Colocado por: joaoamaral98Boa tarde,
Parece que o meu caso vai ter mesmo que ir para tribunal
Esta semana, fui confrontar o empreiteiro com os trabalhos, que estão em falta. Diga - se que é mesmo pouca coisa, não esperava a reação dele ( diga-se que é uma pessoa mesmo pouco acessível, desde de março que não atendia o telemóvel), e disse-me na cara que não nos estava para aturar por coisas mínimas, e que não as iria fazer.
Só que eu até ao fim do mês tinha que tar na casa,mas esta ainda não tem água, ( ele pediu me para meter contador de obras) pois ainda não meteu as licenças.
O meu receio é o que falei no tópico inicial, ter passado algumas faturas sem nome, ( no entanto temos um papel como ele recebeu esse dinheiro).
Pela vossa experiência acham que tenho hipóteses de perder em tribunal?
Eu só queria que ele já tivesse as licenças e a casa pronta, visto que a casa já teria que ter sido entregue pronta no dia 28 feveiro ( com penalização de 50 euros por dia em caso de atraso), pois a casa é chave na mão.
Espero não tar um texto confuso
Colocado por: callinas
Quem " mete as licenças" é o dono de obra, neste caso, você.
Colocado por: NTORIONPelo q percebi já a comprou em construção...
Colocado por: joaoamaral98
Quando comprei tava em estrutura, e o negócio foi feito por 177500, com IVA incluido,
Colocado por: joaoamaral98
Quando comprei tava em estrutura, e o negócio foi feito por 177500, com IVA incluido,
Colocado por: NTORION
Não percebo o que fez. Isso não tem iva. Tem imt... Que escritura fez? Nem você nem o empreiteiro sabem o que fizeram.
Colocado por: ghost12
A construção está a ser feita com o projecto em seu nome ou da empresa de construção? Se for em nome da empresa será feita uma escritura no final e os pagamentos que você faz não precisam de factura, penso eu... Você não fez um CPCV com o empreiteiro?
Colocado por: J.Fernandes"Só a TAP nos pode Salvar!" deve ser a frase mais ridícula que ouvi nos últimos tempos. Era muito mais exato afirmar que a TAP tem sido um poço sem fundo para os contribuintes e um travão ao desenvolvimento do turismo.
Colocado por: ibytVamos então fazer o seguinte exercício: imaginemos que as Low-Cost deixam de voar para Portugal, reduzem imenso a oferta ou vão à falência. O que devemos fazer para que o sector do turismo não seja destruído?
Colocado por: ibyto sector do turismo não seja destruído?
Colocado por: PickaxeVocê tem alguma dificuldade em perceber o mercado. Se desaparecerem as padarias da sua localidade, (vão todas à falência, por exemplo), acha que o pessoal da tua terra vai ficar sem pão fresco todos os dias?
Colocado por: NTORIONO mercado autoregula-se, havendo procura há oferta. Nenhuma companhia podendo obter lucro nessas viagens deixa de as oferecer.
E caso seja preciso o estado pode subsidiar, como fez em tempo para a Madeira e Açores
Colocado por: ibytComparar o mercado dos bens essenciais com o do turismo é inovador.
Colocado por: PickaxeNão interessa se é um bem essencial ou turismo, se existir procura a oferta também aparece.
Colocado por: ibyt
Conhece o conceito do "Elasticidade preço da procura"?
Colocado por: PickaxeIsso vai de encontro à sua teoria, visto que a TAP tem preços mais caros do que as Low cost.
Colocado por: ibytPara mim a TAP está ao mesmo nível das centrais de carvão e da refinaria de Matosinhos. Se tudo correr bem mais vale fechar porque o rácio custo-benefício não é vantajoso. Só têm valor quando as coisas correm mal.
Fechar as centrais a carvão só seria um problema se o preço do gás subisse muito;
Fechar a refinaria de Matosinhos só seria um problema se houvesse uma quebra mundial nos produtos refinados;
Deixar que a TAP vá à falência só será um problema se as Low-Cost não reduzirem muito a oferta;