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  1.  # 21

    Colocado por: DR1982Em Espanha faz se como em Portugal, na alemanha tambem, na Suíça tambem ja fiz como em Portugal


    Em moradias? Com 2 andares no maximo?
    De tudo que ja vi nunca apanhei isso. De 3 andares para cima ja é diferente
  2.  # 22

    Colocado por: marcocar

    Em moradias? Com 2 andares no maximo?
    De tudo que ja vi nunca apanhei isso. De 3 andares para cima ja é diferente
    Sim moradias.
  3.  # 23

    Com todas estas opiniões e com as opiniões que perguntei fora do fórum, chego à conclusão do seguinte:
    Moradias com menos de 3 andares e vãos menores que 8 metros, pode se colocar o bloco primeiro sem qualquer complicação.
    Mais que o ponto anterior, começar sempre por estrutura.

    Claro que são tudo exemplos gerais, e vão depender de obra para obra. O ideal é sempre estrutura em primeiro lugar.

    No caso da minha moradia, vamos fazer modelo híbrido, pois tenho uma parte da moradia com vãos grandes e inseridos em varandas e outra parte que não.
  4.  # 24

    Na construção tradicional, é mais económico fazer em alvenaria estrutural, colocando varões de aço de 3 em 3 fiadas. E lajes aligeiradas.

    Ao preço a que anda a mão de obra da cofragem (muito escassa), construir em malha estrutural de pilares e vigas sai caríssimo.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: luissilvestre
  5.  # 25

    Colocado por: marcocarA frança tem zonas de mesma sismicidade que portugal, e os blocos e tijolos que se usam aqui e a maneira de os assentar sao validados pelo cstb e obedeczm as mesma regras de calculos que usam em portugal.
    Sao normas europeias.

    Está enganado.. Nos temos que atender ao eurocodigo, tudo certo, mas com especificidades para Portugal, nomeadamente o Sul e ilhas (risco sísmico elevado e muito elevado).
  6.  # 26

    Colocado por: marteloescoproNa construção tradicional, é mais económico fazer em alvenaria estrutural, colocando varões de aço de 3 em 3 fiadas. E lajes aligeiradas.

    Se as coisas fossem tão simples quanto isso. tudo tem de ser adequado , logo em projecto de arquitetura e a engenharia saber executar os calculos para alvenaria resistente, e depois em obra saber tomar conta dos detalhes necessários e utilizar o materias apropriados...
  7.  # 27

    Os eurocodigos sao para todos os paises iguais se nao estou enganado?
    Aqui no massif central, zona vulcanica e forte sismicidade (tanto como em portugal)
    Os tijolos para alvenarias com bloco pilar e lintel funciona respeitando todos os eurocodigos...
    Os pilares sao mais pequenos mas leva de cada lado de cada vao/ abertura, em paredes corridas tem é um pilar a todos 6m, et. Etc
    Respeita tudo e muito mais simples..
  8.  # 28

    Colocado por: marcocarOs eurocodigos sao para todos os paises iguais se nao estou enganado?

    Está mal informado.
    O eurocodigo 8, tem um anexo, com os requisitos específicos para Portugal
  9.  # 29

    Colocado por: Pedro Barradas
    Está mal informado.
    O eurocodigo 8, tem um anexo, com os requisitos específicos para Portugal


    Muito obrigado! Nao sabia desse pormenor.
    Os arquitetos e engenheiros com quem falo aqui em frança nunca me falaram nisso.
    So dizem que logo que os tijolos ou blocos estruturais tenham validaçao do cstb e outra norma europeia para construçao anti sismica, o resto era 'simplesmente' calculos para respeitar o eurocodigo 8.
    Mas tambem os blocos e tijolos usados aqui sao muito mais resistentes do que os de portugal.
  10.  # 30

    Colocado por: marcocarSo dizem que logo que os tijolos ou blocos estruturais tenham validaçao do cstb e outra norma europeia para construçao anti sismica, o resto era 'simplesmente' calculos para respeitar o eurocodigo 8.

    Mas Isso é verdade... Eu não disse que era impossivel, disse que era dificil, que é complicado, que acaba muitas vezes por condicionar tanto que não se justifica face a construção tradicional porticada....
    A primeira obra realizada em Portugal com alvenaria resistente, foi uma obra publica, em 1998. Foi um objecto de estudo, tanto para a equipa projectista ( o eng. de estruturas era docente/ investigador na Universidade do Minho - Salvo erro o eng. Paulo Lourenço) como para o empreiteiro. Em 1998, não havia o eurocódigo.
  11.  # 31

    E alvenaria estrutural não é Eurocódigo 2, é o 6
  12.  # 32

    Colocado por: RicardoPortoE alvenaria estrutural não é Eurocódigo 2, é o 6

    Correcto mas tem de usar também o EU8 (acçoes sismicas) certo?
  13.  # 33

    Os EUrocodigos terão sido transpostos e adaptados os anexos correspondentes em Portugal >2004

    Programa de Publicação

    O programa de publicação dos Eurocódigos Estruturais, concluído em maio de 2007, compreende 58 Normas Europeias, tal como se resume no Quadro 1, no qual se identifica, muito sinteticamente, o âmbito de cada um dos Eurocódigos, o seu número de Norma Europeia (EN) e o número de Partes em que se subdividem.
    Uma vez que, frequentemente, tal dá origem a confusão, convém referir que a numeração dos Eurocódigos (EN 1990, EN 1991, etc.) nada tem a ver com datas ou anos de publicação; na realidade, a sequência 1990 a 1999 reflete apenas uma sequência de dez números que, quando foi necessário atribuir a numeração de normas aos Eurocódigos, o CEN entendeu reservar para estas normas.

    Quadro 1 – Programa de publicação dos Eurocódigos

    EN 1990 EUROCÓDIGO relativo às bases para o projeto de estruturas
    EN 1991 EUROCÓDIGO 1 relativo às ações em estruturas
    EN 1992 EUROCÓDIGO 2 relativo ao projeto de estruturas de betão
    EN 1993 EUROCÓDIGO 3 relativo ao projeto de estruturas de aço
    EN 1994 EUROCÓDIGO 4 relativo ao projeto de estruturas mistas aço-betão
    EN 1995 EUROCÓDIGO 5 relativo ao projeto de estruturas de madeira
    EN 1996 EUROCÓDIGO 6 relativo ao projeto de estruturas de alvenaria
    EN 1997 EUROCÓDIGO 7 relativo ao projeto geotécnico
    EN 1998 EUROCÓDIGO 8 relativo ao projeto de estruturas para resistência aos sismos
    EN 1999 EUROCÓDIGO 9 relativo ao projeto de estruturas de alumínio

    Da análise do Quadro 1 constata-se que, dos 10 Eurocódigos, quatro deles têm um caráter transversal: o Eurocódigo relativo às bases para o projeto (por vezes designado por "Eurocódigo 0”) e os Eurocódigos 1, 7 e 8. As diferentes Partes do Eurocódigo 1 referem-se aos diversos tipos de ações em estruturas, não englobando, no entanto, as ações geotécnicas (tratadas no Eurocódigo 7) e a ação sísmica (tratada na Parte 1 do Eurocódigo 8, conjuntamente com as regras específicas relativas aos sismos a adotar para estruturas de edifícios realizadas com diferentes materiais).
    Nos Eurocódigos relativos ao projeto de estruturas realizadas com diferentes tipos de materiais (Eurocódigos 2 a 6 e 9), para além das regras gerais a adotar no cálculo de estruturas correntes, as diferentes Partes cobrem aspetos diversos, tais como, a verificação da resistência ao fogo das estruturas e o projeto de estruturas especiais (pontes, chaminés, silos, estruturas de suporte, reservatórios, etc.).

    É importante também ter em atenção as limitações de aplicação dos Eurocódigos, estabelecidas nomeadamente no Objetivo e no Campo de Aplicação dos diversos documentos. A título de exemplo, a EN 1990 relativa às bases de projeto, estabelece, entre outras limitações, que, para o projeto de obras especiais (barragens, centrais nucleares, estruturas offshore, etc) poderão ser necessárias disposições complementares não incluídas nos Eurocódigos e que a norma não se aplica a projetos nos quais estejam envolvidos materiais ou técnicas inovadores; para além disso, na secção relativa aos Pressupostos, a EN 1990 estabelece diversas condições relativas à qualificação dos projetistas, à execução das estruturas, aos materiais utilizados e à manutenção das estruturas.


    Info:
    http://www.lnec.pt/pt/servicos/normalizacao-e-regulamentacao/normalizacao/ct-115-eurocodigos-estruturais/
    Estas pessoas agradeceram este comentário: snob
  14.  # 34

    Certo Pedro. E cada EC tem os respectivos anexos nacionais com o que se aplica e quais coeficientes.

    E o EC6 para aplicação em Portugal nunca vi nenhuma obra cá.. enquanto na Itália se vem bastantes, até pilares em alvenaria
    Estas pessoas agradeceram este comentário: snob
  15.  # 35

    Logo se eu bem entendo a coisa,
    Imaginemos o meu projeto que quero construir em tijolos porotherm, certificados cstb para zonas sismicas.
    A estrutura tem de ser calculado seguindo EC6 ( alvenaria estrutural) mais o EC8?

    Construindo tudo com bloco pilar, bloco lintel, e bloco resistente proprio para alvenarias estruturais fica tudo ok?
  16.  # 36

    Colocado por: marcocarbloco pilar, bloco lintel,
    Se do assim para que precisa dos blocos estruturais, dessa forma acho que a coisa é calculada normalmente,
    A única diferença é que são os blocos a fazer a cofragem
    Concordam com este comentário: Pedro Barradas
  17.  # 37

    Colocado por: marcocarA estrutura tem de ser calculado seguindo EC6 ( alvenaria estrutural) mais o EC8?

    Construindo tudo com bloco pilar, bloco lintel, e bloco resistente proprio para alvenarias estruturais fica tudo ok?


    O eng. de estruturas é que lhe vai dizer o que é necessário e como. ( o problema é apanhar um que saiba dimensionar, ou queira sequer dimensionar em alvenaria resistente).
    Concordam com este comentário: fernandoFerreira
  18.  # 38

    Colocado por: Pedro Barradaso problema é apanhar um que saiba dimensionar, ou queira sequer dimensionar em alvenaria resistente


    Concluindo, ainda não há módulo cype para isto:).
  19.  # 39

    Nem precisa.. basta o Excel
  20.  # 40

    Muitos, infelizmente, já nem sabem usar essa ferramenta.

    Colocado por: RicardoPortoNem precisa.. basta o Excel
 
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