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  1.  # 1

    Tenho andado às voltas com uma questão de investimento e espero que tenham alguma opinião que me possa ajudar:

    Sou proprietário de um imóvel, do qual ainda devo 40% do valor do empréstimo, arrendado por um valor que cobre todas as despesas (incluindo a prestação do CH) e ainda me dá 200 eur de lucro líquido para mim. Estou a alugar em Lisboa por um valor 30% abaixo do preço de mercado, portanto, considero que ter problemas de renda não é um risco muito grande (nem o arrendatario quer dar-me problemas e perder o apartamento nem se o arrendatário sair terei problemas em encontrar outro).

    Agora quero comprar um segundo apartamento e já tenho 25% de entrada sobre o valor de compra estimado.
    Neste momento não vivo em Portugal, portanto não tenho pressa, será pura decisão de investimento, comecei agora a procurar algo de que goste em edifícios em fase de projecto e posso comprar em 2020, ou posso esperar mais tempo procurando outro tipo de imóvel (para remodelar).

    A minha dúvida é o que fazer ao capital que ainda vou acumular neste periodo até comprar: vocês acham que compensa mais fazer amortização extraordinária ao imóvel que tenho actualmente e pedir o novo crédito com os 25% de entrada e não dever nada do apartamento anterior, ou acumular capital e pedir o novo crédito com 35% de entrada mantendo a dívida do 1º apartamento quase igual?

    A minha dúvida é qual das duas opções é melhor para que o banco aceite financiar-me.
    Atencao, em termos de spread será difícil igualar as condições do 1º crédito, pelo que eu sei que vou pagar mais pelo 2º crédito e nesse sentido convém-me mais a mim aumentar a % de entrada e reduzir o valor do novo empréstimo ao máximo. Mas o que procuro é entender o que me faz mais apetecível ao Banco, porque eu não tenho rendimentos de trabalho em Portugal (apenas tenho o lucro da renda do 1º apartamento e também obviamente o 1º apartamento como património), e apenas posso provar que tenho rendimento no estrangeiro.

    Nestas condicoes, o que acham que o banco valoriza mais? E acham que o banco vai na cantiga?

    Note-se que ainda não falei com o meu banco, e em caso de estar mesmo muito interessado em algum negócio poderia transferir capital do país onde vivo para Portugal e ter até 50% de entrada do valor que penso comprar, mas claro, isso é uma segunda derivada, onde me quero focar é primeiramente o que é que os bancos valorizam mais: aumentar a % de entrada de um novo crédito mesmo tendo dívida anterior, ou reduzir a dívida anterior e ter menos % de entrada?
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  3.  # 2

    precisas sempre de entrada para o imovel a comprar, depois depende da taxa de esforço que a renda do anterior te cause, se for baixa tem pouca relevancia
  4.  # 3

    Boa tarde,

    Peço desculpa, não é que consiga ajudar directamente no assunto pretendido, mas é uma dúvida que tenho e talvez elucidasse. Como nesta situação, tendo um crédito habitação feito, mas essa habitação gerar um "Rendimento Extra" que chega para pagar o dito Crédito e ainda para mais gerar lucro, ainda assim afecta a taxa de esforço se formos fazer um segundo CH? Mas a pergunta pode ser feita também noutro sentido, uma pessoa tem um salário de 1000€ mas tem uma casa arrendada por 500€, o rendimento dessa pessoa para o banco é de 1000€ ou 1500€?

    Cumps,
    Diogo.

  5.  # 4

    Boa tarde,
    Tenho dúvida se o CH atual é de habitação própria permanente ou segunda habitação? Tem a renda declarada nas finanças para comprovar a entrada do dinheiro da renda ao banco?

    Na minha opinião não mexa no que está contratado e negoceie o novo imóvel com uma boa percentagem de entrada. Os bancos gostam de ter como garantia um valor muito superior ao emprestado, será esse o seu trunfo. Emprestam-me 50000€ mas tenho uma casa que vale 125000€, os bancos acho que nesse sentido não se irão opor. Tente negociar também no banco que tem o primeiro contrato, já existe histórico de cliente...
  6.  # 5

    É melgor Dar mais entrada na nova compra.
  7.  # 6

    Colocado por: palmstrokee apenas posso provar que tenho rendimento no estrangeiro.

    Acho que o que lhe vai tornar apetecível ao banco será essencialmente a sua receita/rendimento.

    E de resto acho que se tiver esse valor disponível para ou abater ao empréstimo antigo ou dar de entrada para o novo, mantenha-o assim, como carta a jogar a seu favor. Pode decidir fazer uma ou outra coisa, ou nenhuma das duas, dependendo do que lhe disser o banco com quem for negociar.
  8.  # 7

    Obrigado pelos comentarios, de facto tinha a intuição de que o banco verá com melhores olhos se tiver uma boa parte da entrada assegurada, pelo menos se eu tiver problemas de liquidez seria mais fácil ao Banco recuperar a parte que emprestou com a venda do imóvel.

    Agora o que de facto será difícil é a taxa de esforço, pois o único rendimento que recebo em Portugal e está declarado todinho nas finanças é mesmo o valor do arrendamento do apartamento de que já sou propietário. Vejamos com quanto % entrada seria suficiente para que me emprestem.
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