído nesse mesmo momento sobre essa tal casa de banho.

    Ora, uma casa de banho cuja existência é ocultada pelos proprietários do imóvel, numa situação deste género e, ainda mais, por estar situada por cima do nosso apartamento, no mesmo alinhamento do local onde existe a fuga de água, teria que ser considerada uma casa de banho muito suspeita e o passo seguinte deveria sempre ser efectuar-se o teste nessa casa de banho antes de se avançar para outras possibilidades.

    O Sr. R, neste seguimento, agendou com o Sr. J um encontro junto ao prédio no dia seguinte, pelas 19h00, informando que já tinha agendado com a proprietária do imóvel o acesso ao mesmo nesse horário para se fazer um teste e, eventualmente, aproveitar-se para fazer o teste nos 4 apartamentos, caso houvesse acesso aos mesmos.

    O Sr. J, às 19h00 em ponto, lá estava. O Sr. R, não apareceu. Depois de esperar 30 minutos, o Sr. J telefonou ao Sr. R e este, passados mais uns 15-30 minutos, lá apareceu. Como já passavam 45-60 minutos da hora combinada, a proprietária do imóvel já lá não estava (se é que alguma vez chegou a estar e se é que alguma vez chegou a estar algo agendado com ela). 

    A única resposta do Sr. R foi: "Devem estar na praia". Veja-se bem a disparidade na sua conduta. A nós, tem-nos perturbado a vida como nunca ninguém nos a perturbou até hoje. Aos outros, um cordial e despreocupado “Devem estar na praia”. E por aí se fechou o assunto, sendo que até hoje, dia 5 de Agosto, ainda não se efectuou nenhum tipo de teste ou tentativa de diagnóstico nessa casa de banho. Como se não bastasse, tal e como somos a informar nos próximos 2 pontos, voltaram mais 2 vezes a entrar no nosso apartamento para supostas perícias e testes;


    20 - Na 4ª feira dia 31 de Julho, sem aviso prévio, contactou-nos às 11h20 para nos informar que estava no prédio com um perito do seguro para fazer fotografias das casas de banho e que tinha que entrar no nosso apartamento mais uma vez para fotografar a nossa casa de banho. Acedemos e entrou, pelo que supomos que terão sido recolhidas fotografias do local, apesar de não nos ter sido comunicada qual a finalidade das mesmas. 

    Porém, como parecia que finalmente estava a fazer aquilo que lhe pedimos no início, accionar o seguro, acedemos e não valorizámos muito a situação. Foi-nos também dito que agora tão depressa não seria necessário voltar a dar-lhe acesso ao nosso apartamento. Recordamos que esta era já a 5ª vez que cedíamos acesso ao apartamento, quer para ele fazer os seus testes, quer para que alguém a pedido dele lá fosse verificar aquilo que ele entendia que deveria ser verificado.

    Nesse momento, nas suas habituais práticas de assédio para connosco, telefonou-nos e, como já havia feito, sem sequer um “Boa tarde”, lançou: “O vosso apartamento não tem seguro”. Ora, nós estávamos convencidos de que tinha seguro mas, quando um Gestor do Condomínio nos transmite esta informação, é natural que já duvidemos da nossa convicção e, mais uma vez, se já estávamos ansiosos, ainda mais ficámos, completamente afectados moral e até fisicamente (tal era o nível de ansiedade) com este telefonema.

    Resultado? Depois de lhe pedirmos encarecidamente para que confirmasse a informação que nos estava a transmitir, lá o foi então fazer para nos voltar a contactar confirmando então que, mais uma vez, nos mentiu. O nosso apartamento tem seguro colectivo, facto que entretanto já viemos a confirmar em comunicações havidas com a BC, bem como em facturas emitidas pela BC à nossa fracção (todas elas pagas) onde consta o valor que pagamos pelo seguro.

    Esperamos que a BC não se reveja nestas práticas de assédio moral, nem no último ponto, gravíssimo, que em seguida enumeramos;


    21 - Na 6ª feira dia 2 de Agosto, volta a contactar-nos informando que no dia seguinte (Sábado) às 12h00 (meio dia) tinha que voltar a ir ao apartamento, acompanhado de um perito do seguro que lá se deslocaria para fazer testes utilizando um corante para depois se verificar se as gotas de água que caem na loja têm ou não essa cor. Ingenuamente, acedemos, voltando a acreditar na palavra de uma pessoa que em cada 3 coisas que nos havia dito até esse momento, 2 se acabavam por revelar falsas.

    No Sábado dia 3 de Agosto às 12h00, foi o nosso filho ao local para lhe facilitar a entrada. Aqui fica o relato das inusitadas ocorrências desse dia e que nos levaram inevitavelmente a atingir o limite.

    5 minutos antes da hora combinada, estava o Sr. R já dentro do prédio, em frente à porta do apartamento. Entrou no apartamento com o nosso filho, que desde logo lhe perguntou onde estava o perito do seguro, ao que ele respondeu que o mesmo se encontrava na loja para ver as gotas cair.

    Informou também ele desde logo o nosso filho que já tinha estado na loja há uns minutos atrás e que estava a pingar água. Que tinha pingado toda a manhã. O facto de estar a pingar água (segundo as normas para este tipo de teste) inviabiliza desde logo a efectividade do mesmo, uma vez que se já está a cair água, é natural que assim continue independentemente de se realizar ou não o teste, tornando-o desde logo inconclusivo independentemente do resultado do mesmo.

    Entrou na casa de banho e, como já se vinha tornando um hábito, ligou o chuveiro e espalhou água por todo o chão da casa de banho com especial foco para a base do duche. Sem corante. O nosso filho, sabendo que já anteriormente estava a pingar água na loja, ainda assim deixou-o continuar pois efectivamente se passasse a cair água de fio ou gotas com maior caudal, poderia eventualmente recolher-se um dado importante, ainda que não definitivamente conclusivo.

    Passado 1 minuto de água a correr, aparece na casa de banho a outra pessoa que estava com ele. Um senhor com roupa suja de obra, que claramente tinha feito um intervalo no seu trabalho para ali se deslocar a pedido do Sr. R. Como entrou sem se apresentar, nem sequer olhar o nosso filho nos olhos, o nosso filho depois de lhe dar os bons dias, perguntou-lhe directamente: "O Sr. é o perito do seguro?". Tendo a reacção do mesmo sido uma gargalhada. 

    Conclusão: não era nem uma coisa, nem outra. Nem perito, nem do seguro. Foi alguém levado ali pelo Sr. R para defender a sua infundada convicção, sem permitir que se colocassem outras possibilidades. Em seguida afirmou que já estava identificado o problema. Que era óbvio: “A base do duche não está bem impermeabilizada e deixa escapar água para o imóvel de baixo”.

    Como ainda há poucos dias se tinha feito ali um teste bastante intensivo, com imensa água a correr, com a água previamente cortada em todos os outros apartamentos e partindo de um tecto completamente seco na loja, sendo que nesse dia não havia caído uma única gota de água lá em baixo, perguntou-lhe então o nosso filho: "A água dos outros apartamentos está neste momento fechada?".

    Tendo obtido exactamente esta resposta: "Então mas estamos a falar em português ou noutra língua? Acho que fui muito claro. O problema está aqui, ponto final".

    Perante este nível de insensatez, a roçar a falta de educação, apenas para fugir à inconveniente pergunta, desistiu o nosso filho de voltar a colocar mais questões pertinentes (ainda que tivesse várias para colocar). Também por ficar claro que o “teste” de oficial nada tinha, não estando presente nenhum perito nem nenhum representante do seguro, ao ponto de o senhor que lá esteve nem se ter apresentado (não chegámos sequer a saber o seu nome), despreocupou-se o nosso filho pois fosse qual fosse a conclusão a que se chegasse, esta nunca poderia ser vinculativa.

    Simplesmente nos enganou mais uma vez, fazendo-nos perder mais tempo e gastos em deslocações, causando-nos também mais danos morais.

    Ainda assim, será de valor informar acerca daquilo que ocorreu. Em seguida e depois de descarregarem mais de 50 litros de água no chuveiro (a quantidade aproximada de 8 minutos de água a correr), foi o nosso filho com o senhor "falso perito do seguro" à loja enquanto o Sr. R permaneceu no apartamento a despejar ainda mais água. A pedido do senhor “falso perito do seguro”, o nosso filho subiu o escadote e espreitou para dentro do tecto falso da loja, para o local onde pinga água. Isto na presença do "falso perito do seguro" para quem era óbvio que o problema estava no chuveiro da nossa casa de banho.

    Não caía água. Via-se um local (reboco de cimento) que poderia efectivamente estar húmido. Segundo o “falso perito do seguro” esse local situa-se exactamente por baixo do nosso chuveiro, o que já viemos a esclarecer como sendo falso. Aquele local é exactamente por baixo do local situado entre a bacia e a sanita, ainda a uma significativa distância (uns 150cm) do chuveiro. Facto comprovável, pelo que podemos afirmar que sem margem para dúvidas o temos como uma certeza absoluta.

    O "falso perito do seguro" insistiu que o nosso filho ficasse ali mais tempo até ver cair água. Efectivamente, passados uns 3 ou 4 minutos, caiu uma gota. Cronometrou-se o tempo até voltar a cair outra gota, foram 5 minutos e 23 segundos. Ora, se antes de se deitar água no chuveiro já estava ali a cair água, a conclusão a que se pode chegar é de senso comum. Mesmo uma descarga enorme de água, não aumentou o caudal de gotas de água que já ali caíam antes de referida descarga.

    Porém, qualquer posição que o nosso filho tomasse e que fosse contrária à conclusão tirada pelo "falso perito do seguro", era alvo de chacota e ridicularização por parte tanto do "falso perito do seguro" como do Sr. R, levando o nosso filho a desistir e a sugerir que telefonassem então ao Sr. J a informar acerca da conclusão a que tinham chegado para que combinassem mais tarde encontrar-se para uma troca de ideias.

    Telefonou o Sr. R ao Sr. J e este, apesar de não concordar de forma alguma com a conclusão deles, após falar com o nosso filho disponibilizou-se para se deslocar ao local apesar de estar a 55km de distância e ter que enfrentar o caótico trânsito de um Sábado em pleno Agosto. Como para nós este novo episódio, com a presença deste “falso perito do seguro” e com a conclusão definitiva a que este chegou, voltou a exponenciar os nossos níveis de ansiedade, pediu o nosso filho ao Sr. J que por favor fizesse o esforço de se deslocar ali, deixando o seu trabalho no imediato para segundo plano e assumindo nós os custos.

    O Sr. J acedeu (mais uma deslocação e serviço que lhe teremos que pagar) e ficou combinado ele lá estar às 14h00, já que mesmo saindo de ****** no imediato (eram 12h50), antes das 14h00 dificilmente poderia conseguir chegar a ******.

    Após desligar o telefone, perguntou então o nosso filho ao Sr. R se estariam presentes eles os dois (Sr. R e "falso perito do seguro") quando chegasse o Sr. J para discutirem a conclusão a que haviam chegado. Pasme-se que disseram que não estaria nem um nem outro pois afirmaram que já têm a certeza que o problema está ali e que não lhes parece que tenham que andar a discutir o que quer que seja. Insistiu o nosso filho para que pelo menos um dos dois ali estivesse a essa hora, mas recusaram veemente e disse o Sr. R que a partir de agora somos nós que nos temos que nos entender com o Sr. J e que quer ver a reparação feita o mais rapidamente possível.

    Mais tarde, quando chegou o Sr. J, voltou este a verificar aquilo que já tinha verificado por 3 vezes, mantendo a sua convicção de que o problema não está na nossa casa de banho e que, mesmo que pudesse estar, o teste que o "falso perito do seguro" efectuou não serve de nada, pois em primeiro lugar é preciso começar-se o teste quando não está a pingar água e, por outro lado, há que fazer o teste nos demais apartamentos, tendo-se sempre previamente procedido ao fecho da água nos apartamentos onde não se está a fazer o teste.

    E que, considerando que o Sr. R ainda não lhe facilitou fazer o teste nos outros apartamentos, não pode estar a partir a nossa casa de banho indiscriminadamente à procura de um problema que ele considera que não há qualquer razão para se considerar que em definitivo esteja ali.

    Telefonou então o Sr. J ao Sr. R a dizer-lhe que está disposto avançar para a reparação desde que lhe enviem um documento oficial onde a BC afirme que por via dos testes realizados está em condições de assumir com certezas absolutas que o problema está naquela casa de banho e em que zona da casa de banho. O Sr. R, como seria de esperar, recusou-se a enviar-lhe este documento. Sugeriu o envio de outro documento, segundo percebemos um "orçamento de reparação", que de momento não compreendemos para que poderá servir nem nos parece que o Sr. J possa actuar com base nesse documento.

    O que o Sr. J pretende e, neste momento, nós também, é que nos enviem um documento em que se afirme ter a certeza absoluta do local onde se situa o problema pois só assim poderemos depois ser indemnenizados caso após a obra de reparação se comprovar que afinal o problema não estava ali.

    __________________________

    Nestes termos e por via do exposto nos 21 pontos supracitados, considerando que já facilitámos por 7 vezes a entrada no nosso apartamento para aquilo que inicialmente considerámos ser uma intervenção séria e profissional, e tendo o nosso apartamento já sido alvo de 4 testes, todos inconclusivos e até 1 deles com fortes razões para se tirar a conclusão (não definitiva) de que não está ali o problema, reservamo-nos no direito de não voltar a deixar entrar mais ninguém no apartamento até haver em forma de documento físico, relatório oficial de testes efectuados por um verdadeiro perito nos outros 3 apartamentos.

    Se se concluir que nos outros apartamentos não há nenhum problema e após nos chegar um relatório oficial onde conste tal conclusão, poderemos então admitir novo teste no nosso apartamento desde que o Sr. R não tenha qualquer tipo de intervenção no mesmo, nem estando presente, nem sendo ele a agendar e coordenar o mesmo. Mais somos a solicitar que toda e qualquer comunicação referente a este assunto nos seja doravante enviada por escrito (por e-mail para ********* e/ou para ******** e/ou por carta registada). Não voltaremos a tratar este assunto por outra via que não seja a escrita.

    Que fique bem claro que não recusamos definitivamente a possibilidade de residir no nosso apartamento a origem do problema. Duvidamos muito, por via de todos os factos supracitados, mas infelizmente dada a forma leviana e pouco ou nada profissional com que se actuou, ainda não podemos estar certos de que não resida ali o problema. A única coisa que pretendemos é que se proceda em conformidade, com seriedade, de forma imparcial, honesta e genuinamente com o único objectivo de resolver o problema com os mínimos danos económicos e/ou morais para todos os intervenientes.

    Também refutamos qualquer tipo de responsabilidade caso em qualquer data a partir do passado Sábado dia 3 de Agosto, surjam danos na loja ou noutro local, uma vez que mesmo que se viesse mais tarde a provar que os danos tiveram origem no nosso apartamento, os mesmos só tiveram lugar em função do tempo que o Sr. R deitou a perder com manipulações e falsidades que não levaram até agora a lugar nenhum.

    Mais somos a informar que guardamos muitos outros factos para apresentar mais adiante, caso venha a ser necessário. Não os apresentamos já, pois o texto já é demasiado extenso para o estarmos a prolongar ainda mais. Estamos também preparados para tomar qualquer tipo de acção que se venha a revelar necessária para a nossa digna defesa bem como a sermos ressarcidos por todo o tipo de danos causados até aqui e daqui em diante.


    Gratos pela atenção e com os nossos melhores cumprimentos.

    ******, 5 de Agosto de 2019.

    -
  4.  # 3

    Ora, neste ponto 21, estupidamente deixámo-lo sozinho no apartamento durante uns 8 minutos. Claro que o mais certo é não ter feito nada, mas uma pessoa de esta índole e capaz de desconfiar que o outro quando lá foi retirar a sanita, foi sozinho para esconder alguma coisa, é muito bem capaz de ter planeado este ponto 21 para se conseguir lá apanhar sozinho e fazer alguma coisa.

    Já acreditamos em tudo. E, pior, uma pessoa tão vingativa, que sem razão nenhuma se está a vingar desta maneira do outro, agora provavelmente vai-se querer vingar de nós por termos enviado esta queixa à sua entidade patronal. Sem fazermos nada por isso, estamos metidos num filme mesmo nada agradável...

    Se alguém ler isto tudo e quiser partilhar opinião, agradece-se. Para já vamos ficar a esperar que nos contactem. Já se passaram 36 horas e ainda não houve nenhum contacto. Porém, ainda melhor, como já deixámos claro que estamos dispostos a ajudar em determinados termos e quando nos contactarem por escrito, então enquanto não nos contactarem é porque não temos nada a fazer.

    Obrigado.
  5. Procura serviços ou materiais para a sua casa? Contrate quem ajuda no fórum.

  6.  # 4

    .. Eu não consegui ler tudo... Resuma lá o assunto sff. E que ajuda precisa?
    Concordam com este comentário: NdaMadeira
    Estas pessoas agradeceram este comentário: IndigoBerry
  7.  # 5

    Colocado por: Pedro Barradas.. Eu não consegui ler tudo... Resuma lá o assunto sff. E que ajuda precisa?


    Se uma pessoa que quer muito que uma casa de banho seja a origem de uma infiltração. Se essa pessoa já nos tiver dado claras e repetidas demonstrações de ser falso e de ter atitudes com requintes de malvadez. Se esta for deixada por 8 minutos sozinha na dita casa de banho, parecendo que planeou tudo para se conseguir apanhar nessa situação, pode esta fazer alguma coisa para nesse tempo e sem deixar marcas "à vista" conseguir danificar algo (canalização, sifão, etc) na casa de banho de modo a criar o problema que tanto anseia que lá exista?

    É esta a pergunta, tão resumida quanto consegui.

    Mas a leitura do texto da reclamação, para quem tiver 10 minutos, penso que vale a pena. Ou não. Depende sempre do gosto de cada um. Há quem goste de conhecer este tipo de ocorrências, tão caricatas e inaceitáveis na maioria das empresas, à excepção talvez de algumas empresas que se dedicam à administração de condomínios.

    Obrigado.

    -
  8.  # 6

    Tbem n li. Parece os maias 😂😂😂😂 e que tal resumo de um resumo resumido? Fulano danificou a sua casa de banho em 8 minutos. Porquê? Para quê?
  9.  # 7

    Não sabemos se danificou. Duvidamos muito, mas numa situação de tal forma caricata (a relatada no referido texto), já acreditamos em tudo.

    O que gostaríamos de saber, se é que há uma resposta possível para isso, é se é possível provocar-se um dano numa casa de banho que consequentemente origine uma infiltração de água no vizinho de baixo. É possível?

    Só coloquei todo o texto porque frequentemente em forums como este, se me decido a deixar apenas o 1º post tal como o deixei, ninguém se contextualiza e protestam (com razão) por essa falta de contexto, pedindo mais detalhes. Ora, aí estão todos os detalhes, para quem sendo curioso, tiver 10 minutos para ler. Quem não o for, pode responder directamente à pergunta, já seria uma grande ajuda.

    Obrigado.
  10.  # 8

    Colocado por: PedroGomesTbem n li. Parece os maias 😂😂😂😂 e que tal resumo de um resumo resumido? Fulano danificou a sua casa de banho em 8 minutos. Porquê? Para quê?


    Mas ok, até posso também responder ao "porque?" e ao "para quê?"

    Porquê? - Porque odeia a pessoa que fez a renovação do apartamento.

    Para quê? - Para provar que tem razão quando defende que essa pessoa faz tudo mal feito e para a deixar em maus lençóis.

    Agora, para compreender quão profundo é este sentimento e a que ponto é esta pessoa capaz de ser maldoso e fazer algo do género, só mesmo lendo o texto.

    -
  11.  # 9

    Boa noite, dei me ao trabalho de ler tudo o que que o senhor escreveu, e digo lhe desde já, tomara eu ter pessoas como você a viver no meu prédio, vocês têm paciência de santo.
    Resumindo, se eu fosse a si, não passava mais cartão a esse senhor, a esse homem que não sabe viver em sociedade, se eu fosse a si, remetia uma carta com ⚠ de recepção a comunicar que após tantas visitas ao seu imóvel, e tendo vocês facilitado sempre à suposta resolução do problema, não ia permitir que fossem mais incomodados em vão, que a partir de agora só falam com técnicos das companhias de seguros, espero que me tenha entendido resumidamente, boa sorte acima de tudo, mas não passe cartão mais a esse intruja.
    Concordam com este comentário: IndigoBerry, JoelM, desofiapedro
    Estas pessoas agradeceram este comentário: IndigoBerry
  12.  # 10

    Olá salvador99,

    Muito obrigado. Bons conselhos. Nos últimos parágrafos da dita "reclamação" já deixamos assente que vamos actuar conforme nos aconselha, portanto é bom saber que há quem concorde com a posição que tomámos.

    Voltando à minha pergunta inicial, vou tentar facilitar ainda mais ;)

    Imaginem que vos dão 1 milhão de euros se em 8 minutos conseguirem danificar algo numa casa de banho, sem deixar marcas "à vista" e que seja capaz de provocar uma infiltração no vizinho de baixo. Conseguiriam? Como?

    Obrigado.
  13.  # 11

    possivel é, e possivel propositadamente fazer com que haja inflitracao, mas agora saber se houve ou nao ja e outra questao, e tambem qual seria a razao para tal.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: IndigoBerry
  14.  # 12

    Colocado por: ze_ratopossivel é, e possivel propositadamente fazer com que haja inflitracao, mas agora saber se houve ou nao ja e outra questao, e tambem qual seria a razao para tal.
    Estas pessoas agradeceram este comentário:IndigoBerry


    Obrigado.

    Claro, não sabemos se houve ou não. Obviamente que não nos parece que tenha feito o que quer que seja. Mas queremos saber se há razões para duvidar ou se é de todo impossível e, assim, esquecermos já essa possibilidade.

    Atenção que isto vem num contexto. Por algum motivo é no último ponto da queixa que se nos levantou esta possibilidade por estupidamente o termos lá deixado ficar sozinho durante algum tempo.

    -
  15.  # 13

    Sei que soa a paranóia e não levo a mal se alguém o considerar.

    Para quem não ler o texto, soará certamente a paranóia, eu iria pensar exactamente isso no vosso lugar.

    Já para quem ler o texto... se calhar até concordam que fizemos mal em deixá-lo ficar ali sozinho e que temos motivos para desconfiar, ainda que as probabilidades sejam baixas.

    .
  16.  # 14

    Parece me que isto é um apartamento de férias e que não é usado frequentemente. Porque não deixam a água do apartamento fechada e esvaziam a rede (abrindo as torneiras e puxando os autoclismos) quando não estão lá? Assim se houver água a correr na loja saberão que não vem do vosso apartamento.

    Sendo uma prédio perto da praia certamente neste mês todas as frações serão usadas e portanto a canalização defeituosa será solicitada e o corrimento deverá ser visível.
    Concordam com este comentário: IndigoBerry
  17.  # 15

    Índigo

    (tb li tudo)
    tem uma paciência... :)

    mesmo que seja possivel fazer, aquilo que questiona,
    e assumindo que tenha sido feito,
    baseado na sua convicção (e pelos factos que relata), por esta altura, haverão (pelo menos) duas fontes de infiltração: a original e agora a da intervenção dos 8 minutos.

    relaxe, e não facilite.
  18. Ícone informação Anunciar aqui?

    • size
    • 7 Agosto 2019 editado

     # 16

    Colocado por: IndigoBerry

    Imaginem que vos dão 1 milhão de euros se em 8 minutos conseguirem danificar algo numa casa de banho, sem deixar marcas "à vista" e que seja capaz de provocar uma infiltração no vizinho de baixo. Conseguiriam? Como?



    Torna-se óbvio, que não tenho paciência para ler uma exposição tão extensa. Basta responder a esta questão resumida.
    Claro que é possível. Sem nenhuma dificuldade. . Que duvida disparatada, quando admite de tal pessoa poder fazer isso por malvadez.

    Olhe, por exemplo, basta furar a canalização da banheira ou do chuveiro, através da válvula
    Outro exemplo,; basta furar a caixa sifonada de encontro das águas do lavatório e do bidé.
    Enfim, inúmeras possibilidades, consoante as caraterísticas da canalização.
  19.  # 17

    Boas, porque não aciona o seu seguro, para que façam uma vistoria para pesquisa de fugas de água?
    Eles fazem a pesquisa, se não detetarem nada, fazem relatório do mesmo e encerram o processo.
    Depois já fica com uma prova para o condomínio.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: IndigoBerry
  20.  # 18

    Colocado por: Ricard8Parece me que isto é um apartamento de férias e que não é usado frequentemente. Porque não deixam a água do apartamento fechada e esvaziam a rede (abrindo as torneiras e puxando os autoclismos) quando não estão lá? Assim se houver água a correr na loja saberão que não vem do vosso apartamento.

    Sendo uma prédio perto da praia certamente neste mês todas as frações serão usadas e portanto a canalização defeituosa será solicitada e o corrimento deverá ser visível.
    Concordam com este comentário:IndigoBerry


    Sim, a partir de 24 de Agosto, já daqui a 2 semanas e meia, vamos embora e não fica ninguém no apartamento durante um bom tempo. Se isto chegar até esse dia sem grandes desenvolvimentos, vamos provavelmente propor isso mesmo.

    O apartamento não é tanto para férias, mas sim para os meus pais utilizarem quando vêm cá ver a família (filho e netos). E depois, como é num local com praia, também acabam por aproveitar e usar uma ou outra semana no verão para esse fim. Assim como o irmão do meu pai. Mas de resto é muito pouco usado.

    Ainda assim, se fizermos o que aconselha, isto: "deixam a água do apartamento fechada e esvaziam a rede (abrindo as torneiras e puxando os autoclismos) quando não estão lá? Assim se houver água a correr na loja saberão que não vem do vosso apartamento"

    A resposta é: nós saberemos que não vem do nosso apartamento, mas eles não acreditarão. Nós também sabemos que durante 26 dias não se usou o chuveiro, pingou água lá em baixo, e acusam-nos de ser do nosso chuveiro. Nós sabemos que não, por este facto, de não ter sido usado. Eles, não acreditam. Mentiroso como é, julga que os demais são como ele.

    E sim, é perto da praia mas das 4 fracções, uma é habitada todo o ano por um casal estrangeiro, outra é utilizada para prostituição (sim, com isso já ninguém se preocupa, ainda diz ele que é normal, que sabe de prédios onde é bem pior e há vários apartamentos usados para esse fim) e apenas a outra fracção é também como a nossa, usada num total de 1 a 3 meses por ano.

    Filmes à portuguesa :) ... :(

    -
  21.  # 19

    Colocado por: nmex2Índigo

    (tb li tudo)
    tem uma paciência... :)

    mesmo que seja possivel fazer, aquilo que questiona,
    e assumindo que tenha sido feito,
    baseado na sua convicção (e pelos factos que relata), por esta altura, haverão (pelo menos) duas fontes de infiltração: a original e agora a da intervenção dos 8 minutos.

    relaxe, e não facilite.


    Sei que o amigo nmex2 tem razão. Na pior das hipóteses, teríamos que resolver o problema que ele eventualmente tivesse causado mas depois o outro, o original, permaneceria e em última análise até poderia ser prova de que o problema não era afinal no nosso apartamento.

    Obrigado. A partir daqui não facilitaremos mais.

    -
  22.  # 20

    Colocado por: size
    Torna-se óbvio, que não tenho paciência para ler uma exposição tão extensa. Basta responder a esta questão resumida.
    Claro que é possível. Sem nenhuma dificuldade. . Que duvida disparatada, quando admite de tal pessoa poder fazer isso por malvadez.

    Olhe, por exemplo, basta furar a canalização da banheira ou do chuveiro, através da válvula
    Outro exemplo,; basta furar a caixa sifonada de encontro das águas do lavatório e do bidé.
    Enfim, inúmeras possibilidades, consoante as caraterísticas da canalização.


    Obrigado. Assim se viermos a desconfiar mais a sério desta possibilidade, investigaremos nesses locais.

    -
data-ad-format="auto" data_ad_region="test">