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  1.  # 1

    Até que ponto é realmente importante ter o plano de execução feito pelo arquitecto?
    A situação é a seguinte, não estou em portugal e vou entregar o projecto a um empreitor que tratará de tudo, o unico que fica da minha reponsabilidade é entregar o projecto de arquitectura e a parte de engenharia.

    O arquitecto que estou a trabalhar diz que será importante fazer o plano de execução, o empreiteiro diz que não, que é muito dinheiro e não vale a pena.

    O empreiteiro é de bastante confiança e faz bons trabalhos, mas será que sem o plano de execução não vou perder muitos detalhes importantes na casa ,conceitos de toques de promenor desenvolvidos no plano de execução que poderiam dar um toque mais sofisticado e de qualidade..

    Sim ou não para o plano de execução?
    • SMBS
    • 6 novembro 2019

     # 2

    Se não está em Portugal é bom que tenha projecto de execução para que o empreiteiro nanão possa inventar muito. Arranje também um fiscal que o defenda e lhe faça relatórios com fotos para não ser muito enganado
    Concordam com este comentário: Anonimo1710
  2.  # 3

    Depende...

    Eu pedi e estou arrependido. Foi €€€ deitado fora!
  3.  # 4

    Colocado por: jfsmoreiraEu pedi e estou arrependido.

    Porquê?
  4.  # 5

    Colocado por: jfsmoreiraFoi €€€ deitado fora!


    Normalmente é.. se não tiver um empreiteiro que saiba descodificar isso, se não houver uma fiscalização atenta e competente e ainda se o projecto de execução não for chapa 5... daqueles com uma serie de pormenores que de nada adianta, ou estão mal feitos. e não é so com a arquitectura, é depois a compatibilização e complemento com as especialidades que tem igualmente de ir para uma escala de execução.

    depois , há arqutiectura suqe tem mesmo de haver Projecto de execução, utras há que, não é necessário por serem projecto com soluções correntes. Não obstante, isso não quer dizer que não se contrate a resolução de determinados detalhes em maior profundidade ( pormenor construtivo das fundações à cobertura, inlcuindo nós dos vãos, serralharais, mapas de vãos interiores e exteriores, de armários, detalhes de lareitass/ recuperadores, detalhes de serralharias, caixas de escadas... etc. que podem ser adquiridas avulso.
    E o sempre importante mapa de trabalhos.
    Concordam com este comentário: Anonimo1710
  5.  # 6

    Porque o PE não é mais do que uns desenhos com pequenos pormenores (muitos deles sem qualquer tipo de nexo) e a definição de materiais é a "olho", sem análise de preferências, custos e outras opções... São esboçados desenhos e definidas coisas que dadas algumas condicionantes, só em obra poderiam ser definidas

    Eu estou a fazer, colaboro mais nele do que a própria equipa de arquitectos, faço mais pormenores do que eles e mesmo assim penso que no final aquilo vai ser para "deitar ao lixo"...

    Para mim, não vale o valor que pedem... uma boa orientação e acompanhamento em obra é preferível...


    Mas claro...posso ter tido azar na equipa.

    Se fosse a si pedia um exemplo de um PE... se achar importante siga...se vir que são coisas infrutíferas aposte esse dinheiro num bom acompanhamento de obra...
  6.  # 7

    Colocado por: Pedro Barradasdaqueles com uma serie de pormenores que de nada adianta, ou estão mal feitos.


    Colocado por: jfsmoreiraPorque o PE não é mais do que uns desenhos com pequenos pormenores (muitos deles sem qualquer tipo de nexo)


    Este é o grande problema da maioria dos PE.
  7.  # 8

    Já para não falar que a maioria dos pormenores são chapa 5, sem qualquer tipo de exercício mental...
    Tenho de ser eu a pensar em soluções e retificar o desenho... eu estou arrependido.
  8.  # 9

    Colocado por: JoelMHá que exigir!

    O problema é que na grande maioria das vezes o DO não tem conhecimentos para poder exigir
    Concordam com este comentário: N Miguel Oliveira, imo
  9.  # 10

    Colocado por: JoelMÉ aí que o fiscal contratado pelo DO também pode dar uma mão

    Isso quando a fiscalização é contratada a tempo
  10.  # 11

    Em câmaras e meios pequenos? quase todos se conhecem...
  11.  # 12

    Colocado por: JoelMÉ aí que o fiscal contratado pelo DO também pode dar uma mão (apenas a indicar o que exigir à equipa técnica).

    Partindo do principio de que a fiscalização é competente para tal.
  12.  # 13

    Olá,
    Pois, imagine que pede a dois carpinteiros para montar o mesmo móvel IKEA. Um usa as instruções, se estiver mal, você vai ao manual, vê o que falhou e pede correcção. O outro carpinteiro apenas ouve a descrição que você lhe faz do móvel e monta-o como fez toda a vida. Nada lhe garante que um móvel fique melhor que o outro, mas talvez seja mais provável que o que usou as instruções fique como você o viu na loja.

    O Sr. está numa situação ingrata, porque até pode encomendar o manual de instruções mas de nada serve se o carpinteiro não olhar para ele. É difícil explicar a quem trabalha do mesmo modo há 20-30 anos, que vai ter que ler e interpretar uma pilha de papeis. Aí entra a fiscalização...

    Peça ao seu Arquitecto um exemplo que tenha feito. E veja se faz sentido ou não.
    Porque infelizmente, o que não falta por aí são maus Projectos de Execução, que são simplesmente o Projecto de Licenciamento ampliado, sem maior grau de detalhe... ou puras cópias de outros projectos.

    Sobre o que disse um colega, de que é melhor o: "depois vê-se em obra". Não concordo.
    Em obra, desenrasca, improvisa... O trabalho é o mesmo, o de pensar, etc.
    Mas se pensar nas coisas antes de lhe aparecer o problema, melhor.
    Sem dúvida, o Projecto de Execução serve para prever, adiantar-se e evitar eventuais problemas.
    A única excepção e em que aceito o "depois vê-se" é numa remodelação, que por vezes tem que demolir primeiro para ver como foi feito originalmente.

    Obviamente que defendo que se faça dito Projecto, sem dúvida.
    Contudo, também aceito que por vezes não serve para nada se ninguém o usar.
    Mas pelo menos nesse caso, serve para provar que o que foi feito não seguiu o Projecto e pode dar jeito em caso de litígio.

    Boa sorte.
 
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