Iniciar sessão ou registar-se
  1.  # 21

    Continuo a não saber citar dentro de citações, portanto vai assim:

    MartaD:
    "Não se fica mais pobre por doar 25 euros todos os meses durante 1 ano? Bem... depende da situação económica. Se for um rico a doar, acredito que não fique mais pobre, se for um remediado, irá ficar mais pobre.
    É bom para quem pode. E se se confirmar que não é vigarice."

    O que eu escrevi foi isto:

    "...eu por mim estou disposta a arriscar. Não fico mais pobre por isso..."

    Como é óbvio, não me passa pela cabeça comentar sobre os orçamento mensais dos outros. E, obviamente, estou a afirmar que eu prefiro arriscar a possibilidade de vigarice (ou má gestão, que ainda é o mais certo). Cada um faz o que entende.
  2.  # 22

    lobito:
    Se se verificar que não é vigarice (terá que pesquisar mais sobre o assunto), acho bem que ajude. Se pode, ainda bem!!! Cada um fala por si aqui neste tópico. Por isso inicialmente disse que "é bom para quem pode". Não quis interferir com a escolha de quem quer doar. Só estou a dizer para confirmarem a veracidade dessa informação.
  3.  # 23

    Adoro ouvir as pessoas discorrer acerca de não devermos dar esmolas nem "subsídios" nem aderirmos a acções de solidariedade, pois que existem uma propostas muito mais "avançadas", ou então que os pobres são todos uns mandriões, só querem é viver à custa dos outros. Haverá pobres assim, sem dúvida, como haverá ricos que o ganham explorando o trabalho de outrem.

    Mas, meus amigos, enquanto vocês discutem as novas teorias da solideriedade social (que obviamente excluem a Igreja, esses "alienadores do povo") há pessoas que neste momento não têm nada para dar aos filhos, agora, neste momento e em Portugal...

    Que fazer com esses? Mandá-los esperar pela próxima revolução?

    Um jornalista dirigiu-se um dia à Madre Teresa de Calcutá e perguntou-lhe se em vez da caridade não era melhor que o estado fizesse um plano geral de apoio à pobreza. Ela respondeu:
    ---Mas é claro que sim! Entretanto, enquanto esse plano não aperece nós vamos ajudando os mais necessitados...
  4.  # 24

    "Se se verificar que não é vigarice (terá que pesquisar mais sobre o assunto), acho bem que ajude."

    MartaD, agradeço a sua benção no caso de não ser vigarice. Mas, não tenho que nada. ;-)

    Não tencionava entrar nesta discussão sobre as obras de beneficência, e as instituições de caridade e os pobres meritórios e os outros, mas o meu marido tem duas histórias giras:

    Uma, foi um homem que chegou ao pé dele e lhe deu 20 dólares. Ele ficou a olhar para o outro e perguntou "O que é isto???". O homem respondeu-lhe: "Durante anos você deu-me dinheiro de cada vez que eu lhe pedi e agora arranjei um emprego e posso dar-lhe o seu dinheiro de volta".

    A segunda foi uma rapariga que lhe bateu à porta para lhe dizer que uma vez lhe tinha pedido dinheiro para o transporte para ir ter com a irmã para se "limpar". Ele sabia perfeitamente que se lhe desse dinheiro ela ia gastá-lo em droga e como tinha uns "tokens" (falha-me a palavra, mas é como quem diz uns módulos) no bolso, deu-lhos. Assim como assim, e como não podia fazer mais nada com aquilo, a rapariga para casa da irmã, "limpou-se" e vinha dar-lhe a boa notícia.

    E já que estamos em maré de histórias bonitas e verdadeiras, só mais uma:

    http://paradise-discovered.blogspot.com/2010/01/old-lady.html
  5.  # 25

    Colocado por: lobito"

    MartaD, agradeço a sua benção no caso de não ser vigarice. Mas,não tenho quenada. ;-)



    ÓVBIO que não a estou a obrigar a nada. Caso estivesse interessada em tirar a limpo a história, TERIA (fica melhor assim?) que pesquisar mais sobre o assunto. Mas como não está interessada em saber se é vigarice ou não:

    Devo dizer que não sei nada sobre os organizadores (a não ser o que se encontra na internet)


    Então arrisque, como disse.
  6.  # 26

    Colocado por: ParamonteAcho que não é justo estarmos a falar assim da Igreja, quando em muitos pontos de África, e não só, são os ÚNICOS que arriscam estar no meio de nenhures, sujeitos a apanhar uma bala na cabeça, ou uma doença, a tratar daqueles que ninguem mais quer tratar: sida, malária, orfãos de guerra, desmembrados etç.

    Dessas acções da Igreja pucos se lembram, talvez porque já temos a nossa cabeça cheria de "clichés" e juizos preconceituosos...


    Caro Paramonte,

    Ser justo falar ou nao falar assim da igreja, é relativo. E foi por isso que eu disse que era a titulo pessoal, ou seja, uma opinião pessoal.
    Quando refere que ha padres em africa a fazer boas acções, a unica coisa que me lembro para poder responder é fazer a viagem em sentido contrario, e aí começam as perguntas.

    1. Porque tem fome?
    2. Porque há dinheiro para armas e nao ha para infraestruturas e desenvolvimento?
    3. Porque deixam ser exlorados por outras naçoes, bastando para isso acenarem com um maço de notas ?
    4. Porque reclamam em vez de irem a procura de soluções ?
    5. Porque se resignam com o que tem ?
    .....
    até que iremos chegar as partes que mais abomino quando oiço falarem em religião, que é a inquisição e a expansão do cristianismo tanto em áfrica como nas américas. Ali tudo era válido desde que foço em nome da religiao.

    se formos mais atrás iremos encontrar muitas mais coisas, só que o forum é pequeno para falar sobre tudo.
  7.  # 27

    Caro/a Nielsky

    As 5 questões que coloca será mais para os políticos que para a Igreja.

    Quanto à inquisição ( e eu acho que as cruzadas foram bem piores) diga-me qual é a instituição tão antiga como a Igreja que não cometeu as suas aberrações?

    Mesmos as religiões mais recentes (enfim c\ 1 ou 2 séculos de existência) têm no seu historial coisas que prefeririam não ter...e estou a lembrar-me de certos grupos Cristãos e não só...

    Eu que não sou tão velho como a Igreja já cometi erros de que não me orgulho absolutamente nada, e talvez você também.

    Se estudar a história de todas as instituições religiosas encontrará erros cometidos, fruto das épocas e mentalidades.

    Uma coisa eu sei, dou uma moedita de um euro em cada missa, nunca ninguém me pediu dízimos ou coisa do género, e a Igreja vai dando o seu apoio social que é MUITO SIGNIFICATIVO. Gerem bem o dinheiro? Vão buscá-lo ao Vaticano? Praticam secretamente a alquimia ? Têm umas poupanças do tempo da inquisição?
  8.  # 28

    Em questões de caridade / apoio social, entendo 2 situações:

    1º - Emergências que têm de ser resolvidas de imediato
    2º - Ajudas com contrapartidas. Não aceito que quem receba da comunidade, não dê nada em troca, seja muito ou seja pouco

    Senão estamos apenas a perpetuar um sistema de dependência. A Madre Teresa podia ter muita razão, mas na religião dela diz-se: Não lhes dês peixe mas ensina-os a pescar
  9.  # 29

    A indústria da caridade movimenta muitos milhões por ano em todo o mundo, mas apenas uma pequena parte chega a quem precisa. Não estou a dizer que seja tudo vigarices, mas os custos de funcionamento de certas ONG´s levam-lhes a maior parte dos donativos.

    Há uns anos vi uma reportagem na tv sobre uma ONG com vários escritórios na Europa e E.U.A, que se dedica a recolher donativos nos países ricos e distribuí-los em África. Os donativos têm que pagar o pessoal que trabalha nos escritórios, as rendas, despesas como água luz e internet, viagens de e para África, pessoal da organização a lá viver com todas as despesas de salário, alojamento e alimentação, etc., etc. No fim, pelas contas do repórter chegariam 10% a 15% dos donativos aos necessitados.
  10.  # 30

    Colocado por: PauloCorreiaEm questões de caridade / apoio social, entendo 2 situações:

    1º - Emergências que têm de ser resolvidas de imediato
    2º - Ajudas com contrapartidas. Não aceito que quem receba da comunidade, não dê nada em troca, seja muito ou seja pouco

    Senão estamos apenas a perpetuar um sistema de dependência. A Madre Teresa podia ter muita razão, mas na religião dela diz-se: Não lhes dês peixe mas ensina-os a pescar


    Esse ditado provem da sabedoria chinesa

    O Cristão é "ama o próximo como a ti próprio" e é obviamente muito mais complicado...
  11.  # 31

    Para quem estiver interessado, eis o email que acabei de receber (a senhora que assina e eu que não conheço, é aparentemente Procuradora-Geral Adjunta segundo diz o site do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público na nota que publicita esta iniciativa):

    Congratulamo-nos com a recepção do e-mail de V. ª Ex.ª, que muito agradecemos, confirmando a sua inscrição.

    Oportunamente serão indicados a V.ª Ex.ª o número do "grupo de apoio" que passa a integrar, o NIB da respectiva conta, bem como a data de início da acção do referido "grupo de apoio".



    Cada conta, embora sempre com o mesmo número de identificação fiscal e entidade, tem um descritivo próprio que a individualiza.

    Pensa-se que, deste modo, poderá alcançar-se não só uma melhor percepção dos donativos enviados por cada um dos 10 elementos que compõem o respectivo "grupo de apoio", mas também uma maior transparência, interna e externa, bem como poderá possibilitar-se um melhor controlo das quantias recebidas e transferidas.

    Por outras palavras: um grupo de apoio/uma conta



    Em breve, confiamos que ainda neste mês de Fevereiro, terá início o apoio às primeiras dez famílias (residentes nos Concelhos de Ovar, Braga, Guimarães e Vila Nova de Gaia).

    Como os "grupos de apoio a famílias" iniciam a sua acção à medida que, seleccionadas as famílias, se forem constituindo, não iniciam todos, no mesmo dia ou mês, a sua acção de intervenção social.

    Por isso, não se definiu a duração máxima deste "movimento".

    Definido, sim, encontra-se o prazo máximo de duração do apoio de cada grupo ― um ano. Este prazo poderá, porém, ser inferior, se, entretanto, vier a cessar a situação de desemprego.


    Esta acção de intervenção social visa apoiar famílias que, residindo em qualquer ponto do país, passaram a encontrar-se em situação económica muitíssimo difícil, em virtude de despedimento, por fecho de fábricas ou outras empresas decorrente da presente crise.

    A verificação do preenchimento das acima referidas circunstâncias relativas a cada família, que fundamentam a atribuição do apoio, é da responsabilidade o Padre Jardim Moreira, Presidente da Rede Europeia Anti Pobreza/Portugal.

    Esta rede, para além da sua sede nacional, tem uma sede em cada capital de distrito, que representa a Direcção.

    Em cada sede existe um técnico ― em regra um sociólogo ― e uma equipa de voluntários, que colaboram com as instituições, associadas à rede, envolvidas na luta contra a pobreza ao nível do respectivo distrito.

    Este técnico, em colaboração com as instituições locais, recolherá e analisará os elementos necessários à caracterização da situação da família, em ordem a poder elaborar proposta de apoio à família seleccionada.

    A situação de desemprego será, sempre, sujeita a posterior confirmação junto do IEFP.

    O Presidente da Rede Europeia Anti Pobreza/Portugal ― Padre Jardim Moreira ― avalizará a proposta de apoio à família seleccionada.

    Já no decurso da acção, a equipa coordenada pelo Padre Jardim Moreira verificará se a família continua a necessitar do referido apoio económico. Tal verificação ocorrerá ao 4.º mês do decurso da acção e, se o apoio se mantiver, ainda ao 8.º mês.


    Temos também o prazer de comunicar que, neste momento, esta acção de intervenção social conta já com mais de 170 inscrições - expressivo sinal da força do sentimento de solidariedade existente na sociedade civil.
    A tal, certamente, também não será alheia a resposta positiva ao pedido que temos feito no sentido de cada pessoa "cativar" um amigo, em ordem a possibilitar a criação, em tempo útil, de uma verdadeira rede de solidariedade.

    Na mesma linha, nos vários contactos encetados junto de diversas entidades - nomeadamente, Sindicatos (ASJP, SMMP, ASPL, FNE, STE, etc.), Gulbenkian, CTT, Siemens, Lions Clubes-Portugal, Delta Cafés, Movimento Rotary, Impresa, etc. - não temos pedido qualquer apoio monetário para esta acção, mas antes solicitado a divulgação do movimento, pelos associados/funcionários, bem como a sua motivação para integração nos "grupos de apoio a famílias". Somente sugerimos às empresas que perspectivem a possibilidade de, no âmbito do seu mecenato, suportarem uma parcela do apoio individual (83 cêntimos por dia) de cada seu funcionário que venha a aderir a esta acção de intervenção social. Assim, e por mero exemplo, se fosse fixado em 10 cêntimos/dia a doação de qualquer colaborador que quisesse integrar os "grupos de apoio a famílias", a empresa suportaria os restantes 73 cêntimos/dia.

    Com tal proposta, pretendemos evitar que muitos colaboradores ― aqueles para quem 83 cêntimos por dia, durante um ano, pudesse já constituir um encargo elevado ― deixassem, apenas por razões meramente económicas, de ter oportunidade de, solidarizando‑se com os mais frágeis, apoiar uma família em situação económica muitíssimo difícil, com a perda da consequente gratificação, em termos pessoais, que tal gesto necessariamente implica.

    Estamos convictos que o desenvolvimento, na sociedade civil, de um forte sentimento de solidariedade - este ano, apoiando famílias, para o ano, idosos cuja pequena reforma não permite sequer satisfazer necessidades de saúde - é tão importante quanto o apoio económico que pudéssemos receber de uma empresa.

    Daí também o pedido e a insistência que fazemos no sentido de que cada pessoa, que queira integrar um "grupo de apoio a famílias", traga sempre mais um amigo.

    Ficamos, pois, a aguardar confiadamente que a pessoa amiga que V.ª Ex.ª indicou também se inscreva, nos mesmos moldes.

    Tendo em vista o sentido e os objectivos desta acção de intervenção social e a importância, individual e colectiva, da formação da correspondente rede, constituiria um relevante apoio poder contar com a capacidade de intervenção de V.ª Ex.ª.
    Permitimo-nos, por isso, solicitar ainda a divulgação da presente acção de solidariedade junto dos familiares e amigos de V.ª Ex.ª, acompanhada de sensibilização pessoal para integração na rede.

    Anexamos texto de divulgação desta acção de solidariedade.

    Com os melhores cumprimentos,

    odete maria de oliveira
  12.  # 32

    Recebi hoje este email (não se riam com as excelências e os comendadores, que isto é um assunto sério!):

    É com muita satisfação que trazemos ao conhecimento de V.ª Ex.ª que a Delta-Cafés, por iniciativa do Ex.mo Senhor Comendador Rui Nabeiro e na linha do seu reconhecido forte sentimento de solidariedade social, vai proceder à divulgação dos "Grupos de Apoio a Famílias" nos saquetes de açúcar Delta, numa campanha, de âmbito nacional, cuja produção vai iniciar-se no próximo mês de Junho.

    Temos, igualmente, muito gosto em enviar a V.ª Ex.ª, em imagem anexa, o logótipo deste movimento de solidariedade, da autoria do Ex.mo Doador José Adriano Machado Souto de Moura, que constituirá também o símbolo da aludida campanha da Delta-Cafés.


    Gostaríamos, ainda, de aproveitar esta oportunidade para partilhar com V.ª Ex.ª uma preocupação e para lançar, também, um desafio.

    Embora naturalmente todos comunguemos do gratificante sentimento decorrente do facto de o número dos "Grupos de Apoio" estar, progressivamente, a aumentar, passando de 18 Grupos iniciais, em 5 de Março de 2010, para 21 Grupos, em Maio de 2010,

    o que se traduziu, em média, na constituição de um novo "Grupo de Apoio" por mês, e, consequentemente, na possibilidade de apoio a uma nova Família por mês,

    não podemos, contudo, deixar de reconhecer que o ritmo de crescimento deste movimento de solidariedade é muito pequeno, face à dimensão do problema.

    É esta a nossa preocupação.

    Questionamo-nos, por isso:
    Como poderemos nós, Doadores, potenciar o incremento desta rede de solidariedade?

    Será que cada um de nós - Doador verdadeiramente implicado neste movimento de solidariedade - poderia dar um ainda mais expressivo
    contributo para um maior fortalecimento desta rede de solidariedade, cativando, agora, um Amigo?

    Se assim nos empenhássemos, esta rede de solidariedade de 210 Doadores rapidamente passaria a ter mais de 400 Doadores.
    Consequentemente, teríamos, num curto espaço de tempo, a possibilidade de apoiar mais de 40 Famílias que se encontrem com graves dificuldades económicas, em virtude de despedimento decorrente da presente crise.


    É este, pois, o desafio que, com muito gosto, lançamos:

    Seremos nós, Doadores, capazes de cativar, agora, um Amigo, para integrar esta rede de solidariedade?

    Com os melhores cumprimentos,

    Odete Maria de Oliveira
      Nunca_o_acucar_foi_tao_doce (Small).png
  13.  # 33

    Já que estamos numa de opiniões pessoais, aqui vai a minha.

    Eu NÃO DOU NADA a ninguém.
    Nem esmolas, nem ajudas a famílias necessitadas, nem moedinhas a «profissionais de arrumadoria», NADA! NUNCA!

    Não é só porque o dinheiro me possa fazer falta (eu gasto menos de 125 euros/mês em supermercado, para uma pessoa).

    É que se toda a gente fosse como eu, entregando essa função ao Estado e às instituições tuteladas pelo Estado, não teríamos "arrumadores" a chatear-nos (até em ruas com parquímetros) para irem gastar o dinheiro em droga, nem imigrantes profissionais da pedinchice.

    Que o comendador Nababo, digo, Nabeiro o faça no âmbito numa campanha PUBlicitária a nível nacional, ou que o funcionário publico ex-procurador-geral da republica (josé souto moura) faça o boneco da campanha DA DELTA-CAFÉS, é lá com eles.

    EU PAGO todos os meus imposto (ao contrário de alguns que se esquivam a certos impostos e pagam a outros para assumir a culpa e irem eles para a prisão), já contribuo demais.
  14.  # 34

    O Luís pode bem " entregar essa função ao Estado", o Estado é que pode não aceitar, como efectivamente acontece.

    E o Estado está-se bem nas tintas, se existe ou não miséria e fome...por vezes é para o lado onde dormem melhor.

    Por exemplo o Banco Alimentar (aquele dos peditórios de alimentos nos supermercados) é um salva vidas para muitas famílias que ficariam EFECTIVAMENTE a passar fome. E se pensarmos nas crianças que não têm culpa de nada...não há outra via senão a da solidariedade!!!
  15.  # 35

    Misturar o "ódio de estimação" que muita gente tem pela "igreja"(padres/cupulas da mesma), com o não reconhecimento das suas acções de caridade/ajuda/escolarização por esse mundo fora (e mesmo por cá) é no mínimo de uma ignorancia e de uma ingratidão incrivel! Por cada "padre" desses que vocês abominam, há centenas de católicos que verdadeiramente e desinteressadamente ajudam, confortam, ensinam o que sabem e podem...
    Só quem não tem mesmo noção do que se passa e do que se faz.
    Podiam fazer mais? Talvez. Quase de certeza que sim.
    Quem critica é só aderir a esse tipo de programas e ajudar, fazer melhor e mais. DEixem as palavras criticas de sofa, e vão para a rua distribuir refeições, para as cantinhas cozinhar, por esse mundo fora construir escolas e ensinar... Enfim.
    Ah, e para os que acham que pagar impostos é TUDO o que devem e podem fazer pelo próximo, olhem bem à vossa volta e vejam as cambalhotas que por vezes a vida dá...
    Estas pessoas agradeceram este comentário: becas, Paramonte, ifnunes
  16.  # 36

    Colocado por: Luis K. W.é lá com eles


    Exacto. Cada um é como cada qual ;-)

    Agora, franchement, Luis, dizer que se não se fizesse isto ou aquilo não havia não sei quê... até parece o outro Luis :-)

    Eu por mim, uma vezes dou outras não dou. Não me sinto obrigada a nada, nem admitiria que alguém tentasse fazer chantagem psicologica comigo. Certamente que às vezes não dou a quem faz muita falta, e dou a quem não precisa. Não sou omnisciente como Deus, nem tenho visão de raio X como o super-homem. Mas pronto: falaram-me nisto, e eu respondi como entendo. Uma parte da minha resposta é falar disto a outras pessoas, e aqui esta.
  17.  # 37

    Eu não sou dos que mais dá porque sou um egoista, que básicamente só pensa em si próprio....mas estou a fazer esforços para me corrigir...
  18.  # 38

    Colocado por: ParamonteEu não sou dos que mais dá porque sou um egoista, que básicamente só pensa em si próprio....mas estou a fazer esforços para me corrigir...

    E eu só «dou» empregos.

    Ainda estou à espera que uma alma caridosa me dê um também a mim.
    De preferência na administração da CGD...
    •  
      MRui
    • 15 maio 2010

     # 39

    Colocado por: Luis K. W.E eu só «dou» empregos.

    Ainda estou à espera que uma alma caridosa me dê um também a mim.

    Luis, tenho a relva cheia de trevos e precisa de ser mondada. Pago 0,50€/hora e uma mine de 15 em 15 minutos.
  19.  # 40

    a mine é q eu não acho bem, devia ser uma de 75 cl.
 
0.0200 seg. NEW