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  1.  # 81

    Façam um estágio primeiro ....
  2.  # 82

    É normalíssimo o pai dela querer que o terreno fique só no nome dela. O que não é tão normal é que a casa paga pelo seu pai, fique no nome dos dois.
    Ora, o terreno está aqui a estragar o quadro todo. Se a casa vai ficar no nome dos dois (o que eu acho injusto), então o terreno tem que ficar no nome dos dois também. Se isso não é possível, mudem de terreno!!!
    Mais tarde quando os meus pais me derem dinheiro para comprar uma casa, ficará somente em meu nome!!! Não tem lógica os pais de alguém darem uma coisa tão valiosa aos filhos e essa coisa ficar também no nome dos companheiros dos filhos.
    Como a construção é dada pelo seu pai para ficar no nome dos dois (disparate!), então o terreno convém ser dos dois também. tÊm que arranjar maneira de ser dois 2. Esse ou outro!
  3.  # 83

    Marta
    Não me leve a mal, mas ainda bem que um dia os seus pais lhe vão dar dinheiro para comprar uma casa...espero que o seu futuro marido, se o tiver na altura, ache piada à ideia de casarem com separação de bens...ou então compre já essa casita, para estar o facto consumado antes sequer do primeiro beijo!
  4.  # 84

    becas: Namoro há 6 anos mas não tenho intenções de casar. Mesmo que um dia venha a casar será com certeza com separação de bens. Ele não é contra (nem podia ser!!!). Ele sabe como sou nesse aspecto, enquanto casados as coisas são dos dois, depois de divorciados cada um fica com as coisas que comprou. Acho que a separação de bens é o mais justo que pode haver. Se ficasse casada para sempre então a minha casa seria a casa do meu marido também. Em caso de divórcio obviamente que não lhe ia dar parte nenhuma de uma coisa para a qual não contribuiu.
    Não vejo mal nenhum na separação total de bens. O que interessa é o "durante o casamento" e nesse caso os dois usam e abusam das mesmas coisas.
    • riquer
    • 22 janeiro 2010 editado

     # 85

    Nisto, como em tudo, há que ser racional e não apostar em que "tudo vai correr bem".

    O meu exemplo: fiz contrato promessa de compra e venda de um apartamento ainda em planta, pouco antes de começar namorar com quem hoje é minha mulher. Ainda era estagiário na altura, mas os meus pais disponibilizaram-se para oferecer metade da casa. Além disso, se acabasse por não poder assumir esse ónus, serviria de investimento para eles.

    +de 3,5 anos depois (!) quando finalmente se aproximava a escritura, já namorava há 3 anos e tinha a certeza que casaria com ela.
    No entanto, considerando que metade da casa tinha sido oferecida, sempre me foi evidente que a casa ficaria em meu nome. Felizmente a minha situação contractual e nível de rendimentos permitiam-me muito facilmente suportar o empréstimo.

    No entanto, considerando que esse ónus duraria 30 anos e que, implicitamente, seríamos os 2 a suportar esse encargo, perguntei-lhe se via algum problema nisto e se, eventualmente, quereria perguntar ao pai dela se queria oferecer a outra metade, de forma a ficar logo em nome dos 2.

    Não viu qualquer problema nisso e penso que nem sequer colocou a questão ao pai.

    5 anos depois, o casamento está cada vez mais forte, como sempre tive a certeza que aconteceria.

    No entanto, ao fazer a escritura apenas em meu nome, garanti a salvaguarda do resultado do trabalho dos meus pais, mesmo para cenários que sempre me pareceram muitissimo remotos.
  5.  # 86

    Não é assim tão simples como apresenta, Marta, sobretudo com filhos e sobretudo quando é preciso o esforço dos dois elementos do casal para ter a casa, o carro, as mobílias...Quando se constrói uma vida a dois sem ajudas externas, os bens também são adquiridos a dois...eu, por ex. tinha um apartamento em meu nome, comprado antes do casamento e pago quase todo com o meu dinheiro, mas se queríamos mudar para algo melhor, se queria dar às minhas filhas uma vivenda com espaço para brincar e crescer, foi preciso vender o apartamento, pedir empréstimo e agora é tudo dos dois...a dívida e a casa!
    Imagine que não tinha recursos para comprar uma casa sozinha, mas o seu marido/namorado sim. A Marta viveria em casa dele, tinham filhos (eventualmente) e se se divorciassem...paciência, era problema seu arranjar uma casa para viver com os seus filhos...
    Claramente não é este o seu caso e portanto vai tudo correr bem! Felicidades é o que lhe desejo!
    Quanto ao nosso amigo eu27, espero que consigam pôr tudo em nome dos dois...neste caso, não vejo outra solução!
  6.  # 87

    Para mim nada mais simples. As pessoas é que complicam
    Já se sabe que se um casal pedir um empréstimo e pagar a dois uma casa, essa casa terá que ser dividida em divórcio. Se são coisas adquiridas pelos dois, então depois é dividido. Mas eu não referi esse aspecto. Eu referi quando as coisas são compradas por um, ou por outro, é justo que num divórcio cada um fique com o que comprou.
    E no caso dos nossos pais nos darem algo, era só o que faltava, em caso de divórcio, ter que dar metade ao meu marido de algo que os meus pais me deram. Por isso sou a favor de não se casar ou então casar com separação total de bens, O que não invalida ter que se dividir as coisas no caso de terem sido compradas pelos dois. Mas isso é justo.
    Nunca na vida iria pedir metade de algo que não tinha sido eu a comprar!

    Quanto ao eu27, a solução que eu vejo é comprar um apartamento com o dinheiro do pai e pô-lo somente no nome dele. Ou então comprar um terreno e construir (tudo com o dinheiro do pai). Mas parece-me que o eu27 quer tudo no nome dos dois. fica a perder... mas bem, o dinheiro não é meu!
  7.  # 88

    Marta D, eu tambem pensava como tu antigamente, mas a vida não é assim, preto ou branco. Como pensas um dia fazer a separação das coisas, no dia a dia de casada? "ah, hoje pagas tu a maquina da loiça, amanha pago eu as compras?" Isso não é viável e francamente acho triste viver uma vida inteira (supostamente) a fazer contas com o marido de quem deu o quê. Eu não tinha pachorra para isso...

    O meu marido, aquele que eu escolhi e amo, é parte de mim, como um todo. Se casei com ele é porque quero que ele seja a peça que encaixa na minha existencia, espirita, fisica e material, e não um adversário de contas...

    Mas claro, respeito as opiniões contrárias. O que importa é ser feliz :)
  8.  # 89

    +1
  9.  # 90

    Olhem só a quantidade de problemas que os casais que começam ambos do zero evitam! Curiosamente até acho que conseguem chegar a ser mais felizes do que aqueles que têm ofertas dos pais...
  10.  # 91

    O problema não está na oferta, mas nas "cobranças" que em geral vêm associadas...
  11.  # 92

    mais tarde as" bocas" k se recebe....não sei se vale a pena! Mas pensando bem ,menos uma divida para toda a vida ! eu27,tente levar as coisas de uma maneira diplomatica! Aconversar é k a gente se entende! Deixe o terreno passar para o nome da sua noiva e depois passem para o nome dos 2.
  12.  # 93

    o melhor: juntar dinheirinho e fazer aos poucos!! assim não a problemas nenhuns!
  13.  # 94

    MAS CAIDO DO CEU É MELHOR! ou melhor,dado pelos pais,,,, dá-se muito mais valor ao k nos custa sair da carteira ! As dores de cabeça a fazer contas aonde vamos desenrrascar o gaveto!
  14.  # 95

    ..é a lei da vida! quem pode pode!1...mas não me arrependo de querer fazer o que quero com o que tenho!!!
  15.  # 96

    lika..mas se tivesse esta oportunidade .....nao a aproveitaria??? infelismente tenho k lhe dar no duro para poder cumprir o meu sonho..mas se...caramba nem olhava para tras!
  16.  # 97

    se tivesse oportunidade..aceitaria uma pequena ajuda...não o custo completo..acho isso um abuso! mas é a minha opinião
  17.  # 98

    Tem toda a razão,posso estar a brincar com a situaçao mas a realidade é k só com o nosso esforço ,suor é k se dá valor ao k temos e conseguimos,
  18.  # 99

    ora ai esta..eu penso assim!...
  19.  # 100

    eu acho que o único sistema "normal" é o da comunhão de adquiridos. Aqui, o que foi doado a um dos elementos antes do casamento é considerado bem próprio e não é divisível em caso de divóricio. Mas a separação total de bens? Acho que é mesmo falta de confiança no companheiro.

    A minha casa foi construída, em grande parte, com dinheiro do pai da minha esposa. Emprestado. E a casa é dos dois. Nós simplesmente olhamos os nossos rendimentos como comuns. Não interessa quem os obteve.

    Acho que só assim é possível ser verdadeiramente feliz
 
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