Colocado por: NortenhoArtigo 3º:
fff) «Potência instalada» a potência ativa e aparente, em kW e kVA, dos equipamentos de produção de eletricidade ou de instalação de armazenamento autónomo, considerando-se, no caso de centros eletroprodutores solares ou de armazenamento autónomo com recurso a baterias, a potência nominal de saída dos inversores em kW e kVA e respetivos inversores, fixada no procedimento de controlo prévio;
Esta foi, aliás, umas da alterações relevantes introduzidas na lei.
Colocado por: pcspinheiroPenso que deixa sempre margem a interpretação, mas efetivamente se o inversor for LIMITADO a produzir no max 4 kW, está tudo OK. Por outro lado, imagino também que dependerá da flexibilidade do técnico que certifica...
Colocado por: NortenhoEstá a citar legislação antiga (nomeadamente o DL N.º 162/2019), mas a legislação mais recente em vigor é o DL Nº15 /2022, onde se pode ler:
Artigo 3º:
fff) «Potência instalada» a potência ativa e aparente, em kW e kVA, dos equipamentos de produção de eletricidade ou de instalação de armazenamento autónomo, considerando-se, no caso de centros eletroprodutores solares ou de armazenamento autónomo com recurso a baterias, a potência nominal de saída dos inversores em kW e kVA e respetivos inversores, fixada no procedimento de controlo prévio;
Esta foi, aliás, umas da alterações relevantes introduzidas na lei.
Colocado por: pcspinheiro
Certo, mas já viu o custo que isso acarreta, sobretudo em instalações mais pequenas? Estamos a falar de muitas cent€nas por um equipamento que serve para nada a quem tem que o instalar e desconfio que mesmo a própria E-redes não vai fazer nada com ele... Estará lá porque sim.
Já agora, se interessar a alguém, este foi o mais barato que encontrei e que parece ser compatível com os requerimentos da E-redes:https://livre.pt/products/contador-as3000-modem-honeywell-2
Honestamente, este valor limite não deveria ser fixo. No mínimo, devia depender da potência máxima de ligação à rede. No meu caso, estou ligado a 6,9 kVA e esse é o máximo possível na minha habitação, pelo que eu deveria poder instalar até essa potência. Na pior das hipóteses, exportaria o máximo que posso importar, mas a verdade é que ninguém instala um sistema de 4+ kW para dar à rede, certo? Terão ou como usar a eletricidade ou mecanismos de limitar a exportação, que provavelmente todos os inversores híbridos têm.
Colocado por: pcspinheiroQuestão: será que a e-redes aceita modelos chineses ou tem que ser modelos que eles especificam e/ou com algum tipo de certificação? Encontram-se equipamentos deste tipo por uns 100€ já com entrega...
Colocado por: pcspinheiro
Reparei melhor; preço sem IVA... Mas já encontrei a 479€, preço final.
Questão: será que a e-redes aceita modelos chineses ou tem que ser modelos que eles especificam e/ou com algum tipo de certificação? Encontram-se equipamentos deste tipo por uns 100€ já com entrega...
Colocado por: pcspinheiroAparentemente, a necessidade de ter um contador totalizador COM comunicação remota apenas se aplica às instalações com venda de produção; para autoconsumo sem venda não é preciso.
Colocado por: pfovNão percebo a questão de limitar a exportação a 4kwh, o meu inversor permite limitar a injeção na rede. Tem capacidade de 3.7kwh (dc-ac). Tenho 12 painéis, quando estou a produzir mais do que 3.7, o inversor carrega as baterias em DC automaticamente, ou seja, não desperdiça (a não ser claro que tenha as baterias cheias)
Colocado por: pfovNão percebo a questão de limitar a exportação a 4kwh, o meu inversor permite limitar a injeção na rede. Tem capacidade de 3.7kwh (dc-ac). Tenho 12 painéis, quando estou a produzir mais do que 3.7, o inversor carrega as baterias em DC automaticamente, ou seja, não desperdiça (a não ser claro que tenha as baterias cheias)
Colocado por: hangasPreciso de uma bateria maior :)
Colocado por: hangasestou a comprar è rede kWh a quase 30cents.
Colocado por: euE será que o investimento compensa?
Colocado por: euTarifário indexado à hora?