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  1.  # 21

    Parece-me que esse casamento/vida a dois já vai começar torto por causa do sogro e já se sabe, "o que nasce torto tarde ou nunca se endireita".

    Esqueçam o terreno e esqueçam a construção da casa. Prevejo que essa situação ainda vá criar alguma tensão entre os dois e famílias. Convém deixar isso tudo muito bem esclarecido e arrumado de vez antes de tomar algum passo, principalmente antes de se casarem.

    Há dúvidas? Arrendem uma casa durante uns tempos e pensem numa estratégia mais definitiva com calma e sem rabos de palha que possam prejudicar um ou outro, nem complicações (acordo pré-nupcial?!?).
    •  
      FD
    • 8 janeiro 2010

     # 22

  2.  # 23

    Colocado por: FDEste caso lembra-me este:http://news.google.pt/archivesearch?pz=1&cf=all&ned=pt-PT_pt&hl=pt-PT&q=namorados+euromilh%C3%B5es


    Por acaso lembrei-me disso assim que li o tópico. Neste caso ainda está a tempo de prevenir que aconteça algo semelhante.
    • eu27
    • 8 janeiro 2010

     # 24

    Obrigado a todos...
    As respostas têm sido muito boas.

    é mesmo pena pois o terreno é muito fixe e está mesmo bem localizado, mas enfim.
    Parece que os meus sogros querem prejudicar a filha, o melhor é ou fazer uma acordo pré-nupcial, ou ver como se faz a benfeitoria ou em último caso ir para um apartamento ou maoradia já construida.

    Já agora digam-me se ao fazer um acordo pré-nupcial como funciona??? diz-se que o terreno é dela e que a casa é minha???
    Isso não é ideia, o melhor de tudo era mesmo que o sogro fosse simpático e abrisse os olhos, pois quem tá a sr prejudicado não é ele, somos nós...
    enfim

    Abraço
  3.  # 25

    Atenção que se tiverem filhos, eles em caso de divórcio também teem direito á casa...

    Colocado por: eu27Isso não é ideia, o melhor de tudo era mesmo que o sogro fosse simpático e abrisse os olhos, pois quem tá a sr prejudicado não é ele, somos nós...
    Não veja as coisas por esse lado. Ponha-se no lugar dele. Tem um terreno que como diz é muito fixe e bem localizado. Quer dá-lo á filha para construir uma casa. Admitamos que a casa é feita como pretende e infelizmente as coisas não dão certo e tem de fazer partilhas. Se ficar com a casa, a sua ex ficará sem a casa e sem o terreno. O que preocupa o seu sogro. Se ela ficar com a casa, ficará também com o terreno e o seu sogro poderá dormir descansado (na questão do terreno - continua em familia). Aqui entre nós, se tivesse no lugar dele dava de mão beijada o terreno á sua filha e futuro genro?

    O melhor seria ele vender o terreno e ajudar-vos (assim como o seu pai) na compra/construção de outra noutro sitio.
    E ajudar não significa dar-vos o dinheiro todo... (aliás, nem sei se, vocês obterem a casa sem custo se eles estão a ajudar ou prejudicar).

    Lembrem-se que a casa é para vocês e se os vossos pais são os que no fundo vão pagá-la, vão querer que a casa seja feita à medida deles (dos dois pais) e não da vossa.
  4.  # 26

    O melhor é consultar um advogado senão todo o processo de licenciamento da casa ficará em nome da sua namorada que é a proprietaria do terreno e consequentemente a moradia ficará em nome dela. Se a doação for feita enquanto solteira então nem com casamento de comunhão de bens de adquiridos terá direito a alguma coisa.
    • eu27
    • 8 janeiro 2010

     # 27

    oi mafgod...
    aki entre nós e sem ninguém nos ouvir. digo que dar de mão beijada é dar sem receber, uma vez que o meu pai tb dá de mão beijada uma casa, contudo será justo que se a casa é em nome dos 2, porque não é também o terreno????

    Quanto mais e fazendo contas, se o terreno vale 60 e a casa 120 ou + então o valor é de 180 e em caso de partilha ela ficaria com mais, precisamente 90000€.
    Enfim, continuo a dizer que o meu sogro não reagiu bem e de certa forma mostra uma enorme desconfiança em mim, pois não poe o terreno no nome dos 2. contudo, o meu pai não desconfia da minha noiva e dá de mão beijada a casa. e poe no nome dos 2 se tudo for em comum, pois se assim não for, quem ficava prejudicado era o meu pai.

    Mas enfim, que se ha-de fazer, neste momento o que me interessa é descobrir a melhor solução...
    Abraços
  5.  # 28

    Colocado por: eu27Já agora digam-me se ao fazer um acordo pré-nupcial como funciona??? diz-se que o terreno é dela e que a casa é minha???
    O «normal» num acordo pré-nupcial, é acordarem na separação total de bens.
    O que é meu é meu, o que é teu é teu.
    Isto é: se se separarem, e a construção tiver sido paga por si, e o terreno pago por ela, e a casa for o único bem em comum, o que ficar com a casa terá de pagar ao outro o valor que ele lá meteu.
    (nota: para isso "basta" guardar muito bem e para todo o sempre todas as facturas e comprovativos de pagamento de tudo o que foi gasto)
  6.  # 29

    A melhor solução --na minha opinião-- seria o seu sogro deixar o terreno à filha (q pode não ser filha única, atenção!) e assim satisfaz o seu desejo de que aquele bem permaneça na família dele. O terreno poderá por ser herdado pelos netos e ficam todos contentes.

    O eu27 e a namorada procuram outro terreno e pedem ajuda ao sogro e pai para construir. Afinal o seu pai já se adiantou c\ 120000 Euros o que poucos podem fazer.

    Esse terreno é, na verdade uma bomba, com um detonador muito vulnerável.
    • Ed-l
    • 8 janeiro 2010

     # 30

    Tenho uns amigos com um caso em todo igual
    Ele proprietário do terreno em solteiro
    Ela com dinheiro para financiar parte da construção
    Concluíndo dito pelo notário em pedido de esclarecimento:
    O capital investido na construção mais a divída pertence aos dois, o terreno pertence somente a ele em caso de divórcio, ou seja se isso acontecer por via litigiosa ele alega um preço elevado do terreno e ela têm que pagar mais, o capital dela investido é dos dois.
    Esta solução não me parece nada razoável, a única é o pagamento das partes de forma que o valor seja 50% de cada um.
    Ditado popular "A prudência morreu de velha"
  7.  # 31

    Colocado por: Ed-lEsta solução não me parece nada razoável, a única é o pagamento das partes de forma que o valor seja 50% de cada um.
    Se estiverem casados, por exemplo com separação de bens, e conseguirem documentar os pagamentos que cada um fez, nada impede que um seja proprietário de 38,25% e outro de 61,75% (ou qualquer coisa no estilo) do «prédio» (terreno+casa).
  8.  # 32

    Que perfeito...disparate, esse seu sogro...

    há formas e penso que é a mais correcta de fazer a casa nesse terreno e ficar tudo a meias apos o casório, ou até antes.
    se o seu sogro não vê isso é porque está a inquinar a coisa ou não sabe fazer contas.
  9.  # 33

    Olá amigo eu27..

    Respondo-te não como advogado, mas como uma pessoa que ia passar pelo mesmo.
    A mãe da minha namorada (vivo em união de facto há 7 anos) deu um terreno à minha namorada e ao irmão.
    A intenção era construirmos lá a nossa casa, assim poupávamos o investimento na compra de um terreno.
    Decidi consultar um professor de direito que tive no 1º ano do curso de economia. Ele disse-me que o mais importante é preservar ambas as partes.
    Eu não queria nada do terreno, apenas a possibilidade de puder construir lá uma casa, mas se um dia a união de facto desse para o torto, não queria ficar sem pau e bola ( se é que me entendes). No meu caso, como existia mais uma pessoa que era o irmão, a situação tornou-se mais complicada. Tinha de fazer um destaque, consultar um topógrafo, fazer registos notariais, impostos, avaliadores das finanças e dos bancos, etc.. Decidi ficar por aqui e comprar um terreno.

    No teu caso, digo-te o mesmo que o meu professor me disse.

    O terreno é dela e pode ser sempre sem tu teres direito de opção. Mas o que tens sempre direito é às bem feitorias que lá fazes, neste caso a construção da casa.
    Se vocês fizerem um contracto registado em notário, não há problema nenhum. Ela dá-te pleno direito de puderes construir em conjunto com ela uma casa num terreno dela, dividindo por isso os direitos e as obrigações sobre a casa. Isto é, imagina que vocês gastam 100.000€ para a construção da casa e que foi metade que cada um que pagou. Logo, tens direito a 50% da construção. Se algum dia a situação der para o torto, não terás de sair com as mãos a abanar, porque tens um documento registado em notário de usufruto do terreno e uma bem feitoria no valor de 50.000€. Se ela quiser que saias terá de devolver-te o dinheiro por ti investido mais a valorização do terreno a 50%. Caso contrário não és obrigado.
    Se ela não tiver como pagar o que tu investis-te, terás de ser tu a pagar-lhe o mesmo mais o valor do terreno. Se ambos não tiverem dinheiro para a indemnização, terão de pôr a casa a venda, retirar para ela o valor do terreno e depois dividir pelos dois o restante.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: cpplrc
  10.  # 34

    eu27, esqueça o terreno e pense numa alternativa. Pelo seu "nick" presumo que tera 27 anos. Se assim for é muito novo para já se meter em tamanhas trapalhadas (e até para casar diria eu, mas isso é consoante as necessidades de cada um. Felizmente eu não as tenho). Pense em arrendar uma casa e meditar com calma numa soluçao alternativa.
    • eu27
    • 9 janeiro 2010

     # 35

    olá a todos. Obrigado pelos comentários.

    Vamos a ver como corre esta vida, no entanto há umas coisass a dizer, 1º a minha namorada é filha única e 2º o meu sogro não ajuda na compra de um terreno, se quisermos aquele tudo bem e se não quisermos temos que nos desenmerdar como podermos. simples???

    por fim quero dizer apenas que o meu pai dava o capital que durou anos a conseguir com suor e trabalho e o meu sogro tem um terreno que não fez nada pra ser dele, pois foi uma doação tb. Quem me dera arranjar rapidamente uma solução, mas talvez passe mesmo pelo acordo pré-nupcial, em que tentamos afirmar que o terreno é dela, mas quem vai financiar toda a construção sou eu, pelo que se houver um dia problemas há papeis a cmprovar... certo???

    é uma pena imensa tar a desconfiar das pessoas, não da minha namorada, pois por mim casava com comunhão geral de bens e depois de casar tenho intenção de que ela seja minha herdeira legitima, mas se o pai dela desconfia de mim, então não posso confiar nele. ou não é assim?

    Abraço e mais uma vez obrigado pelos comentários
  11.  # 36

    Colocado por: eu27por mim casava com comunhão geral de bens e depois de casar tenho intenção de que ela seja minha herdeira legitima, mas se o pai dela desconfia de mim, então não posso confiar nele. ou não é assim?
    Concordo EM ABSOLUTO.
    As pessoas desconfiadas não são de fiar.

    (nota: quando casarem, a sua mulher É, por lei, a sua herdeira legítima e universal... até que vocês tenham filhos ou você faça um testamento).
  12.  # 37

    uma historia curta : uma sexta feira cheguei a casa que eu estava a pintar e escutei um berreiro ,batendo,xingando,quebrando,fiquei parado a ver,
    o casal estava a brigar e chamaram a psp ,porque o escandalo estava demais e demorou uns minutos chegaram ,por mais de meia hora tentaram entar
    num acordo quando viram que não tinha acordo um deles disse : o contrato de arrendamento esta no nome de quem ? a senhora disse no meu
    -o agente disse ao senhor vc quer tirar alguma coisa sua dai de dentro ele disse :sim vou por no carro
    so porque o contrato de arrendamento esta no nome da mulher o homem saiu perdendo agora, imagina meter uma casa em cima dde uma coisa que nao esta no seu nome.
    abre o olho !!!!!!!!
    não é por mal, mas vc não sabe o que é capaz uma mulher pra lascar á vida de um gajo.
    vamos supor que um dia vc divorcie dela ,ela vai pensar; epá esse gajo vai ter parte numa coisa que foi um presente do meu pai .
  13.  # 38

    outro palpite compre um apartamento! vai ser só os dois
  14.  # 39

    eu27,

    Esqueça esse terreno... diga ao seu sogro que o guarde e um dia, se quiser, que o dê aos netos, porque se desconfia dele agora então é melhor responder-lhe que não o vai querer nunca, e nunca voltar a falar disso. E entretanto organize a sua vida de outra maneira, com o apoio do seu Pai ou como conseguirem. Se aceitar essa construção - à primeira pontinha de desentendimento vai-lhe aparecer esta história do terreno mais rápido que um fósforo.
  15.  # 40

    Boas eu27

    Está mais que óbvio que o seu sogro quer fazer com que o terreno seja sempre da filha. Visto ele não fazer o mínimo para esconder essa intenção, que tal tentar mostrar a ele de uma forma diplomática que não é muito justo o terreno ficar só em nome da filha dele, sendo que o seu pai iria financiar a construção para usufruto de vocês os dois, e nesse sentido quase ficavam "quites"? E ela, o que pensa? Não pode ajudar a convencer o pai? Uma conversa franca não poderia ajudar a abrir os olhos ao seu sogro?

    Ou então (seja rato) comece a achar defeitos no terreno para a convencer a começar a olharem para outras soluções :P

    É que estas coisas da "confiança" e "desconfianças" são normalmente umas boas pedras na engrenagem que não nos conseguimos livrar delas.

    1 abraço

    RG

    http://montedoregato.blogspot.com
 
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