Colocado por: eu27Os pais dela ficaram lá com o terreno e que façam dele o que quiserem, foi o que lhes disse, sei que o ambiente quando vou lá a casa não é o mesmo e a minha noiva tb diz que o pai anda "lixado"...
Lindo! esse seu sogro é uma jóia ! ficou lixado porque e estou a ver a linha de pensamento: - "caraças! então o gajo não se vai casar com a minha filha por causa do terreno?! onde é que já se viu isto? será mesmo Amor?" ou então: - "ai o camandro.... então assim como é que levanto a garimpa quando houver discussões.. querem ver que não tenho arma de arremesso?" :)
eu27: Parabéns pela acertada decisão e sejam felizes ! :)
Eu27 parabéns pela sua escolha, a meu ver tomaram a decisão acertada, agora já só faltam cerca de 99% de decisões para tudo correr bem. Bom 'trabalho' ;)
Eu 27 DECISÃO ACERTADA, Agora têm que tomar outra de extrema importância, procure terreno que fique pelo menos a 50Km do seu sogro sem auto-estradas por perto, doutra forma ainda o pode ter a espreitar pela janela. Realmente ficar aborrecido depois de ficar com o terreno para fazer dele o que quiser mostra mesmo má intenção. Interrogue-se sobre o seu sogro e procure sempre saber se este foi brindado com bons princípios e honestidade. Desejo-lhe as maiores felicidades com a sua noiva e dou-lhe um conselho (não se deixe influenciar pela família siga os seus princípios)
Nunca pensei que este tema caminhasse para este ponto, mas não há dúvida que em muito está relacionado com a forma de estar e ver de cada um.
Pessoalmente, também defendo se estou numa relação, não posso (não quero) partir com o pé atrás.
Faço uma vida conjunta à 7 anos, não somos casados, temos casa comprada pelos 2, projecto monte a ser realizado pelos 2, filhota a 2 meses de conhecer o mundo, e não me recordo de uma única chatice ao longo do tempo. Estamos nisto juntos, e é nisto que queremos continuar juntos.
Como fazemos com as contas? Da seguinte forma:
- cada um tem a sua conta - cada um tem o seu ordenado. O meu é X, o dela é Y. Z resulta da soma do X e do Y, onde daqui resulta o peso relativo de cada um deles. - como tenho carro da empresa e ela não, automaticamente ao Y retiramos K que é para as despesas associadas ao carro (ou aumentaria K ao meu ordenado que era o equivalente ao facto de não ter essa despesa) - cada um destina uma parcela do seu ordenado, idêntica, para as suas despesas pessoais que ninguém tem nada a ver com elas - Eu por norma, por uma questão de tempo e organização, faço todos os pagamentos por MB - Ela nem tanto, mas alguns também. Tudo o que é fora de MB, pedimos facturas e colocamos no "ganchinho" em cima da secretária - No final do mês, em função dos extractos online dos bancos, exportamos para a minha rica folha de excel, e classificamos as despesas (casa, luz, supermercado, pimpolha, decoração,...aquilo que convencionarmos) - cada um participa na despesas na proporção idêntica do seu rendimento na forma como contribui para a receita total do agregado
Seja como for, cada um deve ser feliz na maneira que considerar melhor.
@Rogerio Goncalves isso funciona muito bem porque ambos se preocupam com as economias. Agora imagina que tu ganhas o dobro e ela gasta o dobro e não sabe ou não quer poupar? Imagina que ela nem facturas pede, não se preocupa em poupanças de água, luz, gás porque sabe que não faltará dinheiro. Imagina que só há uma conta...