Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 1

    Boa noite.
    Divorciei-me ha 8 anos. Compramos a casa em junho de 2006, ja casados.
    Separamo-nos em maio de 2014 e divorciei-me em outubro de 2015. No entanto, por acordo dos dois fiquei a viver na casa com a nossa filha comum, ate hoje. Desde maio de 2014 que pago a prestacao ao banco, seguros de vida dos dois e o IMI, sozinha. Agora decidi vender a casa e tenho duvidas sobre a parte que cabe a cada um.
    De um modo muito geral, apurei o seguinte, sei que nao é a lei, mas achei justo para ambos. De um modo geral, vivemos juntos na casa 8 anos e vivo sozinha 8 anos. Com a venda, pretendo para a divida ao banco e k remanescende, ou seja, o lucro calcular 50% para mim e ou outros 50% a dividir pelos dois. Sera injusto? O meu ex-marido pretende um valor fixado por ele, que eu acho disparatado.
    Nao quero ser injusta mas nao quero sair prejudicada. O ganho qie irei obter é para investir numa habitacao para continuar a viver com a filha de ambos. Verdade que ela ja é maior de idade, mas continua a estudar ensino superor.
    A nossa filha vive desde sempre, a tempo inteiro comigo e continuará.
    Agradeço antecipadamente o esclarecimento.
  2.  # 2

    Colocado por: Suzana ValenteCom a venda, pretendo para a divida ao banco e k remanescende, ou seja, o lucro calcular 50% para mim e ou outros 50% a dividir pelos dois. Sera injusto?
    Isso só você e o seu ex-marido é que podem saber. Se não chegarem a acordo, o tribunal deverá dar uma solução.

    O melhor é sentarem-se e conversarem. As opiniões que alguém aqui possa ter ou não, não vai resolver o seu problema.
    Concordam com este comentário: Vítor Magalhães
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Suzana Valente
  3.  # 3

    Primeiro devem se informar sobre os direitos que cada um têm relativamente ao bem em disputa, evitando assim mal entendidos e assim podem apurar a percentagem a que cada um tem direito.
    Se os dois concordarem com as informações que obtiveram, ótimo.
    Depois de a casa vendida é uma questão de fazer as contas para apurar o montante que cada um fica.

    Se não chegarem a um acordo, vai ser uma carga de trabalhos, visto que nestas situações quem tiver mais interesse em resolver a situação é quem fica numa posição mais fragilizada para negociar porque o outro pode-se recusar a vender a sua parte, e sem os dois assinarem, não consegue vender os 100% da casa, e só se o negócio for chorudo é que alguém se dispõe a adquire 50% de uma habitação. Logo você terá aqui o problema bicudo para resolver.

    Para ele poder reclamar 50% no mínimo ele teria que lhe devolver com juros metade do tudo o que você pagou sozinha, nomeadamente os custos do crédito e dos impostos,
    Portanto nesta situação desconheço se tem mais algum direito além do que já descrevi.
    .
    Concordam com este comentário: Suzana Valente
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Suzana Valente
  4.  # 4

    E isso da casa não ficou estipulado no divórcio?
    Concordam com este comentário: Vítor Magalhães
  5.  # 5

    Em divorcio não.
    Ficou apenas referido que a casa ficava como minha habitação e da nossa filha, que fiquei com a sua guarda.
  6.  # 6

    Vá ao advogado do divórcio expor a situação
  7.  # 7

    Colocado por: Suzana ValenteEm divorcio não.
    Ficou apenas referido que a casa ficava como minha habitação e da nossa filha, que fiquei com a sua guarda.


    Se quer resolver rapidamente, tente chegar a um acordo, faça-lhe uma proposta minimamente justa e tente que ele a perceba que também terá algum ganho com a venda e que assim também fica de algum modo favorecido.
    Diga-lhe que ele não vai receber nada, se não aceitar agora, porque no futuro poderá já não querer/poder adquirir outro imovel, porque jà vai estar noutra fase da vida, jà nao vai aceitar vender e que poderá pretender ficar ali a viver para sempre.
    Tente passar a bola para ele, digamos se ele quiser receber já algum dinheiro tem que ceder alguma coisa. É como mandar o barro à parede.
    Se ele não quiser aceitar nenhum acordo justo para ambos, insista e diga que ele então terá que esperar muito. Ou seja, se fizer com que ele tenha pressa em resolver o assunto, você ganha poder negocial.
    Caso não cheguem a nenhum acordo, prevejo que ambos vão-se desgastar com esta situaçáo.
 
0.0122 seg. NEW