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  1.  # 61

    Colocado por: MarcopomDaqui a uns tempos andamos a pagar estudos para instalar um recuperador...

    Sim, se solicitar um estudo ou projecto para instalar o recuperador, vai ter que pagar.
  2.  # 62

    Colocado por: MarcopomNão? Então quem tem de perceber do assunto... Daqui a uns tempos andamos a pagar estudos para instalar um recuperador...
    oqual a fiabilidade dos cálculos dessa solução?

    O que nao falta por aqui e users a queixarem se que prometeram lhe X e agora gastam Z.

    Existem simuladores para estes casos mas ma pratica o simulador vai dizer o que o se quiser.
    Concordam com este comentário: eu
  3.  # 63

    Colocado por: Picareta
    Se é o cliente a pedir orçamento para determinada solução, não me parece que quem tenha o trabalho a fazer o orçamento ainda tenha que fazer as contas para desmontar a rentabilidade da solução definida pelo cliente.


    Mesmo você certamente que muitas vezes faz aconselhamento técnico aos seus clientes, no sentido de trocar a solução A pela B, em que a B é melhor e ainda por cima mais barata. Os clientes é que podem não ir na cantiga e confundir isso com práticas comerciais, mas não acredito que haja um técnico que não desmistifique algumas "misconceptions" que muitas vezes existem na cabeça dos donos de obra.
    • DR1982
    • 3 outubro 2017 editado

     # 64

    Colocado por: jorgealvesdependendo de muitos e multiplos factores entre 5 a 15 anos sendo que as soluções "lowcost" apresemtam os prazos maiores

    Ou até mesmo nunca sera amortizado, por exemplo a ideia do user que abriu o tópico.
    Essas contas é que deveriam ser feitas religiosamente e por vezes não são, a tendência é para as casas cada vez mais terem menos necessidades energéticas logo o retorno demora mais como é óbvio!
    o apoio solar na minha opinião deve ser dimensionado para fazer AQS, tudo o que seja mais que isso acho que demora muito até justificar o investimento!
    Concordam com este comentário: eu, Skinkx
  4.  # 65

    O que eu quis dizer é que não é o cliente que tem de fazer esses cálculos...
    Por essa ordem de ideias vamos pedir para nos fazerem o projeto da casa a um gabinete e já temos de levar os cálculos de betão, térmico, ited etc...
    Concordam com este comentário: eu
  5.  # 66

    Colocado por: DR1982o apoio solar na minha opinião deve ser dimensionado para fazer AQS, tudo o que seja mais que isso acho que demora muito até justificar o investimento
    excpto se isso tiver um custo acrescido quase nulo como acontece na maioria das soluções que aplico, sendo amortizado muito rapidamente.
    Concordam com este comentário: DR1982, eu
  6.  # 67

    Colocado por: SkinkxMesmo você certamente que muitas vezes faz aconselhamento técnico aos seus clientes, no sentido de trocar a solução A pela B, em que a B é melhor e ainda por cima mais barata.

    Aconselhamento técnico é uma coisa, estudos e projectos é outra, e por regra são pagos....se bem que há empresas que os fazem de borla, para que os mapas de quantidades tenham as referências das suas marcas.
  7.  # 68

    Colocado por: Picareta
    Aconselhamento técnico é uma coisa, estudos e projectos é outra, e por regra são pagos....se bem que há empresas que os fazem de borla, para que os mapas de quantidades tenham as referências das suas marcas.


    Você sabe que muitas vezes são os próprios instaladores que, com umas contas de merceeiro, dimensionam os circuitos de PRH ou de radiadores, bem como o número de elementos dos radiadores, por exemplo.

    Não havendo projecto, para haver um orçamento tem que haver um estudo do sistema, nem que ele não seja facultado ao cliente. Afinal, são X radiadores, com Y elementos, com X cabeças termostáticas e por aí fora...
  8.  # 69

    Colocado por: MarcopomO que eu quis dizer é que não é o cliente que tem de fazer esses cálculos...

    Que cálculos? o rendimento do recuperador? os consumos dependem sempre da envolvente do espaço a aquecer, e do seu isolamento, e o fornecedor do recuperador não tem nada a ver com isso....tem que pagar ao skinkx para lhe fazer um estudo para isso :-)
    Concordam com este comentário: Marcopom
    • Skinkx
    • 3 outubro 2017 editado

     # 70

    Colocado por: Picareta
    Que cálculos? o rendimento do recuperador? os consumos dependem sempre da envolvente do espaço a aquecer, e do seu isolamento, e o fornecedor do recuperador não tem nada a ver com isso....tem que pagar ao skinkx para lhe fazer um estudo para isso :-)


    Não tem nada que me pagar nada, as pessoas pagam por um projecto térmico e por um certificado/pré-certificado energético, puxem pelos técnicos que essa informação está lá toda... o problema é que aquilo entra porco e sai chouriço e eles não fazem a mínima ideia de como filtrar os dados, dados esses que, depois, tanto jeito podiam dar aos técnicos que vão instalar sistemas e equipamentos desfasados da realidade construtiva: por exemplo, num PRH podia não ser necessário um passo tão apertado (menos tubo, menos electroválvulas, colectores com menos circuitos), uns radiadores serviam com muito menos elementos, os depósitos de inércia seriam mais pequenos, os equipamentos de produção (essencialmente no caso de bombas de calor) seriam mais pequenos e bastante mais económicos e por aí fora. E um projecto térmico custa muito pouco, bastante menos do que saltar de potência na gama de bombas de calor escolhidas, seja qual for a marca. Agora, como diz o outro, é fazer as contas.

    Com um eng.º mecânico isto tudo seria feito numa penada, porque é o campo deles, mas normalmente os proj. térmicos são feitos por civis e ninguém quer saber nada do que lá está, resumem tudo a um A+ ou B-, sem fazer a mínima ideia das repercussões práticas das diversas opções de projecto, seja em termos de isolamentos/caixilhos/climatização, em termos do potencial económico de cada situação e em termos da adequabilidade da solução ao perfil específico daquele cliente.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: philima
  9.  # 71

    Colocado por: Anonimo18072022A
    Pois é mas isso seria muito bonito se depois o utilizador usa-se o sistema de aquecimento de acordo com o que está previsto no projecto térmico, nomeadamente nas temperaturas de conforto....ou se fizesse uma gestão cuidada das temperaturas solicitadas.
    Não o fazendo lá vão os cálculos ao ar baseados no projecto térmico.


    De alguns....se não tiverem formação complementar ao curso não se safam.


    O projecto térmico tanto lhe dá as perdas de energia numa base anual (kWh/ano) para uma temperatura de conforto de 18 ºC, como lhe dá valores que lhe permitem calcular a potência térmica necessária para as temperaturas que você muito bem entender, desde mínimas de 0/2.5/5 ºC a máximas de 20/21/22 ºC. E isto sem ganhos térmicos por utilização ou ganhos térmicos solares, pelo que tem margem de segurança mais que suficiente para poder utilizar os dados que dali saem, pelo simples facto de não considerar estes ganhos na determinação da potência de aquecimento necessária.
  10.  # 72

    Colocado por: Anonimo18072022AJá para não falar que um projecto térmico não entra com uma série de parâmetros que na minha opinião influenciam e muito a percepção de conforto por parte do utilizador: desde os parâmetros individuais do utilizador, equações de conforto, valores de PPD e PMV, metabolismo, vestuário, se o sistema de aquecimento é predominantemente por radiação ou convecção, etc.


    Isso parece-me algo que depois cabe ao instalador (melhor ainda, ao utilizador) parametrizar. Isso que você indica é algo muito dinâmico, muito dependente das especificidades daquele utilizador, que pode até ser diferente entre marido e esposa, por exemplo. O projecto térmico é algo mais estático, por assim dizer, nem poderia ser de outra maneira. O objectido do projecto térmico é diminuir ao máximo a influência do ambiente exterior nas condições interiores: a partir daqui, para refinar o modelo, só o projecto de climatização pode ir de encontro às expectativas do utilizador.

    Quanto à parte do vestiário e metabolismo, isso é feito em edifícios públicos com utilizações específicas (escolas, piscinas, etc). Não me parece que uma habitação se inclua nessa ideia, pois a utilização é mais ampla e não tão específica.
  11.  # 73

    Colocado por: Anonimo18072022AE acha que mesmo assim com um projecto térmico, digamos bem executado, que algum instalador arrisca apontar valores de exploração para uma instalação com tantas variáveis "humanas" que podem simplesmente aumentar em 20-30% os custos de exploração?
    A realidade no papel é uma....a realidade do utilizador é outra.


    A base é sempre o projecto térmico - afinal, o sistema de climatização vai suprir as perdas de energia da habitação para manter o equilíbrio de temperaturas no seu interior. O utilizador pode definir essas temperaturas, mas é o projecto térmico que nos permite quantificar as necessidades de energia.

    Se o utilizador definir 50 ºC de conforto no interior, continua a ser o projecto térmico que nos permite definir as necessidades de energia para obter esse conforto. Aquilo permite tudo.
  12.  # 74

    Colocado por: Anonimo18072022A
    O projecto térmico dá-lhe a energia primária para determinados pressupostos fixos (no projecto).
    Qual o utilizador que alterando as variáveis tem a capacidade de "olhar" para o projecto térmico e mexer nas variáveis?....muito poucos.


    Não só, por isso é que eu digo que é preciso saber olhar para o projecto térmico.

    O projecto térmico dá-lhe informação que chegue para, em regime de aquecimento, você dimensionar um sistema de climatização que mantenha o ambiente interior em conforto, seja para uma base de 15 ºC, de 20 ºC ou de 50 ºC.

    Numa base anual é que os pressupostos já não se aplicam assim, porque o REH entra com ganhos solares e estabelece uma temperatura para um regime de conforto de 18 ºC, mas o projecto térmico diz-lhe quais são as suas perdas térmicas globais e a partir desse valor dá para estabelecer o conforto/equilíbrio que você muito bem entender.

    Qualquer projecto de aquecimento assenta no pressuposto que o sistema de aquecimento deverá suprir as perdas por envolvente opaca, envolvente envidraçada, ventilação e pontes térmicas. Ora, o projecto térmico faz isso, está lá escrito. A partir daí, é você ou quem quer que esteja a dimensionar o sistema de climatização que define quais as temperaturas em que quer que aquilo trabalhe, quanto maior for o campo de temperaturas, maior será a necessidade de potência (óbvio), mas o projecto térmico dá-lhe a info que você quer e precisa, podendo partir dessa base (se o projecto térmico for cumprido em obra, obviamente).

    Quando você define as necessidades de aquecimento dum quarto considera perdas pelo piso, pelo tecto, pelas paredes, pelos vidros e pela renovação do ar. Ora, o projecto térmico faz isto e ainda conta PTP e PTL, só que numa base global, para toda a casa. Não dando muito jeito para dimensionar compartimento a compartimento, pelo menos o projecto térmico serve para estudar a potência do sistema global.
  13.  # 75

    Colocado por: SkinkxCom um eng.º mecânico isto tudo seria feito numa penada,

    Uma das propostas para o meu prh e bomba de calor foi de uma marca que começa em giaco e termina em mini.
    Elaborada e apresentada por um eng. Mecânico.
    Da proposta constava uma bomba de 39kw de potência. Sim leram bem.
    Tenho uma de 16kw, uma de 14 servia e com jeitinho se calhar uma de 11 fazia o serviço!
    Assim que ele insistiu naquela potência a reunião terminou. Aquele percebia menos que eu ou pior, queria me vigarizar.
    • emad
    • 3 outubro 2017

     # 76

    Colocado por: philimaViva caríssimos,

    Situação: construção de uma casa nova T4, 320m2, piso térreo virado a sul/oeste, família de 4, protegida do vento norte, litoral centro, para manter aquecimento ligado durante 6 meses.
    Bem haja

    O problema começa antes de começar. 320 m2 e ter frio quando ainda temos calor.
    É melhor tratar dos pés frios nos meses quentes. Isso.pode ser um problema de saúde.
  14.  # 77

    Colocado por: Pedro Azevedo78
    Uma das propostas para o meu prh e bomba de calor foi de uma marca que começa em giaco e termina em mini.
    Elaborada e apresentada por um eng. Mecânico.
    Da proposta constava uma bomba de 39kw de potência. Sim leram bem.
    Tenho uma de 16kw, uma de 14 servia e com jeitinho se calhar uma de 11 fazia o serviço!
    Assim que ele insistiu naquela potência a reunião terminou. Aquele percebia menos que eu ou pior, queria me vigarizar.


    Ele tinha obrigação de saber mais, mas isso não invalida o meu raciocínio: se o eng.º mecânico não o conseguir ajudar, não é o civil que o vai desenrascar nesse campo.
  15.  # 78

    Colocado por: Pedro Azevedo78
    Uma das propostas para o meu prh e bomba de calor foi de uma marca que começa em giaco e termina em mini.
    Elaborada e apresentada por um eng. Mecânico.
    Da proposta constava uma bomba de 39kw de potência. Sim leram bem.
    Tenho uma de 16kw, uma de 14 servia e com jeitinho se calhar uma de 11 fazia o serviço!
    Assim que ele insistiu naquela potência a reunião terminou. Aquele percebia menos que eu ou pior, queria me vigarizar.
    errado, uma de 8 kw chegava.
  16.  # 79

    Poças Jorge... Assim ainda me fico a roer mais! :)
  17.  # 80

    Aplico muito poucas de 14 ou 16 Kw, a esmagadora maioria é até 11Kw e sem ligar as resistencias embutidas.
 
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