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  1.  # 881

    Colocado por: NTORION

    Marco, ainda hj em Itália referiram que o número de infetados deveria ser 10x mais que os identificados.

    Ainda ontem publiquei aqui um estudo, de um matemático, em que em Portugal já estimam algo como 20k a 60k de infetados...

    E já agora, é dado os números do quadro que deixo, não será a política de Israel (isolar idosos e grupos de risco) a mais apropriada?
      Screenshot_20200324-225124.jpg


    Em Israel não se brinca com coisas sérias, creio que tomaram medidas de prevenção atempadas e sei que têm o Shin Bet empenhado na luta contra a propagação do vírus.

    https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/covid-19-israel-impoe-quarentena-a-todas-as-pessoas-que-entrarem-no-pais-556626
    Concordam com este comentário: NTORION
  2.  # 882

    marco1, numa outra nota, sobre a questão económica, percebo o que diz, embora tenha resistência em concordar consigo, pela ideia me deixar desconfortável (a não economia é-me estranha). No entanto, faz-me lembrar do que há uns aninhos li sobre uma política que adere ao não trabalho, porque as pessoas devem antes viver (considerando o trabalho como o conhecemos até anti natura). E que, actualmente (há esses aninhos que li..) existem os meios suficientes para que não haja necessidade de trabalho humano, sendo antes, todo ele possível de ser automatizado. E que existem partidos que já tentaram por isto em agenda a nível europeu, se não estou em erro, mas que se viram obrigados a retirar, por causa do nosso sistema económico. É o outro lado da moeda, em excesso, e que talvez nada tenha a ver com o discurso do marco1 da economia. Mas que me fez lembrar, e fazer essa relação. Acho isto e achei na altura que li muito interessante, quem sabe, muita coisa possamos fazer melhor de futuro pois a aprendizagem desta grande lição nos permita maior lucidez, em todas as frentes.
  3.  # 883

    Colocado por: CMartinmarco1, numa outra nota, sobre a questão económica, percebo o que diz, embora tenha resistência em concordar consigo, pela ideia me deixar desconfortável (a não economia é-me estranha). No entanto, faz-me lembrar do que há uns aninhos li sobre uma política que adere ao não trabalho, porque as pessoas devem antes viver (considerando o trabalho como o conhecemos até anti natura). E que, actualmente (há esses aninhos que li..) existem os meios suficientes para que não haja necessidade de trabalho humano, sendo antes, todo ele possível de ser automatizado. E que existem partidos que já tentaram por isto em agenda a nível europeu, se não estou em erro, mas que se viram obrigados a retirar, por causa do nosso sistema económico. É o outro lado da moeda, em excesso, e que talvez nada tenha a ver com o discurso do marco1 da economia. Mas que me fez lembrar, e fazer essa relação. Acho isto e achei na altura que li muito interessante, quem sabe, muita coisa possamos fazer melhor de futuro pois a aprendizagem desta grande lição nos permita maior lucidez, em todas as frentes.

    Tenho a impressão que isto advém ou se cruza também de Karl Marx, a teoria do não trabalho embora não tenha chegado a dar em Filosofia.
    •  
      NTORION
    • 25 março 2020 editado

     # 884

    Relativamente às máscaras :

    https://www.semcompromisso.com/2020/03/covid19-mascaras-reajustadas.html?m=1

    É para mim um mistério, quase uma questão de fé (ou se acredita ou não, independentemente da realidade), o facto de uma máscara poder proteger um profissional de saúde do Covid19, mas o mesmo não acontecer se a pessoa que se protege, usando o mesmo meio, for um vulgar cidadão. E, pergunto-me, será que quando o dito profissional de saúde termina a sua função, mas continua a usar uma máscara nas suas idas ao supermercado, esta deixa de lhe proporcionar protecção?
    Argumento 1 [usado pelas autoridades]: O problema é que as pessoas comuns não sabem usar máscaras (ou respiradores) e, então, pode a emenda ser pior do que o soneto e dar ao povo uma sensação de falsa protecção e, derivado dessa sensação, a pessoa baixar a guarda e facilitar, levar as mãos à cara e coçar a máscara, puxá-la para os olhos como o Bolsonaro, etc.
    E quanto ao profissional de saúde, já nasce ele ensinado a usar máscara ou luvas? Será uma predisposição genética, essa sabedoria sobre uso de equipamento individual de protecção? Ah, aprendeu a fazê-lo. E não poderiam (as entidades competentes do Ministério da Saúde, claro) ter a gentileza de nos ensinar, de passar essa informação a quem está aflito e vai usar (já usa!) máscara de qualquer maneira? Talvez que as pessoas 'lá em casa' consigam aprender a fazê-lo.
    Argumento 2 [usado pelas autoridades]: Mas as máscaras não são para uso indefinido, devem ser mudadas com frequência para continuar eficazes; de outro modo ganham vapor da respiração, empapam-se, e podem deixar passar o vírus. Sim, sabemos isso, que acontece sobretudo às máscaras ditas cirúrgicas (FPP1), moles, simples tecido com elásticos, sem bico de pato ou respirador, que são as máscaras que médicos e enfermeiros geralmente usam no dia-a-dia. Para que funcionem na perfeição, essas máscaras devem ser mudadas, mais ou menos, de 2 em 2 horas. Será que isso está a acontecer nos nossos serviços de saúde? Parece que não. E porquê? Não há máscaras suficientes para tal. Se isso fosse feito, cada profissional de saúde teria de usar 4 a 6 máscaras cirúrgicas por dia, dependendo da duração da jornada de trabalho. Se multiplicarmos isto por 150.000 profissionais de saúde lá se ia a reserva estratégica, de que tanto nos falam na TV, em três ou quatro dias. O óptimo é inimigo do bom.
    Argumento 3 [usado pelas autoridades]: Suspeita-se que por trás deste discurso oficial "as máscaras não protegem" está uma ingénua tentativa de evitar que faltem máscaras aos profissionais de saúde, que são quem mais delas precisa e que, todos nós, necessitamos de manter bem protegidos para que não adoeçam e deixem de prestar cuidados — não posso concordar mais com isto da defesa dos profissionais da linha da frente. Mas esta argumentação parece ignorar um facto: o circuito de distribuição e venda de equipamento de protecção é (ou deveria ser) distinto entre o uso profissional e o uso leigo. São as farmácias e as lojas de produtos agrícolas ou de construção civil que vendem as máscaras/respiradores e as luvas que o povo tem comprado. Ou será que o Ministério da Saúde se anda a abastecer nesses locais de venda? Se anda, o sinal é péssimo e evidencia uma notória falta de planeamento, prévio e atempado, das necessidades em recursos que uma pandemia gera e que um verdadeiro plano de contingência deve acautelar. Deste modo, o argumento de que se o povo as compra não há para os outros é falacioso e inconsistente.
    Argumento 4 [usado pelas autoridades]: Mas os fabricantes deste material são os mesmos, de modo que se forem distribuídos num lado (farmácias, lojas agrícolas) vão faltar no outro (centros de saúde, hospitais). Mas, atrevemo-nos a perguntar, não compete ao Governo acautelar isto, ou seja: requisitar toda a produção nacional (duas fábricas, suponho) para uso do Estado? E isso foi já operacionalizado e conseguido de modo inequívoco e radical?
    E depois, digo eu, há outras iniciativas que se poderiam, talvez, tomar: se o povo está cheio de equipamento de protecção individual (luvas, máscaras/respiradores, até óculos), se andou no açambarcamento enquanto o havia, não seria de pedir — usando os canais de comunicação do costume onde nos dizem que as máscaras são inúteis — ao povo 'lá em casa' que doasse esse equipamento a quem mais precisa, isto é às instituições de saúde? Claro que o povo, que não é parvo e não confia totalmente em quem o dirige, não iria entregar tudo, iria ficar com algum para si, e fazia bem. Mas estou certo que alguma coisa havia de ser doada e, multiplicada pelo país inteiro, seria algo que se veria, seria útil. Ou talvez acontecesse que as pessoas que continuam a encomendar máscaras nos locais do costume dissessem algo como:
    "Oh Sr. Foskamónio, já chegou o sulfato de cobre que eu tinha encomendado para o míldio? Olhe, peça-me aí também 2 caixas de máscaras, das FFP3, ao fornecedor, que assim ofereço uma à minha médica de família que, coitada, está para ali sem mâscara, encravada entre a secretária e o espelho de ver Rx, a apanhar com perdigotos de toda a gente!"
    Suponho que haverá muitas pequenas (crowdfunding para comprar material, doações particulares) e grandes (ensinar a usar máscaras e luvas) iniciativas que podem ser tomadas, pois a população participará com a generosidade que já vimos suceder na desgraça que foram os incêndios de há três anos. Agora continuar, desdenhosa e condescendentemente, a afirmar que as máscaras não servem para nada, que é quase um crime a gente usá-las, não é o sinal de transparência ou de verdade que nos dizem ser apanágio na comunicação das autoridades responsáveis.
    O gráfico que abre este texto foi tomado de empréstimo ao Financial Times e mostra-nos as curvas epidémicas* do Covid19 segundo vários países do mundo e ao longo do tempo. É interessante notar que os países que apresentam curvas menos pujantes ou mais controladas são precisamente aqueles que usaram máscaras/respiradores durante esta pandemia (Coreia do Sul, Japão, Singapura, Hong Kong/China). É óbvio que as máscaras não explicam todo o sucesso, mas estão lá a contribuir.

    Covid19 por país, assinalando aqueles em que se pratica uso generalizado de máscara.
    Argumento 5 [usado pelas nossas autoridades]: Ah, mas o uso de máscara é 'cultural' nesses países, como se fosse tão natural e frequente aquela gente de olhos aguçados usar máscara como comer arroz Xau-Xau ou Sushi. O que não é verdade. O que é verdade é que aqueles povos têm menos inibições, e maior disciplina, em usar máscara em certas situações, e agora, durante a pandemia, não se vê um único habitante daquela zona do planeta que não use uma. Porque será?
    Argumento 6 [usado pelas autoridades]: O uso de máscara só seria eficaz se toda a população a usasse. Percebe-se a lógica, mas, como foi dito, o óptimo é inimigo do bom. Deste modo, quem se puder proteger com máscara nas saídas em direcção a locais onde possa haver concentração de pessoas que o faça. É que na fase em que nos encontramos da epidemia (transmissão comunitária livre) qualquer um de nós pode estar infectado sem o saber e desse modo passar o vírus a quem está ao seu lado no supermercado, na frutaria, na farmácia ou no elevador.

    * Será que alguém podia informar a Dr.ª Marta Temido que não se diz curva epidemiológica, mas sim curva epidémica? É que, quando ela fala disso, está a falar da tradução gráfica da progressão de uma epidemia ao longo do tempo (por isso curva epidémica ou curva da epidemia), ao passo que epidemiologia é o ramo do conhecimento que estuda estas (doenças transmissíveis) e muitas outras doenças.

    Nota: Agradeço a David Peres, médico na Unidade de Saúde Pública da Póvoa de Varzim e membro da comissão de Controlo da Infecção na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, os conselhos (abaixo reproduzidos) de bom uso de máscaras e respiradores que elaborou e divugou.
    Concordam com este comentário: ricardo.rodrigues
    Estas pessoas agradeceram este comentário: telhaduasaguas
  4.  # 885

    Colocado por: smartpc
    Estas pessoas agradeceram este comentário:Reduto25
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    Sim.
    Há falta de material de protecção individual. Tem razão, e a nível Europeu, pelo menos.
  5.  # 886

    Colocado por: marco1alguém me explica como é que em vila real ( e começa a ser recorrente em lares de terceira idade) aparece um caso num lar no -domingo e contaminou outros utentes e funcionários, portanto como apareceu lá esse caso? anda gente em vila real também infetada?
    quererá dizer isto o quê? que existem já milhares de assintomáticos e a contaminar e só é mesmo detetado quando atinge o grupo de risco?


    Era bom que toda a gente percebesse isto!
    Pq é um dos problemas deste vírus!
    Pessoas que aparentemente não têm sintomas e andam a contagiar sem saber.
  6.  # 887

    Colocado por: NTORION

    Marco, ainda hj em Itália referiram que o número de infetados deveria ser 10x mais que os identificados.

    Ainda ontem publiquei aqui um estudo, de um matemático, em que em Portugal já estimam algo como 20k a 60k de infetados...

    E já agora, é dado os números do quadro que deixo, não será a política de Israel (isolar idosos e grupos de risco) a mais apropriada?
      Screenshot_20200324-225124.jpg


    Venho a defender a estratégia de Israel desde o início! Quarentena obrigatória para os grupos de risco, PROIBIDO sair a rua com que desculpa for, e o restante pessoal continua a trabalhar e a continuar com economia em andamento
  7.  # 888

    Colocado por: marco1faz-me confusão isto das máscaras, ouço falar em milhares e milhares de máscaras mas está sempre a passar a mensagem que não há mascaras suficientes, não entendo , são de utilização única todas elas ?

    Que não haja dúvidas Qt às máscaras.
    Elas FALTAM em todos os serviços!!
    Estão a mentir, repito, mentir a todos os Portugueses a dizer como disse o Costa que não falta nada. MENTIRA!!!
    Quem está minimamente por dentro dos serviços de saúde sabe do que falo.
    É criminoso o que se passa em muitos sítios deste país, enviar médicos e enfermeiros para o trabalho sem lhes dar a mínima garantia em termos de proteção individual!! Criminoso!!!
    Como sabem as clínicas dentárias foram das primeiras coisas a "encerrar" devido ao altíssimo risco que existe, pois há uma proximidade muito grande com o paciente e a formação de aerossóis com o uso de turbinas e afins.
    Para fazer face às consultas de urgência foi garantido pelo infarmed que os dentistas receberiam máscaras ffp2 para poder dar essas consultas.
    Onde estão elas???? Vao chegar qd isso acabar!!!
    Felizmente como bons tugas que somos, alguns de nós têm conseguido algumas máscaras (sabe Deus como e a que preço!!!!), Pq se estivéssemos a espera do infarmed neste momento em Portugal ng podia ter uma dor de dentes que só tinha um remédio: aguentar!!!
    Não vale a pena paninhos quentes. E muito menos MENTIR como nos têm mentido todos os dias na televisão!!!
    Concordam com este comentário: NTORION, zinna, 21papaleguas
  8.  # 889

    Quem quiser uma máscara caseira interessante faça o seguinte:
    Ver um vídeo no YouTube de como fazer uma, mas usar como material um BOM SACO DE ASPIRADOR.
    Um bom!
    Segundo o tal estudo tem uma capacidade de retenção/filtragem muito interessante.
    Como contra tem uma relativa dificuldade/esforço de respiração. Mas para ir as compras não faz mal.
    E depois ver outro vídeo de como as usar/colocar bem. Não é física quântica, como as vezes fazem querer parecer!
    Para reutilizar a máscara, colocar a mesma no forno ao 70 graus durante 30 minutos.
    Mais uma vez isto não são dicas do Facebook.
    São cientistas crediveis.
    Fica para quem achar que lhes interessa.
    Estas pessoas agradeceram este comentário: zinna
    • zeto
    • 25 março 2020

     # 890

    Colocado por: Pedro Azevedo78Quem quiser uma máscara caseira interessante faça o seguinte:
    Ver um vídeo no YouTube de como fazer uma, mas usar como material um BOM SACO DE ASPIRADOR.
    Um bom!
    Segundo o tal estudo tem uma capacidade de retenção/filtragem muito interessante.
    Como contra tem uma relativa dificuldade/esforço de respiração. Mas para ir as compras não faz mal.
    E depois ver outro vídeo de como as usar/colocar bem. Não é física quântica, como as vezes fazem querer parecer!
    Para reutilizar a máscara, colocar a mesma no forno ao 70 graus durante 30 minutos.
    Mais uma vez isto não são dicas do Facebook.
    São cientistas crediveis.
    Fica para quem achar que lhes interessa.

    Ou com filtros do café tb dá
    • zeto
    • 25 março 2020

     # 891

    Colocado por: zetoPara reutilizar a máscara, colocar a mesma no forno ao 70 graus durante 30 minutos.

    “Lá está” como já tinha referido antes, fazer sauna combate o vírus, visto que o vírus morre a uma temp. de 56 graus é verdade ou não?
  9.  # 892

    Colocado por: Nasa1989

    Ja tem com que se entreter acerca das máscaras.
    Não me pronuncio mais acerca de máscaras.
    Quer usar máscaras, use.
    Depois não reclame do pessoal médico andar com folhas de acetato a tratar de infectados.
    Concordam com este comentário:CMartin

    O que é que uma coisa tem a ver com outra? A gestão de stock de máscaras e a quantidade para profissionais vs venda ao público é fácil de controlar e é tarefa da DGS, que voltou a falhar.
  10.  # 893

    Colocado por: zetovisto que o vírus morre a uma temp. de 56 graus

    Morre o vírus e morremos nós.
  11.  # 894

    Excelente iniciativa da parte da Super Bock e Levira.
    Concordam com este comentário: CMartin
    Estas pessoas agradeceram este comentário: CMartin
      FB_IMG_1585126311714.jpg
  12.  # 895

    Colocado por: Bricoleiro
    O que é que uma coisa tem a ver com outra? A gestão de stock de máscaras e a quantidade para profissionais vs venda ao público é fácil de controlar e é tarefa da DGS, que voltou a falhar.


    Sabe que já há profissionais de saúde a pedir doação de EPI's, não sabe?
  13.  # 896

    Colocado por: Nasa1989

    Sabe que já há profissionais de saúde a pedir doação de EPI's, não sabe?

    Sei e não entendo o quer comparar com isso.
    Se a DGS quisesse poupar as máscaras para exclusivo uso profissional impedia a venda ao público. Mas preferem remediar e mentir, porque não dizem a verdade? Sim a mascara protege todos mas não há para todos e o que há será canalizado para os profissionais. Ficava-lhes bem.
    Por falar em falhas da DGS, fica mais uma:
    Salvador Malheiro acusa DGS de ter errado nos números, depois do boletim diário de ontem apontar 55 casos em Ovar, o autarca diz que são 101. Alguns em estado “muito grave.
    Concordam com este comentário: zinna, 21papaleguas
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Nasa1989
  14.  # 897

    Retirado do boletim da DGS:

    'Informação reportada relativa a 54% dos casos confirmados''
  15.  # 898

    Não há ninguém revoltado pelos
    milhares de Portugueses que continuam por ai a passear, a fazer uma vida normal como se nada se passasse. Pessoas a quebrar quarentena. Cafes abertos de porta fechada
    .
    Qual será a sensação de ir parar a um hospital, ou ter um familiar no hospital, sem poder receber cuidados necessários, ou o chamado "ventilador", por termos 4mil casos ou mais, quando se todos tivessem acatado as ordens dos nossos governadores, seriam só 2.5 mil?!
    Concordam com este comentário: Nasa1989, Pedro Azevedo78, marco1, RRoxx, zinna
    Estas pessoas agradeceram este comentário: Nasa1989
    •  
      RRoxx
    • 25 março 2020

     # 899

  16.  # 900

    Naturalmente que um Salvador Malheiro é uma pessoa que merece toda a credibilidade. E a DGS anda a esconder casos para :
    - Ganhar as próximas eleições
    - Achar que 1050 casos é muito mais grave que 1000
    - Preencher a gosto____________________________
 
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