Colocado por: Soliva
Que tipo de valorização ?
Não é salarial certamente … vindo de um partido que insiste em não aumentar os valores salariais há mais de uma década …
Não considere um ataque á sua opinião … mas a frase fez -me sorrir.
Colocado por: Squire
Eu percebo onde quer chegar. Mas está a fazer uma generalização que vale o que vale. Há racismo em todos os países do mundo? Há. Agora extrapolar essa evidência ao ponto de se argumentar que existeuma maior propensãopara discriminar os negros ou mulheres, não é correto, simplesmente porque não existem provas disso, nem sequer é possível quantificar. Podemos acreditar que sim, claro e ter as nossas convicções. Mas basear toda uma teoria e respetivas medidas, com base em crenças e convicções, não me parece correto.
Relativamente às mulheres, por que razão devem as mulheres estar representadas onde quer que seja? Se um homem é mais competente que a mulher, porque deve a mulher ficar com esse trabalho? Ou vice-versa?
As mulheres estão cada vez mais representadas no trabalho, porque felizmente nos últimos 50 anos finalmente se emanciparam, fruto do pensamento liberal, e deixaram de ser donas de casa para se começar a formar. A sua entrada em força no mercado de trabalho, significou que as mulheres inevitavelmente estariam representadas em quase todos os campos laborais.
As quotas são apenas uma forma de as colocar em lugares de poder, o que só por si já diz muito da intenção. As quotas para pedreiro já não lhes interessa pois não? E para mineiro? E para calceteiro? E para operador de uma retroescavadora? E para canalizador? Pois.
Colocado por: lmcaetO mundo está bem entregue... 🤦🏻♂️
Trump perdoa criador do maior mercado de droga da "dark web"
https://www.jn.pt/5184873257/trump-perdoa-criador-do-maior-mercado-de-droga-da-dark-web/
Colocado por: Squire
...
Portanto há diversas razões, para além da pura discriminação, que explicam a subrepresentação da mulher.
Colocado por: SquireAcha genuinamente que um diretor de uma empresa pequena, média ou grande, trabalha apenas 8 horas por dia? Ser bem sucedido profissionalmente implica sacrifícios pessoais e implica também ter perfil! Simplesmente grande parte das mulheres ou não está disposta a sacrificar a sua vida familiar em prol de uma carreira profissional, ou não tem essa ambição porque é demasiado stressante e desgastante. E é stressante, porque não têm perfil comportamental e psicológico para esses cargos.
Tem a ver com traços de personalidade que são diferentes, em média, nos homens e nas mulheres. Há estudos que provam que determinadas características potenciam o sucesso laboral. A agressividade é uma delas. Os homens, em média, são mais agressivos e têm menos compaixão que as mulheres. Para dirigir uma empresa e ser bem sucedido é preciso ter esses dois traços.
Portanto há muitas razões que explicam a sub-representação das mulheres. Inclusive a diferença salarial. Os homens, sendo em média mais agressivos, são mais reivindicativos, logo a probabilidade de ganharem mais é maior. Tendem a escolher trabalhos mais bem remunerados. Tendem também a escolher trabalhos mais perigosos que as mulheres não estão dispostas a fazer e a perigosidade é bem paga.
Colocado por: SquireMas basear toda uma teoria e respetivas medidas, com base em crenças e convicções, não me parece correto.
Colocado por: SquireReferia-se então à outra medida do Trump, nomeadamente a consideração, imagine-se (!), de apenas dois sexos? Não tenho pena. Na verdade só existem mesmo dois sexos.
Colocado por: N Miguel Oliveiradois sexos.
Colocado por: PalhavaVai haver perseguição aos LGBT+?
Colocado por: PalhavaO que acham que o motiva para ser Presidente?
Colocado por: N Miguel Oliveira
A resposta é dada por sí próprio:
Onde estão esses tais estudos?
Colocado por: N Miguel Oliveira
E pegando num qualquer cargo mediano, subjugado, em que a questão do stress não se coloca. Trabalho rotineiro, em que ambos fazem exactamente o mesmo, porque é que há uma tendência para que um recebendo menos, há-de ser a mulher?
Como disse antes, por príncipio não me agrada a ideia da discriminação positiva. Porém, não ignoro as razões para que exista.
De qualquer dos modos, é um tema sobre o qual não tenho o menor interesse em debater.
Colocado por: N Miguel Oliveira
Bem, cada tiro cada melro...
Nem me referia à discriminação positiva, nem à meritocracia, nem à dos dois sexos.
Eu não mencionei nenhuma medida em concreto, até porque nem sei o que por ali vai no meio de 200 e tal novos decretos... Eu referia-me às ideias que o homem tem, ao que vai dizendo, ao que vai fazendo, e porque não tenho grandes dúvidas que durante estes 4 anos... muita coisa possa mudar, e não necessáriamente para melhor desde o MEU ponto de vista.
Um dos temas é o clima, e o outro é a luta de minorias que leva décadas e pode agora sofrer algum revês.
Colocado por: N Miguel Oliveira
Quanto às questões de genero, sinceramente é a coisa que menos me incomoda. Que cada um tenha a liberdade de definir o que quer ser, mesmo que tenha nascido doutra maneira. Por questões de espaço e eficiência, não me agrada a ideia de termos 5 ou 6 tipos de WC por causa disso. Aliás, pelos EUA, não faltam WCs unissexo já... em que as cabines privadas tanto recebem homens como mulheres ou outras variantes quaisquer. Aqui não se trata de ter pena ou não. O que eu não quero, é que dois homens/duas mulheres, etc que sejam um casal amoroso sejam privados de muitas coisas da sociedade civil só por causa disso. O que fazem entre eles não condiciona a minha vida. Porque haveria eu de condicionar a deles? O mesmo poderia dizer de qualquer minoria religiosa, racial, etc... Se não me prejudica em coisissima nenhuma, não percebo porque haveria eu de fazer a vida negra a essas pessoas.
Dito isto, jamais senti algum tipo de descriminação nos EUA, mas lá está, sou homem, branco como a neve, hetero, católico, etc...
Ainda assim, isso não me mete palas nos olhos. É relativamente fácil darmo-nos conta, seja nos EUA, em Portugal ou noutro país qualquer, que muitas relações sociais não são iguais para com toda a gente. Às vezes basta ter um sotaquezinho ou ser meio gago.
Nós não somos máquinas. Todos temos preconceitos. A diferencia é que uns têm maior vontade e abertura para pô-los em causa, calçando os sapatos do outro através da empatia, solidariedade e respeito.
Mas já agora, também desde já lhe digo... quem me dera ver algum dia em Portugal, o ambiente laboral multi-cultural, multi-étnico, multi-racial, multinacional, multi-línguístico, multi-geracional e extremamente agradável e respeituoso... que experiencei e experiencio com equipas profissionais na Califórnia. Agora falamos dos EUA, porque o Trump chegou ao poleiro e tal... parece que nos esquecemos que ainda há umas semanas em Lisboa se encostaram gente à parede "de fusilamento" por razão nenhuma.
Mesmo com o Trump, os EUA continuarão a ser um país extraordinário daqui a 4 anos.
Colocado por: Palhava
Vai haver perseguição aos LGBT+?
Colocado por: AMG1
O que escrevi foi apenas que a sua existência na europa teve algum papel no facto de hoje vermos mais mulheres em lugares onde antes não as víamos. Sim, são mesmo para lugares de poder, porque caso contrário seria muito mais dificil lá chegarem, simplesmente porque seriam facilmente preteridas em favor de um homem, com iguais capacidades.
Colocado por: AMG1
Esta aqui tudo: "para além da pura discriminação". O que está em causa é mesmo só isso, "a discriminação". Não se perca com explicações de duvidosa aferição, porque ninguém está interessado em saber se a "agressividade" dos homens é mais relevante profissionalmente do que a "compaixão" das mulheres. O que se defende é so mesmo que em igualdade de condições, elas não sejam preteridas porque são mulheres. Não creio que seja dificil perceber isto.
Colocado por: AMG1
Se uma mulher não investiu o suficiente para chegar a uma certa posição, as razões porque não o fez interessam pouco, porque haverá sempre alguem melhor qualificado para ocupar esse lugar, seja um homem ou outra mulher.
Colocado por: AMG1
Na minha vida profissional vi mulheres a serem preteridas em favor de homens e nalguns casos eram autenticas leoas e eles uns choninhas, portanto, não me venha com essa treta da propensão natural dos homens para chefe e as mulheres para subordinadas porque isso não tem nada de natural.
Colocado por: AMG1
Há 100 anos também se achava natural que as mulheres não trabalhassem fora de casa e ainda menos que pudessem desempenhar muitas profissões onde hoje estão muito bem representadas e antes disso nem sequer se considerava que tivessem o discernimento necessário para poderem votar. As condições inatas sempre lá estiveram, só não eram social e culturalmente reconhecidas.
Esta é mesmo uma batalha cultural, não tenha qualquer duvida, e as mulheres estão a perder essa batalha. Nos USA isso é absolutamente evidente e na europa o caminho que trilhamos não parece ser diferente. Só espero que elas tenham a agressividade suficiente para mostrar que a empatia ou mesmo a compaixão não diminuem ninguém, seja homem ou mulher, senão lixam-de. Tão simples quanto isso!
Colocado por: SquireSe existem 10 pessoas para um cargo, 5 homens e 5 mulheres, todos com a mesma competência, e se as mulheres não quiserem “investir o suficiente”, o que vai acontecer é que a probabilidade de ser escolhido um homem aumenta!
Colocado por: SquireMas estamos no século 21 e legalmente a mulher e o homem estão equiparados.
Colocado por: Soliva
Foi a presunção do “e se a mulher” que aniquilou o seu próprio argumento.
Colocado por: Squire
Explique lá melhor a contradição. Existe igualdade de oportunidades, logo estão equiparadas. Se a mulher não quiser investir não será por não lhe ter sido dada a oportunidade.
Colocado por: Soliva
Se não quer entender … já não posso ajudar.
Colocado por: Soliva
Bastam 9 meses de limitação física e psicológica ( fora os anos seguintes ) suficientes para se colocar o sexo feminino no patamar de “não querer investir o suficiente “… mesmo no séc XXI.
Negar algo tão básico é simplesmente fantasioso e ideológico.
Um bom haja