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  1.  # 1

    Colocado por: RCF
    Foi isso mesmo que eu escrevi. O problema é que esses casos residuais existem. Residuais, mas reais! Eu não quero ser um desses casos residuais. E o Luís, não se importa de ser? Ou que algum seu familiar o seja?

    O risco de ser um desses casos residuais existe mas é baixo e gerível. Todos os dias o RCF corre riscos maiores, sem se preocupar excessivamente, aposto eu.


    Esta é uma doença muito estranha e não é necessário ser profissional de saúde para o constatar. Estranha, mas perigosa.
    Um conhecido meu, em abril, morreu aos 53 anos de covid. Recentemente, já em novembro, dois familiares meus com 80 anos e vários outros problemas de saúde tiveram covid e estiveram sempre assintomáticos, até terem alta há dois dias atrás…
    O que pode cada um de nós fazer? Prevenir. Ter cuidado, consigo e com os outros.


    Certo. Prevenir e ter cuidado. Daí a deixar de viver vai uma distância enorme.
    • RCF
    • 26 novembro 2020 editado

     # 2

    Colocado por: luisvvCerto. Prevenir e ter cuidado. Daí a deixar de viver vai uma distância enorme.

    Deixar de viver é morrer e isso é o que se pretende evitar com a prevenção e o cuidado.

    Colocado por: luisvvO risco de ser um desses casos residuais existe mas é baixo e gerível.

    Gerível… se considerar a morte como parte dessa gestão…
    • eu
    • 26 novembro 2020

     # 3

    Colocado por: RCFGerível… se considerar a morte como parte dessa gestão…

    Embora esqueçamos com frequência, o risco de morte está sempre presente.
  2.  # 4

    Colocado por: eu
    Embora esqueçamos com frequência, o risco de morte está sempre presente.
    basta estar vivo...
    Concordam com este comentário: eu
    • Carvai
    • 26 novembro 2020 editado

     # 5

    Prontes, a srª ministra confirma, se tiver covid a gente trata se tiver outra porcaria de doença vá morrer longe.
    https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/marta-temido-cuidados-intensivos-podem-ser-expandidos-ate-mil-camas-mas-com-prejuizo-a-resposta-a-outras-areas-de-atividade
    Concordam com este comentário: eu
    • eu
    • 26 novembro 2020

     # 6

    Está à vista a total incompetência do governo em preparar o País para a segunda vaga.
    Concordam com este comentário: Mduvidas
  3.  # 7

    Colocado por: luisvv
    O risco de ser um desses casos residuais existe mas é baixo e gerível. Todos os dias o RCF corre riscos maiores, sem se preocupar excessivamente, aposto eu.



    Certo. Prevenir e ter cuidado. Daí a deixar de viver vai uma distância enorme.


    Este risco é evitável com restrições e perigoso quando concorre paralelamente a outros riscos.

    Está a insistir em menosprezar algo que não entende em toda a plenitude.

    O covid não é de todo gerivel, algo que várias outras patologias são! Esse é o verdadeiro cerne da problemática!

    Não temos qualquer controle efectivo sobre a patologia, a menos que usemos restrições e obrigações inéditas de carácter social. Pura e simplesmente não existe outro mecanismo para já.

    O sars-cov2 só será gerivel com vacinação, aí sim poderemos exercer gestão sobre a pandemia.
  4.  # 8



    Mau, mas afinal não era só uma gripezinha? Não se curava com remédios "alternativos"?! Acho mal, devia dar a sua cama em quem não andou a espalhar desinformação.
    Concordam com este comentário: eu
  5.  # 9

    Colocado por: RCFDeixar de viver é morrer e isso é o que se pretende evitar com a prevenção e o cuidado.

    Não, deixar de viver é ficar preso em casa com medo de algo que para a sua circunstância concreta tem um risco próximo de zero.



    Gerível… se considerar a morte como parte dessa gestão…


    Claro. Da mesma forma que conduzo sujeito a ter um acidente, circulo em passeios sujeito a levar com um pedaço de uma fachada de um prédio, entro em elevadores que podem cair, vou à praia sujeito a ter um qualquer acidente enquanto nado, etc. Veja bem que até ponho sal na comida, quem sabe se posso morrer subitamente com problemas cardiovasculares.
  6.  # 10

    Colocado por: Gambino
    Este risco é evitável com restrições e perigoso quando concorre paralelamente a outros riscos.
    Está a insistir em menosprezar algo que não entende em toda a plenitude.

    Lá vamos nós..
    As restrições não são inócuas, não são passíveis de manter por muito tempo nem são garantia de nada e terão que ser sempre avaliadas em contrapartida com os benefícios quantificáveis (e não as fantasias que tanto se repetem).



    O covid não é de todo gerivel, algo que várias outras patologias são! Esse é o verdadeiro cerne da problemática!
    Não temos qualquer controle efectivo sobre a patologia, a menos que usemos restrições e obrigações inéditas de carácter social. Pura e simplesmente não existe outro mecanismo para já.


    Isso é um absurdo. Fala-se de restrições "inéditas" como se fossem viáveis, que não são. Foram num primeiro momento em que toda a gente foi apanhada de surpresa e ninguém sonhava bem o alcance dos seus efeitos, ou a sua duração. Agora, caminhamos a passos largos para colocar em causa coisas que sempre tomámos como adquiridas e que servirão como precedentes daqui a meia-dúzia de anos quando tivermos uma vaga de aspirantes de feiticeiros.
    • RCF
    • 26 novembro 2020

     # 11

    Colocado por: luisvvDa mesma forma que conduzo sujeito a ter um acidente, circulo em passeios sujeito a levar com um pedaço de uma fachada de um prédio, entro em elevadores que podem cair, vou à praia sujeito a ter um qualquer acidente enquanto nado, etc. Veja bem que até ponho sal na comida, quem sabe se posso morrer subitamente com problemas cardiovasculares.

    Desculpe, mas não é da mesma forma. Está a comparar coisas incomparáveis. Para conduzir existem regras e os perigos são conhecidos e a prevenção existe e é direcionada aos perigos. Para todos os outros exemplos que deu, idem… os elevadores têm os perigos identificados e existe prevenção direcionada e adequada a evitar que ocorram acidentes.
    O Covid é, ainda é, diferente. Os seus perigos ainda não são suficientemente conhecidos e, naturalmente, muito menos é conhecida a forma de prevenir os riscos resultantes desses perigos. Quando houver vacina e medicação adequada e direcionada ao covid, aí sim, o seu discurso fará sentido. Até lá, resta-nos manter o distanciamento social…
  7.  # 12

    Colocado por: RCF
    Desculpe, mas não é da mesma forma. Está a comparar coisas incomparáveis. Para conduzir existem regras e os perigos são conhecidos e a prevenção existe e é direcionada aos perigos. Para todos os outros exemplos que deu, idem… os elevadores têm os perigos identificados e existe prevenção direcionada e adequada a evitar que ocorram acidentes.

    Precisamente o que acontece aqui. Há regras razoáveis, que cumpridas limitam o risco, não o eliminando. E repare no qualificativo "razoáveis", que significa que não eliminamos um risco a todo o custo, mas apenas o reduzimos a um nível aceitável quando pesado com os prejuízos que resultariam de regras e restrições adicionais.





    O Covid é, ainda é, diferente. Os seus perigos ainda não são suficientemente conhecidos e, naturalmente, muito menos é conhecida a forma de prevenir os riscos resultantes desses perigos. Quando houver vacina e medicação adequada e direcionada ao covid, aí sim, o seu discurso fará sentido. Até lá, resta-nos manter o distanciamento social…


    O meu discurso faz sentido é agora - tendo em conta que o risco para uma grande fatia da população é muito baixo, mais baixo que em muitas outras situações que vivemos tranquilamente no dia-a-dia.
    • RCF
    • 26 novembro 2020 editado

     # 13

    Colocado por: luisvvo risco para uma grande fatia da população é muito baixo, mais baixo que em muitas outras situações que vivemos tranquilamente no dia-a-dia.

    Nisto discordo… Qualquer um pode morrer de covid. Sem medicamento e sem vacina, é incontrolável. Essas outras situações do dia a dia, ainda que perigosas, têm o risco controlado, ao contrário do covid. SE ainda assim se pode morrer dessas outras coisas? Pode, porque o risco, apesar de controlado, não é inexistente. Mas, no Covid o risco não só não é inexistente, como também não é controlável (apenas por enquanto, espero).
  8.  # 14

    Médicos e cientistas do mundo inteiro não entendem, mas aqui no fdc é só entendidos
    Concordam com este comentário: Vítor Magalhães, eu
  9.  # 15

    • J D
    • 26 novembro 2020

     # 16

  10.  # 17

    Colocado por: RCF
    Nisto discordo… Qualquer um pode morrer de covid.


    Sim, qualquer um pode morrer de COVID, como qualquer um pode morrer de uma série de outras causas. Mas, tal como com essas outras causas, a probabilidade é baixa.




    Sem medicamento e sem vacina, é incontrolável. Essas outras situações do dia a dia, ainda que perigosas, têm o risco controlado, ao contrário do covid.

    Para boa parte da população o risco é tão ou mais baixo.



    SE ainda assim se pode morrer dessas outras coisas? Pode, porque o risco, apesar de controlado, não é inexistente. Mas, no Covid o risco não só não é inexistente, como também não é controlável (apenas por enquanto, espero).


    Não me fiz entender. O risco, de COVID e de milhares de outras coisas, existe e não deixará de existir. Mas é muito baixo, para uma grande parte da população. Percebendo que com uma série de cuidados simples (e não estoua falar de confinamentos nem restrições parvas) se reduz a probabilidade de contágio e que mesmo no caso de contágio a probabilidade de morte é baixíssima para uma grande fatia da população, cabe a cada um definir se o risco é suportável ou não.
    • RCF
    • 26 novembro 2020

     # 18

    Colocado por: euEstá à vista a total incompetência do governo em preparar o País para a segunda vaga.

    Até pode ter razão. Se calhar, o Governo está a ser incompetente. Mas, que culpa tem o Governo que as pessoas usem a máscara no queixo ou no espaço e não no nariz e boca, ou usem na boca mas não no nariz…? Este, como muitos outros exemplos mais, não me parece que seja culpa do Governo.
    Cada um de nós tem de fazer a sua parte e ser responsável. Se há culpados e incompetentes, não é só o Governo…
    • RCF
    • 26 novembro 2020

     # 19

    Colocado por: luisvvcabe a cada um definir se o risco é suportável ou não.

    Já mais atrás abordei esta questão.
    Não pode caber (apenas) a cada um. Não vivemos em anarquia. A pessoa que vive em sociedade tem de viver de acordo com as regras dessa sociedade, impostas por quem tem legitimidade para definir e implementar essas mesmas regras.
  11.  # 20

    O risco é baixo para grande parte da população. E os outros? Que se ***am.
 
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