Colocado por: RCF
Foi isso mesmo que eu escrevi. O problema é que esses casos residuais existem. Residuais, mas reais! Eu não quero ser um desses casos residuais. E o Luís, não se importa de ser? Ou que algum seu familiar o seja?
Esta é uma doença muito estranha e não é necessário ser profissional de saúde para o constatar. Estranha, mas perigosa.
Um conhecido meu, em abril, morreu aos 53 anos de covid. Recentemente, já em novembro, dois familiares meus com 80 anos e vários outros problemas de saúde tiveram covid e estiveram sempre assintomáticos, até terem alta há dois dias atrás…
O que pode cada um de nós fazer? Prevenir. Ter cuidado, consigo e com os outros.
Colocado por: luisvvCerto. Prevenir e ter cuidado. Daí a deixar de viver vai uma distância enorme.
Colocado por: luisvvO risco de ser um desses casos residuais existe mas é baixo e gerível.
Colocado por: RCFGerível… se considerar a morte como parte dessa gestão…
Colocado por: eubasta estar vivo...
Embora esqueçamos com frequência, o risco de morte está sempre presente.
Colocado por: luisvv
O risco de ser um desses casos residuais existe mas é baixo e gerível. Todos os dias o RCF corre riscos maiores, sem se preocupar excessivamente, aposto eu.
Certo. Prevenir e ter cuidado. Daí a deixar de viver vai uma distância enorme.
Colocado por: RCFDeixar de viver é morrer e isso é o que se pretende evitar com a prevenção e o cuidado.
Gerível… se considerar a morte como parte dessa gestão…
Colocado por: Gambino
Este risco é evitável com restrições e perigoso quando concorre paralelamente a outros riscos.
Está a insistir em menosprezar algo que não entende em toda a plenitude.
O covid não é de todo gerivel, algo que várias outras patologias são! Esse é o verdadeiro cerne da problemática!
Não temos qualquer controle efectivo sobre a patologia, a menos que usemos restrições e obrigações inéditas de carácter social. Pura e simplesmente não existe outro mecanismo para já.
Colocado por: luisvvDa mesma forma que conduzo sujeito a ter um acidente, circulo em passeios sujeito a levar com um pedaço de uma fachada de um prédio, entro em elevadores que podem cair, vou à praia sujeito a ter um qualquer acidente enquanto nado, etc. Veja bem que até ponho sal na comida, quem sabe se posso morrer subitamente com problemas cardiovasculares.
Colocado por: RCF
Desculpe, mas não é da mesma forma. Está a comparar coisas incomparáveis. Para conduzir existem regras e os perigos são conhecidos e a prevenção existe e é direcionada aos perigos. Para todos os outros exemplos que deu, idem… os elevadores têm os perigos identificados e existe prevenção direcionada e adequada a evitar que ocorram acidentes.
O Covid é, ainda é, diferente. Os seus perigos ainda não são suficientemente conhecidos e, naturalmente, muito menos é conhecida a forma de prevenir os riscos resultantes desses perigos. Quando houver vacina e medicação adequada e direcionada ao covid, aí sim, o seu discurso fará sentido. Até lá, resta-nos manter o distanciamento social…
Colocado por: luisvvo risco para uma grande fatia da população é muito baixo, mais baixo que em muitas outras situações que vivemos tranquilamente no dia-a-dia.
Colocado por: marco1https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-ministro-e-secretario-do-planeamento-testaram-positivo
Colocado por: RCF
Nisto discordo… Qualquer um pode morrer de covid.
Sem medicamento e sem vacina, é incontrolável. Essas outras situações do dia a dia, ainda que perigosas, têm o risco controlado, ao contrário do covid.
SE ainda assim se pode morrer dessas outras coisas? Pode, porque o risco, apesar de controlado, não é inexistente. Mas, no Covid o risco não só não é inexistente, como também não é controlável (apenas por enquanto, espero).
Colocado por: euEstá à vista a total incompetência do governo em preparar o País para a segunda vaga.
Colocado por: luisvvcabe a cada um definir se o risco é suportável ou não.