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  1.  # 121

    Colocado por: ouriça
    Neste momento eu pago a casa, pago o condomínio e outra coisa... ele paga o carro, a gasolina e o seguro, mais a comida, mais a electricidade, gas, água e meo
    .
    eu quando for grande vou fazer parecido com a Marta, eu pago a casa (que é minha) e quando me separar tenho-a só para mim e até lá vivo às custas do meu namorado que andou a pagar-me as contas (carro, comida, etc.) menos mal para ele que assim nem andou a pagar alojamento :)


    A conversa está a ir para caminhos pouco agradáveis. Ora então, já insinuam que eu vivo às custas do meu namorado? Onde já se chegou aqui...
    O carro é dele (ora aqui está mais uma separação), por isso não tenho sequer que o pagar. Cada um divide as contas como quer. Se estiverem de comum acordo porque razão tem uma pessoa como você vir para aqui dizer que vivo às custas dele? Ninguém vive às custas de ninguém quando se trata de uma família!!! Enquanto a família estiver unida tudo corre bem, não há cá cobranças disto e daquilo.
  2.  # 122

    Colocado por: naar
    Colocado por: MartaDParamonte,

    Existe separação de despesas, existe separação de rendimentos, como você disse. Mas são dois lados que trabalham para um só. As contas que eu pago e as contas que ele paga, é só uma maneira de gerir a família. Porque trabalhamos os dois para a união. Sou totalmente contra contas em conjunto. Quero ter o meu dinheiro e geri-lo como quiser, depois de ter as contas todas pagas. Não me quero justificar cada vez que mexo na conta bancária.


    Se um dia hipotéticamente ficar desempregada como fará para pagar a SUA parte das despesas ?


    Isso de eu ficar desempregada é impossível, mas engraçado ter falado nisso pois quem está desempregado é ele. O que não mete piada nenhuma pois já faz mais de um ano que estamos nesta situação.
  3.  # 123

    é por isso k este tipo de sistema não me entra na cabeça! soa um pouca a ...egoista. mas é a sua maneira de pensar. somos livres de pensar como kisermos. o k está em jogo é a vida do eu27 e como resolver este inbróglio.
    • naar
    • 26 janeiro 2010

     # 124

    Colocado por: MartaD
    Colocado por: naar
    Colocado por: MartaDParamonte,

    Existe separação de despesas, existe separação de rendimentos, como você disse. Mas são dois lados que trabalham para um só. As contas que eu pago e as contas que ele paga, é só uma maneira de gerir a família. Porque trabalhamos os dois para a união. Sou totalmente contra contas em conjunto. Quero ter o meu dinheiro e geri-lo como quiser, depois de ter as contas todas pagas. Não me quero justificar cada vez que mexo na conta bancária.


    Se um dia hipotéticamente ficar desempregada como fará para pagar a SUA parte das despesas ?


    Isso de eu ficar desempregada é impossível


    Não me diga que tem a melhor profissão do mundo? É HERDEIRA!!!! :))
    •  
      MartaD
    • 26 janeiro 2010 editado

     # 125

    O que a mim não me entra na cabeça é meter no nome dos dois, coisas que são só de um. É tão válido para o lado dele, como para o meu lado.
    Por isso não compreendo porque quer o eu27 colocar metade da casa dele (que o pai vai pagar) em nome da namorada. Mas, mais uma vez, cada um vive como quiser desde que em comum acordo.
    Já disse que não sou a Madre Teresa para estar preocupada com o futuro do meu namorado em caso de separação. Enquanto estamos juntos a coisa funciona.
    Só vejo uma razão para o eu27 querer dar metade da casa dele à sua namorada. Está preocupado com a vida dela depois da separação e quer que ela leve alguma coisa para se poder sustentar na vida. De resto, qual seria a razão para meter a casa no nome dela também? De que serve um papel a dizer que a casa é dos dois? Isso não é certo quando se está junto? claro que é. Esse papel a dizer que a casa é dos dois só vai servir para a separação.

    Não devo ser a única egoísta no mundo, senão o regime de separação total de bens ,não existia.

    Acho piada à mulherada que enquanto ama cegamente , está tudo bem, é o paraíso, o marido é a melhor pessoa do mundo. Quando atravessam a separação começam a voar os pratos, a proibir filhos de verem o pai, e a chamarem todos os nomes imaginários ao ex-marido, que num passado de sonho, era a sua alma gémea.

    Como disse, sou precavida. A vida não é perfeita, as relações não são perfeitas.
  4.  # 126

    eu disse vou fazer parecido :)
    • aeglos
    • 26 janeiro 2010 editado

     # 127

    Martad,

    Não li na thread se tinham ou não filhos (também não li tudo) , mas na eventualidade de terem filhos como vão fazer? Se ele(a) se parecer mais consigo paga a Martad o colégo, se for mais com o Pai paga ele? O tipo os primeiros 6 meses pago eu o leite, os segundos paga ele as Papas? Ou se for ao pediatra é consigo, mas óculos se precisar .... ui isso já é com o Pai?

    Nunca tinha ouvido nenhuma relação estável com esse tipo de gestão financeira dos bens comuns.. mas sempre a aprender.
  5.  # 128

    Colocado por: aeglosMartad,

    Não li na thread se tinham ou não filhos (também não li tudo) , mas na eventualidade de terem filhos como vão fazer? Se ele(a) se parecer mais consigo paga a Martad o colégo, se for mais com o Pai paga ele? O tipo os primeiros 6 meses pago eu o leite, os segundos paga ele as Papas? Ou se for ao pediatra é consigo, mas óculos se precisar .... ui isso já é com o Pai?

    Nunca tinha ouvido nenhuma relação estável com esse tipo de gestão financeira dos bens comuns.. mas sempre a aprender.


    Nós temos pagamentos fixos conforme o que cada um ganha de modo a equilibrar as contas todas. Quem ganha mais, paga mais contas. Por outro lado, quem ganha mais também fica com mais dinheiro pois sobra mais (apesar de pagar mais).
    Como vêem, há por aí muitos métodos para gerir uma vida em família. E fantástico, nunca discutimos por causa de dinheiro pois as coisas estão bem definidas assim e nem se chega a falar de contas porque cada um é responsável por pagar o que lhe coube (na rifa!!!! ).
  6.  # 129

    Eu é que não queria a Sra Marta para nada, senão vejamos:

    ''Ele paga sempre o supermercado e geralmente todas as contas.''
    Parece-me justo, sim Sra...

    ''Cada um paga as coisas que tem a pagar. A gasolina, seguro, supermercado e contas da casa, paga sempre ele.''
    Dass, você achou um homem muito bom(para si), use e abuse!

    ''E enquanto estivermos juntos as coisas são dos dois. Quando nos separarmos não há complicação com partilhas porque sabemos exactamente o que cada um comprou cá em casa. Parece-me um método bastante simples.''
    Enquanto estiverem juntos ele vai pagando as despesas, quando se separarem ele vai de pau a abanar para o olho da rua...ah e leva as mobílias velhas!. Método bastante justo, ou será antes...INTERESSEIRO!

    ''Eu escrevo sobre a realidade que vivo. Obviamente que o meu namorado concorda com isto tudo pois nem sequer lhe passa pela cabeça que um dia nos podemos separar, logo, não pensa nessas coisas de partilhas.''
    Pois concorda, e claro que nem lhe passa pela cabeça separarem-se, já você está com medo de dividir aquilo que ele também está a pagar... a VOSSA casa!

    ''Ele paga umas contas, eu pago outras. Neste momento eu pago a casa, pago o condomínio e outra coisa... ele paga o carro, a gasolina e o seguro, mais a comida, mais a electricidade, gas, água e meo.''
    Parece-me justo, você vai investindo e ele vai mantendo o seu investimento, quando se separarem você fica com a casa e ele fica com o pau, porreiro porreiro...

    ''Num casamento ninguém tem que sair a lucrar!!!''
    A não ser você! Vamos lá recordar o conceito de igualdade, e rapidamente chegamos à conclusão que você tem aí uma mina de ouro, um homem disposto a dar-lhe o dinheiro, as calças, o cinto e os tomates de mão beijada! Aproveite, tenho dito...

    ''A conversa está a ir para caminhos pouco agradáveis. Ora então, já insinuam que eu vivo às custas do meu namorado? Onde já se chegou aqui...''
    Ora que maus, afinal você vive às contas do seu namorado e ainda a aborrecemos com as verdades...olhe faça beicinho.

    ''O que a mim não me entra na cabeça é meter no nome dos dois, coisas que são só de um. É tão válido para o lado dele, como para o meu lado.''
    Não entra porque a senhora é do mais egocentrista, egoísta ou egolatrista que pode haver! Será que não entende que se ele lhe paga as despesas TODAS enquanto você canaliza o seu dinheiro para pagar o apartamento está claramente a enriquecer à custa dele? O meu conselho para o seu namorado, ele que abra bem os olhos e tenha cuidadinho com a bomba relógio que tem em casa! Já agora quando acaba de pagar o apartamento? :)

    ''Nós temos pagamentos fixos conforme o que cada um ganha de modo a equilibrar as contas todas. Quem ganha mais, paga mais contas.''
    Elaa, isso é que é a igualdade no seu melhor!

    ''E fantástico, nunca discutimos por causa de dinheiro pois as coisas estão bem definidas assim e nem se chega a falar de contas porque cada um é responsável por pagar o que lhe coube (na rifa!!!! ).''
    Não se sinta ofendida mas o seu namorado é mesmo burro, e pelos vistos ainda não percebeu bem o que lhe calhou ''na rifa''!
    Estas pessoas agradeceram este comentário: aeglos, sonhos, technos
  7.  # 130

    LOL
    • Ed-l
    • 27 janeiro 2010

     # 131

    Calma, calma foristas a questão inicial do post é o problema do sogro do eu27 e não da Srª Marta, o que é bom saber é como muita gente pensa e se orienta. Agora para rir uma anedota..

    Entra o pai com a filha numa loja de brinquedos para comprar uma Barbie, tinha vários modelos, barbie vai as compras, barbie vai ao cableireiro, barbie vai ao ginásio etc... e todas elas custavam 19,99€ excepto a barbie divorciada que custava 499,00€, o pai incrédulo questiona a vendedora da loja sobre o porquê da diferença, esta responde :
    Sabe, a barbie divorciada trás o carro do Ken o barco do Ken, a casa do Ken, etc etc.
    •  
      MartaD
    • 27 janeiro 2010 editado

     # 132

    Realmente isto já roça o absurdo. Vim para este fórum a respeitar todos os users daqui e só recebo ofensas e faltas de respeito. Quando não conheço a vida de uma pessoa não falo como se soubesse tudo. E muito menos ofendo as pessoas. Facto estranho aqui neste fórum porque pensei que as pessoas fossem mais adultas.

    tiagoagfaria: Não me queria para nada? Não faz mal. Não o conheço de parte nenhuma e não pretendo formar mais nenhuma família.
    Quanto ao meu namorado ser burro, pelo contrário...
  8.  # 133

    Calma...
    Podem concordar ou não com a MartaD, mas niguém tem o direito de dizer que o "modo" de eles enquanto casal se organizarem é isto ou aquilo. Isso é lá com eles! Cada um sabe de si.
    Pessoalmente, um sistema desses acho-o completamente inviável para fazer eu fazer vida de casal. Mas isso sou apenas eu... A teoria do isto é meu e aquilo é teu até me arrepia!
  9.  # 134

    Ninguém diz : "Isto é teu, isto é meu" Simplesmente vamos comprando as coisas que são precisas. E como temos contas separadas, cada um compra uma coisa. Mas em caso de separação é fácil dividirmos porque sabemos quem comprou o quê. No entanto, como casal, não interessa quem comprou o quê. Só vai interessar em caso de separação.

    Mas esta conversa toda foi para eu conseguir explicar o porquê de não concordar que o eu27 meta a casa dele em nome da namorada também (visto ser paga pelo pai dele). Quando me derem uma casa não vou estar a meter a casa também no nome do meu namorado. Se foi uma coisa dada pela família, estará somente no meu nome. O que tem bastante lógica.
    •  
      FD
    • 27 janeiro 2010

     # 135

    Peço aos intervenientes que tenham respeito por opiniões divergentes.

    Como diz no Guia de Participação:

    Não deve insultar, julgar, menosprezar ou censurar pessoas mas, pode discordar de ideias, conceitos ou princípios abstractos, fundamentando sempre que possível a sua perspectiva.

    * Exemplo do que se deve fazer:
    "Não concordo com essa forma de fazer as coisas porque pode acontecer isto ou aquilo".

    * Exemplo do que não se deve fazer:
    "Só um estúpido como você é que faz as coisas assim".

    Como é lógico, e só não percebe isso quem não quer, a MartaD deverá ter as suas razões para fazer as coisas como faz.
    Seja como for, nada justifica que a ataquem da forma como estão a fazer. Por momentos, lembrou-me a idade média e a caça às bruxas...

    Por isso, não queiram um dia ser a minoria quando são agora a maioria. ;)
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Ed-l
  10.  # 136

    Eu também acho que não faz qualquer sentido - para mim, note-se - o sistema da Marta. Mas não sou ninguém para criticar. Aliás, qualquer sistema é bom desde que resulte. E se, para eles, resulta, então é bom.
  11.  # 137

    Colocado por: FDlembrou-me a idade média e a caça às bruxas...

    Bons tempos...
  12.  # 138

    O que as pessoas se esquecem é que a vida dos outros tem razões que se deconhecem. A vida dos outros não é feita à nossa imagem. Apesar de ter dito muito sobre mim, não disse tudo. E se não disse tudo não se podem tirar conclusões sobre nada. E mesmo que tirem as conclusões é bom que as façam com respeito pois nunca me passou a mim pela cabeça ofender ninguém daqui.
    Enquadrei o meu modo de pensar no caso do eu27 pois ele quer fazer exactamente o contrário do que eu faria. E nunca lhe faltei ao respeito, apesar dele ir fazer uma coisa que eu NUNCA faria (colocar também no nome da namorada uma casa que o pai dele vai pagar).

    Realmente, não entendo certas pessoas. gostam de vir para aqui atacar os outros?
  13.  # 139

    Já que estamos um pouco off topic, continuamos assim.

    Ter uma única conta conjunta é uma má solução, tipo, "Vais outra vez ao cabelereiro?" ou "Vais outra vez ver a bola?".
    Acho que ninguém fica à vontade.

    Ter cada um a sua conta e dividir despesas, também é uma má solução. Que garantias é que há de que cada um paga o mesmo valor? E se um deles pagar apenas consumíveis, em caso de divórcio fica com o quê?
    Tenho um cunhado que fazia isso com a ex. e ela no divórcio ficou com metade do valor da casa entretanto pago (apesar de nunca ter pago um cêntimo relacionado com ela: prestação, água, electricidade....) e ficou com bem mais de 50% da decoração (até os piaças foram).....

    E porque não:
    - cada um tem a sua conta privada onde recebe o vencimento e faz as suas despesas privadas (cabelereiro, bola, ....)
    - uma conta conjunta onde todos os meses cada um mete lá um certo valor (igul ou proporcional ao vencimento) e todas as compras e gastos comuns serão feitos nessa conta.
    Assim, tudo o que foi comprado é dos dois e tudo o que foi consumido foi pago pelos dois.

    Em caso de divórcio, o que existe foi pago pelos dois e cada um fica com metade (física ou valor).

    Acho que é o método mais simples e mais justo para todos.
  14.  # 140

    mafgod, organizamo-nos melhor assim. Já tentámos isso da terceira conta mas não valia a pena. Acredite que não há injustiças, pagamos os dois basicamente o mesmo em despesas. Isso de comprar electrodomésticos e outras coisas com o dinheiro dos dois vai ser muito complicado para dividir em caso de separação. Não podemos cortar a TV ao meio, por exemplo. Assim, se eu quiser comprar uma TV para o quarto, que por acaso quero comprar, em caso de separação , fica comigo. E a TV da sala que foi ele que comprou, fica com ele.
    É um método simples, porque como eu disse, AGORA não interessa quem comprou o quê. É dos dois. Interessa depois numa eventual separação. Se nunca nos separarmos fica tudo dos dois para sempre!
    Ele paga o carro DELE, que por acaso foi a minha mãe que deu metade e no entanto está no nome dele. O que eu posso achar um bocadinho injusto. Mas bem... como ando também dentro do carro...
 
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