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  1.  # 41

    Colocado por: Varejote

    Pois uma moradia em construção na minha zona, já é o 3 empreiteiro que fica entalado, de vez em quando aparecem lá um ou outro Zé da carrinha e a construção faz no próximo mês 5 anos.


    Eu tive a sorte de ter corrido tudo bem e o empreiteiro ter confiado. Mas no caso de não confiar nunca na vida adiantaria 20/30 mil euros sem obra feita.
    Certamente existem maneiras de resolver melhor a coisa, nem que seja com pagamentos semanais ou adiantamentos do valor do material. Agora chegar a 65% da casa feita e ter pago 90% é absurdo e estraga a vida a muita boa gente quando o empreiteiro decide arrancar. é um pau de 2 bicos e certamente existe uma solução que seja viavel para ambas as partes.
  2.  # 42

    Colocado por: kapoing
    Existe um contrato assinado em notário com as condições de pagamento e devidas indemnizações que protegem ambos em caso de alguma eventualidade.

    Esses contratos não valem o papel onde foram escritos. Quando as coisas correm mal esperar por uma intervenção da justiça é como rezar á N.Srª. Ás vezes funciona.
  3.  # 43

    Colocado por: Carvai
    Esses contratos não valem o papel onde foram escritos. Quando as coisas correm mal esperar por uma intervenção da justiça é como rezar á N.Srª. Ás vezes funciona.
    se os contratos não valessem nada vivíamos todos numa selva. Não se pode pensar assim.
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      omega
    • 25 julho 2024 editado

     # 44

    a mim também me pagam o ordenado antes de trabalhar...
    depois é só ver as historias nas TV's, volta e meia lá aprecem desgraçados com a vida destruída
    já cheguei à conclusão, dinheiro que vai, nunca mais volta.
  4.  # 45

    Numa obra, se parar a meio, a quem pertence o que ficar feito? Não é ao construtor de certeza.
  5.  # 46

    Colocado por: marizeVenham morar para Mangualde.
    em todas as regras existem exceções, mas pela minha experiencia pessoal os compromissos de pouco valem quando existem más intenções,

    tenho inúmeros casos de DO que se queimam completamente por protelar o pagamento final além do tempo razoável acordado,

    evidentemente que não conhecendo os DO qualquer interveniente se salvaguarde, os executantes locais por via do contacto direto sabem de antemão quem é de confiar e quem não merece essa confiança e mesmo que sejam novos no local acabam por ter algum cuidado.
    Concordam com este comentário: Dias12, marize
  6.  # 47

    Colocado por: kapoingse os contratos não valessem nada vivíamos todos numa selva
    mas é exactamente na selva onde vivemos, até o próprio (des)governo faz e altera as regras como lhe dá jeito.

    Colocado por: nielskya quem pertence o que ficar feito? Não é ao construtor de certeza
    eu não tenho essa certeza, se um DO não pagar o executado quer dizer que o empreiteiro nem tem o direito de reaver o material e equipamentos fornecidos?

    se estas abordagens fossem simples os tribunais estariam muito mais livres e só não existem mais casos em tribunal porque a justiça não funciona e tem que se fazer as contas para saber se compensa mais dar como perdido ou avançar com forte probabilidade de não receber nada e ter de pagar custas e advogado
  7.  # 48

    Acho que não podemos ser tão extremistas.
    Nem 8 nem 80.

    Nem faz sentido ter pago 90% quando a obra vai a meio, nem reputiar as adjudicações.

    Também acho normal que o valor das adjudicações não seja idêntico em todas as empreitadas ou serviços. Depende.

    No limite, nem precisava de ser uma %. Mas um valor absoluto que engloba o necessário para poder arrancar uma obra.

    No geral, acho que faz todo o sentido que se pague um sinal, uma adjudicação. Para não voltar a acontecer o que era comum há uns 12-15 anos atrás. Em que se trabalhava muitas vezes para aquecer... ou em que depois veio uma fase menos boa e ficou-se com stock indefinidamente.

    É preciso bom senso, de ambas as partes.

    É muito chato pagar e não ser servido. Mas é igualmente chato fazer o serviço e não receber a remuneração. É válido para ambos os lados.
  8.  # 49

    Colocado por: N Miguel OliveiraÉ muito chato pagar e não ser servido. Mas é igualmente chato fazer o serviço e não receber a remuneração. É válido para ambos os lados.
    sou tambem de opinião que deve existir bom senso, no entanto quando existem más intenções por detrás é uma carga de trabalhos.
  9.  # 50

    Colocado por: jorgealvesquando existem más intenções


    Claro e isso é válido para os dois lados.

    Agora, se se começa qualquer negociação com um empreiteiro achando que ele é vigarista só porque sim, a coisa tende a correr menos bem. Por vezes, ao ler certos relatos, parece que é isso que acontece.

    Pena termos poucos empreiteiros a comentar por aqui.
 
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