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  1.  # 1

    Colocado por: NortenhoArtigo 3º:
    fff) «Potência instalada» a potência ativa e aparente, em kW e kVA, dos equipamentos de produção de eletricidade ou de instalação de armazenamento autónomo, considerando-se, no caso de centros eletroprodutores solares ou de armazenamento autónomo com recurso a baterias, a potência nominal de saída dos inversores em kW e kVA e respetivos inversores, fixada no procedimento de controlo prévio;


    Esta foi, aliás, umas da alterações relevantes introduzidas na lei.

    Tive de ler duas vezes, mas do que entendi, de forma simples, então o que conta é "a potência nominal de saída dos inversores em kW"
    Concordam com este comentário: Nortenho
  2.  # 2

    Penso que deixa sempre margem a interpretação, mas efetivamente se o inversor for LIMITADO a produzir no max 4 kW, está tudo OK. Por outro lado, imagino também que dependerá da flexibilidade do técnico que certifica...
  3.  # 3

    Colocado por: pcspinheiroPenso que deixa sempre margem a interpretação, mas efetivamente se o inversor for LIMITADO a produzir no max 4 kW, está tudo OK. Por outro lado, imagino também que dependerá da flexibilidade do técnico que certifica...

    Não há flexibilidade.
    O inversor é limitado a 4 kW na instalação.

    O que acontece depois...
    Concordam com este comentário: pcspinheiro, m6rk
  4.  # 4

    Colocado por: NortenhoEstá a citar legislação antiga (nomeadamente o DL N.º 162/2019), mas a legislação mais recente em vigor é o DL Nº15 /2022, onde se pode ler:

    Artigo 3º:
    fff) «Potência instalada» a potência ativa e aparente, em kW e kVA, dos equipamentos de produção de eletricidade ou de instalação de armazenamento autónomo, considerando-se, no caso de centros eletroprodutores solares ou de armazenamento autónomo com recurso a baterias, a potência nominal de saída dos inversores em kW e kVA e respetivos inversores, fixada no procedimento de controlo prévio;


    Esta foi, aliás, umas da alterações relevantes introduzidas na lei.



    sim, efetivamente postei a versão anterior.
    Mas vai dar ao mesmo, é a potencia do inversor que tem que ser limitada, independentemente de injeção ou não, e não a potencia de injeção.

    Mas também acho que o que faz mais sentido é limitar a potencia de ligação.
    Até porque com instalações AC coupled ou instalções com solar chargers directo à bateria há ali uma zona cinzenta.

    Tecnicamente o solar charger é um inversor DC/DC, mas não está ligado à RESP. E mesmo que conte para efeitos da legislação não é possivel o contador adicionar contabilizar essa energia DC.
    • m6rk
    • 28 abril 2026

     # 5

    A redação da al. fff), art.º 3 do DL 15/2022 denota a ligeireza com que o texto foi produzido: "... a potência nominal de saída dos inversores em kW e kVA e respetivos inversores".

    Salvo melhor opinião parece que o legislador estava de tal forma distraído com os malévolos inversores que se "esqueceu" de qualquer coisa entra a "saída dos inversores" "e respetivos inversores".

    Interessante também seria saber, para efeitos dos nº 1 e nº 2 do art.º 95 daquele DL, qual seria a intenção do legislador relativamente ao ponto onde deveria ser feita a captação dos dados para a telecontagem (pelo contador adicional) em inversores hibridos?

    Na porta GRID por onde entra a corrente da rede e onde, simultanemente, o inversor pode injetar corrente?

    Na porta LOAD por onde pode passar parte (ou toda?) a corrente que é gerida pelo inversor, ou que simplesmente o atravessa?

    Ou noutra porta?
  5.  # 6

    Colocado por: pcspinheiro

    Certo, mas já viu o custo que isso acarreta, sobretudo em instalações mais pequenas? Estamos a falar de muitas cent€nas por um equipamento que serve para nada a quem tem que o instalar e desconfio que mesmo a própria E-redes não vai fazer nada com ele... Estará lá porque sim.

    Já agora, se interessar a alguém, este foi o mais barato que encontrei e que parece ser compatível com os requerimentos da E-redes:https://livre.pt/products/contador-as3000-modem-honeywell-2

    Honestamente, este valor limite não deveria ser fixo. No mínimo, devia depender da potência máxima de ligação à rede. No meu caso, estou ligado a 6,9 kVA e esse é o máximo possível na minha habitação, pelo que eu deveria poder instalar até essa potência. Na pior das hipóteses, exportaria o máximo que posso importar, mas a verdade é que ninguém instala um sistema de 4+ kW para dar à rede, certo? Terão ou como usar a eletricidade ou mecanismos de limitar a exportação, que provavelmente todos os inversores híbridos têm.


    Reparei melhor; preço sem IVA... Mas já encontrei a 479€, preço final.
    Questão: será que a e-redes aceita modelos chineses ou tem que ser modelos que eles especificam e/ou com algum tipo de certificação? Encontram-se equipamentos deste tipo por uns 100€ já com entrega...
    • m6rk
    • 28 abril 2026

     # 7

    E, já agora, relativamente ao n.º 4 do art. 48 do DL 15/2022:

    "A instalação de painéis solares fotovoltaicos em edifícios sujeita a procedimento de controlo prévio de
    registo ou comunicação prévia nos termos previstos no presente decreto-lei é precedida de notificação, para
    conhecimento e a efetuar pelo interessado, à câmara municipal competente, devendo o comprovativo dessa
    notificação ser inserido na plataforma informática da DGEG."

    Estou certo de que, ANTES da comunicação prévia, fizerem a "notificação, para conhecimento" à V. câmara municipal e entregaram o comprovativo na plataforma da DGEG. Não? Pois...
    • m6rk
    • 28 abril 2026 editado

     # 8

    Colocado por: pcspinheiroQuestão: será que a e-redes aceita modelos chineses ou tem que ser modelos que eles especificam e/ou com algum tipo de certificação? Encontram-se equipamentos deste tipo por uns 100€ já com entrega...



    O n.º 2 do art. 95 do DL 15/2022, dispõe: "A contagem da energia elétrica total produzida por UPAC nos termos do número anterior é feita por telecontagem, cumprindo os requisitos técnicos e funcionais estabelecidos na Portaria n.º 231/2013, de 22 de julho". Pelo que, salvo melhor opinião, as funcionalidades são as descritas no Anexo I "Funcionalidades dos contadores inteligentes" desta Portaria.

    Resumindo: esqueça os chineses, conforme-se à oferta "oficial" existente no mercado.
  6.  # 9

    Pedi ao Gemini que me analisasse o Decreto-Lei n.º 15/2022. Aparentemente, a necessidade de ter um contador totalizador COM comunicação remota apenas se aplica às instalações com venda de produção; para autoconsumo sem venda não é preciso. Já o chatGPT diz o contrário...
  7.  # 10

    Colocado por: pcspinheiro

    Reparei melhor; preço sem IVA... Mas já encontrei a 479€, preço final.
    Questão: será que a e-redes aceita modelos chineses ou tem que ser modelos que eles especificam e/ou com algum tipo de certificação? Encontram-se equipamentos deste tipo por uns 100€ já com entrega...

    Contador para a DGEG ? Acho que se arranja a 300 eurosais Ivã
    • eu
    • 28 abril 2026 editado

     # 11

    Colocado por: pcspinheiroAparentemente, a necessidade de ter um contador totalizador COM comunicação remota apenas se aplica às instalações com venda de produção; para autoconsumo sem venda não é preciso.


    Não me parece...
  8.  # 12

    Descartando injecção, há outra questão, que é ter potência de produção superior à potência contratada à rede (que desde que a casa esteja certificada para tal não vejo problema).

    Na realidade a malta que aqui está com painéis mais bateria com +60% de autoconsumo, já devia estar nos 3.45kVa ou menos, com as baterias a "minar" dia e/ou noite como forma de buffer, nos meses de Inverno e nos outros com ligação à rede mais em conta.

    Eu chamo inspecção, porque estamos a falar de uma instalação nova, com ano e pouco. E ao fim de um historial na zona de **** com a e-redes, vêm com estas mensagens da ****. Dá vontade de lá ir perguntar se é gozo.
    • pfov
    • 28 abril 2026

     # 13

    Não percebo a questão de limitar a exportação a 4kwh, o meu inversor permite limitar a injeção na rede. Tem capacidade de 3.7kwh (dc-ac). Tenho 12 painéis, quando estou a produzir mais do que 3.7, o inversor carrega as baterias em DC automaticamente, ou seja, não desperdiça (a não ser claro que tenha as baterias cheias)
  9.  # 14

    Colocado por: pfovNão percebo a questão de limitar a exportação a 4kwh, o meu inversor permite limitar a injeção na rede. Tem capacidade de 3.7kwh (dc-ac). Tenho 12 painéis, quando estou a produzir mais do que 3.7, o inversor carrega as baterias em DC automaticamente, ou seja, não desperdiça (a não ser claro que tenha as baterias cheias)


    Um inversor de 6 kw limitado a 4kw (nos termos da declaração do user m6rk) não procede da mesma forma?
  10.  # 15

    Colocado por: pfovNão percebo a questão de limitar a exportação a 4kwh, o meu inversor permite limitar a injeção na rede. Tem capacidade de 3.7kwh (dc-ac). Tenho 12 painéis, quando estou a produzir mais do que 3.7, o inversor carrega as baterias em DC automaticamente, ou seja, não desperdiça (a não ser claro que tenha as baterias cheias)


    Um inversor de 6 kw limitado a 4kw (nos termos da declaração do user m6rk) não procede da mesma forma?
  11.  # 16

    Preciso de uma bateria maior :)

    Com este tempinho da treta, a esta hora estou a produzir uns magníficos 40W com quase 10kWP de paineis, quando ontem já andava nos 4kW.
    Para piorar, como já atingi o SOC minimo estou a comprar è rede kWh a quase 30cents.
  12.  # 17

    A bateria maior fica cheia na mesma no dia, não é solução, num cenário em que a produção com sol ou meio nebulado vai ser superior ao consumo (no meu caso, fico com a bateria cheia no ínicio/meio da manhã e calculo "excessos não produzidos" 40-50kWh diários, com sol....era estender cabo para injectar aqui no trabalho :)
  13.  # 18

    Sim, mas se ontem que esteve sol tivesse enchido 30kWh de bateria em vez de 15kwh, tinha aguentado melhor esta manha sem ir à rede.
    Os 15kWh dão bem para assegurar o consumo total até ao nascer do sol.. o problema é quando está um dia escuro como agora, com uma trovoada mesmo por cima.
    • eu
    • 29 abril 2026

     # 19

    Colocado por: hangasPreciso de uma bateria maior :)


    E será que o investimento compensa?

    Colocado por: hangasestou a comprar è rede kWh a quase 30cents.

    Tarifário indexado à hora?
  14.  # 20

    Colocado por: euE será que o investimento compensa?


    Depende de quando me custarem os 15kWh adicionais.
    Mas para estes casos claramente que não, um dia como o de hoje nesta altura do ano é muito raro. Alias, a trovoada já passou, e ficou logo um dia mais claro. Está totalmente nebulado e a chover, mas já consigo produzir 1kW. Já assegura o consumo.. vamos é ver se dá para encher a bateria para a noite.

    Agora esse 15kWh extra de inverno até tinham utilidade a carregar da rede em vazio para usar de dia.



    Colocado por: euTarifário indexado à hora?


    Sim. Mas há algumas semanas que não tenho ido à rede de todo, pelo contrario até tenho exportado (indexado também) ao inicio da manhã é fim da noite.
 
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