Colocado por: AMG1Acho que continuamos a laborar no passado pré 2012. Até aí os bancos podiam endividar-se a vontade para emprestarem sos clientes e faziam-no nalgund casos sem limite. Noutros nao ficavam com os creditos no balanço porque os vendiam mal os contrataram. Isso fazia com que o racio de transformação dos activos em passivos (capitais proprios+depositos vs credito) fosse nalguns casos estratosferico. Ora hoje nada disto e possivel, pode nao parecer, mas muito mudou na regulamentação bancária na sequencia da ultima crise. Os vicios de gestão e infelizmente a fraca exigência dos clientes é que nao.
Colocado por: CL1990
Não é preciso pesquisar muito para ver vários artigos de opinião do início de 2022 a falar nisso.
Colocado por: Carvai
É assim, no BCP e CGD o que pagam não cobre as despesas bancárias.
No Eurobic continuam entre 0,5 e 0,8 mas não pago despesas.
Os Certificados de Aforro andam entre os 1,2 e 1,5. Já tive uns Certificados de divida publica que deram emtre 3 a 5 porque estavam indexados ao PIB, mas já não existem.
Os PPR as seguradoras já mos devolveram sem eu pedir.
As rendas de casa têm dado entre 3 e 5 limpos mas com muitas cautelas.
Colocado por: N Miguel OliveiraO Estado e a burocracia deviam deixar de ser uma pedra no sapato para as empresas
Colocado por: AMVPA burocracia na administracao publica foi criada para defender os cidadaos de uma posicao dominante, o apelidado estado. Para que os cidadaos perante circunstancias iguais obtenham sempre o mesmo resultado.
Colocado por: N Miguel OliveiraBaixar IRC? Nunca na vida...
Colocado por: N Miguel OliveiraAcho que está a confundir burocracia com legislação.
Colocado por: AMVPNao estou nao. Pode pesquisar sobre o tema, se pretender é claro, mas garanto-lhe que nao estou a confundir-me.OK. Acho que já me basta a burocracia que vejo no Urbanismo, onde por vezes tem tantas regras para instruir um processo, como legislação relacionada com a obra em si (distâncias, áreas, índices, etc). Não me parece que seja muito diferente do resto, quando para pedir uma coisa precisa dum papel A, para ter o B, para ter o C, quase sempre com informação repetida, como que se fosse muito difícil as Finanças/Conservatória/Seg. Social/SNS/etc, etc partilharem informação... Vê-se quem se candidata a algum apoio estatal. Ou em coisas simples, como "meter luz ou água em casa". Muito tempo perdido. Vejo as coisas funcionarem de modo mais simples e rápido fora, sem que isso traga algum tipo de injustiça. Em PT é cansativo, desvia o foco do que realmente interessa, parte do tempo que se poderia usar para produzir é usado apenas para justificar o abusado tamanho do Estado em certas coisas.
Colocado por: carlosj39O artigo não é mau, mas como é adivinhatório há que ponderar..
Como é que eles podem escrever assertiva mente que pt será o primeiro país europeu a rebentar a bolha imobiliária , quando a procura continua em alta não obstante algum arrefecimento pelo encarecimento do Crefito habitação?
Pois se já está até anunciado pelo Costa um apoio aos créditos habitação...
Aliás o novo imposto que já se tenta andar a impingir á opinião pública, o saque que é o imposto de selo às transferências bancárias, tem que financiar isto e muito mais (incluindo os sucessivos pacotes de ajudas de 15 milhões á comunicação so(u)cial, que é para convencer aqueles que ainda duvidam que vivemos numa democracia de fachada e não numa.. ditadura).
Colocado por: lardocelarEu continuo a ver casais que não ganham 2K€ líquidos por mês a almejar o "novo normal" que são apartamentos a >=200K€...Só por curiosidade, no seu entender têm alternativas?
Colocado por: HAL_9000Só por curiosidade, no seu entender têm alternativas?
- Eu por exemplo optei por vir morar para um local em que demoro 1:30h de transportes até ao trabalho, para comprar algo dentro do que eu queria pagar. Mas sei que isso é impensável para a grande parte das pessoas (ha dias um forista dizia que 27 min de transporte não era qualidade de vida, o que diria de 90 :)).
Por isso pergunto, para manter o mínimo de qualidade de vida, a nossa conjuntura salarial vs preço da habitação deixa alternativas a esses casais que fala?
Colocado por: lardocelar
Eu diria que a primeira grande alternativa era as pessoas terem juízo :).
O facto de o dinheiro ter estado barato até ao dia de hoje levou muita gente a embarcar em investimentos cada vez mais altos.
Mas note que os bancos não apontam armas a ninguém e, por isso, a culpa de tudo isto é do comum comprador.
Se eu hoje compraria ao "novo normal" ? Nunca na vida.
Alternativas: procurar muito, chatear muitas imobiliárias e proprietários e, um dia, aparece um imóvel a um preço interessante.
Dá muito trabalho mas é possível. Mesmo nos dias de hoje.
Como é evidente quanto maior for o leque geográfico onde aceitamos procurar, melhor.
Colocado por: pcspinheiro
Ainda que não seja dirigido a mim, posso falar de mim. Tenho 44 anos, casa paga e dois carros pagos, e os miúdos num colégio privado. Não há segredos: não houve heranças, ninguém me dá nada não roubo a ninguém. No entanto, ao contrário de muitos que conheço e vejo, vivo abaixo das minhas possibilidades. Sim, tenho desde que me doutorei um salário acima da média para Portugal (investigador) e vivi no estrangeiro onde ganhava um pouco melhor (se bem que com impostos mais pesados), mas o que sempre fiz foi ser poupado. Não quer com isto dizer que vivo ou vivi mal, NUNCA! Mas, por exemplo, compramos um carro em 2001 que, apesar dos quase 400.000 km, ainda anda sem dar chatices de maior e mantive-o. Trato eu dele, porque gosto de mecânica e porque poupo rios de dinheiro. Temos outros outro agora, mas sempre que possível meto kms (e areia da praia) no velho.
Quando voltamos a Portugal com poupanças "jeitosas" não fomos comprar um T4 no centro de Coimbra e, mesmo dando-as de entrada, ainda ficar com um crédito para 20-30 anos; fomos para a periferia, compramos na mesma um apartamento grande, moderno e numa zona tranquila e pagamos logo quase tudo. Sim, demoramos 15-20 min a chegar ao colégio dos miúdos, mas também o demoram outros pais que vivem em zonas posh da cidade... Quando compramos carros novos foram carros que pudemos pagar também, e que consideraram o conforto, segurança, mas também economia. A minha Skoda Superb faz facilmente menos de 4L/100 em nacionais. Se podia ter um BMW série 5 ou Audi A6? Podia, comprava a crédito e ia pagando carro e juros, mas não me interessa carro melhor nem créditos e juros.
Mas também, não fumo, não vou para cafés, não passo a vida a tomar pequeno almoço em pastelarias (como alguns que conheço, que devem ter 1/3 do meu salário ou menos mas não se inibem de lá passar as manhãs, e depois é "ai e tal que não chega para nada"...) não uso roupas caras, etc. Todos os meses vamos a um restaurante, conhecido ou para experimentar, todos os meses visitamos a família no Norte. Vivemos bem, mas em modéstia. Gerimos. E apostamos na educação dos miúdos. Prefiro pagar 700€ de colégio que de empréstimo de casa na cidade ou de carrão.
Colocado por: Jose_BM
E enquanto isso paga 800 euros de renda em vez de 500 euros de prestação?
Colocado por: ferreiraj125
Portanto, casas, carros, filhos em colegios privados, mas vives abaixo das possibilidades.
Amigo, o teu truque é simples: é ganhares acima da media, não é seres especialmente poupado.
Quanto menos uma pessoa ganha, mais tem de sacrificar para conseguir poupar. Pelo estilo de vida que levas, não parece que faças grandes sacrificios para conseguires viver abaixo das tuas possiblidades.