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    • HFSF
    • 28 abril 2026

     # 1

    Colocado por: RUIOLI

    Só? Não tem de ter uma declaração do fabricante do inversor?


    Isso é se o inversor não existir na BD na DGEG.
    Os victron existem e a documentação do vendedor é publica no site.
    • m6rk
    • 28 abril 2026 editado

     # 2

    Colocado por: RUIOLISó? Não tem de ter uma declaração do fabricante do inversor?

    1. Precisa do Termo de Responsabilidade, do Esquema Unifilar da Instalação e da Declaração de Limitação de Potencia do Inversor, todos assinados pelo técnico.

    2. Quando fizer a “comunicação prévia” (ou registo) no portal da DGEG:

    a) No formulário da MCP, declare no campo “Potência Instalada da UPAC” o valor 4,0 kW.

    b) Anexe a Declaração de Limitação de Potencia do Inversor feita pelo instalador + uma captura de ecrã do LCD do inversor a mostrar o "Max Solar Power" (no caso dos inversores Deye) definido em 4000 W. Anexe também a página do manual do inversor que descreve a função “Max Solar Power” (pode indicar que se encontra no menu System Setup => System Work Mode), pois esta é, para efeitos legais, a declaração do fabricante.

    3. Quanto à "Declaração de Limitação de Potencia do Inversor", não precisa de complicar, basta:

    === Declaração de Limitação de Potência do Inversor ===

    Eu, abaixo assinado, [Nome completo], na qualidade de [Técnico Responsável / Entidade Instaladora], com NIF, declaro para os devidos efeitos que:

    A Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC) a instalar no local sito em [morada completa da instalação], com o titular [nome completo do proprietário] e NIF [NIF do proprietário],

    é composta por um inversor de marca [...] modelo [...], cuja potência nominal de saída corrente alterna é de [6/8/10] kW, cujo firmware do fabricante foi limitado por forma a que a produção total da UPAC não ultrapasse os 4 kW.

    Esta limitação foi efetuada diretamente no firmware do equipamento, pela limitação da potência máxima de entrada da corrente contínua proveniente dos painéis fotovoltaicos para 4000 W, através da função integrada “Max Solar Power” - conforme declaração do fabricante que se anexa e que consta do manual do equipamento. A limitação é de aplicação imediata e permanente, impedindo que a produção total da UPAC ultrapasse os 4 kW, independentemente da potência de saída do inversor e da potência instalada dos módulos fotovoltaicos.

    Mais declaro, para efeitos do Decreto-Lei n.º 15/2022, de 14 de janeiro, que esta limitação cumpre os requisitos legais para enquadramento da instalação como UPAC com potência instalada não superior a 4 kW, dispensando a obrigatoriedade de instalação de contador totalizador com modem GSM.

    Local e data: _________________________, ___ de _______________ de 202_

    Nome completo
    Cargo / Função
    DGEG nº
    Assinatura
    Contacto: ________________________
    Estas pessoas agradeceram este comentário: RUIOLI, jorgemlflorencio
    • m6rk
    • 28 abril 2026 editado

     # 3

    A Limitação de Potencia do Inversor a 4kW não afeta a capacidade de exportar o excedente (se quiser vender até aos 4kW que produz), nem o comportamento de backup de toda a casa supervisionado pelo inversor (que não tem de estar limitado a 4kW).

    Por precaução, especialmente se utilizar baterias, peça ao técnico para configurar o inversor de modo a não injetar energia na rede e a consumir de forma permanente pelo menos 20 W de energia da rede. Não precisa de se preocupar com o "desperdício" destes 20W, pois a maioria dos inversores com mais de 4 kW consome em modo de espera (muito) mais do que isso.
    Concordam com este comentário: JMHouse
  1.  # 4

    Mas se estiver a produzir mais de 4kw, limita essa potencia, sem aproveitar esse "excedente" para carregar a bateria por exemplo?
  2.  # 5

    Colocado por: claudioabp
    Tenho lido em alguns fóruns da especialidade que remarcam as celulas grade B para grade A para venderem mais facilmente...
    Também ando indeciso se compro ou não pelo Alibaba uma Docan 16kwh. Anda nos 1600usd (~1400€), o que a torna apetecível, mas depois entram as questões de segurança e durabilidade.....
    Por um pouco mais arranja-se Dyness, mas é enviada da China e de certeza que vai dar chatisse na Alfandega, pesar do vendedor dizer que o valor já é com tudo incuido (DDP) na casa dos 1700€...


    A Deye de que falei mais acima fica em ~1800 DDP e supostamente vem da EU. O preço de envio está lá como sendo 199€, o que é impossível da China, mas em linha com os 216€ que cobra a NKON, por exemplo.
    • m6rk
    • 28 abril 2026 editado

     # 6

    Colocado por: RUIOLIMas se estiver a produzir mais de 4kw, limita essa potencia, sem aproveitar esse "excedente" para carregar a bateria por exemplo?


    Se tiver o inversor limitado a 4kW só produz 4kW.
    Se passar a produzir mais de 4kW precisa dum contador totalizador adicional com modem GSM.

    Se, por exemplo, o eletricista que lhe instala o quadro eletrico em sua casa faz os calculos e face ao calibre da cablagem e à aparelhagem de proteção e comutação que instalou, entende que deve instalar um disjuntor geral de 50A, ele instala esse disjuntor e passa o termo de responsabilidade da instalação e a instalação pode até ser inspecionada porque está conforme com a legislação. Se depois um dono da casa, menos avisado, muda o disjuntor para 63A, o que é técnico pode fazer? A responsabilidade é do dono da casa.

    De igual modo se tiver um inversor que foi de forma profissional e cuidadosa limitado pelo técnico para não produzir mais de 4kW.
    • m6rk
    • 28 abril 2026 editado

     # 7

    Não sendo especialista em telemetria de baixas tensões, não estou a ver como, na prática, se deteta se uma UPAC está a produzir mais ou menos de 4kW, se o respetivo inversor estiver configurado para injeção zero e consumo permanente de energia da rede >= 20 W.
  3.  # 8

    Não detectam...mas mandam mensagens e têm olhos (basta ver o número de painéis)

    Eu trabalho e agora vivo, neste "PT", há 12 anos. Na altura os picos eram de 280V, tive PSU queimadas, uma a arder (conseguiu encher quase 100m2 de fumo), luzes led, equipamento geral, com visitas de eletricistas e medições próprias nos 280V.

    Tenho a e-redes aqui ao lado, sempre se borrifaram e nunca assumiram, na altura a solução foi acabar com trifásica no trabalho, com consequências (na altura precisava de compressor de parafuso e tive de descartar).

    Hoje apesar de haver mais consumidores, o PT continua a debitar, menos mas acima da média. Foi um dos motivos porque desde início quando fiz casa, tinha de ser capaz de me isolar destes incompetentes...e agora vêm com mensagens de inspecções, para um problema que não é meu e é efectivamente agora menor 240V-250V

    Gráfico de um shelly, onde se vê bem quando fiquei ontem offgrid e a diferença na voltagem

    Screenshot-2026-04-28-130458
  4.  # 9

    Colocado por: ALCLCFNão detectam...mas mandam mensagens e têm olhos (basta ver o número de painéis)


    Screenshot-2026-04-28-130458

    Algumas semanas falamos nisso. Não é possível.
    Saber quem tem e não tem instalação, sim é possível. Fotografias aérea e vê-se os painéis. Mas não faltam por aí instalações FV que não estão a funcionar.

    Em relação ao número de painéis e potência da instalação também não é fácil. Só pela comparação de fotografias aéreas de anos sucessivos, e mesmo assim, andariam atrás de fantasmas.
    Tenho uma instalação com 15 painéis e 4kw
    E outra instalação com 8 painéis e 4 kW.
    Já para não falar que já há painéis de 650-750 watt e 750x8 já dá 6 kW de instalação
  5.  # 10

    Colocado por: ALCLCFe agora vêm com mensagens de inspecções, para um problema que não é meu e é efectivamente agora menor 240V-250V
    Porque dizes que vão fazer uma inspeção à instalação?
    Colocado por: ALCLCFJá tenho a hienas a querer "cheirar"

    "Informamos que estamos a proceder a uma inspeção no equipamento de contagem instalado na ****** (CPE ****). Agradecemos a sua colaboração. Cumprimentos e respeitamos a sua privacidade"

    Off-grid até ao próximo Inverno :D
    A meu ver, vão ver apenas e somente o equipamento de contagem, que é deles logo responsabilidade deles.
    Concordam com este comentário: hangas, dom123
  6.  # 11

    Sinceramente se tivesse 10 kw instalados, montava o contador e pronto.
    • HFSF
    • 28 abril 2026

     # 12

    Colocado por: m6rkSe, por exemplo, o eletricista que lhe instala o quadro eletrico em sua casa faz os calculos e face ao calibre da cablagem e à aparelhagem de proteção e comutação que instalou, entende que deve instalar um disjuntor geral de 50A, ele instala esse disjuntor e passa o termo de responsabilidade da instalação e a instalação pode até ser inspecionada porque está conforme com a legislação. Se depois um dono da casa, menos avisado, muda o disjuntor para 63A, o que é técnico pode fazer? A responsabilidade é do dono da casa.


    Isto é ter um tecnico muito fraquinho...

    Pode perfeitamente dimencionar a instalação para 13kwh e ter potencia contratada de 3,45. É igual com o inversor, ele pode estar limitado no software mas a instalação estar sobredimencionada, até porque pode sempre ter 4kwh do inversor + o resto da rede.
    • HFSF
    • 28 abril 2026

     # 13

    Colocado por: callinasSinceramente se tivesse 10 kw instalados, montava o contador e pronto.


    Mas porquê que vai fazer isto? Se um tecnico consegue limitar a exportação.

    Eu sinceramente não consigo compreender porquê complicar
  7.  # 14

    Você não limita a exportação, está a limitar a produção. Quer dizer que limita o consumo e o carregamento da bateria, do carro etc.

    A diferença pode ser entre diariamente ter uma bateria de 32 kW carregada quando chega ao fim do dia e ter o consumo da habitação a 0 kWh num dia e não ter.

    Se produzir 4kWh em 8 horas produziu 32 kwh.

    Uma casa recente aceita bem 8 kW a andar pela rede entre consumo da casa, carregamento da bateria e carro.

    Numa habitação, com 8 kw instalados, bateria de 32 kWh:
    - Produziu em FV 28 kwh
    - Meteu 16 kWh na bateria
    - Casa consumiu 9,6 kWh da rede
    - Vendeu para a rede 6,7 Kwh

    Se estivesses limitado a 4 kW de FV, só produzias 14 kWh
    • eu
    • 28 abril 2026

     # 15

    Esta legislação que obriga ao contador tem que ser mudada com urgência. Ainda mais no contexto geopolítico atual.

    As associações de energia renovável têm que pressionar o governo nesse sentido.
  8.  # 16

    Colocado por: HFSFMas porquê que vai fazer isto? Se um tecnico consegue limitar a exportação.


    O problema é a legislação indica os 4kW como limite para a potencia instalada, e não para a potencia de ligação.


    y) «Potência instalada», a potência ativa e aparente, em kW e kVA, dos equipamentos de produção de eletricidade e respetivos inversores;

    z) «Potência de ligação», a potência máxima ou, no caso de instalações com inversor, a potência nominal de saída deste equipamento, em kW e kVA, que o autoconsumidor de energia renovável pode injetar numa rede;
  9.  # 17

    Colocado por: callinasSinceramente se tivesse 10 kw instalados, montava o contador e pronto.


    Certo, mas já viu o custo que isso acarreta, sobretudo em instalações mais pequenas? Estamos a falar de muitas cent€nas por um equipamento que serve para nada a quem tem que o instalar e desconfio que mesmo a própria E-redes não vai fazer nada com ele... Estará lá porque sim.

    Já agora, se interessar a alguém, este foi o mais barato que encontrei e que parece ser compatível com os requerimentos da E-redes: https://livre.pt/products/contador-as3000-modem-honeywell-2

    Honestamente, este valor limite não deveria ser fixo. No mínimo, devia depender da potência máxima de ligação à rede. No meu caso, estou ligado a 6,9 kVA e esse é o máximo possível na minha habitação, pelo que eu deveria poder instalar até essa potência. Na pior das hipóteses, exportaria o máximo que posso importar, mas a verdade é que ninguém instala um sistema de 4+ kW para dar à rede, certo? Terão ou como usar a eletricidade ou mecanismos de limitar a exportação, que provavelmente todos os inversores híbridos têm.
  10.  # 18

    Colocado por: hangas

    O problema é a legislação indica os 4kW como limite para a potencia instalada, e não para a potencia de ligação.


    y) «Potência instalada», a potência ativa e aparente, em kW e kVA, dos equipamentos de produção de eletricidade e respetivos inversores;

    z) «Potência de ligação», a potência máxima ou, no caso de instalações com inversor, a potência nominal de saída deste equipamento, em kW e kVA, que o autoconsumidor de energia renovável pode injetar numa rede;


    Está a citar legislação antiga (nomeadamente o DL N.º 162/2019), mas a legislação mais recente em vigor é o DL Nº15 /2022, onde se pode ler:

    Artigo 3º:
    fff) «Potência instalada» a potência ativa e aparente, em kW e kVA, dos equipamentos de produção de eletricidade ou de instalação de armazenamento autónomo, considerando-se, no caso de centros eletroprodutores solares ou de armazenamento autónomo com recurso a baterias, a potência nominal de saída dos inversores em kW e kVA e respetivos inversores, fixada no procedimento de controlo prévio;


    Esta foi, aliás, umas da alterações relevantes introduzidas na lei.
    Concordam com este comentário: hangas
    Estas pessoas agradeceram este comentário: jorgemlflorencio
  11.  # 19

    --- post duplicado
  12.  # 20

    "fixada no procedimento de controlo prévio;", Será que é esta a alínea que dá abertura a limitar um inversor mais potente a 4 kw?
 
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